QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A Fábula do Peixe e do Macaco

A fábula do peixe e do macaco, narrada por Mia Couto:
"Um macaco passeava-se à beira de um rio, quando viu um peixe dentro de água. 
Como não conhecia aquele animal, pensou que estava a afogar-se. 
Conseguiu apanhá-lo e ficou muito contente quando o viu aos pulos, preso nos seus dedos, achando que aqueles saltos eram sinais de uma grande alegria por ter sido salvo. 
Pouco depois, quando o peixe parou de se mexer e o macaco percebeu que estava morto, comentou – que pena eu não ter chegado mais cedo!"
 Uma fábula corporativa, não é mesmo?
Quantas vezes gestores acham que estão fazendo como o macaco, ajudando, colaborando, desenvolvendo pessoas e/ou procedimentos, mas na verdade os matam e não conseguem acordar para esta realidade.
E muitos peixes colaboradores sequer conseguem perceber seu papel e se apegam a mudanças sem sentido ou futuro, que apenas matam tempo e desgastam relações.
Algumas reflexões que podemos fazer da fábula:
# Cada um tem o seu papel na organização e devemos aprender o seu papel;
# Devemos colaborar, mas compreender primeiro a função de cada um para colaborar com algo útil;
# Na análise da fábula, a busca por ajudar conforme a sua visão levou o outro a morte e mesmo assim não houve compreensão do fato. Buscar uma análise crítica na vida real é sempre bem vinda.
  • E para você, qual a conclusão?
  • E o que você tem feito para colaborar com a equipe?
  •  Você está pensando no todo e nas consequências?

De boas intenções o inferno está cheio. Vamos fazer o nosso melhor com análise completa de resultados para que a fábula continue como fábula e não como um espelho da realidade.
Por: Gustavo Rocha - http://www.artigonal.com/

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