QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 20 de julho de 2017

O QUE É PROVA SOCIAL?

marketing digital é cheio de artimanhas e técnicas extremamente fantásticas. Não é verdade? Deve ser por isso que a cada dia eu me apaixono mais por esse universo.
O que me encanta nesse universo, além das incontáveis práticas positivas, são os segredos que conseguimos desvendar dia a dia e, mais, quase sempre esses segredos estão bem ali, acessíveis, em nossa frente, mas são tão mágicos que se transformam em um piscar de olhos e o que era invisível para nós, passa a ter tanto sentido que passamos a praticá-los e ficamos embasbacados por não ter pensado nisso antes.
Hoje venho falar de uma dessas técnicas, passei um bom tempo sem nem reparar nela. Sabe quando passa batido e você nem dá a devida importância? Pois é, era assim que eu me comportava diante dela, até que em um dia qualquer, percebi que eu podia estar descartando uma chance daquelas que não se encontram aos montes.
Quando vi que ali estava uma oportunidade com equivalência ao ouro, decidi explorar mais profundamente o que brilhava feito diamante. Estudei muito, avaliei exemplos práticos e naquele ponto, fui convencido que meus negócios seriam beneficiados por ela, apliquei!
Sabe o que aconteceu depois que eu apliquei essa técnica? Nem imagina? Fui surpreendido por resultados positivos imensuráveis. Meus negócios começaram ter mais interação, mais autoridade, mais conversões. Nossa, eu sei! Parece que estou contando mais uma daquelas histórias mentirosas da internet. Afinal, é muito bom para ser verdade, não é?
Fica tranquilo, eu jamais faria isso com você, eu prezo pela verdade e por transmitir boas práticas para aplicações nos seus negócios, até porque eu sempre aplico nos meus, antes mesmo, de lhe entregar um conteúdo, preciso me certificar da veracidade das informações, acredito que é o mínimo que devo fazer quando falo para tantas pessoas.
Tem mais uma coisa, eu não quero lhe convencer de nada, sempre procuro estruturar meus conteúdos de forma que você consiga avaliar se o que eu lhe entreguei é bom ou não para você e sua marca. Eu aconselho que você sempre faça isso, até porque cada caso é um caso, ou seja, cada negócio é um e, portanto as técnicas passadas aqui podem sofrer modificações e adaptações para cada caso.
Bom, voltando às maravilhas dessa técnica, quando eu percebi o quão positivo poderia ser a sua utilização, tive certeza que esse segredo não deveria ficar abaixo de sete chaves. Eu tinha que acelerar o processo de conhecimento e utilização, odiava pensar que profissionais estavam descartando essa oportunidade por, simplesmente, desconhecerem as maravilhas trazidas por ela, assim como eu, que deixei passar batido por tanto tempo.
Estava decidido! Eu tinha que elaborar um conteúdo de apresentação e extremamente explicativo sobre o que é prova social para apresentar para você, assim eu o fiz, depois de estudar bastante e avaliar as minhas próprias experiências quanto a ela.  Agora, orgulhosamente lhe apresento e o entrego com muita satisfação e esperança de que possa me fazer entender de modo claro e objetivo.
Escolhi iniciar esse conteúdo indo direto a resolução dessa pergunta. Preparado? Vamos juntos, bons estudos.
Entendendo o Que É Prova Social
Talvez, seja pela simplicidade do que se trata que muita gente nem dá a devida importância a ela, mas a partir desse conteúdo sua visão irá mudar.
No marketing digital, a prova social é utilizada como uma técnica para conversão, através de persuasão. A prova social é algo que demonstra a expressão, opinião de pessoas reais sobre o consumo ou a utilização de determinada coisa, podendo ser produtos, serviços, entre outras. A prova social pode ser um depoimento de consumidores, relato de utilização, experiência obtida, opinião e pontuação através de formulários, demonstração de satisfação nas redes sociais, entre outras coisas.
Sabe quando você procura opinião ou relatos de outras pessoas sobre um site, uma marca, produto ou personalidade que você ainda não conhece? Sua intenção é tirar uma base das experiências anteriores de pessoas reais, não é mesmo? A finalidade pode ser das mais variadas, mas geralmente essa atitude é tomada para prevenir possíveis danos, fraudes e experiências ruins, no geral.
Você pode se surpreender agora, mas ai está a mais pura e simples PROVA SOCIAL.
Segundo pensadores, 95% das pessoas agem com base nas experiências de outras pessoas, pois possuem medo de terem uma experiência ruim e na internet esse número pode ser ainda maior, pelas constantes fraudes e promoções inexistentes, onde produtos não são entregues, dados são roubados e outras coisas mais.
Tenho certeza que você já está impressionado pela quantidade de vezes que você a utiliza em sua rotina e também por não ter percebido o poder disso antes.
A seguir, vou lhe mostrar mais a fundo quais são os benefícios da prova social.
Benefícios da Prova Social
Depois de descobrir do que se trata a prova social, certamente você já tem uma noção dos benefícios que ela pode trazer ao seu negócio, mas preciso lhe mostrar mais a fundo quais são eles. Vamos lá?
  • Mais Autoridade: Quando você utiliza a prova social em seu negócio, você está utilizando uma espécie de garantia para novos consumidores provinda de outros consumidores reais. Isso acaba aumentando a confiança dos potenciais compradores, despertando um gatilho quase que instantaneamente ligado a credibilidade, transformando sua empresa, site, loja virtual, etc., um local de autoridade máxima no nicho em que atua. Quanto mais opiniões e discursos positivos, maior será o deu poder no setor.
  •  Maior Transparência: Quando você disponibiliza um espaço para a geração de uma prova social, como por exemplo, um Box de comentários, você demonstra ao seu consumidor e potencial consumidor que você não tem nada a esconder, que não tem medo da opinião deles, pois confia em seu produto/serviço e sabe que os relatos serão positivos e caso sejam negativos, você está pronto para atendê-los. Nessa situação, todos os potenciais clientes sentem que você age com transparência, desencadeando uma série de benefícios a sua marca.
  • Mais Aceitação: Quanto mais provas sociais positivas, melhor será a taxa de aceitação do que você oferece e consequentemente mais fácil de gerar conversões. Como eu já lhe disse as maiorias dos consumidores, estão propensos a agir de maneira semelhante a quem já tem experiência com o produto/serviço de interesse.
  • Melhor Avaliação: Esse benefício segue a mesma regra do anterior, quanto mais você conseguir ter interações voluntárias sobre os benefícios do consumo do que você oferece, mais alto chegará as avaliações do seu negócio.
  • Mais Conversões: Você tem boa aceitação, tem avaliações de qualidade, age com transparência, se posicionou com autoridade. Obvio! Não tinha como ser diferente. As suas conversões vão dar um salto inevitavelmente.
  • Referência: Esses benefícios ocorrem como um start de ações combinadas e mais ou menos nessa ordem como está descrito aqui, a próxima fase será tornar-se referência absoluta, sem concorrente à altura.
  • Crescimento: Nesse momento o que virá a sua frente será o crescimento sem precedentes. Mais autoridade, transparência, aceitação, avaliação, mais conversões, maior status de referência e “boom”, CRESCIMENTO!

Viu como eu não estava mentindo, quando disse que essa técnica transformou muito os meus negócios? Tenho certeza que você está interessado em saber como utilizá-la em sua empresa. Não é verdade?
Eu já imaginava, por isso vou lhe mostrar como fazer a seguir.
 Como Utilizar a Prova Social em Seus Negócios?
Para utilizar a prova social, você deve conhecer de forma bastante aprofundada o seu ramo de atuação e seu público alvo, pois existem diversas técnicas para esse objetivo, mas cada uma tem melhor adequação com um tipo de negócio.
Vou lhe mostrar quais são elas, assim você tem a possibilidade de identificar a que melhor lhe atende:
  1. Comentários: Os comentários é umas das provas sociais mais utilizadas. São aqueles comentários nos sites, geralmente abaixo de um artigo ou da página do produto em específico. Se esse é o modelo que se adéqua ao seu negócio, basta habilitar a função comentários em seu site/blog e começar incentivar a interação dos seus usuários.
  1. Depoimentos de Clientes Satisfeitos: Esse modelo de prova social é muito utilizado em negócios que trabalham com serviços, mas pode ser utilizado em sites institucionais ou lojas virtuais de produtos. Esses depoimentos podem ser feitos pelos comentários ou expostos em uma página direcionada para isso, você deve decidir o que faz mais o seu estilo. 
  1. Quadro de Avaliação: Esse quadro de avaliação é aquele que encontramos quase sempre em lojas virtuais, onde podemos colocar os prós, contras, se você indicaria ou não. Tem aqueles que você encontra mais opções dentre os pontos a serem avaliados, como qualidade do produto, tipo de ocasião para utilizá-lo, durabilidade, beleza, e etc. Veja se esse modelo cabe ao seu negócio. Para aplicá-lo é necessária uma programação diferenciada em seu site ou ferramentas que fazem esse tipo de quadro. 
  1. Números de Visitantes: Essa prova social é aquela que você consegue visualizar a quantidade de visitantes o site já obteve e têm outros que ainda acrescentam a quantidade de usuários online. Isso dá a sensação de que você não está em um ambiente largado, que existem outras pessoas interessadas. Esse tipo de prova social é muito utilizada por sites de viagens e de pacotes promocionais, dando a sensação ao usuário de que se ele não consumir rapidamente o que ele tem interesse, outras pessoas podem consumir e acabar a oportunidade. Para utilizar, você precisa fazer uso de ferramentas externas ou programação no site. 
  1. Número de Seguidores: Esse tipo de recurso é muito utilizado em quase todos os tipos de negócios, consiste naquele quadrinho das redes sociais. Sabe? Que indica a quantidade de seguidores, curtidas e tudo mais. Para utilizar, basta que você acrescente gadgets das redes sociais, existem diversas ferramentas que lhe ajudam nessa tarefa. 
  1. Opinião de Referências de Peso: Essa é uma variação de prova social que muitos desejam, mas poucos possuem. Consiste naquela opinião de peso, ou seja, opinião de alguma referência muito conhecida no mercado em que você atua. Em caso de produtos, pode ser a opinião de um famoso. Funciona de forma parecida como a de um guest post. Para ter esse tipo de prova social de forma mais fácil, você pode fazer parcerias com alguém que você julga um forte nome em seu mercado ou ainda, pagar para que alguém de nome indique seu produto. Caso você queira que aconteça naturalmente, você deve fazer tudo que pode para ser, realmente, uma autoridade.
Antes de finalizar, preciso lhe dizer que a prova social, realmente, traz muitos benefícios e possibilidade de crescimento imensurável, mas é necessário que sua utilização seja bem feita. Isso quer dizer que você deve utilizá-la de modo natural, sem que fique parecendo opiniões plantadas para convencer o seu público alvo.
Não deixe que seu público desconfie de suas provas sócias, pois isso pode mexer diretamente com sua credibilidade e desmontar seu negócio por inteiro. Disponibilize-a de forma natural, não coloque depoimentos falsos e não apague os negativos, tente resolvê-los, pois isso dá um retorno mais positivo sobre o quanto você é transparente e preocupado com a satisfação de seus clientes.
Copiado: http://mestredoadwords.com.br

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Curva ABC: Controle de Estoque

Um dos grandes desafios que as pequenas e médias empresas enfrentam é a gestão e o controle de estoque. Mas nada como uma boa administração de armazenagem para facilitar as coisas, como reduzir custos desnecessários e até mesmo melhorar a qualidade e distribuição dos itens. 

Classificar as mercadorias de acordo com sua importância é uma tarefa essencial para evitar perdas de itens prioritários ou, em outros casos, quando necessário, identificar a necessidade de vender alguns deles imediatamente. Atualmente, existem sistemas que contribuem para a melhoria desse processo, aumentando a produtividade.

O que é Curva ABC 

A Curva ABC, também conhecida como Teorema de Pareto, tem origem na teoria do economista italiano Vilfredo Pareto, que identificou que 80% das consequências se originam a partir de 20% das causas. Ela tem sido usada na gestão de estoques, definição de políticas de vendas, estabelecimento de prioridades para programar a produção e uma série de outros problemas usuais na empresa. Por isso, esse conteúdo irá mostrar qual nível de atenção deve ser direcionado para cada tipo de produto e, com isso, inúmeras questões poderão ser resolvidas com uma única solução. Então, é importante que em algum momento o empreendedor conheça a curva ABC.

Conceito da Curva ABC na gestão de estoque é fundamental

Pareto analisou que boa parte da riqueza estava concentrada em uma pequena parcela da população, então, partindo dessa mesma concepção, nas empresas boa parte do seu lucro advém de uma minoria de produtos que resultam na maior parcela dos custos de estoque.

Por exemplo, 20% das pessoas concentram 80% da riqueza mundial, 20% da área de uma casa é utilizada 80% do tempo e 20% dos produtos representam 80% do seu faturamento. Essa regra pode sofrer algumas variações dependendo do ramo de atividade, mas em geral a dinâmica é muito semelhante.
O teorema da Curva ABC é aplicado em várias áreas para análise de causa e consequência, inclusive na administração para identificar bons clientes e fornecedores.

Na logística, podemos utilizar a Curva ABC no controle de estoque para classificar os produtos e identificar os que mais contribuem no faturamento ou que tem maior fluxo de movimentação.

Alguns produtos são mais importantes que outros e, por isso, precisam de maior atenção. Pode ser feita a separação dos itens no estoque seguindo algum critério, como: giro do produto, proporção sobre o faturamento, margem de lucro, custo do estoque ou outro parâmetro escolhido. 


O termo ABC consiste em classificar os itens em 3 faixas:
– Classe A: 20% dos itens representam 80% do valor do estoque;

– Classe B: 30% dos itens representam 15% do valor do estoque;

– Classe C: 50% dos itens representam 5% do valor do estoque.
Com a curva ABC, estoque não será mais um problema!

Gráfico de Pareto
curva abcAgora basta identificar que:
A CLASSE A é o grupo de itens mais importantes que devem ser trabalhados e administrados com atenção especial.

CLASSE B é o grupo intermediário que possui boa margem de contribuição e precisa de uma gestão moderada.

CLASSE C é o grupo de itens menos importantes em termos de movimentação, no entanto, requer atenção pelo fato de gerar custo para manter o estoque.

Montagem da Curva ABC para administração de estoques

Depois de entender o conceito e a separação das classes AB e C, veja o passo a passo de como é indicado fazer a montagem da curva:

1. Relacione os itens do período que estiver sendo analisado;

2. Tenha o número ou referência do produto;

3. Nome do produto;

4. Preços unitários atualizados;

5. Valor total do consumo;

6. Arrume os itens em ordem decrescente de valor;

7. Some o total do faturamento;

8. Defina os itens da classe “A”, aqueles que equivalem 80% do faturamento;

9. Defina os itens da classe “B”, aqueles que equivalem 15% do faturamento;

10. Defina os itens da classe “C”, aqueles que equivalem 5% do faturamento;

Também é possível construir a curva ABC de forma rápida com a ajuda de uma simples planilha no Excel.

Gestão de estoque com a Curva ABC


Estando com os dados relativos aos estoques e seus custos (para todos os produtos), organize-os em ordem decrescente de custo. Some todos esses custos e depois calcule o percentual que cada produto representa do valor total. Depois, é só somar as primeiras linhas até encontrar 80% dos custos (isso deve representar em torno de 20% dos produtos). Esses produtos serão aqueles que farão parte da Classe A da Classificação ABC. Siga a mesma ideia para montar as classes B e C.

Pense que alguns itens também devem ser incluídos na lista dos “Classe A” por serem estratégicos, ou seja, estarem atrelados a contratos de fornecimento ou mesmo por questões de marketing. Serão poucos itens nesta situação, mas que merecem tratamento diferenciado.

Com essas informações sobre a Curva ABC, o controle de estoque pode ser realizado de maneira mais eficiente ao direcionar os esforços e recursos para os itens mais importantes do seu negócio. Dessa forma você obtém lucro mais rápido ao mesmo tempo que reduz gastos, o que fará uma bela diferença para o seu negócio.

Copiado: https://www.mandae.com.br

segunda-feira, 17 de julho de 2017

EBITDA ou LAJIDA - COMO CALCULAR?

Um indicador financeiro bastante utilizado pelas empresas de capital aberto e pelos analistas de mercado é o chamado EBITDA, cujo conceito ainda não é claro para muitas pessoas. 
A sigla corresponde a "Earning Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization", ou seja, lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização.

CONCEITO
Em linhas gerais, o EBITDA representa a geração operacional de caixa da companhia, ou seja, o quanto a empresa gera de recursos apenas em suas atividades operacionais, sem levar em consideração os efeitos financeiros e de impostos. 

Difere do EBIT, conhecido como o lucro na atividade, no que se refere à depreciação e amortização, pois o EBIT considera estes efeitos contábeis.

A utilização do EBITDA ganha importância, porque analisar apenas o resultado final da empresa (lucro ou prejuízo) muitas vezes tem sido insuficiente para avaliar seu real desempenho em um dado período, já que muitas vezes é influenciado por fatores difíceis de serem mensurados.

CÁLCULO DO EBITDA

Um primeiro passo é calcular o lucro operacional, que, de acordo com o critério utilizado no Brasil, é obtido como a subtração, a partir da receita líquida, do custo das mercadorias vendidas (CMV), das despesas operacionais e das despesas financeiras líquidas (despesas menos receitas com juros e outros itens financeiros). Vale lembrar que a definição de lucro operacional em boa parte do mundo exclui o resultado financeiro.

Já para calcular o EBITDA, é preciso somar ao lucro operacional a depreciação e amortização inclusas no CMV e nas despesas operacionais. Isso porque essas contas não representam saída de caixa efetiva no período. 

Em resumo, a depreciação de um equipamento quantifica a perda de sua capacidade produtiva graças ao uso ou tempo, e, portanto, a perda de seu valor para a empresa. Essa perda, vale ressaltar, é apenas econômica e não financeira, ou seja, não há um desembolso efetivo do recursos no período.


Outra conta que deve ser acrescentada no EBITDA é a despesa financeira líquida, que foge do escopo de análise do indicador, ou seja, de efetivo desempenho operacional. Assim, para o cálculo do EBITDA, adicionam-se os juros, depreciação e amortização ao Lucro Operacional Líquido antes dos impostos.

Vale lembrar que muitas empresas já publicam diretamente o indicador, que não é de divulgação obrigatória de acordo com as regras da CVM. Isso tende a facilitar a análise, embora muitos analistas critiquem as diferentes metodologias adotadas, principalmente em relação a itens extraordinários.

APLICAÇÃO DO EBITDA

O indicador pode ser utilizado na análise da origem dos resultados das empresas e, por eliminar os efeitos dos financiamentos e decisões contábeis, pode medir com mais precisão a produtividade e a eficiência do negócio.

Como percentual de vendas, pode ser utilizado para comparar as empresas quanto à eficiência dentro de um determinado segmento de mercado.

Além disso, a variação do indicador de um ano em relação a outro mostra aos investidores se uma empresa conseguiu ser mais eficiente ou aumentar sua produtividade.

Por outro lado, como ressalva, vale lembrar que o EBITDA pode dar uma falsa ideia sobre a efetiva liquidez da empresa. Além disso, o indicador não considera o montante de reinvestimento requerido (pela depreciação), fator especialmente crítico nas empresas que apresentam ativos operacionais de vida curta. 


Assim, o EBITDA é um indicador financeiro muito relevante, mas que deve ser utilizado combinado com outros indicadores de desempenho para fornecer uma visão mais apropriada da performance da empresa. 

Ainda assim, é certamente o mais acompanhado pelos analistas e acaba ganhando bastante importância também na análise de crédito e nos múltiplos de avaliação de empresas.

Em determinado cenário, uma empresa pode apresentar um EBITDA verdadeiramente "astronômico" e nem sequer ter dinheiro para pagar os salários (basta que tenha vendido a clientes que não pagam, ou que tenha efetuado avultados investimentos). Isto deve-se ao fato deste indicador analisar somente as contas de resultado, não se importando com a movimentação patrimonial.

O caso da famosa Worldcom é um bom exemplo disso. Um investidor que se tenha deixado "guiar" pelo EBITDA, foi enganado pelas "manipulações contábeis" efetuadas nas contas patrimoniais.

Por:Reinaldo Luiz Lunelli - http://www.portaldecontabilidade.com.br/

quinta-feira, 13 de julho de 2017

A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO, O VASTO CAMPO DA ADMINISTRAÇÃO E O HIATO A SER PREENCHIDO

A Administração continua e continuará sendo para Administradores, sobretudo para aqueles que tiverem liberdade intelectual, ousadia e disposição para acompanhar e fazer parte das mudanças neste primeiro quarto do século XXI.
Revoluções Industriais (a partir do século XVIII) representaram importantes marcos tecnológicos que modificaram drasticamente a maneira como os trabalhadores passaram a lidar com a execução de suas tarefas. Do chão de fábrica aos escalões mais elevados, com o passar do tempo, todos perceberam que o mundo do trabalho estava inexoravelmente se transformando. Desde então, estudiosos formularam centenas de teorias, pesquisas, técnicas e propostas de intervenção em todos os tipos de empresas, nos diferentes níveis organizacionais, em busca de soluções ou de modelos otimizados para as ações estratégicas e gerenciais.
Não há dúvidas de que todo esse esforço, de melhor compreensão do modus operandi das empresas, desde o cuidadoso olhar sobre o ser humano até o emprego das modernas tecnologias, sempre visando a obtenção de melhores resultados, contou com a inexcedível contribuição de dezenas de intelectuais, empresários e executivos, oriundos de uma miríade de ciências: antropologia, direito, engenharia, matemática, psicologia, sociologia, dentre outras.
Esse conjunto multidisciplinar contornou a Administração, que até hoje é influenciada e influencia diversas áreas congêneres. A Administração está presente nas mais diversas ações que desempenhamos, inclusive domésticas, mas encontra o seu apogeu, como ciência aplicada, nas organizações em geral.
Não há empresa, por menor que seja, que não se valha de conceitos da Administração em seus processos administrativos. Não há organização, nos lugares mais remotos, que não aplique técnicas de Administração para cumprir os seus objetivos. Não há cidadão, minimamente consciente, que não reclame por melhor gestão dos recursos públicos. A Administração, por evidência, é uma ciência universal, imprescindível a qualquer atividade produtiva.
Administradores, por origem e natureza, são multidisciplinares, necessitam indelevelmente de relações e cooperações com outros profissionais, para o cumprimento de suas incumbências, salvo raríssimas exceções. Por isso, está presente em tantas empresas e transita com enorme facilidade por diversas áreas.
Quando da regulamentação da profissão de Administrador, lá em 9 de setembro de 1965, imaginava-se que todos os cargos e funções próprios da Administração poderiam chegar a ser ocupados por Administradores profissionais. Aliás, nesse instante, quando a profissão foi inaugurada no Brasil, milhares de advogados, engenheiros, psicólogos, militares e sociólogos obtiveram o título de Administrador, por provisionamento, bastando que para isso comprovassem o exercício da Administração por pelo menos cinco anos. Inúmeros Administradores e conselheiros do Sistema CFA/CRAs não são graduados em Administração; porém prestaram e prestam um enorme serviço à classe.
Nesse hiato de 52 anos, a Administração, ganhou enorme relevo e amplitude, em todo mundo. Deixou de se concentrar nas áreas meio, se expandiu em todos os níveis e setores econômicos. Novas áreas de atuação dos profissionais de Administração foram criadas, em atendimento às novas demandas de mercado. E outras áreas surgem a todo instante, como por exemplo a gestão de riscos, gerência de facilities, gestão de mídias sociais etc. A quem cabe assumir a responsabilidade por essas áreas se não há mão de obra qualificada e específica para esses desafios?
Quem não pôde acompanhar a dinâmica das mudanças ficou defasado, obsoleto, fora do mercado. A pós-modernidade, a virada de século e as evoluções disruptivas afetam e continuarão influenciando demasiadamente as relações entre os trabalhadores e as diferentes formas de trabalho que o mercado oferece.
Os Administradores profissionais não estão alheios a tudo isso, pois são parte integrante dessa organicidade e desejam continuar contribuindo decisivamente para que a sociedade seja saciada em suas necessidades. Mas é sempre bom lembrar que a intensificação da globalização e a interdependência dos países, apresentam circunstâncias que fogem ao controle das legislações e dos controles burocráticos. Na prática, não há impedimento para que executivos internacionais, inclusive aqueles de áreas típicas de gestão, atuem em quaisquer países onde suas corporações os aloquem.
Uma outra reflexão ainda se faz imprescindível diante de todo esse cenário aqui descortinado sinteticamente: como o mercado brasileiro poderá ser suprido de Administradores profissionais competentes se sequer quantitativamente consegue-se atender 10% de todas as demandas por cargos administrativos considerados privativos da profissão?
O Brasil tem aproximadamente 5.800.000 (cinco milhões e oitocentas mil) empresas ativas, legalmente constituídas, de acordo com o IBGE, excluídas as MEI; mais de 48.000.000 (quarenta e oito milhões) de cargos gerenciais e administrativos de nível superior (dados da Rais em 2015); menos de 2.500.000 (dois milhões e meio) de Bacharéis em Administração formados desde 1954, sem subtrair os já falecidos e aposentados; e 330.000 (trezentos e trinta mil) Administradores legalmente habilitados para o exercício profissional.
Estamos, portanto, a anos-luz de ver o mercado totalmente ocupado por Administradores. Na velocidade atual, se mais nenhuma empresa e cargo fosse criado, apenas daqui a alguns séculos haveria Administradores em quantidade suficiente para o mercado. Claro que essa é uma hipótese das mais esdrúxulas e ridículas. Apenas serve para demonstrar o incrível abismo que existe entre as reais demandas do mercado e o contingente de Administradores disponível para esse atendimento.
A quantidade de mestres e doutores com estudos concentrados em áreas da Administração também é risível, não alcançando 0,5% do universo de bacharéis em Administração graduados na história. A área de Administração ocupa a 77ª posição entre 80 áreas que oferecem esses programas de mestrado e doutorado. Uma triste constatação de que ainda é inexpressivo o interesse por pesquisas no campo da Administração.
O Conselho Federal de Administração, ao incorporar à população de registrados os Tecnólogos (a partir da década de 70), os egressos de cursos sequenciais (década de 80), os gestores tecnológicos (década de 90) e, agora em 2017, os mestres e doutores em Administração, está não só ampliando o escopo doutrinário e o contingente de profissionais que estudaram e que lidam com a Ciência de Administração, mas está sobretudo valorizando a aplicação da Administração por profissionais que conhecem e sabem, dentro de seus distintos campos do conhecimento, como atender à sociedade em suas diferentes necessidades. Afinal, dedicaram de dois a quatro anos de suas vidas estudando, formal e profundamente, os temas que compõem o vasto campo da Administração.
Vale dizer que essa adição de tecnólogos, gestores tecnológicos, mestres e doutores não representa hoje sequer 8% do total de profissionais registrados nos CRAs. Ademais, por lei, todos têm as suas atuações limitadas à área de saber em que dedicaram seus estudos, diferentemente do Administrador que permanece com o espectro absolutamente ampliado para o exercício de suas atividades, sem qualquer limitação de área, nível hierárquico, tipo de empresa ou setor econômico.
Pesquisas promovidas pelo CFA, desde 1989, e mesmo em momentos de crise como a atual, indicam que os Administradores qualificados têm elevado grau de emprego e de empregabilidade, resultado do vasto campo de trabalho que lhes é oferecido pelas empresas que reconhecem os seus valores e competências.
Administração continua e continuará sendo para Administradores, sobretudo para aqueles que tiverem liberdade intelectual, ousadia e disposição para acompanhar e fazer parte das mudanças neste primeiro quarto do século XXI.
Por: Adm. Wagner Siqueira - Presidente do Conselho Federal de Administração (CFA)

quarta-feira, 12 de julho de 2017

As 7 Principais Redes Sociais Para Empresas


Quais as melhores e principais redes sociais para empresas?
Não há mais dúvidas de que as redes sociais são um fenômeno, tendo em vista o crescimento dos acessos e criação de novas contas em ritmo exponencial. O que não é tão óbvio assim é como as empresas podem explorar esse fenômeno para captar e se relacionar com os clientes.
Descubra as características das 7 melhores e mais conhecidas redes sociais, e saiba como utilizá-las na sua estratégia de marketing digital.

As principais redes sociais para empresas

As redes sociais já não são mais utilizadas apenas para o compartilhamento de informações, fotos pessoais e para conhecer pessoas novas.
Elas agora se tornaram ferramentas muito eficientes de marketing digital.
Porém, investir em redes sociais não implica apenas em criar uma conta corporativa em cada uma delas, postar um conteúdo qualquer de forma constante e esperar resultados. Você precisa fazer mais do que isso.
É necessário um gerenciamento de redes sociais estratégico!
Primeiramente você precisa ser encontrado. Depois ter um conteúdo interessante, conhecer seu público alvo, engajar leads, ser fonte de admiração, publicar valores com que as pessoas se identifiquem para, finalmente, convencê-las que se tornar seus clientes é um bom negócio.
Quer saber como fazer tudo isso? Leia este post até o final.

Cada rede social para empresas tem características únicas

Você deve levar em consideração que cada rede social tem seus próprios recursos, e que cada uma delas tem funcionalidades, finalidades e públicos diferentes.
Neste artigo exploraremos as principais redes sociais para empresas do momento e quais suas principais características. Assim você poderá optar qual delas melhor combina com seu público-alvo.
Vamos lá?

1ª rede social para empresas: LINKEDIN


Linkedin é conhecida como a rede social dos negócios. É onde se encontram contratantes, empresas, investidores, novos funcionários e até novos clientes, através de perfis ou grupos. Há diversos recursos que essa rede pode oferecer, entre eles:

RECURSOS DO LINKEDIN

#1 Perfil da empresa

Assim como no Facebook, é possível criar um perfil para a sua empresa, mas com uma outra finalidade: no LinkedIn, é possível tornar relacionamentos mais estritos, fazer networking, desenvolver parcerias ou outras empresas ou encontrar investidores.
Nesse caso, o perfil é bem mais profissional e voltado a produtos e serviços do que uma forma de entretenimento e criação de conteúdo.

#2 Grupos

Nos grupos do LinkedIn é possível gerar debate e conseguir uma interação com outros profissionais de forma a aprimorar o seu negócio e buscar novidades.
Além disso, é possível realizar headhunting em grupos e divulgar processos seletivos para vagas de emprego na sua empresa.

#3 Suporte a outros tipos de conteúdo

Com suporte a imagem e vídeos, torna possível uma melhor divulgação do seu negócio e serviços, tornando sua empresa mais visível e talvez até interligando o perfil do LinkedIn de sua empresa com outros perfis em redes sociais.

#4 Recomendações

Uma outra forma de interação é através das recomendações, onde funcionários de sua empresa podem recomendá-la como um bom local para se trabalhar e clientes podem manifestar sua satisfação com seus produtos e serviços, dando mais credibilidade ao seu negócio.

#5 Análises estatísticas

É possível também analisar visitas a perfil de sua empresa e suas recomendações através de gráficos e números da própria ferramenta do LinkedIn, tornando mais fácil a melhoria de seu perfil.

2ª rede social para empresas: FACEBOOK


O Facebook é, possivelmente, a rede social mais utilizada em todo o mundo, e o Brasil estando em seu Top 5 de usuários mais ativos no mundo.
Falamos um pouco mais sobre Facebook para negócios no artigo “Facebook para negócios: entenda como funciona em 6 tópicos” do blog da Agência Pomar.
Tem crescido o investimento em marketing nessa rede nos últimos anos, por possibilitar, dentre outras coisas, um canal de comunicação aberto e informal e um perfil para a sua empresa com imagens em destaque, promoção de eventos e ofertas. Veja alguns de seus principais recursos:

RECURSOS DO FACEBOOK

#1 Criação de páginas para o seu negócio

Um dos recursos mais conhecidos e talvez mais importantes: as páginas do Facebook, também chamadas de fanpages. Com as fanpages é possível criar um perfil público para a sua empresa, fácil de ser encontrado e onde você pode colocar informações como endereço, telefone e horário de funcionamento de sua empresa.
Postando conteúdo atraente, sua página pode ser curtida e compartilhada por milhares de pessoas, que não conheceriam seu negócio por meios tradicionais.
É fácil de gerir e você pode colocar outros usuários como administradores, como seu editor, profissional de marketing, redator, etc.

#2 Comunicação

Outro recurso interessante são as ferramentas de comunicação entre a página (que representa sua empresa) e o consumidor. Há três desses recursos:
  • As mensagens inboxou seja, mensagens que entram para a caixa de entrada da página e servem como forma de contato mais restrito, e não podem ser vistas por outros usuários; apenas perfis de pessoas podem utilizar esse método.
  • As publicações na página, que são visíveis para todos que visitarem, e podem ser feitas por qualquer pessoa ou página.
  • As avaliações de sua empresa.  Nela, as pessoas podem comentar o que acharam da visita ao seu estabelecimento ou de seu serviço. Isso não deixa de ser uma forma de comunicação, pois é possível responder a avaliações e propor melhoras a seus serviços.

#3 Criação de uma imagem para sua empresa

A forma como sua empresa é vista na internet pode ser definida pela apresentação que tem numa página de Facebook. Desde a imagem de perfil e de capa da sua página até o que você publica, todos são fatores importantes na construção de como sua empresa se apresenta.
Um perfil  sério é visto como uma empresa de credibilidade, mas, ao mesmo tempo, é uma página “chata” de se seguir. Por sua vez, uma empresa que só posta brincadeiras corre o risco de ter bastante curtidores, porém nenhum comprador.
Avalie como você quer que sua empresa seja vista pelos seus clientes, para que sua apresentação nas redes sociais correspondam ao que eles desejam.

#4 Promoção e divulgação

Com ferramentas como a “criação de eventos” e “ofertas” do Facebook, é possível promover eventos, convidando todos os seus curtidores a participarem, como o lançamento de um novo produto, uma promoção, geração de cupons para compra de produtos, etc.
A própria ferramenta “Impulsionar” pode levar a sua campanha ao alcance de milhares de pessoas que não conhecem a sua marca, a troco, é claro, de um investimento financeiro.

#5 Análise

Com gráficos e números, o Facebook te fornece uma análise completa de crescimento ou declínio de curtidas da página, quais publicações obtiveram mais sucesso, faixa etária e localização dos curtidores, entre outros.
É uma ótima ferramenta para analisar e aprimorar seus serviços em função do público alvo.

3ª rede social para empresas: YOUTUBE


Conhecido como o maior sites de publicação de vídeos da atualidade, o Youtube parece se resumir somente a isso. Muito além de somente vídeos, o potencial vai desde a divulgação de produtos, criação de conteúdo inteligente, interação com o público e até mesmo como outra forma de receber dinheiro pelo conteúdo que você produz.
Veja abaixo mais alguns de seus recursos:

RECURSOS DO YOUTUBE

#1 Vídeos

Um recurso que parece um tanto óbvio, mas que proporciona inúmeras possibilidades para a sua empresa. É possível não só publicar um vídeo, como editá-lo no próprio Youtube, escolher a imagem miniatura que será exibida com ele, adicionar anotações e links para o seu site, além de pedir para que as pessoas se inscrevam em seu canal e recebam sempre suas atualizações.

#2 Interação

O Youtube possui uma área de comentários para que as pessoas dêem suas opiniões em relação ao conteúdo que você publicou em seu canal. Essa área também pode ser fonte de debate e discussão, promovendo reflexão e análise.
Além disso, também há as avaliações positivas (thumbs up) e negativas (thumbs down) para que as pessoas representem o que acharam do vídeo disponibilizado.

#3 Monetização

Um dos recursos mais interessantes dessa rede social é a possibilidade de monetização do seu conteúdo. Seja através da inclusão de anúncios em seu vídeo, pelos quais você receberia por visualizações, ou através da criação de “assinaturas” para que seus inscritos vejam seu conteúdo pagando uma taxa a sua escolha.
Com isso, é possível obter uma renda extra, no caso de criação de conteúdo, mas cuidado: há recursos que bloqueiam as propagandas nos vídeos e seus vídeos precisam valer a pena para que as pessoas paguem uma assinatura para vê-los.

#4 Streaming

Seja através do próprio Youtube ou do Hangouts Live, é possível fazer streams, ou seja, vídeos ao vivo onde você pode interagir com o seu público respondendo perguntas, dando aulas, fornecendo conteúdo ou até mesmo entretendo, encantando e atraindo a atenção.
Pela sensação de urgência que as lives transmitem, acaba gerando muitas visualizações e, consequentemente, divulgação.

 rede social para empresas: TWITTER


RECURSOS DO TWITTER

#1 Outros conteúdos
O Twitter nada mais é do que um microblog, onde você pode publicar conteúdo em até 140 caracteres para as pessoas que te seguem nessa rede.
Porém, não é só parte escrita, incluindo outros recursos e tornando possível adicionar vídeos, fotos e localização a seus tweets.
#2 Comunicação
Seus seguidores podem te enviar mentions, ou seja, mencionar você numa mensagem te fazendo perguntas, tirando dúvidas ou fazendo elogios e críticas.
Outra forma de comunicação é através de mensagens diretas (muito parecidas com as mensagens inbox do Facebook), que também contém apenas 140 caracteres.
#3 Tendências
Há também os Trending Topics, que são os assuntos mais falados do momento.
Esses assuntos ganham visibilidade especial na página, podendo ser regional, local ou global. O destaque gera discussão sobre o assunto e promove cada vez mais o assunto ou a marca envolvidos.
#4 Hashtags
O principal recurso do Twitter é o uso de hashtags, que pode promover campanhas pedindo para que outras pessoas a utilizem, realizando concursos e ter uma visibilidade além de seus seguidores se você tiver oportunidade de aparecer nos Trending Topics.

 rede social para empresas: INSTAGRAM


RECURSOS DO INSTAGRAM

#1 Publicação de fotos
Com incríveis ferramentas de edição de fotos embutidas ao próprio Instagram, como filtros, molduras, ferramentas de corte, inclusão de efeitos, etc, é possível publicar fotos de seus produtos e serviços e encantar milhares de pessoas.
#2 Vídeos
É possível também publicar vídeos curtos, de até 12 segundos, promovendo a sua marca. A vantagem de vídeos curtos é que podem ser visualizados até mesmo em redes móveis pelo celular de seu cliente ou prospect. Vídeos bem produzidos ainda podem ser amplamente divulgados.
#3 Comentários
Há também certa interação com a área de comentários das fotos, onde é possível realizar sorteios, campanhas, concursos de criação de frases e até mesmo receber feedback sobre seus serviços.
#4 Hashtags
Hashtags são um ótimo meio de promover campanhas e ser descoberto por outros públicos. No Instagram, é essencial em todos os posts e dá um alcance imenso a cada uma das publicações.
Além disso, pode ser utilizado em campanhas e receber destaque.

 rede social para empresas: GOOGLE+

RECURSOS DO GOOGLE+

#1 Páginas de locais
Com integração ao Google Maps, é possível registrar os negócios e locais visitados, onde os visitantes podem incluir avaliações sobre aquisição produtos, serviços ou da qualidade do ambiente.
Funcionando como uma página do Facebook, a própria empresa pode administrar sua página de local e utilizá-la como cartão de visitas, incluindo horários, telefone, endereço, imagens, novidades, etc.
#2 Análise
É possível analisar as visitas, interações, compartilhamentos e +1 recebidos em cada post com recursos analíticos do Google+ que incluem gráficos e números no “verso” das publicações, chamado Eco, onde é possível ver dados do alcance de suas publicações.
#3 Integração com serviços Google
As excelentes ferramentas do Google são todas compatíveis e com integração fácil a essa rede social, incluindo serviços como Gmail, Google Docs (documentos, planilhas e slides que podem ser vistos e editados online de forma colaborativa),  Google Maps e até Youtube.
Temos ainda uma outra rede social pouco explorada, mas muito interessante para empresas…

 rede social para empresas: PINTEREST


RECURSOS DO PINTEREST

#1 Marcadores (pins)
A rede social Pinterest consiste em publicações que podem ser marcadas com “pins” e trazidas para o painel de cada usuário. Se sua publicação for muito curtida e marcada, ela é mais visível nas ferramentas de pesquisa e descoberta do site, o que torna dá destaque a sua marca.
#2 Coleções
Sua empresa pode criar coleções, ou seja, agrupamentos de publicações em quaisquer categorias, sejam receitas, planejamento de interiores, roupas, etc.
Funciona como uma espécie de vitrine da sua marca e dá visibilidade a seus produtos. Além disso, torna mais fácil encontrar suas publicações quando são categorizadas.
#3 Interação
No Pinterest também é possível comentar em suas publicações, curtir e compartilhar, o que dá mais visibilidade a suas publicações.
Além disso, os usuários podem adicionar suas publicações através dos pins a suas próprias coleções, marcando da forma que desejarem (ex: “Quero comprar”, “Quero fazer” e “Demais!”). Essas coleções são visíveis por seus amigos, levando-os a conhecer sua marca.

Como optar pelas melhores redes sociais para minha empresa?

Dentre as centenas de redes sociais onde você poderia investir e divulgar seu negócio, estas 7 são as principais, com seus diferentes públicos, recursos e alcance.
Para obter melhores resultados é necessário avaliar qual é a melhor para sua empresa e planejar uma estratégia para essa divulgação. Para te ajudar a decidir qual é a melhor rede social para o seu negócio, faça as seguintes perguntas:
  • Meu público-alvo está presente em quais redes sociais?

  • Quais redes sociais tem os melhores recursos para minha empresa?

  • Quais redes sociais meus clientes utilizam?

  • É possível fazer dessas redes um canal de comunicação para novos e antigos clientes?

Depois de conhecer cada rede social acima, e responder estas perguntas, faça uma lista das melhores, e escolha apenas 1 ou 2 inicialmente. Será o suficiente!
Depois faça a integração desta estratégia com as demais estratégias de marketing digital como o email marketing, o Google Adwords, o SEO, o Inbound Marketing, etc.

Copiado: http://agenciapomar.com.br