QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Tolerância Zero!

Você tem na sua empresa um sistema de tolerância zero? 

Esse sistema é simples, e deixa claro a todos que trabalham com você, na sua empresa, o que, se for feito ou não na empresa, é caso de demissão sem dó nem piedade.

Nós temos na nossa empresa quatro pontos de tolerância zero, e sugiro que você crie os seus. Isso, aplicado da maneira certa, cria uma equipe consistente, produtiva e campeã. 

1. Dizer “não é minha parte”: não existe “minha parte, minha função” numa empresa. A única função de cada colaborador é gerar resultados positivos e consistentes para a empresa. 
O nome função só serve para você qualificar para fins trabalhistas alguém, mas quem quer crescer na carreira e ter tudo o que merece não pode se restringir a uma função, como se fosse uma tecla do teclado do computador, que só serve para um fim e pronto. Para quem diz essa frase destruidora do sucesso na carreira e nos negócios, tolerância zero! 

2. Fofocas: empresas milionárias, bilionárias podem quebrar por causa da fofoca, dos boatos. A fofoca é como a notícia de um acidente de trânsito. Quem está ali do lado da vítima diz para outro que ela teve ferimentos leves na perna. Essa outra pessoa já comenta com quem está ao lado que a vítima quebrou a perna. 

Resumindo, quem dá a última notícia já pega o celular e conta: “pois é, uma pena, mas parece que ficou paraplégica”. Corte a fofoca da sua empresa, ou em pouco tempo você terá uma empresa paralisada e, diferentemente de um ser humano com paralisia, que pode ser extremamente útil e rentável no mundo dos negócios, terá uma empresa inútil e que dá prejuízo;

3. Erguer a voz: Não é necessário gritar para ser ouvido, como muitas pessoas pensam. É o contrário. É com suavidade, respeito, inteligência emocional que se resolvem as divergências. Nenhum chefe precisa pisar com o sapato do cargo na cabeça do colaborador para obter resultados. E nenhum colaborador precisa ser mal educado com o chefe que foi mal educado com ele, porque nessa guerra todos saem perdendo. E, o mais importante, que é tolerância zero absoluta: erguer a voz com o cliente. Isso é inadmissível. Porém, infelizmente tenho visto muito disso nas empresas. E quando falo de clientes englobo todos que trabalham para o meu cliente também. 

Um dia desse estava num escritório de contabilidade e vi o contador tratar mal o funcionário do cliente dele. Funcionário do meu cliente deve ser meu cliente também, bem tratado, bem atendido. Faz sentido para você? Então aplique no seu negócio;

4. Não honrar a palavra: a palavra dada, atualmente, é igual bijuteria: tem brilho, mas pouco valor. Parece que as pessoas estão deixando de honrar o que prometem, a palavra que empenham. Uma das coisas que mais atrapalha uma carreira de sucesso é a falta de respeito à palavra dada. 

Se você entrou numa empresa e se comprometeu a dar o seu melhor, não pode fazer nada além disso. Se combinaram um salário, não adianta lamentar estar ganhando pouco, ou pior, fazer um mal trabalho em virtude disso. Sua tarefa deve ser cumprida para que sua honra fique intacta. 

Só vencedores honram a palavra, custe o que custar, como os soldados que combinam de que ninguém será deixado para trás numa guerra. Os vivos buscam os mortos, mesmo que acabem se juntando a eles. Se for preciso, todos morrem, mas ninguém fica para trás. Para falta de honra na palavra, tolerância zero. E claro, isso também serve para os chefes e donos de empresa. Prometeu, cumpra, e de preferência, faça mais do que prometeu, sempre.

São quatro atitudes vitais para o seu sucesso, para o sucesso da sua empresa, equipe, enfim, são quatro pontos que separam quem perde e quem ganha o que quer e merece. E como sabe, meu trabalho é fazer com que você faça parte do segundo grupo.

Fonte: 
 Paulo Sérgio Buhrer - http://www.qualidadebrasil.com.br/

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