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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Inovação Disruptiva, O Que É Isso?

inovação disruptiva é aquela que torna produtos e serviços já existentes nos mercados mais acessíveis ao grande público, por exemplo, a criação do PC (Personal Computer) e dos smartphones são bons exemplos de inovação disruptiva. Ela geralmente exige um alto investimento inicial e um maior tempo para o retorno financeiro, algo próximo de 5 e 10 anos em média. Mas a vantagem é permitir que a empresa responsável não só se posicione de forma privilegiada no mercado, devido ao seu efeito multiplicador, assim como contribuir para alavancar a economia, ao explorar novos mercados e gerar empregos.

segundo momento desta inovação é sustentável, já que ela ajuda a aperfeiçoar os produtos a fim de manter a demanda por eles aquecida e os mercados, ativos. Esse tipo de inovação não chega a criar um novo mercado e concorre com outras empresas de forma mais tradicional. Ela colabora para, além da lucratividade da própria empresa, uma economia mais vibrante e competitiva.

O outro tipo é a inovação eficiente – aquela que prioriza a produtividade, o baixo risco e o rápido retorno financeiro dos investimentos – entre três meses e dois anos –, seguindo o famoso lema “fazer mais com menos”. Se por um lado esse tipo de inovação reduz os empregos disponíveis, o que seria ruim para a economia, por outro ele favorece o fluxo de caixa das empresas e acumula capital para que inovações – sustentáveis e disruptivas – possam ser criadas.

Acredita-se que os países onde prosperam essas inovações são aqueles cujos gestores apostam na inovação disruptiva, ou seja, na criação de tecnologias, produtos e serviços mais baratos e acessíveis. As margens de lucro são menores, mas ela tem o potencial de realizar uma revolução, deixando obsoleto quem antes era líder de mercado. Um exemplo disso é o caso do brasileiro Carlos Martins, fundador da escola de idiomas Wizard, que foi disruptivo ao criar um modelo de negócios que tornou o ensino mais acessível e se transformou na maior franquia de escolas de inglês do mundo, empregando dezenas de milhares de pessoas.

Muito se fala que investimentos feitos em indústrias baseadas em recursos naturais como o petróleo, por exemplo, serão sempre em prol das inovações de eficiência – isso quer dizer que não se pode contar com empresas desses setores para o crescimento econômico. É preciso investir em inovações disruptivas para de fato crescer e prosperar. Vejam que países como o Japão, os EUA e a Europa Ocidental também precisam se atentar para o risco da estagnação pela falta de investimento eminovações disruptivas. O mundo precisa hoje de uma inundação do capital, é possível revertê-lo em investimentos de maior risco para ampliar mercados.

Também é importante saber que as inovações disruptivas podem causam alguns efeitos colaterais nada positivos – a empresa que cresce pode derrubar outras, provocando demissões e até falência de concorrentes. Mas essa mudança de mentalidade pode trazer ótimas oportunidades para trabalhadores e empreendedores por aqui.
Saiba mais sobre as Inovações disruptivas
      O que é: Produto ou serviço que cria um novo mercado e desestabiliza os concorrentes que antes o dominavam. É geralmente algo mais simples, mais barato do que o que já existe, ou algo capaz de atender um público que antes não tinha acesso ao mercado. Em geral começa servindo um público modesto, até que abocanha todo o segmento.

·    O inventor do termo: Clayton Christensen, professor de Harvard. Ele se inspirou no conceito de “destruição criativa” cunhado pelo economista austríaco Joseph Schumpeter em 1939 para explicar os ciclos de negócios. Segundo ele, o capitalismo funciona em ciclos, e cada nova revolução (industrial ou tecnológica) destrói a anterior e toma seu mercado.
·    Quando surgiu: O termo apareceu pela primeira vez em um artigo de 1995, Disruptive Technologies: Catching the Wave. Depois, Christensen conta melhor a teoria em seus livros The Innovator’s Dilemmahttp://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=fundaestud-20&l=as2&o=33&a=B00E257S86 e The Innovator’s Solutionhttp://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=fundaestud-20&l=as2&o=33&a=B00E257S7C.


http://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=fundaestud-20&l=as2&o=33&a=B00E257S86http://ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=fundaestud-20&l=as2&o=33&a=B00E257S7C
·       Para que serve: É utilizado para explicar a seguinte teoria: quando uma empresa lança uma tecnologia mais barata, acessível e eficiente, mirando margens de lucros menores, cria uma revolução. Deixando obsoleto quem antes era líder de mercado. É o oposto do que chamam de “Inovações sustentáveis” - as que não chegam a criar um novo mercado e concorrem com outras empresas de forma mais tradicional. Para que os pioneiros não fiquem vulneráveis, a única saída seria fazer auto-disrupção. Um exemplo: a própria HP investindo em linhas de PCs populares antes que a Lenovo o faça. Algumas das características das inovações disruptivas são: margens de lucro menores, mercados-alvo menores e produtos e serviços mais simples, que não parecem tão atrativos quanto às soluções existentes quando comparados com métricas de perfomance tradicionais.

·              Quem usa: Os exemplos clássicos mais clássicos são os PCs substituindo os antigos computadores mainframe; telefones celulares roubando o lugar dos fixos. Outros exemplos modernos: a Wikipedia, que exterminou milhares de vendedores de enciclopédia e serviços pagos de enciclopédias online.Airbnb, que desestabiliza as associações hoteleiras. Aplicativos como Easy Taxi e 99Taxis, que tomaram o lugar das empresas de rádio-taxi. Serviços como o Netflix jogaram para a irrelevância as video-locadoras. E o Google, que possibilitou a milhões de pessoas viverem sem as listas telefônicas.


·    Efeitos colaterais: É comum que as inovações disruptivas deixem muitas pessoas irritadas – e o efeito colateral deste negócio é que geralmente milhões de pessoas são demitidas, acontece à falência de empresas ou pelo menos quedas repentinas no lucro que forçam concorrentes a mudar de rumos. Mas isso não quer dizer que elas prejudiquem o mundo. Pelo contrário, as inovações disruptivas dão mais informação e poder de escolha ao consumidor, facilitam processos e barateiam produtos, que assim se tornam mais acessíveis para mais pessoas. “Uma inovação disruptiva dá a novos consumidores acesso a produtos historicamente apenas disponíveis para consumidores com muito dinheiro ou habilidades”, afirmou Marc Andreessen, outro empreendedor e investidor famoso do Vale do Silício.

·        Quem é contra: Além das empresas prejudicadas, alguns teóricos e pesquisadores já questionaram a lógica da disrupção. A polêmica mais quente foi criada por um artigo recente da historiadora e professora de Harvard, Jill Lepore, na revista New Yorker. Ela argumenta que a teoria foi construída em cima de uma argumentação histórica falha, e que Christensen olhou só para exemplos que confirmavam a sua hipótese. Será? 
            http://administracaonoblog.blogspot.com.br/

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