QUEM SOU EU

Minha foto

Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sexta-feira, 2 de maio de 2014

EmpreSabilidade

A empregabilidade da empresa. A dimensão holística da Gestão Empresarial

O conceito de Empregabilidade vem sendo disseminado já faz um bom tempo, ao contrário da Empresabilidade.

Entende-se por Empregabilidade a busca constante do desenvolvimento de competências, para buscar ou manter um emprego atrativo.

Empresabilidade é geralmente entendida como a capacidade das empresas de desenvolver e utilizar as competências intelectuais e técnicas de seus membros, para sustentar um posicionamento diferenciado no mercado.

Quero aqui sugerir de enxergar o assunto Empresabilidade sob uma dimensão holística de Gestão Empresarial; ou seja, a capacidade da empresa de atrair potenciais, clientes, fornecedores, comunidades e, consequentemente, investidores, os chamados stakeholders; os públicos que lidam com a empresa no dia-a-dia; é aqui que se invertem os pólos: a pergunta não é (apenas),o que o profissional deve fazer para ser empregável, mas (também) o que a empresa precisa fazer para se tornar empresável perante o público acima.

Partimos da premissa de que a Gestão Empresarial, além da atração e retenção de talentos e líderes, engloba também as dimensões (1) a satisfação dos clientes “A” que perfazem 80% da sua receita, (2) a qualificação por fornecedores parceiros e (3) a busca de investidores potentes.

Em outras palavras, a empresa pretende se tornar uma opção preferida para fazer negócio com ela, ser “empregada” pelos players acima, mas nem sempre sabe como suceder nesta missão.

Porque não despertar na empresa a coragem de ampliar o raio da Gestão Empresarial na condução de seu negócio através das seguintes cadeias de valor: 

1. Ousar (metas) – envolver (gente) – mover (mudanças e horizontes)
2. Propósito (Clareza) – pessoa (networking) – processo (canalização de recursos)
3. Competência (saber aprender) – atitude (querer aplicar) – postura (fazer acontecer)
4. Conhecimento (multicultural) – experiência ( internacional ) – sabedoria ( pessoal ).

As cadeias evolutivas acima  da Gestão Empresarial sugerem que o aprendizado contínuo se torne um hábito organizacional, necessário para alcançar o objetivo maior: crescer e expandir – com rentabilidade, de forma sustentável.

O grau de exigência que as empresas demonstram com relação a sua empresabilidade estimula os players do mercado a jogar no time dela. Os proprietários da empresabilidade (empresas “empregáveis”) estão “com a faca e o queijo na mão”.

Ser percebido – conhecido – reconhecido e recompensado como sendo diferente – não sendo “apenas mais 1”, no entanto, requer que a Gestão Empresarial adote atitudes para tornar-se ou manter-se viáveis – na percepção dos seus stakeholders(!). 

O desenvolvimento das respectivas atitudes tem sua âncora na formulação da visão de Futuro através de um Plano de Negócios  (Business Plan), que por sua vez deve ser alimentado pela Gestão do Conhecimento (knowledge management) pergunta: como vamos ganhar dinheiro com aquilo que conhecemos e que descentraliza a gestão através da criação de unidades de negócios (profit centers). Um comportamento que estimula as pessoas através de delegação de poderes(empowerment) e zela pela transparência com os colaboradores (endomarketing).

A empresa dos tempos atuais deve se entender como sendo a responsável por sua carreira através de uma Gestão Empresarial multidimensional que cria suas competências e seus comportamentos de tal forma que possa multiplicar seu potencial produtivo no seu  negócio central ( core business ).

Uma tarefa que se torna mais fácil  na medida em que a Alta Direção identifique com qual time vai jogar, quais clientes vai servir, de quais fornecedores vai comprar e quais investidores vai atrair.

Resta lembrar que a Empresabilidade engloba a dimensão Comunidade, onde a empresa está inserida; nasce aqui a razão para combinar decisões empresariais, de cunho econômico-financeiro, com ações de responsabilidade sócio-ambiental.

Fecha se assim o “clube” dos  stakeholders da empresa: Pessoal – Cliente – Fornecedor – Investidor – Comunidade.

Para você, leitor, queria contribuir para desmistificar a Empresabilidade, a empregabilidade da empresa; uma missão difícil, mas não impossível; espero que este artigo sirva para despertar seu interesse nesta tarefa de modernização da Gestão Empresarial, tanto desafiadora como fascinante.

Por: 
Werner Kugelmeier
Consultor Empresarial
http://www.gestaoempresarial.adm.br/artigos_sobre_gestao_empresarial.asp

Nenhum comentário:

Postar um comentário