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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Empreendedorismo na Administração Pública

Gestão Pública Empreendedora
Ser empreendedor não é só ter seu próprio negócio. O empreendedorismo deve fazer parte de todas as áreas de atuação de negócios, sejam no comércio, indústria, serviços públicos, terceiro setor.
Ser empreendedor é assumir o papel de líder e trabalhar com a mente voltada para o sucesso da empresa e, principalmente, para a obtenção da satisfação pessoal através dos resultados obtidos. 
É ser proativo, ou seja, estar sempre um passo a frente dos demais. Ter idéias novas, ser flexível e não ter medo de arriscar.
É fazer acontecer, liderar, ter um rumo, ter iniciativa, autoconfiança, ser um “otimista realista”, ter perseverança, intuição, senso de oportunidade, senso de urgência. 
É saber aprender com os erros e com os bons exemplos; é fixar metas e alcançá-las.
  • Apesar do nome, o empreendedorismo não é privilégio das empresas

E para ser empreendedor não precisa ser dono ou chefe. O empreendedorismo pode e deve acontecer também no setor público e não repousa apenas nos ombros dos mandatários. 
O setor público impregnado de empreendedorismo gera crescimento e desenvolvimento, isto é, melhora os indicadores econômicos e eleva o padrão de vida das pessoas naquilo que interessa: segurança, saúde, educação, cultura, conforto, sofisticação.
O empreendedorismo está exercendo forte influência no setor público no Brasil, significando que há políticos empreendedores comprometidos com a cidadania. Não são empreendedores de si mesmos e seus bolsos, mas da coletividade. 
Apoios para esses bons brasileiros já existem. Um exemplo está no SEBRAE. A iniciativa motiva os prefeitos que fortalecem e incentivam o desenvolvimento das micro e pequenas empresas por meio de ações empreendedoras.
O SEBRAE analisa o planejamento e estruturação do município para o desenvolvimento; o estímulo à formalização de micro e pequenas empresas, a desburocratização, a desoneração tributária, a disponibilização e melhoria de infraestrutura municipal, o estímulo às compras governamentais, ao crédito e capitalização, o estímulo à tecnologia, à capacitação e ao cooperativismo e associativismo, bem como as políticas de sustentabilidade ambiental. 
Quem faz isso está fazendo Gestão Pública Empreendedora!
Interessante notar que, além do foco nas micro e pequenas empresas, são bem avaliadas as ações que apresentam resultados mensuráveis e que possam ser copiadas em outros municípios. Aqui está o cerne da cidadania. 
Não há como negar o legítimo direito e dever dos bons líderes políticos em criar coisas boas para seus Estados e suas Cidades e Regiões.
Contudo, diferentemente das empresas, no meio público e social, o que dá certo deve ser copiado. Com os devidos reconhecimentos. Isso faz parte da cidadania.Fonte: www.cassao.eti.br/portal/empreendedorismo
Enfim, o tema "Gestão Pública Empreendedora" passa a ser de todos os cidadãos e toda coletividade. Pois virá como paradigma de favorabilidade aos serviços públicos, como modernização gerencial e otimização de gastos públicos.
Por Mauro Nunes - http://www.mauronunes.com.br/

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