QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Vida ou Morte aos Nossos Negócios?

Não defendo e não concordo com a ideia simplista de que fazer o óbvio é suficiente para um bom resultado em negócios. Com certeza, por uma questão de boa lógica e não mera obviedade, não fazer o óbvio também não é saudável aos negócios.
Diante disto, facilmente  concluímos que precisamos fazer um óbvio bem feito e um “além do óbvio” excelente se quisermos ser competitivos
Assim, vamos refletir sobre algumas questões essenciais óbvias e não óbvias frequentemente esquecidas:
1) Lucratividade é função direta da qualidade do modelo de negócios e não apenas do modelo comercial. Ainda que nenhum de nós deva arcar com a ingenuidade de subestimar a importância do modelo comercial, uma grande maioria ainda superestima esta importância em detrimento de outras questões fundamentais de administração e marketing.
2) O modelo de negócios não se restringe ao planejamento estratégico que, mesmo sendo brilhante, frente a uma execução mediana (não devemos nem pensar em medíocre) não passa de um documento bem redigido. O modelo de negócios que não contempla em profundidade o impacto racional e emocional que causará nas pessoas (clientes, colaboradores, fornecedores, acionistas) sequer merece o nome de um modelo de negócios.
3) Atitudes que não agregam valor a todos os stakeholders envolvidos nos negócios, ainda que sejam uma prática comum e até “aceita” em determinados segmentos de negócios (praxis), são imediatistas e autocanibalistas. 
Modelos excessivamente comerciais que ainda praticam um sell in sem correspondente sell out, embora falem com orgulho de suas iniciativas, esquecem-se do que pregam a seus diretores, gerentes, supervisores e força comercial: o que conta é a qualidade do resultado!
Estes são apenas três tópicos para refletirmos juntos.
Não fazer o óbvio bem feito é um absurdo. Fazer apenas o óbvio, ainda que bem feito, é commoditização total. Como commoditização é a palavra sofisticada para definir suicídio empresarial, precisamos decidir com urgência: vida ou morte aos nossos negócios?
O pior tipo de suicídio em negócios é o que acontece tão lentamente que parece ser, apenas, uma leve anemia.
Se a medicina está sofrendo do mal da medicalização dos sintomas e esquecimento das causas, que o mesmo não ocorra em administração e marketing. A vida do “paciente” contém a vida de suas células que em negócios, somos nós!
É melhor agir como neurônios a agir como células epiteliais...
Fonte: Carlos Hilsdorf  /http://www.qualidadebrasil.com.br/

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