QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

5 histórias de derrotas que viraram sucesso

Quantas vezes você já ouviu essas frases: “não vai dar certo”, “você não é capaz”, não vai conseguir”, “é difícil”...

Todo mundo já ouviu isso pelo menos uma vez na vida.
Profissionais que fizeram história também passaram por maus momentos, mas sua determinação e persistência fizeram toda a diferença para que vencessem.
Ao ouvir críticas ou palavras depreciativas e desestimulantes você pode sentar e chorar, desistir ou virar a mesa. 
Esses 5 vitoriosos não acreditaram no que ouviram, nem se entregaram às dificuldades. Eles se superaram!
  • Criança, Michael Jordan (foto) foi afastado da equipe de basquetebol na escola. Chorou na privacidade do seu quarto, mas não desistiu. Passou a treinar 2 horas por dia para poder voltar à equipe. Conseguiu voltar e levou a equipe aos campeonatos. Hoje é considerado um dos melhores jogadores de basquetebol do mundo. "Eu perdi mais de 9000 cestas em minha carreira. Perdi quase 300 jogos. Em 26 ocasiões me foi confiado a jogada final e eu perdi. Eu falhei e falhei repetidamente mais de uma vez na minha vida e foi justamente por isso que venci.", conta o gigante do Chicago Bulls.
  • Thomas Edison é um dos maiores exemplos de persistência da nossa história. Fez mais de 10 mil experimentos durante o processo de inventar a lâmpada. Questionado sobre seu fracasso, ele respondeu: “Eu não fracassei, apenas descobri 10 mil maneiras que não irão funcionar”.  O mais fértil inventor de todos os tempos criou o fonógrafo, a lâmpada elétrica, o projetor de cinema e aperfeiçoou o telefone.
  • Oprah Winfrey foi vítima de violência doméstica e abusada sexualmente por familiares. Decidiu enveredar pelo jornalismo, mas foi afastada do noticiário, pois envolvia-se emocionalmente nas reportagens que fazia e não tinha perfil para a televisão. Magoada, aceitou uma participação em um programa diurno que tornou-se um sucesso de audiências. Foi para Chicago e criou o  Oprah Winfrey Show, um sucesso que durou 25 anos. É o talk-show com maior audiência da história da televisão norte-americana. Hoje ela tem o seu próprio canal de televisão. 
  • Steve Jobs ficou para a história como um homem de sucesso. Contudo, o seu percurso nem sempre foi brilhante. Desistiu da escola e teve que sair da própria empresa, a Apple. Aos 30 anos ficou arrasado, mas considerou essa queda como algo positivo. Mudou sua forma de agir e entrou num dos períodos mais criativos da sua vida. Regressou à Apple e levou a empresa para ascensão. Criou produtos que se tornaram objetos de desejo - iPod, iPhone e iPad.
  • Walt Disney pulou de emprego em emprego no início da sua carreira. Foi cartunista num jornal, mas acabou sendo despedido por falta de criatividade. Seu primeiro estúdio faliu. Tentou, junto aos estúdios da MGM, vender a ideia do "Rato Mickey", contudo disseram que um rato no ecrã não daria resultado e iria assustar as mulheres. Apesar de vários fracassos, Disney construiu sua empresa dos sonhos.
Para trilhar o caminho do sucesso é preciso descobrir o verdadeiro significado de duas palavras mágicas:

Por: - https://www.linkedin.com/pulse

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Estratégia e Tática


“Quando o estrategista erra o soldado morre”. (A. Lincoln)

Um dos primeiros usos do conceito “estratégia” ocorreu aproximadamente no século IV a. C. pelo estrategista chinês Sun Tzu (A Arte da Guerra), que afirmava que “todos os homens podem ver as táticas pelas quais eu conquisto, mas o que ninguém consegue ver é a estratégia a partir da qual grandes vitórias são obtidas”.


O vocábulo teve sua origem na Grécia Antiga, significando inicialmente, “arte do general” (STEINER e MINER,1981), adquirindo posteriormente uma conotação voltada para a guerra, denotando “General” (estratego) – “a arte e a ciência de conduzir um exército por um caminho”. (MEIRELLES, 1995)


“Poucas palavras são objeto de tantos abusos no léxico das empresas, são tão mal definidas na literatura gerencial e estão tão expostas a diferentes significados quanto a palavra estratégia”. FAHEY (1999)


No dicionário, um dos significados sem conotação militar é “arte de aplicar com eficácia os recursos de que se dispõe ou de explorar as condições favoráveis de que porventura se desfrute, visando ao alcance de determinados objetivos” (Dic. Houaiss).


Algumas definições (em Administração) clássicas do vocábulo:

- “Medidas que visem diretamente modificar o poderio da organização em relação à concorrência”. (Konichi Omae)

- Orientações que possibilitem melhor posicionamento da organização no ambiente.

- “Conjunto de decisões que determinam o comportamento a ser exigido em um determinado espaço de tempo”. (Simon)

- “Forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados”. (Mintzberg)


Se analisarmos os conceitos acima notaremos um primeiro traço comum: medidas, orientações, decisões, forma de pensar no futuro, termos que no contexto das respectivas frases nos dão a idéia de ‘intenção’, ‘ação futura’.


Continuando a análise observamos a alusão a uma condição: poderio, posicionamento, comportamento. Uma terceira observação é quanto ao referencial: concorrência, ambiente, sugerindo a participação de outros atores. 


Decompondo o conceito:

Objeto (o quê) – intenções, medidas, orientações, decisões.

Objetivo (para que) – obter poderio, vantagem, supremacia.

Condição (como) – alterar posicionamento, melhorar a atuação.

Referência (a fim de) – concorrência, ambiente externo.


A(s) estratégia(s) pressupõe um conjunto de medidas (plano) abrangentes que num tempo futuro visam a vantagem competitiva da organização. Uma somatória de esforços empreendidos no intento de desenvolver ou potencializar competências centrais (essenciais) tornando-as competências de vanguarda.


E quanto à tática? Ela assume características mais visíveis, pontuais, circunscritas a áreas específicas da organização. (“...podem ver as táticas pelas quais conquisto...” Sun Tzu). Uma das acepções do termo Tática: “método ou habilidade para saír-se bem em empreendimentos, disputas, situações de vida, relativo a arranjo, organização, alinhamento, manobra hábil”. (Dic. Houaiss)


Alguns exemplos de táticas: uma nova tecnologia (equipamentos computadorizados), implementação de metodologia (sistema ISO), racionalização de produtos (pesquisa), modificação de portfólio (inovação), melhoria de competência (treinamento)... A estratégia se completa pela adoção de medidas táticas, que por sua vez, viabilizam-se através de medidas operacionais levadas a termo nos nichos funcionais da empresa formando a cadeia de resultados: ações operacionais -> ações táticas -> ações estratégicas, orientadas na dimensão temporal do curto ao longo prazo.


As ações operacionais (curto prazo), as ações táticas (médio prazo) e as ações estratégicas (longo prazo) orientadas, seqüenciadas, articuladas e formalizadas compõem o conjunto de medidas que estruturam o planejamento estratégico.
           
Copiado: http://wagnerherrera.blogspot.com.br/

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

O Administrador e os Cavaleiros da Távola Redonda.

Se há algo que me fascina são as histórias medievais. Emolduradas por um cenário em que se destacam castelos e batalhas com propósitos diversos, aquela protagonizada pelos lendários cavaleiros da antiga Sarmátia europeia me prende a atenção e a respiração. 

É indescritível a força com que as brumas de Avalon me atraem, talvez pelo fato de até hoje os historiadores ainda não terem chegado a uma conclusão unânime a respeito de ter sido real ou lenda a saga do “Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola redonda.” O que se sabe até aqui é que se trata da trajetória de um menino que aos 15 anos de idade, retirara de uma pedra a Excalibur, espada mágica deixada lá por seu pai antes de sua morte. 

O Rei Arthur, teria sido neto por parte de mãe do Mago Merlin. No ritual do Gamo Rei, Arthur criou a Távola Redonda, local de reunião com os demais cavaleiros. Por ser redonda não haveria cabeceira, todos eram iguais ao Rei e a Cristo. Transferiu o reino de Tintagel para Camelot. Ao negar a bandeira de Pendagro, haveria de trair o povo das fadas (parentes por parte de mãe), e insistiu em instituir a bandeira com a cruz de Cristo e da Virgem Maria em Camelot. 

O que chama a atenção nessa história ou lenda é a visão de gestão que nela está inserida. Imagine que numa época tão distante, sem que houvesse ainda definido um conceito de Planejamento Estratégico do ponto de vista científico, um Rei por sua iniciativa cria um modelo de gerenciamento totalmente inovador para o seu tempo, compartilhando com seus pares as principais decisões que haveria de tomar. 
Não é clássico? 
  • De que nos adiantaria conhecer a história se de vez em quando não recorrermos a ela para extrair suas principais lições. Não seria excepcional se as reuniões gerenciais fossem assim? 
  • Na presença do principal executivo da Organização a palavra de todos tivesse o mesmo peso? 
Existem grupos autogerenciáveis em que as relações ocorrem mais ou menos assim, no entanto, a prática geral é diferente. A hierarquia deve existir. Alguém tem que ser o Rei, liderar as ações e assumir as responsabilidades, no entanto, as decisões de cunho administrativo, que envolvem os interesses, sobretudo da força de trabalho, deveriam ter outro encaminhamento, a final, todos somos aprendizes, fazedores de coisas e gerentes de pessoas em potencial. Mesmo o mais simples colaborador gerencia pessoas, senão na empresa, com toda certeza no lar ou em grupos de convivência. 

Compartilhar ideias e decisões que envolvem os interesses das pessoas ou do negócio, me parece ser a decisão mais inteligente do ponto de vista da Administração. A tão falada e às vezes mal falada democracia precisa chegar às empresas. A velocidade do Mundo moderno tem exigido cada vez mais que as decisões sejam postas rapidamente em prática. Não sendo assim, corre-se o risco de ficar para traz e perder o que poderia ter sido um bom negócio. 

Os lendários cavaleiros do Rei Arthur venciam suas batalhas por serem destemidos, mas, sobretudo, porque lutavam juntos. Quando decidiam combater o inimigo, davam o seu melhor e por isto venciam. A divisão de posicionamentos numa empresa, a torcida de alguém para que o colega “se ferre” divide as forças construindo fraquezas. A estratégia das antigas guerras medievais consistia em observar os pontos mais fracos do inimigo para depois subjugá-los. À medida que avançavam em outros territórios iam ganhando força e o respeito dos inimigos fazia com que estes lutassem com também por eles, num exemplo de sagacidade e capacidade de reverter situações antes controversas. 

Vem daí o meu interesse em estudar e aprender com esses exemplos, tanto faz para mim se histórias ou lendas, o que importa realmente e o que fica é o aprendizado que elas transmitem. Os Administradores têm tudo haver com o Rei e seus cavaleiros, pois lhe cabem conduzir um exército de outros profissionais na conquista novos desafios todos os dias. Talvez essa missão fosse mais fácil se aprendêssemos com os ditos medievais a ouvir mais, a compartilhar decisões e a dar o melhor de si na incessante luta pelos resultados. Para a força de trabalho seria uma experiência e tanto. 

Estou convencido de que os acionistas iriam agradecer ao perceberem que a otimização dos recursos estão produzindo maiores possibilidades de lucros. Cabe lembrar, ainda, que se optarmos em seguir os exemplos do Rei e seus valentes Cavaleiros, infelizmente não poderemos contar com colaboração providencial de Magos como Merlin. 

Na Administração não há como fazer mágica. Mágica pressupõe que haja ilusão e ilusão não faz nem pode fazer parte da vida nem da trajetória da carreira do Administrador. Ao administrarmos uma Companhia, estamos lidando com os interesses das partes interessadas (força de trabalho, acionistas, clientes, fornecedores, governo etc), por isto não podemos cometer faltas graves. Se errarmos e isto é inerente à condição humana, devemos assumir e corrigir o erro! Errar é humano e não faço nenhuma questão de me distanciar da minha humanidade, até porque, minha graduação se deu com ênfase em Recursos Humanos, trabalhei quase 30 anos com Recursos Humanos, me afastar da minha humanidade seria o mesmo que negar a minha história pessoal. 

Para não me prolongar muito neste Artigo, recomendo a reflexão sobre o que a história é capaz de nos ensinar. Aprender com o passado é fundamental se quisermos vencer no futuro repetindo os acertos sem cometer os mesmos deslizes no presente. 
Por: Adm. José Mauro Alvim Machado -  http://www.crase.org.br/

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Cinco Livros Para Turbinar o Seu Negócio

A literatura business serve muitas vezes como modelo e inspiração para os empreendedores. Com a ilustração de cases, essas histórias podem provocar reflexões definitivas e impactar na construção das ideias. Bruno Rodrigues, 33 anos, fundador-diretor da BCR Serviços - empresa que atua na administração de relacionamento entre empresas e clientes - indica cinco livros que, para ele, todo empreendedor deveria ter como bíblia.
Livro Satisfação Garantida
1 - Satisfação Garantida: DeliveringHappiness. Tony Hsieh, editoraThomas Nelson Inc
Em narrativa que conta a trajetória da Zappos, varejista de calçados estadunidense comprada pela Amazon por US$ 1bi, o livro retrata como a empresa buscou a diferenciação na hora de atender o cliente.
Livro A confiança
2-Confiança Inteligente. Stephen M. R. Covey e Greg Link, editora Leya
O aumento das vendas está na transparência. É o que o autor explica neste livro que parte da confirmação de que a confiança é um importante aliado na evolução da produtividade e no bem-estar dentro das empresas. Uma leitura fortemente indicada para quem tem como diferencial o capital humano.
Livro
3 - Business ModelGeneration. Osterwalder, Alexander, editora Alta Books
Muitas vezes, o empreendedor não encontra o caminho ideal para diferenciar e valorizar seus produtos e serviços. Este livro servirá como um guia para gerar um modelo de negócio.
Livro O poder do hábito
4 -O Poder do Hábito. Charles Duhigg, editora Objetiva
Criar e manter hábitos saudáveis ajudam a resolver tarefas cotidianas de forma mais prática, liberando o microempreendedor  para funções mais estratégicas. De acordo com Bruno Rodrigues,  um profissional que não se preocupa com a saúde, pode sentir mais dificuldades para chegar ao sucesso.
Livro A loja de tudo
5-A Loja de Tudo. Stone Brad, editora Intrínseca

O livro conta a história da Amazon e como o fundador, Jeff Bezos, buscou o sucesso e acreditou no seu projeto desde o início. "A leitura de biografias ajuda a compreender e aceitar que todos os empreendedores passam por dificuldades", afirma Rodrigues.

Copiado: http://economia.uol.com.br/

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

7 Conselhos De Como Lidar, Superar E Ainda Crescer Durante A Crise Atual

Nota de crédito do Brasil rebaixada…
Dólar e Euro batendo recordes atrás de recordes de alta…
Metas que não são colocadas… E que depois serão (incrivelmente) dobradas…
É… Talvez realmente o Brasil esteja em crise. Pelo menos é o que todo mundo está dizendo, não é verdade?
Se isso então é verdade, e estamos realmente em um período de crise, como lidar e sobreviver a ela? Não só isso: como ainda crescer durante um período de crise e recessão como a atual?
Para ajudar você com isso escrevi esse artigo.
Como muitos vão agir durante a crise…
São algumas dicas de como eu, pessoalmente, vou lidar com essa dita crise e como recomendo que você faça o mesmo. E já adianto:
Ao final desse artigo você vai entender porque estou tão animado com essa tal “crise”. Por quê? Porque acredito – e logo você vai entender – que essa possa ser simplesmente a melhor oportunidade que você terá em muito tempo!
Mas para entender isso, vamos direto a dica número Uno:
#1. Será que você deve cortar o cafezinho?
Essa é uma “dica” dos ditos experts e autores em diversas revistas de respeito que me irrita profundamente…
Sim, eu entendo a ideia por trás: R$ 4,50 no cappuccino 2x por dia no final do mês vai dar um belo dinheiro. Se você pegasse todo esse dinheiro e ao invés de tomar seu café aplicasse ele, ao final de 362 anos e 6 meses você seria milionário!
Ótimo.
Agora, pergunta:
É assim que você quer viver?
Se privando, todo santo dia, de poder tomar um mísero café na sua padoca favorita?
Tudo na esperança de que, algum dia em um futuro distante isso se transforme, em um passe de mágica, em uma bolada de dinheiro esperando por você na sua conta?
“Querida… Infelizmente vou ter que pedir para você largar esse cafezinho imediatamente…”
Não estou dizendo aqui para você começar a tomar 6 cafés por dia! Nem para você não pensar no seu futuro. Não é isso. O que eu penso é o seguinte:
Eu não acho que dá para chamar isso de “viver”. E o pior, talvez aconteça igual a muitas pessoas que estragam todo esforço de uma dieta de um mês inteiro em apenas um dia:
Você se controla… se controla… Todos dias a vontade do café vem e você luta para dizer não…
Isso segue… Por umas 2 ou 3 semanas… Por ora tudo bem…
Até que você não aguenta mais.
Cansado disso, resolve dar um basta!
E aí, “por todo seu esforço e dedicação”, resolve liberar e gastar sem medo. Ai vai lá e gasta em algo, para conseguir diminuir todo esse sofrimento diário. Afinal, “você merece” certo?
Só que esse “algo”, custa 100x do que você teria gasto se tivesse tomado o seu bendito café todos os dias.
Sim, eu acredito que se acha que pode cortar seu café, faça isso. Pode realmente fazer uma bela diferença no fim do mês.
  • Agora cuidado com a mentalidade que isso cria: a mentalidade de escassez total. Até porque se você a tiver – tendo que pensar todo dia em economizar até no bendito café – como vai conduzir seu negócio?
  • Que tipos de decisões vai tomar com essa mentalidade de escassez extrema?
  • Ou se está começando um negócio novo, como você vai fazer os investimentos certos?

Isso está ligado diretamente à dica número #2, que é:
#2. Corte todos gastos menos esse aqui
Se quiser cortar o cafezinho, sem problemas. De novo: talvez ele realmente não seja essencial na sua vida.
Agora, não faça o erro que vejo MUITAS pessoas cometerem com seus negócios, online ou não:
No menor sinal de crise, o primeiro “gasto” que cortam é o de MARKETING.
Primeiro que marketing não é “gasto”: é investimento. O que é algo bem diferente. Segundo, não digo para você não controlar esse gasto, vale sim cortar aquelas campanhas que simplesmente não estão rendendo bem. Agora, não corte todas de uma hora para outra!
O “custo” que deve ser o último a ser considerado para algum eventual corte
Aí depois – depois que cortaram o orçamento do marketing – Proclamam para todos que puderem ouvir:
“A crise está feia… Todo mundo parou de comprar… Nossas vendas caíram feito pedra!”
Mas também! Que diabos o cidadão esperava?!
Ele antes, por exemplo, anunciava para atrair pessoas a sua loja ou site…
Aí, ele simplesmente parou de anunciar. Ou seja:
As pessoas pararam de ia ao site dele…
Se não acessam o site e não vêem o que a pessoa tem a oferecer…
Como ela espera que comprem algo?!
Corte o que quiser, mas pense vinte vezes antes de cortar a força motriz do seu negócio: o seu Marketing. Seja esse como for.
O que você deve fazer é realmente aproveitar esse período de mudanças para cortar outros gastos. E é sobre isso que falo no próximo item:
3#. Como eu fiz para economizar até R$ 1.500 por mês
Não quero aqui cair como uma dica revolucionária falando para simplesmente “cortar gastos” porque sinceramente toda bendita revista – aquela que inclusive manda você cortar o cafezinho – diz para você fazer. Mas em parte é porque realmente é verdade e faz a diferença:
Aproveite para fazer isso que estava adiando há um bom tempo: limpe a casa. Organize. Reestruture. Libere espaço. Corte gastos.
Crise é sinônimo de oportunidade. De mudança. De renovação.
Sim, vão ter períodos ruins. Isso não tem como evitar. Mas o jeito como você lida e percebe esse período é que fará toda a diferença.
Como falei acima, tente ao máximo não cortar seu orçamento dedicado ao seu marketing. Sejam anúncios, mail marketing, artigos, o que for. Talvez todos seu concorrentes façam isso e o preço para anunciar acabe diminuindo! Ótimo:
Você como um empreendedor esperto e dedicado aproveitará para pagar mais barato e aproveitar o momento!
Sim corte custos e gastos supérfluos, mas também não exagere!
O que você deve cortar são todos aqueles gastos que foram acumulando durante anos. Aqueles que aparecem na sua fatura e você nem sabe direito o que são. Sabe do que estou falando não é?
Em negócios online geralmente eles são do tipo:
  • Nova ferramenta de avaliação de curtidas e compartilhamentos nas redes apareceu e você assinou. Afinal, o que é U$ 9,90 por mês certo?
  • Novo plugin de analytics e heatmaps autogerenciável apareceu no seu e-mail e você decidiu testar. Para ver como vai. Mais U$ 14,90 / mês. Pouco né? Tranquilo…;
  • O novo sistema de geração de vídeos foi criado e você decidiu “turbinar” seu canal do YouTube também – mais R$ 49,90 por mês.
Consegue ver o que acontece no final disso tudo?
Eu mesmo já passei por isso. Desde o início desse ano que comecei a cortar gastos supérfluos das minhas empresas feito um maluco! Atacava minha fatura e analisava os gastos com sangue nos olhos!
Isso antes mesmo de ter qualquer ameaça de crise. Porque é algo que eu acredito e recomendo que você faça sempre.
Esses pequenos-mas-nem-tão-pequenos-assim gastos vão se somando. E rápido. Eu calculei e com os cortes que consegui fazer desde o início do ano, percebi que passei a economizar de R$ 750 até R$ 1.500… POR MÊS!
Pense nisso. R$ 1.500 por mês. Isso dá R$ 18.000 no fim do ano. O suficiente para pagar uma bela viagem para minha namorada e para mim para algum lugar bacana. Ou simplesmente para reinvestir no negócio.
Por isso, fica a dica: seja CRUEL e OBSTINADO com a sua fatura do seu cartão no fim do mês. Duvide e questione cada gasto que está lá. Principalmente gastos recorrentes.
Observação: pode parecer que essa dica vai contra a primeira que falei aqui, sobre cortar o cafezinho. Apesar de entender, a verdade é que a primeira dica se refere mais a mentalidade de escassez que eu acredito ser perigosa que você tenha. Essa aqui se refere ao fato que você deve sim cortar gastos supérfluos se você acreditar que eles não irão afetar seu negócio e/ou qualidade de vida.
Continuando aqui: você precisa realmente daquela ferramenta? Não há uma alternativa mais barata? Posso cancelar isso que não uso? Até, por sinal:
Por que não aproveitar e substituir algumas ferramentas pagas por outras gratuitas? Como? Você pode começar baixando aqui meu guia de 36 ferramentas gratuitas que eu utilizo todos dias nos meus negócios.
Talvez você esteja pagando por alguma que poderia sair de graça (foi assim que por exemplo eu eliminei uma ferramenta de U$ 49,00 por mês que só depois descobri que já havia uma gratuita que fazia a mesma coisa!).
Esses seriam os primeiros passos. Depois, junto com esses cortes, o que você deve fazer é…
#4. Proteja seus clientes com todas forças
Sim, com a dita crise as pessoas vão gastar menos. Não adianta. Assim como você começará a reduzir e cortar custos, elas também vão fazer o mesmo.
O que isso significa então?
Isso significa que você deve proteger, com todas as suas forças, o bem mais valioso que você tem no seu negócio:
Seus clientes.
Eles valem ouro! Agora, durante períodos de recessão e crise, valem ainda mais.
Seus clientes são o bem mais precioso de todo seu negócio. Principalmente em tempos difíceis
Por isso não faça o que todo mundo faz. Eu CANSO de ver negócios cometendo o erro clássico: tratam as pessoas muito bem antes de comprar para depois… simplesmente… sumirem!
Mas você não, meu amigo. Não. Você fará como eu faço porque é isso que dá mais resultados, principalmente a longo prazo:
Trate seus clientes como OURO PURO!
Porque é capaz deles, inclusive, valerem a longo prazo, mais que o próprio ouro para você no seu negócio!
Se você considerar como o boca a boca é forte hoje em dia, então é fácil entender a importância de deixar seus clientes bem satisfeitos. Fazendo isso, talvez eles contem para seus amigos. E agora esses se tornam seus clientes.
E hey – talvez você nem precise gastar mais em anúncios! Porque seus próprios clientes estão vendendo seu produto para você! Não seria ótimo?
Essa é uma estratégia boa não só para crises, mas para a vida inteira do seu negócio. Eu aprendi com alguns dos meus mentores o que eles consideram o grande segredo do negócio deles:
“Nunca esqueça um cliente e nunca deixe um cliente esquecer você. “
Vale MUITO a pena você focar todas as suas forças em atender seu cliente da melhor maneira.
Até, é muito melhor você se concentrar nisso do que fazer um erro que muitos cometem, e que falo abaixo:
#5. Pare de ver o jornal e as benditas notícias!
Sim, o país está em crise. Pronto.
…você precisa de muito mais informação do que isso?!
Vai fazer diferença se a bolsa chinesa caiu 4,76% em um só dia por causa de uma trapalhada do Governo?
Ou que houve um novo terremoto em alguma terra distante que afetou o preço do barril do petróleo?
Não estou dizendo para você se tornar um alienado. Não é isso. Continue a acompanhar e saber o que se passa no mundo. Mas… e isso é fundamental…estabeleça limites!
Um dos grades males desse século e que faz tudo parecer milhares de vezes pior do que realmente é
Televisão e notícias são as grandes drogas desse século: nos mantêm em estado sedativo, sentado no sofá e pior – nos fazem achar que estamos sendo “produtivos” ao se “inteirar do que se passa no mundo, como toda pessoa responsável”.
Amigo… Confie em mim: desligue a televisão e dedique esse tempo ao seu negócio. Vale muito mais a pena.
Até, esses tempos em uma viagem, deixávamos a TV ligada no canal de notícias do mundo. Acho que era a CNN. Sinceramente não interessa. Mas ficava ali, passando algumas notícias do mundo.
Em apenas 1 hora e 12 minutos cheguei a conclusão final absoluta:
“O mundo com certeza vai implodir nas próximas 48 horas.”
Pelo menos era isso que parecia pelas notícias que passavam!
Nunca vi tanta coisa ruim em uma sequência só. Bomba atrás de bomba. Por que isso? A explicação é simples:
Porque é isso que as pessoas gostam de falar a respeito!
É isso que chama atenção!
O filho que matou a própria mãe vai sempre ter muito mais atenção e ser muito mais falado do que se esse mesmo filho tivesse entrado em uma casa em chamas para salvar a própria mãe.
Ambas as situações são extremas. Mas, infelizmente, violência e escândalos vão sempre ganhar mais atenção. E os canais de televisão sabem disso. Por isso que insistem em geralmente mostrar o pior do pior.
Por isso, para o seu próprio bem: desligue a televisão e seja feliz.
O mundo é pelo menos umas 100x melhor do que as notícias dão a impressão de que é.
Até, desligue a televisão e faça algo que vejo que hoje muitas pessoas têm dificuldades:
#6. Foco.
Deixa eu repetir caso não tenha ficado claro:
Foco.
Eu chamo essa quase doença de DDAE – Distúrbio de Déficit de Atenção de Empreendedor. Veja se você sofre desse mal:
  • Alguém comenta sobre uma nova oportunidade que surgiu e você já vai todo animado olhar.
  • Ou de repente você tem de 3 a 5 ideias sendo desenvolvidas ao mesmo tempo porque, afinal, você não quer perder nenhuma, certo?
  • Seus dias são frenéticos com tantas coisas e responsabilidade a atender. Dias realmente caóticos.
Você sofre alguns desses sintomas? Então cuidado: talvez você tenha DDAE.
Aqui a verdade: quanto mais você crescer e avançar no seu negócio, mais você terá que treinar a sua habilidade de dizer “Não”. Por quê? Simples:
Porque ao dizer “Sim” para uma ideia, você está obrigatoriamente dizendo “Não” para todas outras 1.001 ideias. Inclusive aquela que você já está trabalhando em cima.
Recentemente foi justamente esse conselho que dei para uma das alunas do programa Férias Sem Fim. Diversas ideias ao mesmo tempo, o que acho perigoso. Meu conselho é realmente focar naquela UMA ideia.
O próprio Warren Buffett – o homem mais rico do mundo dependendo da semana em Wall Street – já dizia:
“O maior custo de um negócio é o Custo da Oportunidade.”
Sr. Buffet sabe o que fala. Afinal, não é por acaso que é um dos – senão O – homem mais rico do mundo
Ou seja:
Pare de perseguir oportunidade
Você perde e/ou deixa de ganhar ao dizer “Sim” para a alternativa A e renegar as alternativas B, C e D que estão na sua frente. E MAIS as alternativas E, F e G que iriam aparecer depois.
Por isso – e especialmente nesse momento de recessão – a dica é: foco.
MUITO foco.s e ideias como um cachorro correndo atrás do pneu de um carro.
Foque na UMA ideia que você tem. Naquela que você acredita que tem mais potencial. Ou naquela que dá mais prazer para você trabalhar. Ou naquela que você já está trabalhando e tem enorme potencial.
Vai ser facilmente uma das melhores decisões que você tomará para o seu negócio.
Especialmente em períodos de crise.
Dito isso, após você dar os passos certos, quero que tome uma decisão importante. Uma decisão que vai ditar exatamente como você lidará com essa crise:
#7. Decida agora como você vai encarar essa crise
Você por acaso já reclamou ou já passou pela situação de ter perdido uma oportunidade?
De repente alguma boa ideia para um negócio que, pelo motivo que for, você não agiu e alguém acabou fazendo algo como você tinha pensado? E o pior: na última vez que você ouviu falar, essa pessoa estava indo muito-bem-obrigado?
Pois então, se você já passou por isso e talvez acredite que hoje as melhores oportunidades já estão ocupadas, prepare-se:
Você terá muito em breve, simplesmente, uma janela curta com a melhor oportunidade para criar e/ou crescer o seu negócio.
A verdade é a seguinte:
SEMPRE haverá empresas e negócios lucrando com crise ou sem crise.
Sempre. Ponto.
A pergunta é: qual a diferença entre as que vão lucrar e aquelas que vão acabar quebrando por conta da crise e outros fatores?
E o que pode VOCÊ fazer para proteger seu negócio atual – ou criar um novo agora – para que essa tenha maiores chances do sucesso?
Afinal, em todos períodos de crise que o mundo já passou, dos piores aos mais brandos, sempre houve (1) empresas novas de sucesso surgindo e (2) empresas lucrando.
Isso prova que sim, é possível se dar bem mesmo durante períodos de crise.
Haverá uma janela curta de oportunidade para aqueles que estiverem preparados para aproveitar
Agora, como fazer isso?
Eu acredito que um dos principais pontos é o que esse artigo e essa dica lida:
Adote a mentalidade certa.
Decida agora, nesse exato instante, se você vai como muitos aí fora ficar chorando “Que essa crise injusta está ferrando todos os meus negócios…”. Ou… se você vai bater no peito e chamar a responsabilidade.
A decisão é totalmente sua. E só você pode tomar ela.
Como falei antes, não estou dizendo que tudo será um mar de rosas – pelo contrário. Vão ter muitas dificuldades sim. Talvez você até já esteja passando por elas e eu realmente desejo, e espero, que você consiga superá-las. Agora mantenha em mente:
Dores e dificuldades são inevitáveis. Como você lida e as percebe está totalmente ligado ao SEU poder. Até, faça o seguinte:
Não veja a crise como a “crise”. Assim como você deve substituir a palavra “fracasso” por “teste”, troque a palavra crise por OPORTUNIDADE. Pense assim:
As melhores horas para se começar um negócio são as horas de grande mudanças. Essas podem ser positivas ou negativas, mas o importante é que haja mudanças. Por quê?
Porque é aí que aparecem novos espaços e buracos que antes não existiam.
É justo nesses espaços que empreendedores enxergam verdadeiras oportunidades para criar algo novo. Espaços que antes não existiam e só apareceram porque houve mudanças.
Não, como já dito antes, não estou dizendo que tudo será um passeio na Disneylândia – com certeza dificuldades aparecerão. Isso é certo. Mas ainda assim, você terá uma chance em uma janela curta que poucas pessoas irão aproveitar.
Enquanto muitos estarão escondidos em casa com medo, esperando a “marolinha” passar, você vai estar lá fora… Batalhando e cravando seu nome no mercado.
Isso porque a verdade é que, assim como todas as crises e ondas, essa também vai passar. Quando exatamente? Ninguém sabe dizer. E se alguém disser que sabe, uma das abaixo é a verdadeira:
1.   Ela está dando um chute que ela considera “fundamentado”;
2.   Ela é paga para dizer algo – seja o que for;
3.   Ela está mentindo;
4.   Ela é ingênua.
Diversos estudos já provaram que as chances dos ditos “experts” de economia e mercado acertarem o que vai acontecer é levemente superior a de você ou eu jogarmos uma moeda para cima e escolhermos cara ou coroa.
Aí fica a pergunta: gostaria de decidir o seu futuro e da sua família jogando cara ou coroa? Eu não. Por isso, adote a mentalidade certa:
Troque a palavra crise por OPORTUNIDADE.
Sabe quando o escritório está muito bagunçado e você não acha mais nada do que precisa? E aí não tem jeito a não ser parar, focar e organizar as coisas? Para depois voltar a produzir?
Ou quando o computador está tão lento que não há outra alternativa a não ser reiniciar?
(E espertinhos com Macs não se safam dessa também: eu trabalho com um também e apesar de acontecer bem menos, ainda assim acontece.)
Pois é:
É exatamente assim que eu vejo a crise – uma grande chance para limpar a casa e organizar as coisas.
Para limpar o caminho e ter depois aquele alívio de ver agora as coisas organizadas. De poder ver o caminho claro, sem distrações, do que você precisa fazer de agora em diante. Até, anote isso:
Fique de olho e perceba como muito dos pseudo-gurus e pseudo-negócios que surgiram nos últimos tempos vão simplesmente sumir nos próximos meses.
E apesar de sentir muito por algumas pessoas e famílias que vão acabar sofrendo por conta disso, a verdade é que eu acho ótimo! Por quê?
Porque simplesmente vai abrir espaço para pessoas como eu e tantos outros que estão de olho no longo prazo. Que estão realmente preocupados em criar um negócio sólido, com boa fundação. Algo que realmente dure e que tenha o clientecomo seu bem mais valioso.
Como Lidar e Crescer Durante a Crise
Crise é sinônimo de oportunidade.
Sim, dores, desafios e dificuldades serão inevitáveis.
Não, você não é obrigado a se deprimir e deixar de fazer coisas por conta disso.
A verdade é que como você vai perceber e se sentir em relação ao que a vida jogar contra você está totalmente sobre o SEU controle.
Por isso, decida agora mesmo:
  • Você vai fazer como muitos que vão ficar chorando e culpando a crise pela falta de resultados do seu negócio OU…
  • Você vai bater no peito, assumir a responsabilidade e enxergar isso como a maior oportunidade que você talvez terá na sua vida?
Realmente, aproveitar esse momento agora para limpar a casa e estabelecer uma fundação e uma base sólidas?
Para que aí depois, quando eventualmente as coisas voltarem a subir, você possa surfar toda onda bem preparado para aproveitá-la por inteiro?
Eu já tomei a minha decisão. Na verdade, tomar a decisão por si só não interessa: tomei minha decisão e já estou agindo de acordo.
Isso é o que realmente interessa: AÇÃO.
Gostaria de verdade de convidar você para que fizesse o mesmo.

Fazendo isso, você pode ficar tranquilo sabendo que há outras pessoas como você e eu que estão aí, todos os dias, lutando e fazendo acontecer. Sem medo, sem choro.
Por: Bruno Picinini - https://www.empreendedor-digital.com