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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Contratos Trabalhistas Devem Ser Feitos Com Transparência


Quebra de confiança leva à perda de talentos.


Na era da comunicação digital em tempo real o ruído nas comunicações interpessoais continua causando estragos e levando empresas a perder talentos e competitividade. 

Mal-entendidos geram expectativas que não são serão atendidas e isso pode levar a uma quebra de confiança. E depois que isso acontece, dificilmente o bom clima será recuperado. 



De acordo com a especialista em gestão de pessoas e diretora da AB Consultores Associados, Sofia Couto, existe um "contrato psicológico" que é construído nas relações diárias. "Desde a entrevista de emprego o colaborador passa a entender as expectativas que a empresa tem sobre ele.  trabalho da liderança sinalizar todo o tempo o que a organização espera como atitudes e resultados. Isso deve ser feito com transparência e o líder deve também saber ouvir o colaborador", explica Sofia Couto. 


Para a especialista, também é papel do colaborador buscar a comunicação. Ele deve se empenhar para informar ao líder seus anseios e necessidades. Quem não diz o que sente pode indicar estar satisfeito e perder boas oportunidades de novos desafios e de crescimento. 

Além dos canais formais de comunicação, os dois lados devem estar atentos à importância de um contato individualizado. "A comunicação precisa ser clara e objetiva.  função do gestor verificar se a mensagem foi compreendida. Não basta apenas dizer, é preciso ter certeza que o outro entendeu. Em momentos críticos como fusões, encerramento ou lançamento de novos negócios, por exemplo, esse monitoramento deve ser feito ainda com mais atenção", destaca a diretora. 

Outro ponto sensível é a comunicação informal que, quando fora de controle, se transforma na popular "rádio-peão". O dia a dia está nas mãos do gestor, mas a política de comunicação está nas mãos da organização. "A empresa não pode estabelecer metas que não tem condições de cumprir. O que as pessoas chamam de "mudar a regra no meio do jogo" é uma atitude que leva, irremediavelmente, à quebra de confiança. Temos assistido empresas perdendo talentos por causa disso e nesses tempos de carência de mão de obra qualificada isso é um grande erro. Não existe dúvida de que aquele talento será facilmente aproveitado pela concorrência", alerta. 

Erros - Muitos gestores incorrem em erro quando questionados em pontos sobre os quais não podem ou não têm informações completas para falar. "A receita é transparência. O gestor precisa ser uma fonte confiável. Ele só precisa deixar claro porque não pode responder. Algumas coisas não podem ser ditas, outras são informações de fronteira e não é demérito não saber uma informação, desde que isso fique claro." 

Outro erro ainda comum é usar a informações como alavanca de poder. Usar informações para criar expectativas e fomentar a competição interna é uma política de fôlego curto. "Rapidamente, as pessoas percebem quando existe uma mentira e depois da confiança quebrada tudo pode ser levado pelo pior lado. Existe também a questão ética que deve ser observada. O contrato psicológico é extremamente importante porque nele estão a confiança e a liberdade", completa. 
Fonte: Sofia Couto - Diário do Comércio - MG - Belo Horizonte/MG

Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br 

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