QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

LIBERTANDO-SE DAS OPINIÕES DOS OUTROS


Grande parte dos registros gravados em nossos centros energéticos foram trazidos por outras pessoas.

Fomos orientados que as opiniões das pessoas moldariam a nossa imagem e se as opiniões fossem boas sobre nós, seriamos aceitos e respeitados.

Então fomos introduzindo em nós as regras, crenças do que era “certo” e do que era “errado”, para que pudéssemos seguir um padrão de conduta.

E, através destas regras de conduta, fomos criando um novo personagem em nosso interior que passou a se expressar de acordo com o que as pessoas esperavam de nós.

Não percebemos que com estas atitudes estávamos sabotando nossa felicidade e também todo nosso processo de evolução.

Pouco a pouco fomos esquecendo de quem verdadeiramente somos: poderosos, cheios de virtudes, capazes de conduzir nossas vidas de acordo com as informações divinas que já existiam em nossos registros internos.

Mais e mais fomos estimulados a buscar as respostas fora de nós, porque a opinião que tínhamos sobre nós não era importante. O importante era a opinião dos outros sobre nós.

Crescemos ouvindo que nossa reputação poderia ser abalada se fizéssemos algo que não fosse aprovado pela sociedade.

Quando você nega o que pensa, sente, acredita e nega o que você é, consequentemente, deixa de observar e usar as ferramentas importantes que possui para vivenciar suas experiências terrenas com felicidade.

Então, fomos ficando reféns das opiniões das outras pessoas para conduzirmos nossas vidas e criando expectativas sobre a opinião que elas tinham sobre nós. Fomos acreditando que se nos mostrássemos frágeis e dependentes, sempre teríamos o amor e a atenção destas pessoas e não seríamos cobrados por elas.

Mas não percebemos que ao colocarmos em nosso interior informações, pensamentos e sentimento que não eram nossos, estávamos trazendo um grande desequilíbrio para todo nosso ser. Dia após dia, fomos nos desequilibrando fisicamente, emocionalmente, mentalmente e espiritualmente.

E este desequilíbrio só era reconhecido quando fisicamente sentíamos afetados por um sinal mais forte vindo através de uma doença ou uma dor.

Não observávamos os sinais constantes através do “sentir” de cada situação e continuávamos negando o que estava acontecendo em nosso interior, porque cada vez mais estávamos sendo estimulados a olhar para fora.

Todas estas negações de quem são foram trazendo muita infelicidade e desequilíbrio.

Por não nos amarmos fomos estimulando o “não merecimento” e restringindo em nossas vidas tudo que nos trazia felicidade e, também, fomos rejeitando tudo que foi criado para que pudéssemos vivenciar nossas vidas com felicidade e equilíbrio.

E o que observamos agora é que a maioria das pessoas está infeliz, indecisa de que caminho seguir, sem saber que rumo dar em suas vidas, porque não sentem confiança e coragem de mudar, de experimentar o novo em suas vidas, porque ainda acham que podem deixar de receber o amor e a atenção das pessoas se não forem bem sucedidas.

Por não conhecerem seus potenciais foram achando que não conseguiriam começar de novo buscando vivenciar o que realmente acreditavam.

O momento do AGORA traz uma informação muito importante para todos nós: precisamos cumprir nosso principal objetivo: vivenciar a felicidade. E para vivenciarmos a felicidade precisamos redescobrir o que nos faz feliz e isto nos estimula a olhar para dentro de nós.

Somos seres individuais, trazemos nossos próprios registros vividos em outras jornadas e também gravamos de forma diferenciada tudo que vivemos aqui. E, por isto, respondemos a cada situação de forma diferente.

Quando nos foi ensinado que não devíamos julgar e nem condenar, estes ensinamentos foram trazidos para que pudéssemos respeitar o que existia em cada ser e para que entendêssemos que cada um respondia fazendo o seu melhor, como sabia.

Para passarmos para uma frequência mais elevada precisamos nos elevar também e o que significa isto: “nos elevarmos”?

Significa “mudar a nossa consciência”, entender que a opinião do outro é do outro e de que devemos viver a “nossa verdade”, expressar o que pensamos sentimentos e acreditamos com amor e respeito.

Observem a conduta dos Mestres Ascensos, dos nossos Irmãos Estelares e de toda a Hierarquia Divina, eles não nos julgam, não nos criticam, mas sempre tem um olhar amoroso entendendo que estamos em nosso processo de aprendizado e de estamos buscando fazer o nosso melhor sempre.

Mas o que eles mais nos incentivam é conhecermos o nosso interior, os nossos talentos divinos, para que possamos acreditar que podemos caminhar seguramente sozinhos, usando as ferramentas internas que já possuímos e tendo a plena confiança de que tudo que desejarmos nos serão trazidos, pois isto faz parte do nosso contrato divino.

Todas as inúmeras bênçãos disponíveis em nosso planeta estão disponíveis a todos os seres, entretanto se acharmos que não somos merecedores não iremos usar estar bênçãos e continuaremos vivenciando a tristeza e a escassez e comprometendo nosso grande objetivo de sermos felizes.

Se assumirmos que merecemos ser felizes, nos abriremos para receber todas estas bênçãos e então vivenciaremos felicidade, prosperidade e abundância divina.

Quando você decide viver a sua vida com felicidade, você emite uma nova frequência para o Universo e então o sincronismo começa a trazer o que deseja.

Temos que começar a viver sem esforço, sem falta, sem preocupação e sem medo, porque a nova frequência de luz traz o que você deseja porque você merece, porque isto é seu direito divino.

Liberte-se da opinião dos outros e viva a sua vida, a sua verdade e seja IMENSAMENTE FELIZ!

Por: Sandra M. Luz (15/12/2013) - Contribuição de Sandro Alves

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