QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

11 DICAS PARA ESCREVER UM BOM ARTIGO

Você conhece alguém ou é daqueles que sente que tem muita informação para passar mas não sabe como fazer isso? 

Talvez seja um pastor que tem revelações maravilhosas a respeito da Palavra e gostaria de escrever algumas delas para o conhecimento de outros mas nunca consegue. Ou pode ser um profissional com muita bagagem que nem se arrisca a trilhar o caminho da escrita porque não se acha capaz. Mas acredite: escrever um bom artigo é bem mais fácil do que se imagina.

Conheço escritores “natos” – aqueles que nasceram com o dom da escrita – mas também já li muitos textos excelentes de pessoas que, seguindo algumas regrinhas básicas, conseguiram ser claros e convincentes em seus artigos – mesmo detestando gramática, redação e afins.

Então, vamos a elas!
1. A primeira coisa que você deve definir é seu público alvo. Com exceção aos grandes clássicos da literatura mundial, posso afirmar sem medo que livros escritos para todos acabam por não serem lidos por ninguém. Com artigos, é a mesma coisa. Não dá para escrever algo que alcance com o mesmo êxito crianças, jovens e adultos, intelectuais e leitores esporádicos. Para cada público, será diferente – ainda que o assunto seja o mesmo. Além disso, definir seu público antes de escrever facilita a composição do texto, a escolha do vocabulário e a abordagem do assunto.
2. Escolhido o público, identifique-se com ele. Coloque-se no lugar do seu leitor e escreva especialmente para ele. Não se coloque acima nem abaixo dele, não queira se demonstrar um super-herói nem um fracassado. Inclua experiências de sua vida no texto – elas o tornam mais atrativo e agradável – e procure ilustrações ou referências para enriquecer o material.
3. Trate seu leitor com respeito: não o considere um “perito” no assunto ao ponto de usar apenas termos técnicos e de difícil compreensão mas também não o trate como incapaz. Tenha como alvo que ao final da leitura o leitor deverá estar, no mínimo, tão informado quanto você a respeito daquele assunto.
4. Releia seu artigo no mínimo cinco vezes, em momentos diferentes, e reescreva o que achar necessário.
5. Comece o artigo de forma “leve”. O primeiro parágrafo é aquele que faz o leitor se interessar ou não pela continuação da leitura. Você pode torna-lo mais agradável ao expor ali alguma história, ou, em caso de um texto muito técnico, se mostrar ali onde pretende chegar e o que irá abordar (para isso, responda nessas primeiras linhas a perguntas como “quando”, “como”, “porquê” e “para que”).
6. Se preciso, deixe o título por último. Isso porque é mais fácil você se concentrar numa idéia, numa proposta, num assunto – o que é mais abrangente - e, depois de pronto artigo, escolher o nome da obra de acordo com o rumo que ela seguiu.
7. Sempre que sentir uma “inspiração”, escreva! Seus rascunhos podem ser preciosos a curto ou longo prazo.
8. Se você quer convencer alguém de alguma coisa, o melhor é deixá-lo chegar à conclusão sozinho, em vez de você impor a sua. Tive um professor que dizia que se o leitor chegar à mesma conclusão que você, nasce ali um aliado; mas se você apresentar a sua conclusão antecipadamente, terá um desconfiado. Então, o segredo é colocar os dados, formular a pergunta que o leitor deve responder, dar alguns argumentos importantes e parar por aí.
9. Uma outra dica é reescrever o texto pela metade do inicial. Ou seja, se o seu primeiro artigo ocupou quatro páginas, reescreva-o em apenas duas, sem deixar que o conteúdo se perca. Parece impossível, mas não é. Ao fazer isso, você exclui frases inúteis, produz outras mais curtas e troca termos complicados por palavras comuns, mais claras. Esse exercício é fundamental para que você consiga ser direto em seu artigo sem perder o poder de argumentar e a relevância do conteúdo. Experimente!
10. Se você é pastor ou líder de ministério e quer escrever especificamente para o público evangélico, pode lançar mão do chamado “crentês”, aquele vocabulário que só mesmo nós, crentes, conhecemos. Mas faça a si mesmo o desafio, nem que seja de vez em quando, de escrever textos que possam ser lidos e entendidos por aqueles que não estão nas igrejas. Esse exercício também pode lhe ajudar a escrever de forma mais exata e consistente, além é claro, de expandir seu vocabulário.
11. Se você não domina o assunto a que se propõe escrever, pesquise. É melhor gastar alguns minutos se informando do que escrever besteira. Ao mesmo tempo, não faça da sua falta de informação um empecilho. Você não precisa ser um professor naquela área para passar algo relevante aos leitores. Basta querer!

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