QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 30 de junho de 2014

A Velocidade das Mudanças

Você conhece a história da rã que foi colocada em um recipiente com água fria? 

A temperatura da água vai subindo aos poucos e ilustra exatamente o que acontece em uma infinidade de empresas. 

A rã só percebe que a água está muito quente quando já não tem mais condições de se salvar, e acaba morrendo no momento da fervura da água.

Qualquer semelhança com o ambiente corporativo é mera coincidência? 

Infelizmente, não. No mundo dos negócios, a maior parte das pessoas vai ignorando as condições que apontam a necessidade de mudar e, quando percebem, já não há mais tempo para reagir.

Apesar de muitos dos seres humanos saberem lidar com a mudança, o que preocupa, na verdade, é saber se estamos treinando as pessoas adequadamente para lidar com a velocidade da mudança. 

Agilidade, flexibilidade e velocidade são essenciais, principalmente porque sabemos que as mudanças não acontecem em 24 horas. A mudança é um programa intensivo de ação, necessária em altas doses para que seja bem-feita.

O reconhecimento da necessidade de mudança, freqüentemente, surge no nível da alta administração, mas o sinal de alerta pode vir dos clientes ou dos departamentos que começam a se sentir travados por um processo deteriorado ou problemas de produtividade. Qualquer que seja o ponto de partida do processo de mudança, é preciso que seja disseminado até abranger toda a empresa.

Contudo, há uma fase preliminar que consiste em preparar um relatório, defendendo a transformação proposta e demonstrando a sua necessidade e vantagens. É um bom começo para defender as suas idéias e começar a conquistar o envolvimento das pessoas. Nessa fase, deve-se elaborar a visão e comunicá-la adequadamente a todos os membros da empresa. Convide-os a participar de projeto de forma concreta e criativa. Lembre-se de que preparar a empresa para o que virá é construir o contexto de mudança.

Apresente razões sólidas, argumentação precisa, clara, fundamentada e convincente.

A Price Waterhouse publicou um estudo no qual mostra que o maior obstáculo para a mudança é o argumento de que a empresa não está preparada para ela. Não caia nessa armadilha! Conte às pessoas o que vai dizer, diga e depois explique o que disse. Mesmo que a mensagem central permaneça inalterada, os detalhes do projeto devem ser modificados, caso você não o atualize constantemente. Mantenha a comunicação sempre ativa e controle a sua eficácia durante todo o tempo.

Dizer que existe uma receita de bolo para aplicar para os projetos de mudança é algo bem equivocado, uma vez que cada mudança traz consigo uma situação específica e singular. O que existe, segundo o estudo apresentado pela Price Waterhouse, é um conjunto de princípios que podem servir de base propulsora para a inspiração no momento de mudar. Acompanhe o checklist a seguir!

Checklist dos princípios básicos da mudança:
  • Enfrentar a realidade.Agir sempre junto a estratégia.
  • Exigir comando firme.Estabelecer um clima de mudança.
  • Dar informações convincentes.
  • Fazer do cliente mola-mestra da mudança.
  • Conhecer pessoas estratégicas.
  • Comunicar-se continuamente.
  • Reformular o sistema de medidas.
  • Utilizar todos os recursos.
  • Ser audacioso.
  • Aproveitar a diversidade de recursos.
  • Desenvolver novas capacidades na empresa.
  • Planejar.
  • Promover a integração de iniciativas.
Fonte:Alessandra Assad - http://www.qualidadebrasil.com.br/

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