Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo.
Fernando Pessoa (Lisboa, 13 de junho de 1888 - Lisboa, 30 de novembro de 1935)
Contribuição > Neide Carvalhêdo
Este Blog foi criado para postar idéias na área de Administração de Empresas, Empreendedorismo, Esporte e outras Informações de cunho Social, Técnico, Cultural e Dicas para Profissionais e Estudantes de Administração.
terça-feira, 16 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
O professor está sempre errado
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
Se é jovem, não tem experiência.
Se é velho, está superado.
Se não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Se fala em voz alta, vive gritando.
Se fala em tom normal, ninguém escuta.
Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Se Precisa faltar, é um 'turista'.
Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.
Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.
Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
Se A prova é longa, não dá tempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
Se Escreve muito, não explica.
Se Explica muito, o caderno não tem nada.
Se Fala corretamente, ninguém entende.
Se Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.
Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
http://oveneta.blogspot.com/search/label/Curiosidades
Se é jovem, não tem experiência.
Se é velho, está superado.
Se não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Se fala em voz alta, vive gritando.
Se fala em tom normal, ninguém escuta.
Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Se Precisa faltar, é um 'turista'.
Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.
Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.
Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
Se A prova é longa, não dá tempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
Se Escreve muito, não explica.
Se Explica muito, o caderno não tem nada.
Se Fala corretamente, ninguém entende.
Se Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.
Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
http://oveneta.blogspot.com/search/label/Curiosidades
Castigos
Aluno:
- Professora, alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
Professora:
- Não.
Aluno:
- É que eu não fiz os trabalhos de casa.
- Professora, alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
Professora:
- Não.
Aluno:
- É que eu não fiz os trabalhos de casa.
Brindemos ao St. Patrick's Day por Mariana Caminha
Assim como eu, muita gente aqui já avisou que vai sair mais cedo do trabalho na próxima quarta-feira, quando se celebra o St. Patrick's Day. Reza a lenda que a sorte acompanha aqueles que participam da festa, e ninguém quer estar fora desse grupo, concorda?
A origem do feriado é religiosa. St. Patrick é tido como o patrono dos santos irlandeses (e foi lá que nasceu a tradição de celebrar o dia 17 de março), mas a festa já se espalhou pelo mundo. As mais expressivas comemorações acontecem no Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos.
Missionário do cristianismo, St. Patrick nasceu como Maewyn Succat no século 4, e era um homem muito rico. Depois de ver a sua casa destruída por bandidos e ter de trabalhar como escravo durante vários anos, passou a dedicar seu tempo ao ensino da religião.
O símbolo do St. Patrick's Day, um trevo de três folhas, faz referência ao modo como o santo falava da Santíssima Trindade aos seus alunos. Cada folha do trevo simbolizava uma das pessoas - Pai, Filho e Espírito Santo.
A vida de St. Patrick é comemorada desde a sua morte, no dia 17 de março. Em Londres a festa é grande, marcada pela presença de centenas de pessoas. Há oito anos um desfile pelas ruas do centro da cidade atrai multidões, com direito a muitos trevos de três folhas, e claro, muita cerveja.
É a cerveja, por sinal, uma das protagonistas dessa celebração. Apesar de nada religiosa, a bebida passou a ser parte importante do St. Patrick's Day a partir dos anos 90, quando o governo irlandês aproveitou a data para aumentar a propaganda sobre o país e atrair mais turistas durante o mês de março. Antes disso, surpreendentemente, os pubs irlandeses tinham de fechar, por lei, todo dia 17 de março. Algo inconcebível nos dias de hoje.
A maior patrocinadora do evento não poderia ser outra senão a Guiness, a cerveja preta de Dublin, famosa no mundo inteiro. Em todos os pubs da cidade (e em outros tantos espalhados por aí), o merchandising será intenso, incluindo roupas, chapéus, leques, cartazes etc. Uma gama de produtos que custa à empresa um investimento de 3 milhões de libras todos os anos.
A nós, só nos resta ajudar a manter a tradição irlandesa e nos juntarmos à festa. Que St. Patrick nos proteja!
Mariana Caminha é formada em Letras pela UnB e em jornalismo pelo UniCEUB. Fez mestrado em Televisão na Nottingham Trent University, Inglaterra.
A origem do feriado é religiosa. St. Patrick é tido como o patrono dos santos irlandeses (e foi lá que nasceu a tradição de celebrar o dia 17 de março), mas a festa já se espalhou pelo mundo. As mais expressivas comemorações acontecem no Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos.
Missionário do cristianismo, St. Patrick nasceu como Maewyn Succat no século 4, e era um homem muito rico. Depois de ver a sua casa destruída por bandidos e ter de trabalhar como escravo durante vários anos, passou a dedicar seu tempo ao ensino da religião.
O símbolo do St. Patrick's Day, um trevo de três folhas, faz referência ao modo como o santo falava da Santíssima Trindade aos seus alunos. Cada folha do trevo simbolizava uma das pessoas - Pai, Filho e Espírito Santo.
A vida de St. Patrick é comemorada desde a sua morte, no dia 17 de março. Em Londres a festa é grande, marcada pela presença de centenas de pessoas. Há oito anos um desfile pelas ruas do centro da cidade atrai multidões, com direito a muitos trevos de três folhas, e claro, muita cerveja.
É a cerveja, por sinal, uma das protagonistas dessa celebração. Apesar de nada religiosa, a bebida passou a ser parte importante do St. Patrick's Day a partir dos anos 90, quando o governo irlandês aproveitou a data para aumentar a propaganda sobre o país e atrair mais turistas durante o mês de março. Antes disso, surpreendentemente, os pubs irlandeses tinham de fechar, por lei, todo dia 17 de março. Algo inconcebível nos dias de hoje.
A maior patrocinadora do evento não poderia ser outra senão a Guiness, a cerveja preta de Dublin, famosa no mundo inteiro. Em todos os pubs da cidade (e em outros tantos espalhados por aí), o merchandising será intenso, incluindo roupas, chapéus, leques, cartazes etc. Uma gama de produtos que custa à empresa um investimento de 3 milhões de libras todos os anos.
A nós, só nos resta ajudar a manter a tradição irlandesa e nos juntarmos à festa. Que St. Patrick nos proteja!
Mariana Caminha é formada em Letras pela UnB e em jornalismo pelo UniCEUB. Fez mestrado em Televisão na Nottingham Trent University, Inglaterra.
sexta-feira, 12 de março de 2010
A chave para a vantagem competitiva
A vantagem competitiva é o parâmetro de desempenho de uma empresa no mercado. Hoje, sua importância adquire dimensão ainda maior, visto que a competitividade no ambiente empresarial tem aumentado, em âmbito global.
A vantagem competitiva decorre do valor que uma empresa cria para seus clientes – e da percepção e reconhecimento dos mesmos. Este valor pode estar na prática de preços inferiores aos da concorrência ou no fornecimento de benefícios únicos que compensem o preço despendido pelo consumidor, ao adquirir o produto ou serviço.
Michael Porter define três estratégias para se alcançar a vantagem competitiva: liderança de custo, diferenciação e enfoque.
Na estratégia de liderança de custos, a empresa parte para tornar-se o produtor de baixo custo em sua indústria. Procura ter um escopo amplo atende a muitos segmentos industriais, podendo até operar em indústrias correlatas – já que a amplitude de sua atuação é que definirá a vantagem de custo. Esta vantagem de custo, por sua vez, será resultado de economias de escala, ou de tecnologia patenteada ou de acesso preferencial a matérias-primas, ou de mão-de-obra barata, por exemplo.
Na estratégia de diferenciação, a empresa procura ser única em sua indústria, ao longo de algumas dimensões amplamente valorizadas pelos compradores. Ela seleciona um ou mais atributos que muitos compradores consideram importantes e procura posicionar-se para satisfazer essas necessidades. Como resultado, a empresa é recompensada com um “preço-prêmio”, decorrente do valor que esses compradores reconhecem em suas atividades. A diferenciação percebida pelo comprador pode estar no próprio produto, na acessibilidade com que o produto é disponibilizado, nos serviços de pós-venda, no relacionamento que o cliente mantém com a marca.
Na estratégia de enfoque, a empresa escolhe um segmento ou um grupo de segmentos na indústria e adapta todas as suas estratégias para atendê-los. A estratégia de enfoque pode ser de custo – onde a empresa procura ter o melhor custo para o segmento focado; ou de diferenciação, onde a empresa busca diferenciar-se perante o segmento focado, com atributos que lhe são valorizados.
Uma empresa que se engaja em qualquer uma das estratégias citadas por Porter, mas não alcança nenhuma delas, dificilmente conseguirá estabelecer qualquer vantagem competitiva. O resultado será um desempenho abaixo da média, de quem irá competir com o líder no custo, com os “diferenciadores” ou “enfocadores”, que estarão mais bem posicionados para competirem em qualquer segmento.
Nós acreditamos que a única estratégia de diferenciação de uma empresa, e portanto, de se estabelecer uma vantagem competitiva, está na relação de valor que o consumidor tem com a marca e os serviços que lhe são oferecidos. Se o consumidor sente que recebe mais do que numericamente está pagando, a relação de valor favorecerá a empresa – e enquanto este sentimento prevalecer – a empresa terá um consumidor fiel.
Portanto, a receita para se alcançar a vantagem competitiva é simples, no entendimento: basta manter a relação de valor que o consumidor tem com os serviços que recebe. Mas é de difícil prática, porque requer disciplina das empresas em consultar seus clientes periodicamente, para monitorar os benefícios que realmente estão comprando, o grau de satisfação e de utilização dos serviços; antecipar necessidades. Requer disposição para monitorar permanentemente o ambiente de mercado, as estratégias dos concorrentes, as principais movimentações e tendências e alterações que provocam no comportamento de compra do consumidor.
E finalmente, a velocidade e a coragem para inovar, na abordagem, na comunicação, na distribuição e no desenvolvimento de produtos e serviços. Ou seja, requer a prática da Inteligência Competitiva.
Neste contexto, a Inteligência Competitiva vem ganhando espaço nas organizações, já que permite uma fotografia instantânea e contínua do mercado, da empresa e de seus concorrentes. Um diagnóstico mais rápido propicia tomadas de decisão mais rápidas, seja de correção, de bloqueio ou inovação.
E o que é mais importante: a Inteligência Competitiva permite o registro da empresa não como ela pensa que é, mais efetivamente, como o consumidor a vê, visto que toda a metodologia é orientada a percorrer, utilizar todos os canais de comunicação e venda que a empresa e seus concorrentes disponibilizam ao consumidor.
Fonte - Portal Inteligemcia - Patricia Marra possui mais de 15 anos de experiência em Marketing, como executiva nas empresas Du Pont do Brasil, World Tennis, Monday e Banco Real;
A vantagem competitiva decorre do valor que uma empresa cria para seus clientes – e da percepção e reconhecimento dos mesmos. Este valor pode estar na prática de preços inferiores aos da concorrência ou no fornecimento de benefícios únicos que compensem o preço despendido pelo consumidor, ao adquirir o produto ou serviço.
Michael Porter define três estratégias para se alcançar a vantagem competitiva: liderança de custo, diferenciação e enfoque.
Na estratégia de liderança de custos, a empresa parte para tornar-se o produtor de baixo custo em sua indústria. Procura ter um escopo amplo atende a muitos segmentos industriais, podendo até operar em indústrias correlatas – já que a amplitude de sua atuação é que definirá a vantagem de custo. Esta vantagem de custo, por sua vez, será resultado de economias de escala, ou de tecnologia patenteada ou de acesso preferencial a matérias-primas, ou de mão-de-obra barata, por exemplo.
Na estratégia de diferenciação, a empresa procura ser única em sua indústria, ao longo de algumas dimensões amplamente valorizadas pelos compradores. Ela seleciona um ou mais atributos que muitos compradores consideram importantes e procura posicionar-se para satisfazer essas necessidades. Como resultado, a empresa é recompensada com um “preço-prêmio”, decorrente do valor que esses compradores reconhecem em suas atividades. A diferenciação percebida pelo comprador pode estar no próprio produto, na acessibilidade com que o produto é disponibilizado, nos serviços de pós-venda, no relacionamento que o cliente mantém com a marca.
Na estratégia de enfoque, a empresa escolhe um segmento ou um grupo de segmentos na indústria e adapta todas as suas estratégias para atendê-los. A estratégia de enfoque pode ser de custo – onde a empresa procura ter o melhor custo para o segmento focado; ou de diferenciação, onde a empresa busca diferenciar-se perante o segmento focado, com atributos que lhe são valorizados.
Uma empresa que se engaja em qualquer uma das estratégias citadas por Porter, mas não alcança nenhuma delas, dificilmente conseguirá estabelecer qualquer vantagem competitiva. O resultado será um desempenho abaixo da média, de quem irá competir com o líder no custo, com os “diferenciadores” ou “enfocadores”, que estarão mais bem posicionados para competirem em qualquer segmento.
Nós acreditamos que a única estratégia de diferenciação de uma empresa, e portanto, de se estabelecer uma vantagem competitiva, está na relação de valor que o consumidor tem com a marca e os serviços que lhe são oferecidos. Se o consumidor sente que recebe mais do que numericamente está pagando, a relação de valor favorecerá a empresa – e enquanto este sentimento prevalecer – a empresa terá um consumidor fiel.
Portanto, a receita para se alcançar a vantagem competitiva é simples, no entendimento: basta manter a relação de valor que o consumidor tem com os serviços que recebe. Mas é de difícil prática, porque requer disciplina das empresas em consultar seus clientes periodicamente, para monitorar os benefícios que realmente estão comprando, o grau de satisfação e de utilização dos serviços; antecipar necessidades. Requer disposição para monitorar permanentemente o ambiente de mercado, as estratégias dos concorrentes, as principais movimentações e tendências e alterações que provocam no comportamento de compra do consumidor.
E finalmente, a velocidade e a coragem para inovar, na abordagem, na comunicação, na distribuição e no desenvolvimento de produtos e serviços. Ou seja, requer a prática da Inteligência Competitiva.
Neste contexto, a Inteligência Competitiva vem ganhando espaço nas organizações, já que permite uma fotografia instantânea e contínua do mercado, da empresa e de seus concorrentes. Um diagnóstico mais rápido propicia tomadas de decisão mais rápidas, seja de correção, de bloqueio ou inovação.
E o que é mais importante: a Inteligência Competitiva permite o registro da empresa não como ela pensa que é, mais efetivamente, como o consumidor a vê, visto que toda a metodologia é orientada a percorrer, utilizar todos os canais de comunicação e venda que a empresa e seus concorrentes disponibilizam ao consumidor.
Fonte - Portal Inteligemcia - Patricia Marra possui mais de 15 anos de experiência em Marketing, como executiva nas empresas Du Pont do Brasil, World Tennis, Monday e Banco Real;
Nostagia... meus 15 anos... em Brasilia ...
quinta-feira, 11 de março de 2010
Este texto não contém a letra "A" ..... É possível sim.
Outro daqueles mirabolantes textos em Português que se consegue exprimir o que quiser sem auxílio de uma simples letra, verbo, etc... Só mesmo o Português (até onde eu saiba) é capaz de tamanha proeza. Divirtam-se e, para os mais interessados, sugiro guardarem esta preciosidade de um autor desconhecido. O que é pura maldade, não?
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Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.
Quem escreveu? Mistério..
Contribuição: IVANA FRANCO
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