QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Dez Propagandas Históricas Machistas

Seleção de propagandas antigas com teor machista.

O machismo na publicidade ecoou aos quatro cantos do mundo ao longo da história. Antigamente, os papéis na sociedade eram diretos: homem vai trabalhar, mulher cuida da casa. Produtos eram feitos e anunciados especificamente para as mulheres, neste caso, utensílios domésticos saíam na frente.

Quando produtos eram voltados para os homens, era nítida uma desvalorização da imagem feminina. Os produtos eram variados: bebidas, roupas masculinas e até armas. 

Abaixo, temos uma seleção de dez anúncios que apontam o machismo na publicidade, principalmente em décadas passadas:

Propagandas Históricas Machistas - Cigarrilhas Tipalet
Cigarrilhas Tipalet
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)
“Assopre a fumaça na cara e ela vai acompanhar você em qualquer lugar”. Nos dias atuais, o anúncio das cigarrilhas Tipalet seria considerado não só incorreto como de mau gosto. Veiculado em novembro de 1969 nos Estados Unidos.





Propagandas Históricas Machistas - Gravatas Van Heusen

Gravatas Van Heusen
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

"Mostre para ela que o mundo é dos homens" - parece que nos anos 50, os argumentos machistas eram mais toleráveis. O anúncio das gravatas Van Heusen era o exemplo claro de como a mulher deveria ser submissa ao homem. Imagine a polêmica se este anúncio fosse veiculado nos dias atuais.





Propagandas Históricas Machistas - Casa das Cuecas
Casa das Cuecas (Dia dos Namorados)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

“Dê para o seu namorado. Não deixe de dar para ele: temos mais de 500 artigos diferentes com etiquetas famosas e preços apaixonantes. Casa das Cuecas”. Com duplo sentido totalmente descarado, a rede paulista Casa das Cuecas promovia os seus produtos para o Dia dos Namorados. Um apelo ousado e ao mesmo tempo divertido.


Propagandas Históricas Machistas - Calças Dracon

Calças Dracon
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“É bom ter uma mulher perto de casa”. Indiscutível a polêmica formada neste anúncio de calças em uma revista americana nos anos 60. Além do título ousado, a imagem traduz como a mulher era vista pelo anunciante.





Propagandas Históricas Machistas - Cerveja Schlitz

Cerveja Schlitz
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Na imagem, uma dona de casa triste e seu marido a consola: "Não se preocupe, querida, você não queimou a cerveja".  Além de expor a mulher em um lugar doméstico, ela coloca o marido com a preocupação exclusiva da cerveja. 



Propagandas Históricas Machistas - Dormeyer - Artigos para o Lar

Dormeyer - Artigos para o Lar
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Encontramos na década de 50 um curioso anúncio da Dormeyer (indústria americana de artigos para o lar). Nele, um recado claro para as ESPOSAS: "Olhem esta propaganda com carinho. Circule os produtos que vocês quer para o Natal. Mostre para o seu marido. Se ele não for à loja imediatamente, chore um pouco. Não chore muito. Um pouco. Ele irá, ele irá". Logo após as imagens com os produtos, um recado para os maridos dizendo para eles comprarem os produtos da propaganda antes que sua mulher escolha algum e comece a chorar.

Propagandas Históricas Machistas - Congelador Prosdócimo
Congelador Prosdócimo - Mulher & Feijoada
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Em um tom machista, muitas empresas de eletrodomésticos usaram as donas de casas e as empregadas domésticas para ilustrarem campanhas publicitárias. Com a força de venda de refrigeradores, começaram a surgir o hábito de congelar as refeições. Com este argumento a Prosdócimo apresentou este anúncio, na década de 70.

Propagandas Históricas Machistas - Uísque Royal Label Extra

Royal Label Extra
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Nesta propaganda, a marca de uísque Royal Label Extra elenca os objetos que “250 homens de experiência” puderam escolher para fazer uma propaganda da bebida. Entre um cachimbo Dunhill, uma pistola de duelo e uma garrafa do uísque, está “uma linda morena”. No final da propaganda, eles garantem: dentre os “250 homens de experiência”, “não houve aquele que deixasse Royal Label Extra para terceiro lugar”. Esse anúncio parece ser o tataravó das propagandas de cerveja com mulheres na praia.


Propagandas Históricas Machistas - Camisas Van Heusen

Camisas Van Heusen
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Sabemos o quanto a publicidade de décadas passadas abusava com a imagem da mulher submissa, principalmente para vender produtos masculinos. Temos um exemplo onde usam a linguagem feminina para representar o homem da sua vida: "É ousado", "É audacioso", "É o visual mais ousado em camisa". O assustador é ver uma imagem da mulher apanhando do marido na primeira foto, sendo beijada calorosamente na segunda e na última, encantada por usar uma camisa Van Heusen. Polêmica.


Propagandas Históricas Machistas - Eletrodomésticos Epel

Eletrodomésticos Epel
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Hoje, o anúncio da Epel poderia ser considerado ofensivo pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, por sugerir que o trabalho doméstico é obrigação exclusivamente feminina. “Assim, a vida é melhor. Aparelhos elétricos de real utilidade para conforto das donas de casa”.




Propagandas Históricas Machistas - Tomorrow's Lestoil

Tomorrow's Lestoil
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Desta vez, apresentamos o limpador Tomorrow's Lestoil que brinca com uma imagem futurista e um título machista: "A mulher do futuro fará da Lua um lugar limpo para se viver". Será que naquela época o público endurecia diante esses anúncios. Nem precisamos falar o quanto polêmico seria se este anúncio fosse veiculado nos dias de hoje.

Copiado: http://www.propagandashistoricas.com.br/

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Administração Tributária


É denominada administração tributária  o conjunto de ações e atividades integradas e complementares entre si, designadas para garantir o cumprimento da legislação tributária e do comércio exterior. 

Essas ações e atividades são de responsabilidade da Secretaria da Receita Federal, e estão sistematizadas na legislação tributária e do comércio exterior, além de um conjunto integrado de sistemas de informação, fornecidas ao fisco pelos contribuintes ou por terceiros mediante a apresentação de diferentes modalidades de declarações.

A missão da fiscalizar tributos internos e aduaneiros é a de elevar a percepção de risco do contribuinte faltoso, aumentando, dessa maneira, o nível de cumprimento voluntário de suas obrigações tributárias e, por consequencia, promovendo o incremento da arrecadação. 

Portanto, a fiscalização busca, sobretudo, resultados indiretos - que se realizam com a elevação do patamar de cumprimento voluntário das obrigações tributárias. 

Por outro lado, a percepção de risco resulta de uma gama variada de fatores, que atuam de forma complementar, dando efetividade ao poder impositivo do fisco. Assim, uma eficiente ação fiscalizadora se complementa e se torna efetiva com ações ágeis e tempestivas de cobrança administrativa ou judicial, com sistemas de informação de qualidade, com recursos humanos e tecnológicos de excelência, com um ágil tratamento do contencioso administrativo-fiscal, etc.

A administração tributária apresenta ainda presença fiscal ampla e atuante, quer seja no âmbito da facilitação do cumprimento das obrigações tributárias, quer na construção e manutenção de uma forte percepção de risco sobre os contribuintes faltosos. 

Todas as ações que compõem o Programa Administração Tributária (e também o Programa Administração Aduaneira) representam um fluxo único de trabalho, destinado à obtenção de dois resultados ou produtos finais básicos, ou seja, a arrecadação aos cofres da União de tributos e contribuições e o controle fiscal e aduaneiro do comércio exterior.

Até a grande reforma organizacional e estrutural de 1934 patrocinada pelo então ministro da fazenda Oswaldo Aranha, mudanças significativas não ocorreram no sistema. Com o processo de industrialização do Brasil, e o eixo da economia se deslocando do setor primário para o secundário, uma mudança radical no sistema era necessária. 

A reforma tributária só tomou impulso após março de 1964. A reforma da década de 60 foi ousada, sendo tudo centralizado no governo Federal, restringindo o grau de autonomia fiscal e o poder de legislar das unidades federativas.

Com a Constituição de 1988 nova reforma se processou e sua motivação principal foi a consolidação da descentralização de recursos, que já vinha ocorrendo desde 1983. 

A descentralização de recursos concentrou o desequilíbrio fiscal previamente existente na União e o viés social contido na Constituição deteriorou as contas públicas.

Por Emerson Santiago - http://www.infoescola.com/

terça-feira, 25 de novembro de 2014

As 10 Estratégias de Manipulação Midiática segundo Chomsky

 O Lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.


Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.


Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.


Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Copiado: http://www.institutojoaogoulart.org.br/

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

LIBERTANDO-SE DAS OPINIÕES DOS OUTROS


Grande parte dos registros gravados em nossos centros energéticos foram trazidos por outras pessoas.

Fomos orientados que as opiniões das pessoas moldariam a nossa imagem e se as opiniões fossem boas sobre nós, seriamos aceitos e respeitados.

Então fomos introduzindo em nós as regras, crenças do que era “certo” e do que era “errado”, para que pudéssemos seguir um padrão de conduta.

E, através destas regras de conduta, fomos criando um novo personagem em nosso interior que passou a se expressar de acordo com o que as pessoas esperavam de nós.

Não percebemos que com estas atitudes estávamos sabotando nossa felicidade e também todo nosso processo de evolução.

Pouco a pouco fomos esquecendo de quem verdadeiramente somos: poderosos, cheios de virtudes, capazes de conduzir nossas vidas de acordo com as informações divinas que já existiam em nossos registros internos.

Mais e mais fomos estimulados a buscar as respostas fora de nós, porque a opinião que tínhamos sobre nós não era importante. O importante era a opinião dos outros sobre nós.

Crescemos ouvindo que nossa reputação poderia ser abalada se fizéssemos algo que não fosse aprovado pela sociedade.

Quando você nega o que pensa, sente, acredita e nega o que você é, consequentemente, deixa de observar e usar as ferramentas importantes que possui para vivenciar suas experiências terrenas com felicidade.

Então, fomos ficando reféns das opiniões das outras pessoas para conduzirmos nossas vidas e criando expectativas sobre a opinião que elas tinham sobre nós. Fomos acreditando que se nos mostrássemos frágeis e dependentes, sempre teríamos o amor e a atenção destas pessoas e não seríamos cobrados por elas.

Mas não percebemos que ao colocarmos em nosso interior informações, pensamentos e sentimento que não eram nossos, estávamos trazendo um grande desequilíbrio para todo nosso ser. Dia após dia, fomos nos desequilibrando fisicamente, emocionalmente, mentalmente e espiritualmente.

E este desequilíbrio só era reconhecido quando fisicamente sentíamos afetados por um sinal mais forte vindo através de uma doença ou uma dor.

Não observávamos os sinais constantes através do “sentir” de cada situação e continuávamos negando o que estava acontecendo em nosso interior, porque cada vez mais estávamos sendo estimulados a olhar para fora.

Todas estas negações de quem são foram trazendo muita infelicidade e desequilíbrio.

Por não nos amarmos fomos estimulando o “não merecimento” e restringindo em nossas vidas tudo que nos trazia felicidade e, também, fomos rejeitando tudo que foi criado para que pudéssemos vivenciar nossas vidas com felicidade e equilíbrio.

E o que observamos agora é que a maioria das pessoas está infeliz, indecisa de que caminho seguir, sem saber que rumo dar em suas vidas, porque não sentem confiança e coragem de mudar, de experimentar o novo em suas vidas, porque ainda acham que podem deixar de receber o amor e a atenção das pessoas se não forem bem sucedidas.

Por não conhecerem seus potenciais foram achando que não conseguiriam começar de novo buscando vivenciar o que realmente acreditavam.

O momento do AGORA traz uma informação muito importante para todos nós: precisamos cumprir nosso principal objetivo: vivenciar a felicidade. E para vivenciarmos a felicidade precisamos redescobrir o que nos faz feliz e isto nos estimula a olhar para dentro de nós.

Somos seres individuais, trazemos nossos próprios registros vividos em outras jornadas e também gravamos de forma diferenciada tudo que vivemos aqui. E, por isto, respondemos a cada situação de forma diferente.

Quando nos foi ensinado que não devíamos julgar e nem condenar, estes ensinamentos foram trazidos para que pudéssemos respeitar o que existia em cada ser e para que entendêssemos que cada um respondia fazendo o seu melhor, como sabia.

Para passarmos para uma frequência mais elevada precisamos nos elevar também e o que significa isto: “nos elevarmos”?

Significa “mudar a nossa consciência”, entender que a opinião do outro é do outro e de que devemos viver a “nossa verdade”, expressar o que pensamos sentimentos e acreditamos com amor e respeito.

Observem a conduta dos Mestres Ascensos, dos nossos Irmãos Estelares e de toda a Hierarquia Divina, eles não nos julgam, não nos criticam, mas sempre tem um olhar amoroso entendendo que estamos em nosso processo de aprendizado e de estamos buscando fazer o nosso melhor sempre.

Mas o que eles mais nos incentivam é conhecermos o nosso interior, os nossos talentos divinos, para que possamos acreditar que podemos caminhar seguramente sozinhos, usando as ferramentas internas que já possuímos e tendo a plena confiança de que tudo que desejarmos nos serão trazidos, pois isto faz parte do nosso contrato divino.

Todas as inúmeras bênçãos disponíveis em nosso planeta estão disponíveis a todos os seres, entretanto se acharmos que não somos merecedores não iremos usar estar bênçãos e continuaremos vivenciando a tristeza e a escassez e comprometendo nosso grande objetivo de sermos felizes.

Se assumirmos que merecemos ser felizes, nos abriremos para receber todas estas bênçãos e então vivenciaremos felicidade, prosperidade e abundância divina.

Quando você decide viver a sua vida com felicidade, você emite uma nova frequência para o Universo e então o sincronismo começa a trazer o que deseja.

Temos que começar a viver sem esforço, sem falta, sem preocupação e sem medo, porque a nova frequência de luz traz o que você deseja porque você merece, porque isto é seu direito divino.

Liberte-se da opinião dos outros e viva a sua vida, a sua verdade e seja IMENSAMENTE FELIZ!

Por: Sandra M. Luz (15/12/2013) - Contribuição de Sandro Alves

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Administrar é para Profissional de Administração

Administração Científica


administração científica  é um modelo  de administração criado pelo americano Frederick Winslow Taylor no fim do século XIX e início do século XX e que se baseia na aplicação do método científico  na administração com o intuito de garantir o melhor custo/benefício aos sistemas produtivos.


Frederick Taylor (1900)
Frederick Taylor (1900)
Taylor procurava uma forma de elevar o nível de produtividade conseguindo que o trabalhador produzisse mais em menos tempo sem elevar os custos de produção. Assim, ele observou que os sistemas administrativos da época eram falhos. A falta de padronização dos métodos de trabalho, o desconhecimento por parte dos administradores do trabalho dos operários e a forma de remuneração utilizada foram as principais falhas estudadas por Taylor.

Assim, em 1903, ele publica o livro “Administração de Oficinas” onde expõe pela primeira vez suas teorias. Taylor propõe a racionalização do trabalho por meio do estudo dos tempos e movimentos. O trabalho deveria ser decomposto, analisado e testado cientificamente e deveria ser definida uma metodologia a ser seguida por todos os operários com a padronização do método e das ferramentas.

Os operários deveriam ser escolhidos com base em suas aptidões para a realização de determinadas tarefas (divisão do trabalho) e então treinados para que executem da melhor forma possível em menos tempo. Taylor, também, defende que a remuneração do trabalhador deveria ser feita com base na produção alcançada, pois desta forma, ele teria um incentivo para produzir mais.

Princípios da Administração Científica


Em seu segundo livro “Principles of Scientific Management” (Princípios de Administração Científica), publicado em 1911, Taylor apresenta seus estudos, porém com maior ênfase em sua filosofia, e introduz os quatro princípios fundamentais da administração científica:

• Princípio de planejamento – substituição de métodos empíricos por procedimentos científicos – sai de cena o improviso e o julgamento individual, o trabalho deve ser planejado e testado, seus movimentos decompostos a fim de reduzir e racionalizar sua execução.
• Princípio de preparo dos trabalhadores – selecionar os operários de acordo com as suas aptidões e então prepará-los e treiná-los para produzirem mais e melhor, de acordo com o método planejado para que atinjam a meta estabelecida.
• Princípio de controle – controlar o desenvolvimento do trabalho para se certificar de que está sendo realizado de acordo com a metodologia estabelecida e dentro da meta.
• Princípio da execução – distribuir as atribuições e responsabilidades para que o trabalho seja o mais disciplinado possível.

administracao cientifica

A teoria proposta por Taylor e que causou uma verdadeira revolução no sistema produtivo seguiu sendo aperfeiçoada ao longo dos anos apesar das críticas e é sem dúvida alguma a precursora da Teoria Administrativa. 

Contribuíram para o desenvolvimento da administração científica: Frank e Lilian Gilbreth que se aprofundaram nos estudos dos tempos e movimentos e no estudo da fadiga propondo princípios relativos à economia de movimentos; Henry Grant que trabalhou o sistema de pagamento por incentivo; Harrington Emerson que definiu os doze princípios da eficiência; Morris Cooke que estendeu a aplicação da administração científica à educação e às administrações públicas; e Henry Ford que criou a linha de montagem aplicando e aperfeiçoando o princípio da racionalização proposto por Taylor.

As principais críticas a administração científica (AC) de Taylor são:

• Para os críticos a AC transformou o homem em uma máquina. O operário é tratado como apenas uma engrenagem do sistema produtivo, passivo e desencorajado de tomar iniciativas.
• A padronização do trabalho seria mais uma intensificação deste do que uma forma de racionalizar o trabalho;
• A superespecialização do operário facilita o treinamento e a supervisão do trabalho, porém, isso reduz sua satisfação e ele adquire apenas uma visão limitada do processo;
• A AC não leva em conta o lado social e humano do trabalhador. A análise de seu desempenho leva em conta apenas as tarefas executadas na linha de produção;
• A AC propõe uma abordagem científica para a administração, no entanto, ela mesma carece de comprovação científica e teve sua formulação baseada no conhecimento empírico;
• A AC se restringe apenas aos aspectos formais da organização não abrangendo por exemplo o conflito que pode haver entre objetivos individuais e organizacionais;
• A AC trata da organização como um sistema fechado sem considerar as influências externas.

Por: Caroline Faria - http://www.infoescola.com/

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

10 Coisas Que Aprendi Antes Dos 30

Cada novo ciclo que completamos desperta em nós reflexões profundas sobre a vida, propósitos, sonhos e tudo mais que pode fazer parte desta caminhada da qual fomos destinados.
Ao completarmos um novo ciclo, temos a oportunidade de olhar para trás buscando resgatar nossos aprendizados e conhecimentos adquiridos ao longo dos anos, na busca encontrarmos ainda mais significado à estrada que precisamos percorrer.
Fazendo isto, consequentemente, podemos nos surpreender, tamanha bagagem que adquirimos em nossa existência e desta forma percebemos como a vida pode ensinar de diversas maneiras.
Percebemos também, como podemos ser agraciados com pequenas alegrias do dia a dia e que nossa existência nunca passa despercebida, mas que acima de tudo, somos compostos por nossas experiências e escolhas e é exatamente isso que nos torna únicos em nossa maravilhosa jornada por aqui.
Ao longo de nossa vida, podemos aprender muito, mas devemos sempre fazer uma análise das coisas que nos tornaram a pessoa que somos hoje, assim, podemos descobrir que a nossa existência vale a pena e que somos especiais à medida que damos o melhor de nós, por aquilo que acreditamos em busca de nossos sonhos e da felicidade plena.
Pensando em minhas experiências elaborei este artigo, com 10 coisas que aprendi antes dos trinta e ao longo de minhas vivências, são atitudes, comportamentos e observações que contribuíram muito para a minha felicidade, acredito que cada pessoa carrega em si a dádiva de ser única, aprendendo a cada dia e compartilhando o que sabe.

1 – Quanto mais cedo você fizer escolhas, maiores são as chances de elas darem certo

A todo o momento fazemos escolhas, desde que acordamos, até nos deitar depois de um dia produtivo. Decidimos que roupa usar, o que devemos comer e que caminho tomar para o trabalho, tudo parece tão simples, mas se pararmos podemos mudar toda a rotina de nossa vida. Estar consciente sobre escolhas é a melhor maneira de decidir assertivamente, quanto mais cedo souber disso, melhor decidirá, tendo grandes chances de que elas sejam decisões acertadas. Quando falo que quanto mais cedo fizermos escolhas, maiores são as chances de acerto, me refiro ao tempo que temos para reprogramarmos a rota de nossa vida, podendo adotar assim outros caminhos para chegarmos em nosso objetivo.
 2 – Ganhar dinheiro é bom, mas saber como utiliza-lo é melhor ainda

Vivemos focados em ganhar dinheiro e pouco nos preocupamos em como utilizar estrategicamente o que conquistamos. Devemos sim nos preocupar em ter uma boa renda, mas saber como utilizá-la é fundamental para o nosso sucesso. Pensar em como investir, como gastar e até mesmo o momento de cortar custos são de uma importância fundamental, para se realizar também neste aspecto de sua vida.

3 – É preciso bancar suas decisões, mesmo que esteja com medo

Tudo bem que você não tem garantias, vou lhe contar um segredo… Ninguém tem! O que hoje pode parecer certo amanhã pode não ser nada disso. Enfrente seu medo, faça seu destino somente desta forma você poderá crescer, como pessoa e como profissional, construa a sua história e não deixe que o medo te afaste dos seus objetivos.

4 – Seja otimista

Ainda não encontrei melhor forma de ver o mundo, se não com otimismo! Isto realmente muda nosso prisma diante das situações. Seja otimista, não boba ou inocente. Seja também realista, mas acredite sempre, que tudo pode ter uma solução positiva.

5 – Aprenda com seus erros

Pouco aprendemos com o sucesso, crescemos mesmo é nas adversidades. Procure tirar boas experiências de seus erros, encontre uma forma de se superar através de falhas cometidas. Não se abata, siga em frente, mas não esqueça o que passou grandes lições mesmo que nem sempre positivas, nos fazem crescer e adquirir experiência, procure aprender com elas.

6 – Insista naquilo que acredita

Existem muitas maneiras de se chegar a um objetivo, não é porque você não conseguiu de um jeito que vai deixar tudo como está. Encontre uma forma, busque um meio, use a criatividade, mude a direção se for necessário, mas não recue jamais, quando acreditamos em nós mesmos despertamos a autoconfiança para realizar grandes feitos.

 7 – É melhor aproveitar uma oportunidade que tenha que abandonar depois do que ficar pensando o que seria se você não a tivesse desperdiçado

Um dos maiores arrependimentos das pessoas, está relacionado a não fazer o que gostaria de ter feito. Aproveitar uma oportunidade é dar a si mesmo a chance de tornar algo possível. Muitas angustias nascem a partir da dúvida. Afaste este mal, abrace as oportunidades e não se culpe caso perceba que precisa abandoná-la para tomar outro caminho. O importante é arriscar.

8 – Existem pessoas que são mentores, padrinhos, anjos ou guias, saiba identificá-los e acima de tudo escute o que eles têm a dizer

Existem pessoas que aparecem como quem cai de paraquedas em nossas vidas e são justamente elas que fazem a grande diferença. Permita-se observar ao seu redor, abrir oportunidades para que os grandes presentes em forma de pessoas surjam em seu caminho. Saiba valorizar quem lhe quer bem, esta é a melhor forma de agradecer todo aprendizado que você poderá adquirir com elas.

9 – Escute o que você tem a dizer

Ninguém melhor para falar o que você precisa saber além de você mesmo. Em alguns momentos, desacelere procure escutar o seu coração, o seu corpo ou seus pensamentos. Eles poderão te dar muitas respostas para o que precisa, além de ser a melhor forma de desenvolver o autoconhecimento, algo fundamental em todos os aspectos de nossa vida.

10 – Tudo tem seu valor, saiba qual é o seu e não deixem que te digam o contrário

Devemos aprender a nos dar valor, somente desta forma podemos firmar nosso passo e seguir confiante rumo aos nossos objetivos. Se não nos valorizarmos, os outros farão isso por nós e talvez eles não saibam identificar o quanto podemos significar. Portanto, valorize-se e não deixe que nada te tire a alegria de ser quem você é.
Por: Gisele Meter - http://www.administradores.com.br/

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Inteligência Competitiva não é Benchmarking

Dois autores tratam bem este assunto. Para Spendolini, 1992, Benchmarking é uma ferramenta sistemática de caráter prevalentemente defensivo.
Por sua vez, Inteligência Competitiva – IC, segundo Kahaner, 1996, IC é uma ferramenta sistêmica de caráter prevalentemente ofensivo.
  • O objetivo do Bechmarking é identificar fatores e elementos críticos existentes no negócio, com ênfase nas opções de associações e alianças.
  • O objetivo da Inteligência Competitiva é identificar os fatores, elementos e tendências ambientais críticos para os negócios. Interpretar as tendências e antecipar situações futuras, incluíndo oportunidades para alianças e cooperação com competidores.

Quanto ao processo, enquanto no Benchmarking o processo é contínuo e sistemático, para avaliar produtos e serviços, em Inteligência Competitiva é um programa sistêmico de recoleta e de análise, de informações de referência das atividades dos competidores.
Ainda, são processos de trabalho das organizações conhecidas por utilizá-los, das melhores práticas com o objetivo de melhorar os processos da organização no Benchmarking, enquanto são tendências gerais do negócio, para fortalecer as possibilidades de uma organização das metas das organizações, de âmbito macro, com o objetivo de melhorar o negócio (processos e estratégias) no caso de Inteligência Competitiva.
Enquanto Spendolini não menciona Inteligência Competitiva, por sua vez, Kahaner, cita Benchmarking como uma atividade com as seguintes características:
  • Interno;
  • Competidores diretos;
  • Orientado a funções; e
  • Orientação horizontal (implicações interdependentes pelos departamentos da organização).
Por fim, segundo Rodrigues e Riccardi, 2007, o Benchmarking, mais do que preocupar-se com o "quê" produz o competidor, está interessado com "como" ele o faz, especificando como ele o desenha, como ele o produz, como ele faz seu marketing e com que serviços ele o acompanha. Pode ser qualificado como uma atividade eminentemente defensiva já que analisa fatos já produzidos.
Segundo os mesmos autores, Inteligência Competitiva, além das características indicadas, se preocupa profundamente com a distribuição – a mais ampla possível – das informações que for capaz de recolher. Assim concentrando-se nas seguintes atividades:

1. Antecipação de mudança no mercado;

2. Antecipação de ações dos competidores;
3. Descobrimento de novos potenciais competitivos;
4. Deduções (implicações) obtidas pela análise de fracassos e sucessos dos outros;
5. Aumento do nível da qualidade de possíveis aquisições;
6. Conhecimento acerca de novas tecnologias, produtos e processos que podem afetar o negócio da empresa;
7. Conhecimento das mudanças políticas, legislativas ou regulatórias que podem afetar o negócio;
8. Avaliação da conveniência de entrar em novos negócios;
9. Estudo e análise das mudanças que se produzem na natureza própria da competição;
10. Efetuar análise situacional interna revisando operações correntes em ação na Empresa, para determinar o que realmente os executivos sabem acerca dos competidores e seus modus operandi;
11. Definir a orientação prioritária da IC que os executivos consideram necessária no momento específico;
12. Desenvolver atividades de contra-inteligência, de desinformação e de inteligência defensiva, já que os dados estruturados ou que não se podem obter pela IC podem ter grande importância para a segurança das atividades de operação da organização.
Espero ter contribuído para que você aproveite melhor estas ideias.
Referências:
SPENDOLINI, Michael. The Benchmarking book. New York: AMACOM, 1992, pp. 9-10
KAHANER, Harry. Competitive Intelligence. New York: Touchstone, 1996, pp. 37.
RODRIGUES, Leonel Cezar e RICCARDI, Riccardo. Inteligência Competitiva: nos negócios e organizações. Maringá: UNICORPORE, 2007, pp.112. 

Por: Alfredo Passos - http://www.administradores.com.br/