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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Gestão

“O que não se mede não se administra, o que não é mensurável, torne-o mensurável”. (Galileu Galilei).

Gestão é o ato de organizar, planejar, executar e controlar, que são as premissas básicas da Administração. Ela se aplica a uma atividade ou grupo delas em qualquer campo do conhecimento humano. 



A acepção do termo segundo o Dic. Aulete Digital é: ‘Ação ou resultado de gerir; ADMINISTRAÇÃO; GERÊNCIA: gestão como prefeito: gestão na empresa’.



A gestão é a aplicação da teoria administrativa por suas várias metodologias, a saber: gestão por funcionalidades (competências), por objetivos, por qualidade total, por processos, orientada a clientes, estratégica, etc.



A aplicação do processo de gestão se dá em função do tipo de controle que se deseje adotar e, isto é função da definição dos indicadores pelos quais será feito o acompanhamento, sendo este acompanhamento fruto da metodologia do processo, Tornar um evento (etapa/atividade) mensurável é criar uma expectativa de desempenho ou resultado expressa em valor(es) que seja factível e aceito segundo os padrões vigentes no ambiente da gestão.



Alguns pensadores dedicaram-se à gestão de processos ou implementação de projetos, dentre eles podemos citar Edward Deming que implantou a gestão de qualidade no Japão pós-guerra definindo o ciclo PDCA (plan, do, control e act) cujas etapas são planejar, fazer, controlar e corrigir e também Kaplan e Norton, criadores do BSC, metodologia orientada à gestão na implementação de projetos. 
Ambas as metodologias prescrevem a definição das etapas ou atividades, formas de mensuração, metas e iniciativas da gestão.
  • Planejamento é a antevisão racional (orientações) e ordenada das atividades necessárias e suficientes para a consecução de um resultado. 
  • A execução é formada pelo conjunto de ações (atividades) planejadas para o atingimento dos objetivos. 
  • A meta é a quantificação ou qualificação do objetivo, que é o alvo que se quer atingir. 
  • O controle compreende as atividades de coleta, tabulação, análise e divulgação das informações pertinentes ao processo/projeto objeto da gestão. 
Assim, em qualquer tipo de gestão é imperativo definir metas de manutenção ou implementação do processo/projeto, pois é importante saber onde se está e aonde se quer chegar. 



Os indicadores são parâmetros que medem o desempenho ou resultado de ações humanas e são definidos por práticas históricas, observações, medições ou qualquer outro método que quantifique ou qualifique o objeto (etapa/atividade) do controle, são números percentuais ou absolutos ou indicadores qualitativos que orientarão os esforços e resultados. 

A mensuração é o estabelecimento de parâmetros factíveis (indicadores) das metas e funcionam como balizadores ou alvos no atingimento das mesmas. O ciclo se completa com as ações de correções (act) nas atividades do processo/projeto que não atingiram as expectativas definidas nas metas.



A gestão proficiente aponta as necessidades de melhorias no processo/projeto, seja por erros no planejamento (sub-dimensionamento, sequenciamento, etc.), seja por despreparo, desmotivação, negligencia, etc. da força de trabalho. O gestor deve estar sempre à frente da equipe em relação aos eventos do processo/projeto, mas também ao seu lado como facilitador e incentivador. 



As ações do gestor transcendem perspectiva da eficiência (rendimento dos recursos) posto que todo processo/projeto tenha um cliente e, atender a satisfação dele (entrega de valor) é essencial, sendo a busca da eficácia a segunda perspectiva da gestão e, por fim, a perspectiva da efetividade (impacto/transformação), pois segundo a filosofia Kaizen: deve-se sempre buscar a melhoria nos padrões de comportamento da força de trabalho (especialização, comprometimento, clima organizacional, etc.).



Assim, obedecendo a sequência lógica da gestão, orientamo-nos pelas questões-chaves, a saber: quando, como, porque, o que, quem e onde fazer (planejamento e execução), o que esperar (controle) e o que corrigir (retroalimentação).

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