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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Contrate o Caráter, Treine as Habilidades

Os processos seletivos de profissionais são cada vez mais completos e complexos. 
E isso não diz respeito apenas às qualificações técnicas, pois cada vez mais empresas notam a necessidade de contratar uma boa pessoa antes de um bom profissional. 
Para seguir essa tendência, é preciso pensar nas vantagens de escolher algumas qualidades acima daquilo que parece ser esperado para um profissional — experiência, qualificações e habilidades.
Confira abaixo porque é mais vantajoso contratar o caráter e treinar habilidades do que cair no erro comum de escolher apenas aquele que parece ser o melhor profissional.
  • Avaliar o alinhamento de valores é crucial
Não há nada pior para uma empresa do que contratar um funcionário que acredita e possui valores totalmente diferentes daqueles pregados pela empresa. É o caso, por exemplo, de um empreendimento que tem abordagem mais humana e que contrata um profissional muito mais focado em resultados — e apenas em resultados.

Além de não desempenhar sua função dentro do esperado, um profissional não alinhado fará com que todos ao seu redor sintam o efeito de um ponto que está fora da curva: atritos, retrabalhos e rixas são apenas alguns dos problemas que surgirão. Com isso, todo o bem-estar do ambiente de trabalho é afetado, trazendo más consequências para a produtividade. Por isso, mais do que fazer um teste de inglês ou de conhecimentos, é preciso conhecer os valores do candidato para ter certeza que tenha a ver com o que a empresa vivencia no cotidiano.
  • Postura e conduta também são importantes
A ética está muito mais relacionada ao caráter do que a qualquer habilidade ensinada em um curso ou em uma graduação.  A conduta também é importante porque tem a ver com como o funcionário se portará em reuniões, encontros importantes ou almoços com investidores, por exemplo. Uma conduta inadequada pode espantar oportunidades de negócio mesmo que o funcionário não seja responsável pelo contato direto com o público.

Imagine, por exemplo, que o funcionário foi contratado, mas que ao final do expediente use suas redes sociais para reclamar da empresa, da sua conduta e dos seus valores. Embora seja algo feito em sua vida particular, isso pode afetar como as pessoas de seu círculo verão e consumirão a empresa. Por isso, funcionários com uma postura profissional e com uma conduta correta são muito melhores do que os funcionários que usam oportunidades profissionais e colegas de trabalho apenas como degraus de uma escada para o sucesso.
  • Vá além das qualificações do currículo e das habilidades

Com treinamento, qualquer habilidade pode ser ensinada a um profissional — um novo idioma, a operação de um novo sistema, uma nova linguagem de programação —, mas ter caráter e ética não são passíveis de ensinamento. Por isso, é muito importante ir além do que o currículo apresenta e focar no que o candidato tem a oferecer como pessoa.
O que ele fala, como ele fala e como ele demonstra agir tem muito mais influência no papel que ele desempenhará na empresa do que suas qualificações ou experiências anteriores. Atentar-se a isso significa contratar um profissional de valor para a empresa e que realmente agregará ao local. Portanto, contrate o caráter, treine as habilidades!
Considerando que qualquer técnica pode ser ensinada, é muito mais vantajoso para a empresa contratar um profissional com valores e postura adequados do que o que se mostra apenas mais experiente. Isso porque caráter não pode ser ensinado ou modificado e a falta dele pode resultar em gastos com novos processos de seleção e problemas internos.
Por:  - http://www.saiadolugar.com.br/

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