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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

terça-feira, 23 de setembro de 2014

10 Conceitos de Finanças para Pequenas Empresas

Sabemos que a vida de uma pequena empresa é bastante diferente daquela realidade retratada em livros deadministração, economia e contabilidade. Nem sempre os conceitos trazidos por eles ajudam na sua gestão ou nem sempre é fácil utilizá-los. 

Tratando-se de Finanças Corporativas, há algumas palavras chave que devemos ter sempre em mente, pois servem para acompanhar de perto e saber a sua situação financeira.


1. Custos e despesas: É fundamental saber separar custos de despesas e acompanhar de perto cada um. Os seus custos são aqueles investimentos relativos à produção dos bens ou serviços que a sua empresa fornece. As despesas são relacionadas com os gastos necessários à obtenção de receitas. Enquanto as despesas são de caráter mais geral, os custos podem ser atribuídos mais facilmente ao produto final. O que é custo em uma empresa, pode ser despesa em outra, por isso é necessário estar atento. Entender que estes valores são diferentes e devem ser tratados de forma distinta dá ao empresário a capacidade de perceber a eficiência da sua operação. Mais ainda, dá a possibilidade de entender onde ela pode ser melhorada, de forma a aumentar seu sucesso.



2. Formação de preços: Em geral a formação de preços de um produto ou serviço é resultado do lucro que se espera obter do custo operacional. Entretanto, outros fatores de mercado influenciam diretamente nesta decisão como, por exemplo, o nível de competição existente e as possibilidades de barganha pelos clientes e/ou fornecedores. Por isso, o pequeno empresário pode adotar estratégias diversas para fixar seus preços, que variam de preços por linhas de produto, preços competitivos ou preços distintos, por exemplo.



3. Fluxo de caixa: Permite ao administrador financeiro monitorar a entrada e saída de dinheiro durante determinado período. Por meio deste instrumento é possível acompanhar a evolução, equilíbrios ou desequilíbrios de recursos, assim como planejar medidas que assegurem o bom andamento da operação. 

4. Contas a pagar: Estas representam fonte de informação estrutural para o controle de caixa uma vez que controlam os compromissos financeiros já quitados e os que estão no período de vencimento. São organizados por ordem cronológica e sua disciplina reflete uma saúde financeira equilibrada. Auxilia também na determinação das prioridades contábeis do negócio.

5. Contas a receber: Estas informações também são vitais para o fluxo de caixa. As contas a receber demonstram não apenas o montante dos valores a receber como também é determinante para identificar os clientes que não pagam em dia e programar as cobranças, além de definir políticas de venda a prazo.

6. Controle de tributos: A gestão tributária e fiscal é outro ponto importante para as pequenas e micro empresas. Se sua empresa se enquadrar no sistema, é recomendável a adoção do SIMPLES (Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Micro e Pequenas Empresas). Abrangendo todos os impostos com a União, municípios, estados e distrito federal, o Simples é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos que facilita a vida do pequeno empreendedor. Os tributos representam uma parcela significativa das suas despesas, e devem ser sempre acompanhados de perto. O Simples é uma maneira de facilitar este processo.

7. Capital de giro: O capital de giro é outro conceito importante para a manutenção do fluxo de caixa. Também conhecido como ativo corrente é uma reserva de dinheiro destinada a manter a estrutura do negócio em operação, permitindo assim seu crescimento. O capital de giro pode ser levantado por meio do investimento dos sócios das empresas ou por meio de financiamento.

8. Controle de estoques: Independente da área de atuação de sua pequena empresa é preciso saber administrar os estoques e recursos materiais que fazem o negócio girar. O controle de estoque gerencia as entradas e saídas de insumos e matérias-primas utilizadas. Além disso, controla também os níveis de cada um dos itens, as datas de aquisição e a estrutura necessária para sua armazenagem. A má execução deste acompanhamento pode levar a problemas tanto no recebimento dos materiais que você precisa quanto na entrega do seu produto.

9. Administração de pessoal: A gestão dos recursos humanos de uma pequena empresa também é fundamental para o bom andamento dos negócios. É preciso registrar o número de profissionais contratados, os temporários e estagiários e ter de forma estruturada as despesas agregadas de pessoal, o que envolve cada salário, os encargos trabalhistas e eventuais contribuições extras. Além das questões relacionadas às finanças, irregularidades nesta área podem levar a pesadas multas e problemas com a justiça do trabalho.

10. Balanço patrimonial: Representa a posição contábil, econômica e financeira de uma empresa em data determinada. O balanço patrimonial está subdividido em ativos, que são bens e direitos, e passivos que são as obrigações financeiras do negócio. Seu resultado é obtido a partir do cálculo dos passivos somados aopatrimônio líquido da empresa.


E você sabe exatamente como está a saúde financeira da sua empresa? Conhece a posição de todos os itens no seu negócio? Tem dúvida em algum deles? Fale conosco, teremos prazer em ajudar.

Por: Edmilson Palermo Soares - http://www.artigos.com/

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