segunda-feira, 25 de outubro de 2010

XIII Encontro Maranhense de Administração do Maranhão- EMAD

Será realizado nos dias 27 e 28 de outubro o XIII Encontro Maranhense de Administração do Maranhão- EMAD, evento científico promovido anualmente pelo Conselho Regional de Administração do Maranhão - CRA/MA. Este ano traz como tema central, “Administração: Mudanças nas Áreas Públicas e Privadas”. E um amplo espaço de informação e discussão que promoverá debate sobre as tendências na gestão das organizações públicas no âmbito municipal, estadual e federal, além de reforçar o importante papel do Administrador na modernização Administrativa nos Órgãos e nas Empresas, contribuindo de forma consubstancial para o Desenvolvimento do País. Estudantes, Administradores e Empresários de todo o Maranhão participarão do evento que acontecerá no auditório do Rio Poty Hotel,

Estarão presentes no evento os Palestrantes: Helder Caldeira, Especialista em Gestão de Políticas Públicas, Dill Casella, Compositor, Escritor e Ator, Especialista em Desenvolvimento Gerencial e Mauro Kreuz, Doutor em Ciências Empresariais, Presidente da Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração. A abertura do evento será animada ao som dos cantores sertanejo Jonathan e Jardel. Os interessados em participar do EMAD deverão entrar em contato com o Conselho Regional de Administração através dos telefones: (98) 3231-4160/ 2976 ou pelo e-mail: crama@cra-ma.org.br.


domingo, 24 de outubro de 2010

XXI ENANGRAD em Brasilia e EMAD - Encontro Maranhense de Adminisrtreadores em São Luis - Ma.

Hoje estou em Brasilia...até Terça feira...participando do XXI ENANGRAD.... na quarta feira estarei fazendo a Abertura do XIII EMAD - Encontro Maranhense de Administradores em São Luis - Ma.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Quanto você paga pela falta de foco?

A tecnologia e o ambiente de trabalho têm sido fatores determinantes para todo mundo deixar de manter a concentração de determinadas tarefas


Se te perguntassem hoje, neste exato momento, quantas vezes você perdeu o seu foco com outras atividades, ligações, e-mails, redes sociais ou pessoas, provavelmente diria que foram inúmeras as pausas, não é mesmo? Um ingrediente que está em falta no dia-a-dia das pessoas, cada vez mais, é o foco.
A tecnologia e o ambiente de trabalho têm sido fatores determinantes para todo mundo deixar de manter a concentração de determinadas tarefas.
Essa "desatenção" cria, consequentemente, o modelo de "multi-tarefação", ou seja, as pessoas preferem adotar esse método para correr atrás do tempo perdido e realizar todas as pendências em curto prazo. Feito alguns cálculos, consegui avaliar que "multitarefar" pode custar de 1 à 3 horas por dia. Isso quer dizer que, se cumpríssemos apenas uma atividade por vez economizaríamos algumas horas diárias, produzindo o mesmo volume de atividades, em um menor espaço de tempo.
De acordo com pesquisa realizada pela Workplace Options, empresa especializada em serviços de Estrutura Analítica de Projetos (EAP) para analisar o resultado da perda de foco, ao serem questionados, 53% dos entrevistados afirmaram que as distrações no ambiente de trabalho afetam sua produtividade. Segundo Jonathan Spira, co-autor do estudo, estas distrações chegam a custar US$ 650 bilhões por ano! É muito dinheiro gasto de maneira improdutiva, não é mesmo?
A pesquisa ainda questionou os profissionais sobre o uso da tecnologia nas empresas. Para 60% dos trabalhadores, ter um smartphone auxilia no aumento da produtividade. Já 35% afirmaram que esses equipamentos aumentam o nível de distrações durante o dia e, para 50% dos participantes esse padrão se replica na vida pessoal.
Agora, somando o problema dos aparelhos tecnológicos com as redes sociais, a situação se agrava. No estudo, 55% dos entrevistados sentem que acessar esses meios de comunicação no trabalho aumenta um pouco ou de forma significante o volume de distração. Imagine mais da metade de sua empresa deixando de prospectar novos clientes, criar os relatórios do mês ou pensar em novas ações por terem dedicado tempo às atividades circunstanciais, aquelas que não trazem resultados efetivos. Provavelmente toda a produtividade do seu negócio seria comprometida.
Outro resultado importante divulgado na pesquisa remete ao que todos nós já percebemos: 42% dos entrevistados estendem o seu horário de expediente para poder trabalhar sem serem interrompidos. Isso é a tradução de que as pessoas estão precisando de mais tempo para fazer as mesmas atividades que fariam durante um dia normal de trabalho, caso não fossem interrompidas com todas essas demandas.
E esse problema não fica só na pesquisa, há consequências: cerca de 1/4 dos entrevistados conhecem alguém que foi demitido por perder tempo no escritório com esses tipos de distrações. E você, anda perdendo o seu foco?
Veja algumas ações que podem auxiliar para você cumprir suas atividades mais concentrado:
· E-mail – Ficar com e-mail aberto faz o nível de interrupções crescer e aumenta a sensação de atividades por fazer. Defina períodos para lidar com as suas mensagens;
· Redes Sociais – Você usa twitter, facebook, orkut, etc? Controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes. Utilize em eventuais intervalos do dia ou no horário de almoço.
· Pessoas – Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os e-mails, concede informações e delega atividades.
· Ainda está com falta de foco? – Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outras tarefas? Se a atividade for grande, quebre em pequenas atividades, feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.
E lembre-se: não ter foco para cumprir suas atividades diárias pode custar bilhões de dólares! E mais, o problema só tende a se agravar. Então, vá atrás da concentração e seja mais produtivo!

Por Christian Barbosa -Facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU-Empretec e autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em reunião e Mais tempo mais dinheiro.  http://www.triadedotempo.com.br/ e http://www.christianbarbosa.com.br/

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Lei do Caminhão de Lixo.

Um dia peguei um taxi para o aeroporto. Estavamos rodando na faixa certa, quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.
O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigavel.
Indignado lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!'..Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo."
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu!
Apenas sorria, acene, deseje-lhes o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, EM CASA, ou nas ruas. Fique tranquilo... respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.
O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo. Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustações.
Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.
A vida é dez por cento o que você faz dela e noventa por cento a maneira como você a recebe!

Colaboração : Adm. Fauze Maluf Sobrinho

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O que faz diferença nas tecnologias?

Professor da Fundação Vanzolini explica que não basta ter acesso a uma tecnologia. É preciso entender o potencial dela e saber tirar proveito.
Não é de hoje que a mesma tecnologia pode ser usada para o sucesso ou simplesmente ser irrelevante. Os ingleses comemoram em setembro os 70 anos de sua vitória na chamada “Batalha da Inglaterra”, a primeira exclusivamente aérea da História, na qual a Royal Air Force venceu a até então invencível Luftwaffe alemã. Os pilotos ingleses ganharam o famoso elogio de Winston Churchill: “Nunca tantos deveram tanto a tão poucos”.
Entre vários fatores (como o de estar “jogando em casa”), os ingleses tiveram a seu favor dois trunfos tecnológicos: o avião de caça Spitfire (que até aquele momento era preservado para a defesa do país) e o radar, que trazia a inovação de poder detectar os aviões atacantes com antecedência. O Spitfire garantiu aos ingleses um equipamento que poderia se sair muito bem contra qualquer coisa enviada pelos alemães.
E os alemães tinham aviões muito bons! Já o radar permitiu que os ingleses alocassem seus recursos escassos onde eles fossem realmente necessários. Até porque essa era uma questão crítica, uma vez que a força aérea alemã tinha pelos menos quatro vezes mais aviões do que a britânica.
Os alemães de início não associaram a razão dos ingleses estarem (quase) sempre no lugar correto com aquelas estranhas antenas distribuídas ao longo do litoral no Canal da Mancha. Um atraso de percepção até que passaram a bombardeá-las. Felizmente, para os ingleses, estes ataques não duraram muito e os alemães resolveram se concentrar sobre Londres, facilitando a vida dos defensores. A tecnologia fez a diferença, mas para isto outros fatores tiveram que ser considerados.
Para tirar partido das suas cartadas tecnológicas, os ingleses tinham um serviço de controle altamente eficiente, que rapidamente coletava e interpretava as informações recebidas, permitindo que o Alto Comando tomasse de imediato as decisões necessárias e saíssem vitoriosos. Pouco mais de um ano depois, os norte-americanos também dispunham de radar na sua base de Pearl Harbor no
Havaí, na fatídica manhã de domingo de 7 de dezembro de 1941.
Os numerosos pontos na tela foram inicialmente interpretados com erros do equipamento, depois como bandos de gaivotas e finalmente como aviões amigos que estariam chegando do continente. Pior, para não haver confusão, simplesmente resolveram ignorar novos alertas do radar, chegando mesmo a desligar o equipamento. O fim da história é bastante conhecido: uma reação americana fraca e tardia; diante de um ataque japonês bem-sucedido.
A mesma tecnologia, o radar, estava presente tanto no caso dos ingleses quanto no dos americanos, mas os resultados foram muito diferentes. Qual a razão? Como explicar isso pensando em termos da tecnologia?
Podemos conjecturar alguns fatores. Primeiramente, os ingleses entendiam a importância do alerta da chegada dos aviões inimigos. Depois eles sabiam como interpretar o resultado desse sistema de apoio à decisão pela eficiente estrutura organizacional e de bons processos administrativos e operacionais para colocar as ações em prática.
Também pesou o fato dos ingleses acreditarem no radar e o integrarem à sua estratégia e às suas táticas. Assim também ocorre hoje com a tecnologia da informação. Muitas vezes diferentes empresas usam a mesma tecnologia e obtêm resultados completamente distintos. Nicholas Carr declarou bombasticamente há alguns anos que a TI já não importaria mais, pois todos têm acesso às mesmas tecnologias.
Contudo, no mesmo ano, Diana Farrell afirmou que a TI possibilitaria uma “verdadeira nova economia”, principalmente quando implementada conjuntamente com novos processos. Posteriormente, vários autores rebateram a afirmação de Carr, tal como Rangone e Bertelé, que mostraram que a TI como infraestrutura pode ter se tornado commodity, mas as aplicações de TI continuam a fazer toda a diferença e devem receber atenção como fonte de ganhos estratégicos.
A maneira como a TI está alinhada com a estratégia e os processos operacionais das organizações, a TI pode trazer grandes vantagens competitivas, pois em geral não é algo simples de ser imitado. É preciso acreditar na tecnologia e entender como ela deve ser utilizada em um contexto maior. Além disso, enfoques inovadores podem conceber novos produtos e serviços com alta carga de informações e de conhecimento disponibilizada pela TI.
Não basta ter acesso a uma tecnologia. É preciso compreender sua natureza, seu potencial e continuamente repensar como os processos de operação e de gestão das empresas podem tirar partido dela. E isto faz toda a diferença.
Por - Fernando José Barbin Laurindo (Professor da Fundação Vanzolini (www.vanzolini.org.br), entidade gerida por professores do Departamento de Engenharia de Produção POLI/USP. Email: fjblau@usp.br)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Mercado de luxo de volta ao crescimento

Após crise, grupos como Louis Vuitton apresentam crescimento de até 40% no ano.

Andrei Netto - O Estado de S.Paulo


A indústria especializada em produtos de luxo, um dos mais importantes setores da economia da França, reatou com os lucros. Passado o auge da crise financeira internacional, marcas como Louis Vuitton, Cartier e Yves Saint-Laurent (YSL) continuaram a retomada no terceiro trimestre de 2010.
Números, anunciados esta semana demonstram o vigor do setor, que registra crescimentos de até 40% no acumulado do ano. Ontem, por exemplo, o grupo francês Moët Hennessy Louis Vuitton (LVMH), número 1 mundial da indústria do luxo, anunciou ter atingido um crescimento de 23,6% em suas vendas no terceiro trimestre de 2010, movimentando 5,11 bilhões.
No acumulado do ano, o crescimento das vendas da holding - que administra marcas como Louis Vuitton, Givenchy, Christian Dior, Veuve Clicquot e Tag Heuer - chegou a 19%, somando 14,2 bilhões. Segundo a empresa, "a dinâmica continua a ser muito forte na Ásia, na Europa e na América".
Questionado pelo Estado sobre os números e o papel dos países emergentes, como o Brasil, no desempenho da empresa, o grupo se limitou a informar que "continuará a estratégia proativa que tem como foco a inovação e a expansão geográfica nos mais promissores mercados".
Novo horário. O desempenho positivo da Louis Vuitton já era esperado pelo mercado desde que a empresa passou em setembro a antecipar em uma hora do horário de fechamento de suas lojas de Paris. A medida seria um meio de preservar seus estoques. Isso teria sido necessário porque a demanda por produtos da marca, em especial por clientes asiáticos, estaria colocando em risco o volume de peças produzidas para a época de Natal.
Em algumas lojas, como a da Avenida Champs-Elysées, o número de produtos por clientes chegou a ser limitado, e filas se criaram no exterior da loja. A empresa, entretanto, não confirma as razões da estratégia.
Apesar do bom desempenho, a LVMH não é uma exceção na indústria do luxo. Passado o pior da crise econômica, o mercado inteiro vive um momento de euforia na Europa. A suíça Richemont, número 2 do mundo no mercado de luxo e proprietária de marcas como Cartier, Baume et Mercier, Lancel e Montblanc, alcançou 35% de crescimento no terceiro trimestre. No acumulado do ano, a marca aumentou sua lucratividade em 40%.
A cifra é muito próxima da obtida pela número 3 do ramo, a Pinault-Printemps-Redoute (PPR), grupo francês concorrente que administra as grifes Gucci e YSL. No terceiro trimestre, a empresa cresceu 35%, alcançando 41,3% nos nove meses do ano. No Reino Unido, as ações da Burberry, outro ícone desse mercado, teriam atingiu 70% de valorização após a crise em razão do desempenho positivo.
Na Alemanha, o grupo Hugo Boss também apresentou ontem cifras melhores do que o esperado para 2010. Segundo relatório da empresa, a receita é "cada vez mais dinâmica" e no terceiro trimestre cresceu 19% em relação a 2009, chegando a 538 milhões. Nos nove primeiros meses do ano, o avanço chegou a 42%.
Um porta-voz da Hugo Boss informou que a empresa estava "satisfeita" com o desempenho em todos os seus mercados e que seu objetivo era abrir até 60 lojas próprias este ano, o que levaria o grupo a um total de 425 lojas próprias.
No setor de bebidas mais sofisticadas, grifes como Dom Perignon, Moët & Chandon e Ruinart, todas do grupo LVMH, aumentaram suas vendas em 25,8% no ano. De acordo com um relatório preparado pelo banco HSBC sobre o setor, a indústria do luxo vive um momento favorável graças "ao forte crescimento da China continental e de Hong Kong, que se soma às ondas de turistas chineses, japoneses e também de americanos que vêm fomentar as vendas na Europa".

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Empresas de TI vão ao mercado em busca de novos talentos

Situação de falta de mão de obra obriga as empresas a enfrentar três desafios: capacitação, retenção e reciclagem.
A falta de mão de obra especializada no Brasil não é característica exclusiva do setor de engenharia. Pouco explorado no País, o segmento de segurança da informação passa pelo mesmo problema. O mercado de TI (Tecnologia da Informação), em geral, detém mais vagas do que profissionais capacitados para ocupá-las.
“Tecnologia da informação sempre foi e será uma área muito especializada. O surgimento de novas tecnologias força os profissionais dessa área, assim como as empresas, a buscar ciclos de reciclagem de forma constante. Na área de segurança não seria diferente e avalio ser ainda mais complexa, dado o avanço das tecnologias, assim como a habilidade de pessoas que buscam a fraude”, afirma o presidente da True Access Consulting, Pedro Goyn.
Segundo ele, a situação obriga as empresas a enfrentar três grandes desafios para se manter no cenário comercial tecnológico: capacitação, retenção e reciclagem de profissionais.
O mercado nacional passa por obstáculos para contratar de forma robusta profissionais qualificados. Os bons funcionários já estão empregados e caracterizam-se por não mudarem facilmente de emprego.
Fora isso, a especialização tem um peso substancial entre as empresas. Com a disputa de mercado, quanto maior o conhecimento, mais altos os salários. "Entramos aí na balança do custo e benefício, se o profissional é bom, as empresas, sem dúvida, irão pagar um valor alto por ele", observa Goyn.
Fortalecimento
Existem poucos cursos superiores de qualidade que, de fato, capacitem o profissional em segurança da informação com excelência. Os preceitos básicos desse profissional consistem em formação em TI, cursos superiores, como é o caso de engenharia de sistemas, engenharia da computação, análise de dados, entre outros.
"Aí entramos na fase da especialização. Uma boa dica é, além da graduação na área de TI, ter certificações baseadas em normas como a ISO 27000. Em seguida, para aqueles que desejam se aprofundar nos aspectos de segurança da informação, certificações como CISSP (Certified Information Systems Security Professional) e CISM (Certified Information Security Manager) são ainda um diferencial. E se esse profissional desejar, pode fazer também uma complementação com cursos como ITIL, Cobit, PMI, entre outros", explica o executivo.
Tido como essencial em qualquer profissão, o domínio da língua inglesa também tem forte predominância na área tecnológica.
Diferentemente do passado, quando muitos profissionais estudavam em casa, muitos interessados na área hoje passam por cursos e laboratórios de especialização.
Futuro
O profissional do futuro em segurança da computação deverá ser um "malabarista". Esta é a percepção de Goyn, que analisa a impossibilidade das empresas terem condições de contratar o número de profissionais necessários. "A competitividade e o nível de empregabilidade também são um desafio no que tange se atualizar sempre, buscar a autorreciclagem e estar atento a todas as novidades do mercado", explica.
"Se TI é um mercado promissor, o de segurança é ainda mais. Todo mercado que provoque a sua autorrenovação cresce. Isso porque, quanto mais você se renova, mais é cobiçado pelas empresas que buscam por um bom profissional de segurança da informação", projeta Goyn.
De acordo com o executivo, em cinco anos, o setor passará por um grau de especialização jamais visto. Em decorrência desse fator, a capacidade de trabalho em equipe será fundamental nas empresas.
Por Equipe InfoMoney - http://www.administradores.com.br/

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Como não perder tempo com as redes sociais

As redes sociais entraram para ficar na vida das pessoas e das empresas, e isso obviamente afetou o nosso tempo de alguma forma.
Há alguns anos, quando falávamos sobre redes sociais - ou mais especificamente o Orkut (que era a rede predominante na época) - a maioria das pessoas achava uma perda de tempo, que eram desnecessárias, coisa de adolescente ou apenas para diversão. Em pouco tempo essa percepção foi totalmente alterada.
Podemos comparar a entrada das redes sociais com a entrada do celular na vida das pessoas. No começo muita gente jurava que nunca precisaria de um celular, e que era o "fim dos tempos" ter que andar com o telefone no bolso. Hoje em dia, a grande maioria dos brasileiros não consegue mais viver sem o seu aparelho.
As redes sociais entraram para ficar na vida das pessoas e das empresas, e isso obviamente afetou o nosso tempo de alguma forma. Se usar bem essas ferramentas, você pode aproveitar dos benefícios, agora se usar mal, vai conseguir mais um ladrão de tempo para você se perder na sua rotina.
Muitas empresas me questionam se devem ou não liberar o acesso às redes sociais na empresa, e digo que deve ser proibido apenas se sua empresa revista os funcionários e proíbe a entrada de celular. Caso contrário, tem de estar liberado! Rede social é parte da vida e do tempo de todo mundo, ajuda a impulsionar muitos negócios, gera networking, contrata pessoas, busca informações, ajuda a pessoa a relaxar, a se comunicar, etc.
Na minha visão, as empresas e você precisam se preocupar como o uso consciente da ferramenta, ou do contrário, a má utilização poderá matar sua produtividade por completo. Se mesmo assim achar que deve bloquear, então use um meio termo: libere nos horários pré e pós-expediente.
Veja algumas dicas sobre como não perder tempo com as redes sociais:
Participe de redes sociais relevantes – Você não precisa estar em 10 redes sociais, selecione as mais relevantes e que tenha o maior número de pessoas conectadas a seus objetivos. Eu participo apenas de 4 redes (atualizo pessoalmente): Twitter, Facebook, LinkedIn, Orkut, o resto não me agrega.
Desabilite os avisos de recados e mensagens – Configure suas redes para não ficar te avisando, apitando ou enviando e-mails a cada nova mensagem ou scrap que você receber. Se você visualizar todos os avisos, vai perder um tempo que você nem imagina e o que os olhos vêem, a curiosidade não consegue controlar, não é?
Tenha horários – Assim como no e-mail, nada de ficar com a rede aberta toda hora. Defina horário ou dias para atualizar e olhar suas redes. Costumo olhar minhas redes sempre de noite ou aos domingos. O twitter, quando estou na empresa, vejo três vezes por dia e olhe lá.
Utilize Softwares – Existem milhares de programas que ajudam você a atualizar suas redes sociais de forma simples e integrada. Recomendo o Tweetdeck, ele integra todas as minhas redes, ou seja, basta escrever uma vez para todas as redes serem atualizadas. O Echofon para Firefox também é excelente. Para celulares existem diversos, basta dar uma pesquisada para encontrar algum com a sua cara.
Dica para o twitter – Como o twitter está na moda, a minha dica é: siga poucas pessoas, mas com conteúdo relevante. Se você seguir muita gente não deve estar usando o twitter como fonte de conhecimento e provavelmente ele não deve estar agregando muito valor ao seu dia-a-dia, pois acaba tendo tantas mensagens que dificilmente você vai ver.
Redes Sociais é a invenção mais nerd que deu mais certo no mundo dos "pops"! Impossível viver sem, mas não se perca por causa dela, saiba usá-la com sabedoria e não jogue seu tempo no lixo!

Por Christian Barbosa - Autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em reunião e Mais tempo mais dinheiro.  http://www.triadedotempo.com.br/ e http://www.christianbarbosa.com.br/