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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 6 de março de 2017

Como Lidar com o Assédio Moral

O assunto assédio moral vem assumindo considerável e expressiva dimensão, a partir dos anos 90 nos Estados Unidos e Europa, e desde os começos dos anos 2000 no Brasil, onde tem sido alvo de imensa demanda na Justiça do Trabalho. 
Esse teste é útil por dois motivos: poderá avaliar se você sofre algum tipo de assédio moral em sua companhia, e poderá fazer com que a pessoa que o pratica se conscientize dos graves danos morais e profissionais que isso causa, não só à pessoa afetada, como também, a quem o comete, consciente ou inconscientemente.
Responda às questões usando de máxima sinceridade para que o resultado seja o mais real possível.
S = SIM        N = NÃO
  1. Você acredita que sofre algum tipo de assédio moral na empresa em que trabalha? S N
  2. Você acha que a pessoa que  exerce o assédio  tem consciência do mal que lhe faz?    S    N
  3. Você é alvo de calúnias e fofocas em seu departamento? S N
  4. Você é alvo de constantes piadas e risadas por parte dos  colegas ou de seu chefe?              S    N
  5. Você já foi ofendido algumas vezes, publicamente, pelo seu gestor? S N
  6. Você se sente boicotado pelo seu chefe e/ou colegas no departamento em que trabalha?    S    N
  7. Seu chefe critica constantemente seu trabalho? S N
  8. Seu chefe constantemente manda você refazer o seu trabalho? S N
  9. Seu chefe costuma humilhar você, particularmente, ou em público? S N
  10. Seu chefe costuma ignorar  você?  (por  exemplo, não  o  cumprimenta, passa por você sem olhar, ignora ou ridiculariza suas opiniões).       S    N
  11. Seu chefe costuma dificultar suas condições de trabalho? (como o acesso ao telefone, à internet, material de apoio, equipamento adequado etc.) S    N
  12. Seuchefe costuma abarrotar você de trabalho, ou então, faz o inverso, coloca você na “geladeira” e não lhe dá qualquer ocupação? S    N
  13. Seu chefe costuma bloquear, atrapalhar ou dificultar o seu trabalho? S N
  14. Seu chefe tenta isolar você do convívio com outras pessoas? S N
  15. Seu chefe faz  ameaças  a  você  de  forma  direta, ou  através  de  insinuações? S     N
  16. Você já sofreu assédio sexual por parte de sua chefia? (homem ou mulher).  S     N
  17. Seu chefe é agressivo com você ou lhe fala palavrões? S N
  18. Você sente que seu chefe tem bloqueado você nas promoções, ou tem impedido de participar de cursos ou treinamentos?   S     N
Se você respondeu SIM a apenas uma das perguntas, então você sofre algum tipo de assédio moral. Ele é mais grave, ou menos grave, dependendo da assiduidade e do grau que isso vem ocorrendo com você.
Se você respondeu SIM a duas ou mais perguntas então o assédio se reveste de gravidade ainda maior.
Independente de quantas vezes você respondeu SIM, o importante é que esse estado de coisas não se prolongue mais, pois as consequências psicológicas, emocionais e mesmo físicas (doenças, mal-estar etc.) tendem a se agravar se nenhuma medida for adotada de sua parte.
Seis pontos essenciais sobre assédio moral
  1. É impossível ignorar o quanto o assédio moral tem sido prejudicial às pessoas e organizações. Ela pode acontecer na família, na escola, na comunidade e no trabalho. É uma prática que pode devastar o ambiente onde ocorre, ou molestar de forma contundente a pessoa a quem é dirigida.
  2. É preciso esclarecer que uma simples bronca do chefe, algum mal-entendido mais contundente, ou uma atitude de grosseria ou de humilhação, seguida mais tarde de um pedido de desculpas, não se caracteriza como assédio moral. Para configurar o assédio moral no trabalho é preciso que as ofensas, difamações, humilhações, boicotes ou agressões sejam propositais, repetitivas e prolongadas, e que ocorram durante o expediente.
  3. Ser alvo de constantes piadas e gozações de colegas ou da chefia, com o objetivo de atingir a honra e a imagem do funcionário, também evidencia assédio moral. O assédio sexual é ainda mais contundente porque se trata de uma abordagem repetida, imposta por um superior hierárquico contra a vontade da pessoa assediada, visando obter favor sexual sob a condição de a vítima não ser demitida, obter um emprego ou conseguir uma promoção.
  4. Uma das soluções para colocar um fim no assédio moral é a vítima ter uma conversa franca, aberta e respeitosa com seu interlocutor explicando a situação e o constrangimento pela qual está passando.
  5. Caso não surta efeito e as condições piorem, é necessário reagir e arquitetar uma estratégia de enfrentamento. A primeira é resistir às ofensas o máximo possível, enquanto reúne provas indispensáveis, como documentos, testemunhas, e-mails, gravações de conversas, ligações telefônicas, filmes, memorandos etc.
A segunda estratégia é juntar todas as provas e procurar orientação de um advogado ou do seu sindicato. Essas provas são indispensáveis para vencer um processo na Justiça do Trabalho, pois esta se baseia em fatos convincentes para comprovar o abuso.
  1. Por último, é preciso entender que quem gosta de submeter o outro a abusos – seja chefe ou não – são pessoas que apresentam comportamentos agressivos, sem educação e total falta de respeito, não raro apresentando sérios distúrbios psicológicos e emocionais. Essas pessoas, mesmo que se deem conta dos excessos que praticam, acreditam que estão fazendo a coisa certa, pois elas se julgam tão especiais que as regras não se aplicam a elas. É uma forma de tentar ocultar seus medos, sua insegurança, sua baixa autoestima, seus preconceitos, frustrações e limitações, e sentem-se superiores e felizes quando rebaixam ou humilham o outro, tentando, com isso, preencher o imenso vazio que têm dentro de si. Mas, elas estão totalmente equivocadas; o caminho não é por aí. Necessitam possivelmente de auxílio médico e espiritual.
Por: Ernesto Berg - https://qualidadeonline.wordpress.com/

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