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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 12 de maio de 2014

5 Ladrões que Furtam a Produtividade da sua Equipe

Quem nunca passou um dia inteiro sentado no computador sem fazer nada que estava na agenda que jogue a primeira pedra. O tempo não é algo fácil de gerir, especialmente quando é a produtividade da sua equipe que está em jogo. 


Fernando Serra é diretor acadêmico do HSM e especialista em gestão do tempo. Para ele, o ambiente de trabalho tem de ser sempre um retrato claro de como a empresa espera que os funcionários se relacionem. “Projetar o ambiente de trabalho significa aproximar a equipe e conecta-los com os objetivos da empresa”, diz.



No entanto, além de criar ou diminuir a proximidade entre os funcionários, alguns detalhes no ambiente de trabalho e na gestão de pessoas podem acabar funcionando com ladrões de produtividade. 


Da tecnologia até o posicionamento das mesas, veja os cinco itens que Serra aponta como os verdadeiros ladrões do seu tempo.



1. Tecnologia e o poder de desconcentração



Segundo Serra, o principal ladrão da produtividade é a tecnologia. “A questão é o conjunto de aparelhos que desviam a atenção”, diz. As redes sociais no celular, o e-mail chegando a todo momento e o incansável Whatsapp acabam ameaçando até os mais disciplinados. “Chega a tomar um total de duas horas do horário dos empregados.”



2. O fim das baias pode ser um vilão



O open space está na moda: empresas de todos os tamanhos se gabam de ter acabado com as baias. No entanto, para Serra, é preciso que o público interno tenha maturidade suficiente para trabalhar em um ambiente como esse. “Essa formatação pode ser boa para muitas coisas, mas o bate-papo fora de horário acaba sendo frequente. Nosso problema é cultural”, diz.



3. Uma pausa para o café



Os espaços para reuniões informais são fundamentais para conversas mais rápidas que acabam exigindo menos formalidade que uma sala de reunião e mais privacidade que o escritório.



4. Não abandone as salas



Ter o espaço do cafezinho não significa que as salas de reunião devem ser abandonadas. Segundo Serra, é fundamental que as empresas contem com espaço para que os conflitos aconteçam. “Há coisas que não podem acontecer em público”, diz Serra, mencionando ameaças que podem prejudicar a produtividade até de quem não tem nada a ver com a briga.



5. Home office não é para todos



Não é porque nos Estados Unidos a onda do momento é mandar todo mundo trabalhar em casa que o modelo vai funcionar com perfeição por aqui. Segundo Serra, a cultura da equipe deve ser, novamente, fator central nessa decisão. “É preciso observar se há maturidade para administrar o trabalho com o mesmo cuidado e da mesma forma.”


Por Bárbara Ladeia - http://www.fbde.com.br/

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