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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

O Que Realmente Importa Para As Empresas Hoje?

Assim como Gary Hamel e Warren Bennis, dois grandes decanos do mundo da administração, parece bem razoável acreditar que cinco pontos são fundamentais para fomentar um debate verdadeiramente genuíno sobre a perenidade das empresas hoje. 
São eles: adaptabilidade, valores, ideologia, inovação e paixão.

  • Adaptabilidade: Com a aceleração da mudança, a renovação da es­tratégia também deve se acelerar. O problema é que as mudanças profundas quase sempre são induzidas por crises, o que as torna tardias, traumáticas e custosas. Em muitas organizações, diversas coisas perpetuam o passado e poucas estimulam a visão de futuro. Talvez isso explique porque empresas estabelecidas frequentemente perdem para as emergentes, não oneradas pelo passado. Alguém já disse que a única maneira de sustentar o sucesso é reinventá-lo.

  • Valores: Nas economias de livre mercado, sempre haverá excessos, mas, nos últimos anos, muitos personagens - entre os quais banqueiros e CEOs – mostraram-se obcecados em demasia pelo culto ao “eu” e à vaidade desenfreada. À medida que a confiança declina, maior se torna o ônus empresarial. Nesse aspecto, somente a requalificação moral dos negócios será capaz de reverter o jogo.
  • Ideologia: Por que será que algumas organizações parecem menos adaptáveis e inovadoras que as pessoas que nelas trabalham? Talvez o fato de haver uma ideologia gerencial que enaltece o controle seja uma das explicações. Em essência, o controle é a principal preocupação da maioria dos gestores e de quase todos os sistemas gerenciais. Embora a conformidade com orçamentos, metas de desempenho e políticas operacionais ainda crie valor econômico, os rendimentos dessa fonte são cada vez mais escassos. O problema é que, em um re­gime no qual impera o controle supremo, o ineditismo, a singularidade e a inovação não têm vez.

  • Inovação: Numa economia global amplamente conectada, copiam-se com rapidez produtos e estratégias bem-sucedidas. Sem inovação constante, o sucesso é passageiro. É muito fácil constatar que, na grande maioria das empresas, a inovação não é tarefa de todos, o tempo todo. Isso é assustador, pois, como TODA a literatura de negócios nos ensina, a inovação é a única estratégia sustentável para criar valor permanente.

  • Paixão: Aqui não é preciso dizer muito. Li em algum lugar que a inovação e a vontade de mudar são produtos da paixão, o que me leva a deduzir que o problema não é falta de competência, mas sim de entusiasmo. E sem entusiasmo, não há inovação.
Por: J.A. Rugeri - https://www.linkedin.com

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