QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 30 de abril de 2014

A Administração: Uma Ciência Social Aplicada

O rosto na escultura é a extração do excesso que há na matéria. O rosto já estava ali para o artista. 
Assim é a organização para o Administrador: arte e técnica, vivência e ciência. A organização carece ser lapidada de tempos em tempos. 
A organização é processo, com insumos, transformações e exsumos. É cíclica. É viva, portanto é vida em processo. A racionalização de seus recursos é a extração de seus excessos. É a eficiência ou produtividade. E essa é a essência da administração, ser sustentável no sentido de propiciar maior eficácia ou produção e mais acesso aos serviços e bens de consumo às pessoas, por conseguinte, melhor qualidade de vida, mantendo a competitividade do setor produtivo e o equilíbrio do estado (através da organização, seu maior objeto).
Hoje, são 16 milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza, num país que passou da 53ª. (2011) para a 48ª. (2012) posição entre as nações mais competitivas, segundo o Relatório Global de Competitividade, divulgado no Fórum Econômico Mundial, neste 05/09/12. 
A isso não se credita, necessariamente, a evolução da economia, mas que as condições gerais para um crescimento igualitário estão sendo promovidas no Brasil. E qual é a contradição?! 
No ranking de competitividade, as condições que ajudaram nessa “melhora” foram o ambiente macroeconômico, a eficiência no mercado de bens, a eficiência no mercado de trabalho, a prontidão tecnológica e o tamanho do mercado. No entanto, as instituições, a infraestrutura, a saúde e educação primária, a educação superior e capacitação, o desempenho do mercado financeiro, a sofisticação dos negócios e a inovação, que são indicadores de sustentabilidade, exatamente onde mais se precisa da interveniência da administração, “pioraram”. 
Qualquer profissão que se preze e país que respeite seus cidadãos exigem a qualificação de seus profissionais. Se de nível superior, melhor! Bem, mas para gerenciar no Brasil, tanto faz ter diploma ou não ter. Nem mesmo de Administração. Distorção! Mas e a sociedade, como fica? O diploma não é mera reserva de mercado. Não é em nenhuma profissão! Diploma é –  via de regra – segurança social e credibilidade no serviço contratado ou produto adquirido. De resto é miopia.
A revolução das mulheres nas últimas décadas prova isso. Antes senhoras donas de casa, prestadoras de serviços domésticos, professoras primárias e secretárias, hoje se expandiram em profissões como manicures, cabeleireiras, caixas de supermercados, secretárias executivas, caixas de bancos, gerentes, empresárias, consultoras, professoras universitárias, reitoras e presidentes. 
Tudo através da qualificação ou diploma. Depreende-se que na gestão seja imprescindível a qualificação na ciência da Administração: Administrador ou Tecnólogo em Área de Administração.  
A Administração é dinâmica, interagente, cíclica e flexível. Mas tem propósitos específicos, mensuráveis, atingíveis, razoáveis e temporais. A Administração é catalisadora dos subsistemas organizacionais, mas não reduzida à sistêmica interna. 
A Administração transcende! É holística no sentido de compreender a interação e resolutividade desses microssistemas e as suas relações com o ambiente externo: sociedade, formadores de opinião, fornecedores, consumidores, governo e sua própria sustentabilidade. Destarte, a Administração desenvolve tecnologias de gestão afetas às empresas e organismos públicos, sobretudo, no tocante ao aumento da riqueza e da equidade na apropriação dos seus excedentes, podendo reduzir as disparidades socioeconômicas e ambientais, tão propaladas. 
A Administração aos militantes profissionais da ciência da Administração. Ao exercício da Administração, o diploma.         
Por Adm. Carlos Augusto Matos de Carvalho * Administrador. Conselheiro do Conselho Federal de Administração. Professor (UFRR e UERR)  

terça-feira, 29 de abril de 2014

Que Tal Promover um Brainstorming?


Sabemos que as mudanças no cenário mundial e local estão acontecendo o tempo inteiro, mal implantamos algo em nossa empresa e vem o mercado e dita outro rumo. 

Em momentos como esse é preciso tomar atitudes corajosas e ousadas  para não perder espaço.

Considerando isso, promover um Brainstorming (tempestade de ideias) é uma ação louvável para que sua empresa tome as devidas providências para não cair no marasmo-esquecimento dos seus clientes. 
  • Brainstorming é uma ferramenta altamente versátil que usa a criatividade de um grupo para gerar um grande volume de ideias para um projeto ou para solucionar problemas.
  • Brainstorming tem uma enorme quantidade de aplicações dentro de planejamentos de projetos e na solução de problemas.

E para que essa ferramenta tenha um valor real para sua empresa é o ideal é:
  • Que as dicas e ideias apresentadas sejam anotadas, por exemplo, num flip-chart ou quadro para que todos possam vê-las.
  • Que cada membro dê uma ideia por vez.
  • Registrar todas as ideias sem preconceito.
  • Que todos participem e que ninguém fique de fora.
  • Ter paciência quando as ideias solicitadas não saiam com certa rapidez.
  • E por último encorajar e incentivar os participantes de forma bem humorada  e profissional para que no final todos saiam ganhando com as ideias apresentadas.

Você que é líder de alguma forma na sua empresa, promova o quanto antes um Brainstorming e colha os melhores resultados possíveis para que todos possam ter sempre um rumo a seguir.



Fonte: Eugênio Sales Queiroz - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A Volta da Inflação

No ano em que o Plano Real comemora seu aniversário de duas décadas, constatamos que a inflação inercial, infelizmente, está de volta ao Brasil.


A série histórica recente comprova que não temos conseguido ficar no centro da meta. 

Em verdade, os últimos dados indicam que possivelmente iremos superar o teto estabelecido de 6,5% ao ano ainda em 2014. Isso poderá ser evitado mediante a amarga elevação da taxa de juros, com impactos sobre o já pífio crescimento do PIB (além de atrair capital estrangeiro meramente especulativo). Ou o uso de subterfúgios, como por exemplo, postergar para janeiro o reajuste de tarifas públicas e do preço dos combustíveis.
Talvez você não saiba, mas a inflação brasileira entre 1965 e 1994, ou seja, no período compreendido entre o Golpe Militar e o Plano Real, atingiu a impressionante marca de 1,1 quatrilhão por cento! 

Os jovens das gerações Y e Z não vivenciaram os impactos da superinflação brasileira. Assim, sequer conseguem imaginar o que significa, na prática, inflação diária de quase 3%. 

Tempos de “overnight”, aplicação financeira automática oferecida pelos bancos para amenizar a depreciação do capital. 

Tempos de “gatilho salarial”, reajuste aplicado aos salários quando a inflação acumulada atingia o patamar de 20%. Tempos de sucessivos e mal sucedidos “pacotes econômicos”.
A inflação é um mal sinistro e de braços longos. Ela atinge a todos, mas é particularmente perversa com os mais pobres, que têm seu poder aquisitivo reduzido e dispõem de poucos recursos para autodefesa. 

No longo prazo, ela mina a capacidade de gerenciamento e planejamento, pois passa a ser primordial aproveitar o momento: ou você compra hoje, ou pagará mais caro amanhã. Assim, restringe o horizonte de pessoas, empresas e toda uma nação.
Neste momento, preocupa-me o tratamento que tem sido dado à questão inflacionária. 

A persistir a inépcia das autoridades, corremos o risco de recrudescer nas conquistas proporcionadas pela estabilidade econômica dos últimos vinte anos. 

E o grande fantasma atende pelo nome de indexação – o reajuste automático de preços com base na inflação passada, gerando a inflação inercial a que me referi no início do texto. 

Neste estágio, os índices passam a ser persistentemente crescentes e o final desta história, lamentavelmente, nós já conhecemos.



Fonte: Tom Coelho - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sábado, 26 de abril de 2014

FOBIAS de A a Z ....LISTA DE MEDOS ... Parte 02 (E a H)

FOBIAS de E a H
E -
Eclesiofobia - medo de igreja
Ecofobia - medo de casa
Eicofobia ou oiquofobia - medo da casa do vizinho
Eisoptrofobia - medo de espelhos ou de se ver no espelho
Electrofobia - medo de eletricidade
Eleuterofobia - medo da liberdade
Elurofobia - medo de gatos (ailurofobia)
Emetofobia - medo de vomitar
Enetofobia - medo de alfinete (ou coisas parecidas)
Enoclofobia - medo de multidão
Enosiofobia ou enissofobia - medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável Entomofobia - medo de insetos
Eosofobia - medo do amanhecer ou luz do dia
Epistaxiofobia - medo de sangrar o nariz
Epistemofobia - medo do conhecimento
Equinofobia - medo de cavalos
Eremofobia - medo de ficar só
Ereutrofobia - medo de ficar vermelho
Ergasiofobia - medo de trabalhar ou de operar (cirurgião)
Ergofobia - medo do trabalho
Eritrofobia, eritofobia ou ereutofobia - medo de luz vermelha ou do vermelho
Erotofobia - medo de amor (sexual) ou questões relacionado ao sexo
Escabiofobia - medo de sarna
Escatofobia - medo de matéria fecal
Escelerofobia - medo de homem mau
Esciofobia ou esciafobia - medo de sombras
Escolafobia – medo de escola
Escolecifobia - medo de vermes
Escopofobia ou escoptofobia - medo de estar sendo olhado
Escotomafobia - medo de cegueira
Escotofobia - medo de escuro
Escriptofobia - medo de escrever em publico
Esfecsofobia - medo de marimbondos
Espectrofobia - medo de fantasmas ou espectros
Espermatofobia ou espermofobia - medo de sêmen
Estasibasifobia ou estasifobia - medo de ficar de pé ou andar (ambulofobia)
Estaurofobia - medo de cruz ou crucifixo
Estenofobia - medo de lugares ou coisas estreitas
Estigiofobia - medo do inferno
Eufobia - medo de ouvir boas novas
Eurotofobia - medo da genitália feminina
F -
Fagofobia - medo de engolir ou de comer
Falacrofobia - medo de tornar-se careca
Falofobia - medo do pênis (principalmente quando fica ereto)
Farmacofobia - medo de tomar remédios
Fasmofobia - medo de fantasmas
Febrifobia, fibrifobia ou fibriofobia - medo de febre
Fengofobia - medo da luz do dia ou nascer do sol
Felinofobia - medo de gatos (ailurofobia, elurofobia, galeofobia, gatofobia)
Filemafobia ou filematofobia - medo de beijar
Filofobia - medo de enamorar
Filosofobia - medo de filosofia
Fobia Social - medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente)
Fobofobia - medo de fobias
Fonofobia - medo de barulhos ou vozes ou da própria voz; de telefone
Fotoaugliafobia - medo de luzes muito brilhantes
Fotofobia - medo de luz
Francofobia - medo da França, cultura francesa (galofobia, galiofobia)
Frigofobia - medo do frio, coisas frias
Fronemofobia - medo de pensar
Ftisiofobia - medo de tuberculose
G -
Galeofobia ou gatofobia - medo de gatos
Gamofobia - medo de casar
Gefirofobia, gefidrofobia ou gefisrofobia - medo de cruzar pontes
Geliofobia - medo de rir
Geniofobia - medo de manter a cabeça erguida
Genofobia - medo de sexo
Genufobia - medo de joelho(s)
Gerascofobia - medo de envelhecer
Gerontofobia - medo de pessoas idosas
Geumafobia ou geumofobia - medo de sabores
Gimnofobia - medo de nudez
Ginefobia ou ginofobia - medo de mulheres
Glossofobia - medo de falar ou tentar falar em publico
Gnosiofobia - medo do conhecimento
Grafofobia - medo de escrever ou escrever a mão
H –
Hadefobia - medo do inverno
Hagiofobia - medo de santos ou coisas santas
Hamartofobia - medo de pecar (pecados)
Hafefobia ou haptefobia - medo de estar sendo tocado
Harpaxofobia - medo de estar sendo roubado
Hedonofobia - medo de sentir prazer
Heliofobia - medo do sol
Helenologofobia - medo de termos gregos ou terminologia cientifica
Helmintofobia - medo de estar infestado com vermes
Hemofobia, hemafobia ou hematofobia - medo de sangue
Heresifobia ou hereiofobia - medo de desafiar a doutrina oficial (governo)
Herpetofobia - medo de répteis ou coisa que arrastam
Heterofobia - medo do sexo oposto (sexofobia)
Hidrargiofobia - medo de medicamentos mercuriais
Hidrofobia - medo de água
Hidrofobofobia - medo de raiva (doença)
Hielofobia ou hialofobia - medo de vidro
Hierofobia - medo de padres ou coisas sacras
Higrofobia - medo de líquidos ou umidade
Hilefobia - medo de materialismo ou de epilepsia
Hilofobia - medo de florestas
Hipengiofobia ou hipegiafobia - medo de responsabilidade
Hipnofobia - medo de dormir ou ser hipnotizado
Hipofobia - medo de casas
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia - medo de palavras grandes
Hipsifobia - medo de altura
Hobofobia - medo de bêbados ou mendigos
Hodofobia - medo de atravessar estradas
Hormefobia - medo de ficar abalado ou chocado
Homiclofobia - medo de neblina
Homilofobia - medo de sermões
Hominofobia - medo de homens
Homofobia - medo de homosexualidade ou se tornar homosexual
Hoplofobia - medo de armas de fogo

Por: www.nacional.edu.br/palestras/material_medos_qb-e-jp_05.doc

sexta-feira, 25 de abril de 2014

FOBIAS de A a Z ....LISTA DE MEDOS... Parte 01 (A a D)

Fobias de A a D
A -
Ablutofobia - medo de tomar banho
Acarofobia - medo de coceira ou de insetos que causam coceira
Acerofobia - medo de coisas ácidas
Acluofobia - medo de escuro ou escuridão
Acrofobia - medo de altura
Acusticofobia - medo de barulho
Aerofobia - medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas
Aeroacrofobia - medo de lugar aberto e alto
Aeronausifobia - medo de vomitar (quando viaja de avião)
Agliofobia - medo de dor
Afefobia - medo de ser tocado
Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos (mercados, shopping, supermercados) ou deixar lugar seguro
Agrafobia - medo de abuso sexual
Agrizoofobia - medo de animais selvagens
Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas
Aicmofobia - medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos
Ailurofobia - medo de gatos
Albuminurofobia - medo de doença renal
Algifobia - medo de dor
Aliumfobia - medo de alho
Alodoxafobia - medo de opiniões
Altofobia - medo de alturas
Amatofobia - medo de poeiras
Amaxofobia - medo de dirigir carros
Ambulofobia - medo de andar
Amnesifobia - medo de amnésia
Amicofobia - medo de coçar
Anablefobia - medo de olhar para cima
Ancraofobia ou anemofobia - medo de ventos
Androfobia - medo de homens
Anemofobia - medo de ventos
Anginofobia - medo de engasgar
Anglofobia - medo da Inglaterra, cultura inglesa, etc.
Angrofobia – medo de tornar-se raivoso
Anquilofobia - medo da imobilidade das juntas
Antropofobia - medo de pessoas ou da sociedade
Antlofobia - medo de enchentes
Anuptafobia - medo de ficar solteiro (a)
Apeirofobia - medo de infinito
Apifobia - medo de abelhas
Apotemnofobia - medo de pessoas amputadas
Aracnefobia ou aracnofobia - medo de aranhas
Aritmofobia - medo de números
Arrenfobia - medo de homens
Assimetrofobia - medo de coisas assimétricas
Astenofobia - medo de desmaiar ou ter fraqueza
Astrafobia ou astrapofobia - medo de trovões e relâmpagos
Astrofobia - medo de estrelas e céu
Ataxiofobia - medo de ataxia (descoordenação muscular)
Ataxofobia - medo de desleixo
Atazagorafobia - medo de ficar esquecido ou ignorado
Atelofobia - medo de imperfeições
Atefobia - medo de ruínas
Atomosofobia - medo de explosões atômicas
Atiquifobia - medo do fracasso
Aurofobia - medo de ouro
Autodisomofobia - medo de alguém com cheiro horrível
Autofobia - Medo de ficar só ou sozinho
Automatonofobia - medo de boneco do ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível)
Automisofobia - Medo de ficar sujo
Aviofobia ou aviatofobia - Medo de voar de avião
B -
Bacilofobia - medo de micróbios
Bacteriofobia - medo de bactéria
Balistofobia - medo de mísseis
Basofobia ou basifobia - medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé)
Batofobia - medo de profundidade
Batonofobia - medo de plantas
Batofobia - medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos
Batracnofobia - medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs, etc.)
Belonefobia - medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia)
Bibliofobia - medo de livros
Blennofobia - medo de limo ou coisas viscosas
Bromidrosifobia ou bromidrofobia - medo do cheiro do corpo
Brontofobia - medo de trovões e relâmpagos
Bufonofobia - medo de sapos
C -
Cacofobia - medo de feiura
Cacorrafiofobia - medo de fracasso ou falhar
Caetofobia - medo de cabelo
Cainofobia ou cainotofobia - medo de novidades
Caliginefobia - medo de mulher bonita
Cancerofobia - medo de câncer
Cardiofobia - medo de coração
Carnofobia - medo de carne
Catagelofobia - medo do ridículo (estar ou ser)
Catapedafobia - medo de saltar de lugares baixos ou altos
Catisofobia - medo de sentar em baixo
Catoptrofobia - medo de espelhos
Cenofobia ou centofobia - medo de novas coisas ou idéias
Ciberfobia - medo de computadores ou trabalhar com computador
Cibofobia, citofobia ou citiofobia - Medo de comida
Ciclofobia - medo de bicicleta
Cimofobia - medo de ondas ou de movimentos parecidos com ondas
Cinetofobia ou cinesofobia - medo de movimento
Cinofobia - medo de cães
Cipridofobia, ciprifobia, ciprianofobia, ou ciprinofobia - medo de prostitutas ou doença venéreas
Cleptofobia - medo de ser roubado
Ceraunofobia - medo de trovão
Coinonifobia - medo de quartos
Colpofobia - medo de genitais (particularmente o feminino)
Copofobia - medo da fadiga
Corofobia - medo de dançar
Coniofobia - medo de poeira (amatofobia)
Colerofobia - medo da cólera (infecção bacteriana)
Cosmicofobia - medo de fenômenos cósmicos
Crometofobia ou crematofobia - medo de dinheiro
Cromofobia ou cromatofobia - medo de cores
Cronofobia - medo do tempo
Cronomentrofobia - medo de relógios
Claustrofobia - medo de espaços confinados
Cleitrofobia ou cleisiofobia - medo de ficar trancado em lugares fechados
Cleptofobia - medo de ser roubado
Climacofobia - medo de degraus (subir ou cair de degraus)
Clinofobia - medo de ir para cama
Clitrofobia ou cleitrofobia - medo de ficar fechado
Cnidofobia - medo de cordas
Cometofobia - medo de cometas
Coimetrofobia - medo de cemitérios
Coitofobia - medo de trepar (fornicar)
Contreltofobia - medo de abuso sexual
Coprastasofobia - medo de constipação (intestino preso)
Coprofobia - medo de fezes
Coulrofobia - medo de palhaços
Cremnofobia - medo de precipícios
Criofobia - medo de frio intenso, gelo ou congelamento
Cristalofobia - medo de cristais ou vidros
D -
Decidofobia - medo de tomar decisões
Defecaloesiofobia - medo de movimentos intestinais dolorosos
Deipnofobia - medo de jantar e conversas do jantar
Dementofobia - medo de insanidade
Demonofobia ou demonofobia - medo de demônios
Demofobia - medo de multidão (Agorafobia)
Dendrofobia - medo de árvores
Dentofobia - medo de dentistas
Dermatofobia - medo de lesões de pele
Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia - medo de doenças de pele
Dextrofobia - medo de objetos do lado direito do corpo
Diabetofobia - medo de diabetes
Didasqualeinofobia - medo de ir a escola
Diquefobia - medo de justiça
Dinofobia - medo de vertigens ou redemoinho
Diplofobia - medo de visão dupla
Dipsofobia - medo de beber
Disabiliofobia - medo de se vestir na frente de alguém
Dismorfofobia - medo de deformidade
Distiquifobia - medo de acidentes
Domatofobia ou oiquofobia - Medo de casas ou estar em casa
Dorafobia - medo de pele de animais
Dromofobia - medo de cruzar ruas


Por: www.nacional.edu.br/palestras/material_medos_qb-e-jp_05.doc

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A Geração Videogame

Dias atrás estava ministrando um curso para líderes operacionais de uma indústria e fui surpreendido pelo jovem participante que ao longo das dinâmicas de grupo sempre perguntava: “O que nós vamos ganhar de você se cumprirmos esta tarefa?”

De tanto ouvir a mesma pergunta uma outra pessoa ironizou no segundo dia do evento: “Wellington, fica tranquilo! Ele é da ‘geração videogame’".

Assim como nos jogos de computador, é comum encontrarmos profissionais que esperam ser recompensados sempre. Gente que anseia conquistar pontos, arrecadar moedas, ganhar bônus e acumular poderes igualzinho a um avatar, mesmo que ainda não tenham produzido algo memorável ou cumprido uma missão maior.

E a recompensa que estas pessoas esperam geralmente não é material; pelo contrário. Segundo uma recente pesquisa realizada com jovens profissionais brasileiros, os elogios são o fator que mais motiva a geração Y no dia a dia, seguido pelas perspectivas de crescimento na empresa aonde trabalham.

Um problemão e tanto para as empresas administrarem, afinal a visão de mundo das gerações anteriores é bem diferente: “Se você executou o seu trabalho da forma com que combinamos, não fez nada mais do que a sua obrigação! Por que tenho de elogiá-lo?”

A geração videogame infelizmente não foi preparada para lidar com a frustração e a indiferença do outro. Desde a infância, com os pais trabalhando fora durante o dia, eles logo aprenderam que esta distância forçada tinha o seu lado bom: presentes, dengos e tudo mais que pudesse servir como forma de compensação.

Na escola, só o fato de ficarem quietinhos em sala já era suficiente para receberem um ponto de conceito e se por acaso tirassem uma nota baixa, era só pedir uma prova substitutiva ou então criar um abaixo-assinado para derrubar o professor. Ou seja, cresceram sem ter de lidar com o fracasso.

Agora, com MBA numa universidade de renome, estão apenas reproduzindo o jogo que aprenderam ao longo de suas vidas e exigindo os mesmos ganhos que sempre obtiveram lá atrás. Mas como a competição tem ficado cada vez mais difícil e cansativa, é comum que optem por abortar a partida atual e iniciar outra para tentar passar de fase logo.

É por isto que a geração videogame troca de empresa a toda hora, permanecendo numa companhia por exatos dois anos e dois meses, em média. Resultado: quem possui este perfil descobre aos 35 anos de idade que não construiu uma carreira simplesmente porque ainda lhe falta experiência. Aquela velha história: a pessoa passou por várias empresas, mas jamais aguardou o tempo necessário para que as empresas passassem por ela.

Essa discussão me faz lembrar uma das cenas do filme “O Diabo Veste Prada”, na qual a personagem Andrea, recém-contratada por uma revista de moda, escuta a chefe Miranda dizendo que ela já é a maior decepção profissional da sua vida. Chorando, Andrea vai até Nigel, diretor de arte da revista, e diz que não entende porque Miranda a odeia em tão pouco tempo e não reconhece seu esforço e dedicação.

Sem pestanejar Nigel sugere a Andrea que desista do emprego se está descontente e destaca que encontra outra pessoa para o cargo em cinco minutos. Ela responde que não pretende abandonar o trabalho, quer apenas um pouco de reconhecimento..

E agindo como um mentor, ele a faz cair na real. Lembra que ela se contenta em lamentar em vez de compreender a responsabilidade do papel que exerce e o peso que Miranda carrega nas costas ao dirigir uma revista que materializa o sonho de muitas pessoas que vivem para isso. Por fim, Nigel ainda lembra: “Muitas pessoas morreriam por este trabalho que você desdenha e ainda quer saber por que ela não beija a sua testa ou não dá uma estrelinha por uma tarefa feita ao final do dia? Acorda, querida!”

Depois desse chacoalhão Andrea se reposiciona e conquista o seu espaço na empresa. É verdade que mais adiante ela desiste do trabalho, mas não por um capricho e sim porque amadureceu o suficiente para saber o que queria e o que não queria em seus próximos anos da carreira.

Fonte: Wellington Moreira  http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 22 de abril de 2014

Os Novos Rumos do Empowerment

Por Que Motivo Muitos Gerentes Não Delegam Autoridade a Seus Funcionários? 

A principal razão pela qual muitos Gerentes não delegam autoridade a seus funcionários é porque eles temem perder o controle da situação e, para eles, perder o controle significa perder o poder.

De fato, muitos gestores perdem o controle quando delegam autoridade a seus colaboradores, muito mais por não fazerem um acompanhamento de perto do que por qualquer outro motivo. 

Eles acabam se aborrecendo e decidem – por via das dúvidas – manter a autoridade em suas próprias mãos.

A delegação de autoridade sempre envolverá algum risco e, para vários estudiosos, a delegação e o controle devem sempre caminhar “de mãos dadas”.

O Gerente moderno deverá minimizar esses riscos estabelecendo os controles necessários. Ou seja, ele deverá acompanhar regularmente o trabalho, a fim de verificar a eficiência com que o seu colaborador está exercendo a autoridade que lhe foi delegada.

Pode-se afirmar que, quando gestores e organizações não alcançam seus objetivos, quase sempre isso ocorre em função da falta de controle e de acompanhamento.

Dessa forma, o melhor planejamento será inútil se não houver um sistema para monitorar a forma como os funcionários o estão seguindo. Além disso, o plano deverá contemplar uma descrição detalhada de quem tem a responsabilidade e a autoridade de fazer o quê.

Se você é um desses Gerentes que preferem segurança e delegam o mínimo de autoridade ao seu pessoal, aqui vai um alerta: _ mais cedo ou mais tarde isso se voltará contra você.

Isso ocorrerá principalmente se (e quando) a sua própria responsabilidade aumentar e, quanto maior for a sua responsabilidade, maior será a necessidade de você delegar parte da sua autoridade. Do contrário, você será sufocado com aquilo que você mesmo criou.

Seguem abaixo algumas “dicas” para você manter o controle da eficiência com que um colaborador está exercendo sua autoridade:
  • Implante procedimentos de controle da qualidade.
  • Supervisione o trabalho do colaborador.
  • Realize reuniões administrativas regulares.
  • Exija que o colaborador apresente semanal ou quinzenalmente relatórios da situação.

Fonte:  Julio Cesar S. Santos - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Os 5 Erros Que Cometemos ao Acordar

Confira a lista com os 5 erros mais comuns que cometemos ao acordar e como evitá-los


Você mal acorda e já resolve se dar 5 minutos de descanso, perde a hora, demora séculos para se vestir e acaba escolhendo a pior opção de roupa possível... 

Pois é. Esses são os primeiros erros que as pessoas costumam cometer ao acordar e, dependendo da situação, acabam levando a consequências que se arrastarão pelo resto do dia.


A seguir, veja a seguir uma lista dos 5 erros comuns em rotinas matinais e dicas para mudá-los:



1 – Tentar adivinhar o que está por vir

São 6:30h da manhã, seu despertador toca e você bravamente reúne todas as forças que tem (e, inexplicavelmente, também as que não tem) e se levanta da cama. De primeira já começa a pensar na enorme quantidade de coisas que deverá fazer ao longo do dia e já fica estressado ao contar quantas horas deverá permanecer de olhos bem abertos até que possa voltar pra casa e dormir de novo. Eis o primeiro erro da nossa lista sendo cometido. Evite pensar em problemas e tentar prever as situações, digamos, desagradáveis que você terá que passar logo que acorda. Ao invés disso, procure pensar em coisas boas que podem acontecer ou concentre-se apenas em escolher uma roupa e tomar seu café da manhã. Evite se estressar de manhã porque, provavelmente, você carregará esse sentimento o resto do dia.



2 – Procurar sinais de mau-presságio 

Então, piorando todos aqueles pensamentos matinais negativos (que nós já te ensinamos a evitar), você ainda bate o dedinho do pé na quina da porta quando está a caminho do banheiro. Pronto: eis o álibi que você procurava para poder dizer que seu dia será terrível. Pare de atribuir qualidades “premonitórias” a acidentes domésticos e acontecimentos aleatórios. Na maioria das vezes, eles são apenas um resultado físico do seu sono (esbarrar em móveis, derrubar objetos, etc).



3 – Pensar nas suas obrigações

Porque, ao invés de pensar nas coisas que é obrigado a fazer, você não pensa em algo que fará hoje e trará satisfação? Pensar nas suas obrigações assim que abre os olhos é um péssimo erro a se cometer pela manhã.



4 – Escolher uma roupa que não te agrada

Veja bem: não estamos falando em escolher uma roupa feia, mas sim uma que lembra todos os defeitos que você gostaria de esquecer. Por exemplo, quando você acorda se sentindo chateado e sem vontade de interagir com ninguém e por isso escolhe “aquela” roupa que te faz se sentir a pessoa mais estranha do mundo. Não faça isso: a última coisa de que você precisa é um incentivo pra se sentir mal o dia inteiro.



5 – Apertar o botão soneca

O despertador toca e você imediatamente aperta o botão soneca e repete a si mesmo: “Só mais cinco minutinhos”. Ok, seriam só mais 5 minutos se isso acontecesse de vez em quando, e não todos os dias. Tente colocar o despertador pra tocar na hora em que você sabe que pode acordar sem ter prejuízos e atrasos. Pense na sua rotina matinal e tente excluir dela hábitos não tão necessários. Você realmente sente necessidade de lavar a louça antes de sair? Será que, fazendo isso ao voltar para casa, você não ganharia mais 10 minutos de sono? 



É tudo uma questão de adaptação e planejamento.



Você Sabe Aonde Quer Chegar?

Vamos aqui refletir com o foco em estratégia.
O filósofo Sócrates que viveu por volta de 400 antes de Cristo e utilizou muito uma frase que estava inscrita no famoso Oráculo de Apolo em Delfos na Grécia Antiga que dizia: “Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo”.
O militar e filósofo chinês Sun Tzu disse há 2.500 anos:Se conhecemos o inimigo e a nós mesmos não precisamos temer o resultado de uma centena de combates. Se nos conhecemos, mas não ao inimigo, para cada vitória sofreremos uma derrota. Se não nos conhecemos nem ao inimigo, sucumbiremos em todas as batalhas”.
  • Por que Hitler  fracassou ao invadir a Rússia dando inicio a sua derrota na 2ª Guerra Mundial? 

A resposta é: 
Por não estudar. Ele não estudou a história da invasão da Rússia por Napoleão Bonaparte.
Em 1812, Napoleão já estava instalado no Kremlin quando os russos voluntariamente começaram a incendiar Moscou queimando tudo o que possuíam. Hitler ignorou o contexto russo, o inverno russo, o tempo que ficariam ali para se instalar no poder e não compreendia as forças e fraquezas do rival.
A questão é: Para sua estratégia dar certo você tem que saber onde está hoje e não mentir para si mesmo. Não pode ir para frente do espelho, murchar a barriga e achar que está tudo bem.
Como disse o poeta português Fernando Pessoa em seu artigo “A essência do Comércio”, de 1925: “... Se queremos servir os outros, nós é que devemos pensar como eles”.
Não trate o outro como você gostaria de ser tratado... Trate o outro como ele gostaria de ser tratado. E não caia na ilusão de achar que você sabe o que os outros pensam de você!
Então passe às metas.  Vá direto ao ponto, sem enrolação. 
O mercado está te esperando. Lembre-se, não existe mercado parado... Existe gente parada. Não fique procurando atalhos. Quem chega primeiro bebe água limpa!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!


Fonte: Gilclér Regina  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Escute Seu Coração

Eu não acredito em testes psicológicos vocacionais. Respeito quem acredita, mas penso que eles não tem muito fundamento prático, porque, dentre outros fatores, não levam em consideração o estado emocional na hora do teste. 

Uma pessoa que está desesperada procurando trabalho, se for fazer um teste, terá respostas completamente diferentes das que teria se estivesse procurando uma nova oportunidade, pois está bem empregada no momento.

Você já viu algum teste apontar que sua vocação é ser gari? Ou quem sabe, limpador de esgoto? E se apontasse, será que alguém que recebesse esse mapa da mina pagaria pela consulta?

Eu acredito muito mais em ouvir o coração. O problema é que vivemos fugindo do que o nosso coração diz. Enquanto podemos, vamos decidindo apenas sob o foco racional. Mas com o passar dos tempos, percebemos quanto tempo perdemos lutando contra o que ele nos disse desde o início.

Você pode fazer testes que apontam que caminho seguir? Claro que pode. Como pode também ouvir o horóscopo, os curandeiros, médicos, o padre, pastor, enfim, quem quer e o que quer que seja. Porém, não deixe de lado o que seu coração lhe diz.  

Acredito que onde está o nosso coração, está nossa essência. O difícil é ouvir corretamente o coração. Muitas pessoas ouvem outras vozes e querem acreditar que é o coração quem fala. Vozes da vontade, da vaidade, da ambição desmedida, da conveniência.

Qual é a voz do coração então? Aquela que nos aponta para uma direção boa, onde você ganha e as outras pessoas também ganham. Se você ouvir uma voz e perceber que o caminho que ela aponta vai prejudicar, de alguma forma, alguém, não é a voz do seu coração que está falando.

Lembro de um palestrante que me ligou certa vez para fazermos um evento juntos. Fiquei feliz, porque era alguém que eu admirava. Porém, ele me disse que minha equipe deveria organizar o evento, fazer a divulgação, vender os ingressos, comprar suas passagens aéreas, buscá-lo no aeroporto local, levá-lo ao hotel e depois para o evento. Pra finalizar, me disse que o resultado seria 70/30. Pensei: “puxa, vale à pena. Trabalhamos mais, porém, ganhamos mais também”. Contudo, ele encerrou dizendo: “E os meus 70 você deposita direto na minha conta”.

Claro que recusei o trabalho, mesmo sendo de uma pessoa que eu admirava até então.
Eu sei que você ouve seu coração, e talvez só não esteja atendendo aos seus pedidos. Quando ele diz: “Hei, pare um pouco com essa pressão profissional. É hora de dar atenção à sua família”, você responde: “é só mais esta noite, mais esta viagem. Amanhã estarei em casa”, e segue para seus compromissos, mesmo correndo o risco de encontrar apenas um bilhete de despedida ao regressar para seu lar.

E quando ele fala: “Amigo, se comprometa mais com sua carreira. Você precisa se empenhar mais em dar o que esperam de você na empresa”. E você responde: “semana que vem me comprometo a bater a meta, agora preciso ficar aqui em casa grudado no sofá, vendo meu programa predileto”, mesmo correndo o risco de encontrar uma carta de demissão na manhã seguinte ao chegar no trabalho.

Nas relações afetivas ouvir o coração é vital. A razão é muito fria para que uma união seja feliz. Se usarmos apenas a razão, quando a parceira perguntar: “ficou bom este vestido verde-limão?”, tenderemos a dizer: “minha nossa, está horrível e parecendo um destaca-texto gigante”. Quando ouvimos a voz do coração, a resposta seria: “está bom, mas aquele vermelho é muito mais fantástico meu amor”.

Com os filhos também é assim. Os pais não ficam felizes quando o filho chega e diz que tirou nota ruim na escola, e aqueles que não ouvem o coração respondem: “como pode fazer isso. Nos matamos de trabalhar e você responde dessa maneira, vai ficar de castigo”. Os pais sensacionais, que escutam o coração dizem: “filhão, senta aqui. Como podemos melhorar isso? Você é muito melhor do que essa nota ridícula que tirou, não é?”.

Nossa essência é sempre boa, e é por isso que devemos ouvir o coração com mais frequência, pois ele sempre sabe o que é o correto a ser feito, seja pessoal ou profissionalmente. Quando o ouvimos e agimos conforme suas orientações, o que parecia não ter fundamento, começa a fazer todo o sentido do mundo.

Quando realmente aprendemos a ouvir nosso coração, e a reconhecer sua voz, ele sempre tem as respostas certas, ou pelo menos faz as perguntas que nos conduzem a encontrá-las. Ele sempre sabe com o que encher e o que tirar da caixa da nossa vida.
Ouvir o coração é ter a coragem de não aceitar uma proposta de trabalho tentadora do ponto de vista financeiro, mas que vai assaltar sua honra, dignidade, e esmagar seus valores como ser humano.

Aprenda a ouvir a voz do seu coração. Assim, todo dia você dá um passo para ficar mais perto da sua essência e de ser uma pessoa que emana alegria, felicidade, paz de espírito.
E, inevitavelmente, quando aprendemos a ouvir realmente a voz do nosso coração, o sucesso na carreira, o dinheiro, e tudo que é riqueza da vida vêm, no tempo certo, em nossa direção, como se fôssemos um ímã atraindo o metal.

Você sabe ouvir a voz do seu coração e seguir suas orientações?
Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre.


Fonte:Paulo Sérgio Buhrer - http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 15 de abril de 2014

Frases de WARREN BUFFETT...


  • Não temos, nunca tivemos e jamais teremos uma opinião sobre como estará o mercado de ações, a taxa de juros ou a atividade econômica daqui a um ano.
  • Acreditamos que atribuir o nome de investidores a instituições que negociam freneticamente é como chamar de romântico alguém cujos namoros só duram uma noite.
  • No que me diz respeito, o mercado de ações não existe. Ele só está ali como uma referência, para sabermos se alguém está se candidatando a fazer besteira.
  • Eu seira mendigo nas ruas como uma caneca de lata se os mercados fossem eficientes.
  • O investidor de hoje não lucra com o crescimento de ontem.
  • Compre apenas o que você conservaria sem pestanejar se o mercado fechasse por 10 anos.
  • Se o jogo resumisse a estudar história, as pessoas mais ricas seriam os bibliotecários.
  • Por maior que seja o talento ou o esforço, alguma coisas exigem tempo: não dá para produzir um bebê em um mês engravidando nove mulheres.
  • A incerteza, na verdade, é amiga do computador de valores de longo prazo.
  • Grandes oportunidades de investimentos surgem quando empresas excelentes estão certas de circunstâncias incomuns que fazem sua ações serem mal avaliadas.
  • Veja as flutuações do mercado de ações como suas aliadas, não como suas inimigas, lucre com a insensatez em vez de participar dela.
  • O que aprendemos com a história é que as pessoas não aprendem com a história.
  • O mercado de ações é um jogo de paciência. Não é preciso dar tacadas o tempo todo, aguarde pelo arremesso perfeito. O problema quando você é um administradores de investimentos é que a torcida não pára de gritar: "Mexa-se seu preguiçoso!"
  • Nunca tento ganhar dinheiro no mercado de ações. Compro sob o pressuposto de que poderiam fechar o mercado no dia seguinte e só reabri-lo daqui à cinco anos.
  • Para toda bolha existe um alfinete à espreita e, quando os dois enfim se encontram, uma nova onda de investidores aprende algumas das lições bem antigas.
  • Numa guerra de lances, a atitude mais inteligente é ficar do lado perdedor.
  • A chave é que o mercado de ações basicamente se limita a fixar preços, existindo portanto para servir você, não para lhe dar ordens.
  • Por algum motivo, as pessoas se baseiam nos preços e não nos valores. Preço é o que você paga. Valor é o que você leva.
  • Não será a economia que derrubará os investidores, serão os próprios investidores.
  • Desconfio de quem se destaca num determinado ramo de negócios, também poderia ser um bom atleta ou um bom apresentador e começa a achar que deve ensinar ao mundo como se conduzir em todas as áreas.
    • No mundo dos negócios, o espelho retrovisor é sempre mais claro do que o pára-brisa.
    • Qualquer desejo do líder da empresa, por mais insensato que seja, rapidamente encontrará apoio em estudos preparados por seus subordinados.
    • Se não conseguimos encontrar nada dentro de nosso círculo de competência, não expandimos o círculo. Aguardamos.
    • Se eles precisam da minha ajuda para gerir a empresa, ambos estamos provavelmente em apuros.
    • Se você entende uma ideia, consegue expressá-la de modo que os outros possam entendê-la.
    • Os investimentos precisam ser racionais; se você não entende deles, não invista.
    • Se você não comete erros, não pode tomar decisões.
    • Quero ser capaz de explicar meus erros. Isso significa que só faço aquilo que entendo totalmente.
    • Nunca olhemos para trás. Achamos que há tanto para viver à frente que não faz sentido pensar no que poderíamos ter feito. Simplesmente não faz nenhuma diferença. Você pode viver a vida para frente.
    • Um bom desempenho gerencial é muito mais uma função do barco empresarial em que você entra do que num barco com vazamentos crônicos, a energia destinada a trocar de embarcação tenderá a set mais produtiva do que a energia destinada a remendar buracos.
    • Aquilo que não vale a pena fazer de jeito nenhum ão vale a pena fazer bem.
    • O risco advém de você não saber o que está fazendo.
    • Não ingressamos nas empresas com o intuito de efetuar um monte de mudança. Isso não funciona nos investimentos assim como não funciona nos casamentos.
    • A maioria das pessoas se interessa pelas ações quando todos estão interessados. A hora de se interessar é quando ninguém mais comprar o que é popular e se dar bem.
    • Compro ações quando os roedores estão indo na direção oposta.
    • Se você tiver sucesso logo de saída, não tente mais.
    • A coisa mais importante a fazer se você está num buraco é parar de cavar.
    • Nós simplesmente tentamos ser temerosos quando ou outros são gananciosos e ser gananciosos apenas quando os outros são temerosos.
    • Quando você combina ignorância com dinheiro emprestado, as consequências podem ser interessantes.
    • POR: http://www.administradores.com.br/