QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O Que é Cultura Organizacional?


O que significa cultura organizacional? 

Talvez você não conheça o real sentido do termo, mas, seguramente, é capaz de reconhecê-lo quando está inserido dentro dele. ]]

Talvez você o reconheça pelo lado negativo, por meio das suas amargas experiências no ambiente de trabalho ou ainda pelo lado positivo decorrente de uma carreira profissional de sucesso proporcionada pelo seu espírito empreendedor na organização.

Todas as empresas, independentemente do tamanho, do segmento em que atuam e dos bens ou serviços que produzem, possuem cultura organizacional, formalmente instituída ou não. Aliás, as empresas são bem mais do que isso. Elas possuem personalidade própria e podem ser rígidas ou flexíveis, apoiadoras ou hostis, inovadoras ou conservadoras, de cultura fraca ou cultura forte.

Assim, cultura organizacional é um sistema de valores compartilhados pelos seus membros, em todos os níveis, que diferencia uma organização das demais. Em última análise, trata-se de um conjunto de características-chave que a organização valoriza, compartilha e utiliza para atingir seus objetivos e adquirir a imortalidade.

Características

De acordo com pesquisadores do assunto, existem sete características básicas que, em conjunto, capturam a essência da cultura de uma organização: 
  • Inovação e assunção de riscos: o grau em que os funcionários são estimulados a inovar e assumir riscos.
  • Atenção aos detalhes: o grau em que se espera que os funcionários demonstrem precisão, análise e atenção aos detalhes.
  • Orientação para os resultados: o grau em que os dirigentes focam mais os resultados do que as técnicas e os processos empregados para seu alcance.
  • Orientação para as pessoas: o grau em que as decisões dos dirigentes levam em consideração o efeito dos resultados sobre as pessoas dentro da organização.
  • Orientação para as equipes: o grau em que as atividades de trabalho são mais organizadas em termos de equipes do que de indivíduos.
  • Agressividade: o grau em que as pessoas são competitivas e agressivas em vez de dóceis e acomodadas.
  • Estabilidade: o grau em que as atividades organizacionais enfatizam a manutenção do status quo em contraste com o crescimento.
 Com base nesse conjunto, pode-se dizer que a cultura organizacional onde você está inserido é representada pela forma como os colaboradores em geral percebem as características da cultura da empresa. Não importa se eles gostam ou não. Na maioria das empresas, a maioria das pessoas não gosta.


Por que é importante entender a cultura organizacional? Aceitar melhor a sua existência, compreender os seus meandros, entender como ela é criada, sustentada e aprendida, pode melhorar a sua capacidade de sobrevivência na empresa, além de ajudá-lo a explicar e prever o comportamento dos colegas no trabalho.

Se a empresa onde você trabalha possui valores essenciais bem definidos e amplamente compartilhados, maior o impacto positivo das lideranças sobre o comportamento dos funcionários e, portanto, menor a rotatividade. Isso é o que se pode chamar de cultura organizacional forte.

Por outro lado, quando os valores essenciais estão equivocados e se chocam com os valores adotados pela maioria, menor o grau de comprometimento com eles e maior a probabilidade de a empresa sumir do mapa em uma ou duas gerações. Isso é o que se pode chamar de cultura organizacional fraca.

A questão da escolha e da permanência em qualquer uma delas depende exclusivamente de você. De minha parte, penso que você nunca deve trabalhar para uma empresa dotada de valores que não condizem com os seus nem para um patrão espiritualmente fraco. Essa escolha será decisiva para atingir ou reduzir o grau de satisfação que você tanto almeja no trabalho.

Pense nisso e seja feliz!

terça-feira, 30 de julho de 2013

#DurmoSemCalcinha (Uma Ação de Marketing)


A iniciativa faz parte do Movimento pela Saúde Íntima da Mulher, para incentivar hábitos simples que fazem a diferença na saúde da região íntima


A marca de higiene íntima Dermacyd lançou uma campanha que está provocando burburinho na internet. 

A ação tem o intuito de conscientizar as mulheres sobre a importância do cuidado com a região íntima. 

  • A ação, intitulada #DurmoSemCalcinha, incentiva as mulheres a adotarem cuidados simples como dormir sem calcinha e usar sabonete íntimo, que fazem diferença na saúde íntima. 
A novidade faz parte do Movimento pela Saúde Íntima da Mulher (SIM), lançado pela marca em 2012.



A campanha, criada pela Publicis Brasil e AG2 Publicis Modem, começou com um buzz nas redes sociais, com celebridades como Fernanda Paes Leme, Fernanda Souza, Ana Maria Braga, Ticiane Pinheiro, Luciana Gimenez e Monica Apor, postando a hashtag #DurmoSemCalcinha, criando curiosidade em seus seguidores. 

Na sequência, outras celebridades repercutiram o assunto, que virou febre no mundo virtual. 

Depois de muito barulho, Dermacyd revela, por meio de um vídeo manifesto com Ana Hickmann, que a novidade faz parte do Movimento SIM. 

Assista:



A campanha #DurmoSemCalcinha terá continuidade na página da marca no Facebook, com informações e Quizz para as mulheres testarem o conhecimento sobre o assunto, identificarem o que é mito e o que é verdade, além de receberem dicas de higiene íntima para ajudar no cotidiano agitado.

O que você achou da campanha? 


Fonte: Administradores.com

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Colega ou Amigo: existe limite para relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho?

O ambiente de trabalho, de uma forma ou de outra, obriga os profissionais de uma mesma empresa a se relacionarem, já que como é sabido, ninguém consegue exercer todas as tarefas de uma empresa sozinho. 

Assim, para que uma organização funcione da melhor forma, seus colaboradores precisam se auxiliar e buscar a melhor forma de realizar o seu trabalho. 

Porém relações profissionais envolvem troca de informações, contato e um relacionamento interpessoal, diante disso, fica a dúvida que mais sonda as relacões profissionais: 
  • qual é o limite da conivência entre os funcionários? 
  • São colegas ou amigos?
Para responder essa questão é preciso entender que o mais importante é saber até onde pode se misturar a vida profissional com a vida pessoal. Interligar esses dois lados pode ser um ponto positivo para estreitar laços de amizade e afeição dentro da empresa, o único problema é arrebentar o fio que separa esse dois status e colocar em risco a carreira e de quebra obter uma grande e desnecessária exposição da vida pessoal. 

O fato é que não existe uma fórmula certa para lidar com pessoas ou equipes em um ambiente corporativo, mas vale lembrar que o ideal é sempre tentar encontrar o equilíbrio.

Intimidade excessiva e mal dirigida pode, se a equipe não for madura, gerar situações constrangedoras ou de complô dentro da organização, às vezes a situação não tem haver com amizade, mas sim com a linha de valores da equipe. 

A informalidade, muito comum nas relações de trabalho, pode gerar certa confusão e destoar o principal objetivo daquela equipe, que é trabalhar juntos em prol da empresa e crescimento individual profissional, contudo, os profissionais passam em média um terço do seu dia no trabalho e convivem mais tempo com outros colaboradores do que com sua própria família, assim, manter uma amizade saudável faz com que os funcionários tenham mais ânimo e motivação para trabalhar. 

Por isso é tão importante a maturidade em saber separar o lado profissional do pessoal, unindo-os apenas em casos específicos.

Outro ponto essencial, principalmente para o gestor da empresa, é estabelecer limites entre os funcionários, pois se os relacionamentos de amizade ou até namoro no trabalho estão afetando a produtividade e a relação hierárquica é preciso sinalizar o problema. 

Neste caso, a atitude a ser tomada pelo gestor é intervir e alertar a equipe quanto à finalidade e colaboração para qual eles estão naquela organização. É preciso também investir em uma sólida cultura cooperativa e de valores da empresa, para que os profissionais possam entender a importância da amizade com o outro, mas, sobretudo, da maturidade profissional. 

O respeito para com o profissional da mesma equipe é primordial para a boa relação profissional.

Assim, transformar os parceiros profissionais em colegas ou amigos é uma decisão que cabe a cada colaborador, mas é preciso deixar claro que o limite, o respeito e maturidade precisam ser atitudes constantes dentro de um ambiente corporativo, visto que a linha que separa o pessoal do profissional é fina é pode ocasionar muitos problemas para a vida daquele profissional que simplesmente arrebentá-la. 

É claro que é preciso ter uma boa convivência com cada pessoa que trabalha em uma mesma organização, mas é preciso entender que o local é adequado para o trabalho, e amizade pode continuar ainda mais forte dentro fora da empresa.

sábado, 27 de julho de 2013

O Que Podemos Aprender Com a Derrota de Anderson Silva

No último sábado, dia 08 de Julho de 2013, o atleta e lutador de MMA, Anderson Silva surpreendeu o mundo sendo nocauteado no UFC 162, no segundo round de luta, por seu adversário Chris Weidman.


Imediatamente as redes sociais e as mídias, de um modo geral, levantaram rumores de que teria sido uma armação, mas, passados alguns dias, mesmo diante de algumas questões suspeitas divulgadas, especialistas em MMA, e, ainda, outros envolvidos com o UFC, garantem que não houve nenhuma armação, mas sim, um excesso por parte de Anderson, em sua tradicional estratégia de provocar seus adversários, que, assim, o fez perder o foco no que realmente era preciso para se  ganhar a luta.

Em um contexto técnico, após ter sido quedado por Weidman;  quase finalizado em uma chave de joelho; e, imediatamente, ter conseguido retornar a luta em pé, seria emergencial que avançasse com tudo para cima, pois não seria sensato após tamanha pressão, em menos de 3 minutos de luta, apostar no jogo da provocação.

Tal estratégia foi interpretada como um ato  desrespeitoso pela grande maioria dos fãs. Anderson  Silva é um lutador com estilo único, e sempre provocou seus oponentes com objetivo de desestabilizá-los, consequindo resultados quase sempre positivos. Mas, desta vez, pecou pelo excesso.

Em um contexto de marketing é correto afirmar que seu próprio marketing pessoal acabou atrapalhando-lhe no que realmente era-lhe mais importante naquele segundo round de combate.

O show business, que o diferencia de todos, acabou passando do ponto.

Este comportamento é um grande diferencial competiivo. Entretanto, seu poder revolucionário de esgrima e seu potente soco também são, e, em seu caso, isto é o que mais importa para que seja constante sua liderança.

Na entrevista, logo após a derrota, Anderson admitiu que errou e, embora o público não tenha se contido com suas declarações, foram palavras humildes. Ele, certamente sabe o quanto decepcionou sua equipe, seus fãs e seu país.

Antes tivesse perdido lutando, ou ganhando provocando. A questão que ‘’roubou a cena’’ foi a de ter perdido a luta por ter provocado demais. O que prevaleceu para sua derrota foi uma questão postural.

  • Em um país como o Brasil um lutador como Anderson tem uma representatividade que vai além do esporte. Todos esperam que ele seja, não apenas um campeão, mas sim, um líder.

Por outro lado, ele pode transformar este erro em acerto. E, tal aprendizado, também nos serve de grande exemplo, por analogia, tanto em nosso campo pessoal quanto profissional, de forma que:

- Nunca deixemos que nosso talento para uma determinada atividade, por mais genial que seja, não nos faça perder o foco;

- Não deixemos que nossas estratégias façam que nos interpretem equivocadamente;

- Sempre busquemos praticar nosso marketing pessoal sem excessos, e lembrando que no campo da liderança humana a qualidade da ação é sempre mais importante do que sua divulgação, mas, entretanto, muitas vezes, no campo do marketing a tese é contrária, e suas estratégias precisam ser certeiras no objetivo;

- Busquemos sempre aprender com as derrotas, sabendo-se transformar o erro em experiência, e a experiência em renovação e humildade.

- Lutemos sempre pelos nosso objetivos, com foco, disciplina, atitude e respeito pelos nossos concorrentes.

Sobretudo, independentemente do que realmente tenha ocorrido com o maior lutador de MMA de todos os tempos, tudo que passamos em nossa jornada de vida e de trabalho é aprendizado.

E, neste caso, tanto para lutadores e fãs, ficou muito visível, a importância de nunca se subestimar os nossos concorrentes, e o valor que existe na humildade, tanto para os que perdem quanto para os que ganham.
  • Boas vitórias para todos nós, em nossas lutas diárias, na vida pessoal e profissional.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O 5º S dos 5S – Senso de autodisciplina ou Shitsuke

O Senso de Autodisciplina ou Shitsuke é o 5º S do Programa 5S’s. Esse senso indica o momento em que as pessoas se conscientizam da necessidade de buscar o auto-desenvolvimento e consolidar as melhorias alcançadas com a prática dos “4S” anteriores.

Para conquistar a ordem mantida é preciso exigir de cada pessoa uma autodisciplina constante, muita determinação para manter as conquistas das etapas anteriores e pontualidade nos compromissos assumidos.

A ordem mantida é uma facilitadora para libertar a energia criativa e tem como objetivo levar à realização plena das coisas comuns.

Nessa etapa, é preciso cumprir rigorosamente com aquilo que foi estabelecido. Esse senso exige:
  • O comprometimento dos colaboradores.
  • A ética em primeiro lugar.
  • Ter educação, paciência e responsabilidade.
  • Respeito às normas e procedimentos.
  • Melhoras na comunicação.
  • Delegação de responsabilidades e atribuição de autoridades.
Para começar a colocar em prática o 5º S:
  • Crie procedimentos claros e possíveis de serem cumpridos.
  • Seja claro e objetivo na comunicação.
  • Cumpra os horários marcados para cada compromisso.
  • Estabeleça sempre o porquê da execução de determinada tarefa.
Com o Senso de Autodisciplina implantado, é chegada a hora de verificar se nada ficou para trás:
  • Há algum material fora do lugar?
  • Há material bom perto de objetos inúteis?
  • Há excesso de material de expediente?
  • Os materiais/equipamentos estão organizados, identificados e limpos?
  • A apresentação do pessoal (uniforme/vestuário) demonstra asseio?
  • O relacionamento entre os colegas é bom?
  • Os EPI’s estão sendo usados?
Tudo verificado? Agora é manter o trabalho realizado até aqui e colher os benefícios do Senso de autodisciplina:
  • Melhoria contínua da empresas e pessoal.
  • Prevenção de perdas oriundas de processos não padronizados.
  • Melhoria da disciplina e da ética.
  • Melhor qualidade de vida.
  • Cultivo de bons hábitos.
  • Presença do trabalho em equipe, com método e maior segurança e qualidade.
  • Conscientização da responsabilidade em todas as tarefas.
  • Serviço dentro dos requisitos de qualidade.
  • Desenvolvimento pessoal.
Fonte: Sonia Jordão  http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O 4º S dos 5S´s – Senso de Higiene ou Seiketsu

O 4º S do Programa 5S’s é o Seiketsu ou Senso de Higiene ou Saúde. O Seiketsu visa a melhoria da qualidade de vida, criando condições que favoreçam a saúde física, mental e emocional, a partir de práticas de higiene. 

O senso de higiene reforça a necessidade de uma mudança comportamental.

É chegado o momento de organizar as suas atividades diárias: dedique um tempo só para você, um tempo para a família e os amigos e um tempo para organizar as idéias, os planos pessoais e os objetivos de vida.

Cuidar da higiene é, além da sua limpeza pessoal, também cuidar da sua imagem e da mente. Para ter uma boa imagem pessoal, corte os cabelos, a barba e as unhas, e use sempre roupas e sapatos limpos. É também cuidar do cheiro que você exala. E, no aspecto psicológico, trabalhe a sua auto-estima, administre problemas e conflitos emocionais, expulse os maus sentimentos e tenha empatia.

Além disso, é preciso estar atento ao bem estar coletivo: mantenha um bom clima organizacional, zele pela qualidade das relações de trabalho e mantenha o local de trabalho e as áreas comuns organizados e limpos.

Veja abaixo algumas dicas para praticar o senso de higiene:
  • Cuide para que a prática dos sensos anteriores permaneça.
  • Promova discussões acerca do tabagismo.
  • Realize exames periódicos de saúde.
  • Cumpra e busque melhorar os procedimentos de segurança, sejam eles individuais ou coletivos.
  • Promova um bom clima de trabalho, ativando franqueza e delicadeza nas relações entre as pessoas.
  • Assuma o que fez para não prejudicar o outro.
Implantado o 4º S é hora de checar se ele está realmente funcionando. Tente responder às seguintes perguntas:
  • A quantidade e qualidade da iluminação para o trabalho são adequadas?
  • A apresentação do pessoal (uniforme/vestuário) demonstra asseio?
  • Os banheiros, vestiários e armários estão em boas condições?
  • Há uma preocupação generalizada pela higiene no local de trabalho?
  • Os colaboradores dos setores utilizam EPI’s e EPC’s adequados em seu setor ou em outros setores, quando necessário?
  • Os colaboradores cumprem horários e prazos estabelecidos?
  • A relação entre os colegas de trabalho é boa, havendo respeito e profissionalismo?
Após a implantação e checagem do 4º S são esperados os seguintes benefícios:
  • Aumento no senso de segurança.
  • Melhoria na imagem dos funcionários.
  • Aumento da satisfação pessoal.
  • Melhoria da imagem da empresa perante os clientes.
  • Colaboradores mais saudáveis.
  • Prevenção de acidentes.
  • Prevenção e controle do estresse.
  • Melhoria da qualidade de vida.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O 3º S dos 5S´s – Senso de Limpeza ou Seisou

O terceiro senso do Programa 5S é o chamado Seisou ou Senso de Limpeza. Nodicionário, o termo “limpeza” possui os seguintes significados: qualidade de limpo, deasseado; esmero, aprimoramento; coisa bem feita, acabada, caprichada.

Nessa etapa é importante não só executar a limpeza do ambiente, mas tambémmantê-la. É chegada a hora de educar para não sujar e zelar por tudo que é de nossaresponsabilidade.

Ter senso de limpeza significa terlimpo. O mais importante não éde limpar, precisamos identificarpodermos bloqueá-las. O sensobanheiros.

Assim, quando se realiza a fase da Limpeza, verifica-se a situação geral daorganização. Nesse momento, é possível detectar sujeiras e outros aspectos quepossam agredir o homem e o meio ambiente.

Veja algumas dicas para começar a implantar o 3º S:
  • Marque e implante o “Dia da Limpeza”.
  • Defina as regras para a manutenção da limpeza.
  • Defina locais para a coleta de lixo.
  • Estude a possibilidade de realizar a coleta seletiva.
  • Estimule os colegas a manter a limpeza obtida, evitando:
    • Que se jogue coisas no chão.
    • Que sejam guardadas ferramentas sujas.
    • Que haja vazamento em equipamentos.
    • Que áreas de alimentação e banheiros fiquem sujos.
    • Que trabalhem com roupas imundas.
Todos devem se comprometer com a limpeza de cada um e com a limpeza das áreas comuns. O sucesso dessa fase dependerá de todos.
Após implantado, é chegado a hora de verificar se o 3º S foi realmente executado de forma eficiente. Pense nas seguintes perguntas:
  • As paredes estão limpas?
  • Os colaboradores realizam diariamente a limpeza do seu local de trabalho?
  • Os computadores estão limpos?
  • As plantas existentes no ambiente estão adequadamente tratadas?
  • O piso está limpo e bem conservado?
  • Existe poeira sobre os armários, escrivaninhas e/ou bancadas?
  • A apresentação pessoal (uniforme/vestuário) demonstra asseio?
Se tudo está devidamente organizado e limpo, é só colher os benefícios de mais uma etapa do Programa 5S. Dentre eles:
  • Maior durabilidade dos equipamentos.
  • Redução do índice de acidentes de trabalho.
  • Ambiente mais higiênico.
  • Ambiente de trabalho agradável e saudável.
  • Diminuição do desperdício.
  • Prevenção de poluição.
  • Melhoria da imagem interna e externa da empresa.
Fonte:Sonia Jordão  http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 23 de julho de 2013

O 2º S dos 5S´s – Senso de Organização

O segundo senso do Programa 5S é o chamado Seiton ou Senso de Organização ou de Ordenação. 

Ele consiste em arrumar objetos, materiais e informações úteis de maneira funcional, possibilitando o acesso rápido e fácil ao que deseja.

O lema desse senso é ter cada coisa em um lugar definido de forma a facilitar a localização por qualquer pessoa e a qualquer momento.

Algo imprescindível para a implantação desse senso é a conscientização da importância de sermos pessoas organizadas. O que adianta organizar tudo, se depois vem alguém bagunçando tudo?

Depois de reforçar esse aspecto, você precisa realizar uma pesquisa do layout adequado para o ambiente e de todos os objetos que o compõem. Um ponto interessante é se você documentar por fotos ou filmes o ambiente, assim poderá comparar o “antes” e o “depois” da implantação do segundo S.

É chegada a hora de organizar os objetos. Arrume a disposição dos móveis, organize os materiais que restaram após a etapa de descarte e determine e identifique um lugar para cada objeto.
Determine os locais apropriados e os critérios de estocagem de materiais, equipamentos, ferramentas e documentos.

Lembre-se de um fator importante: itens mais velhos devem ser deixados à frente dos mais novos, pois precisam ser usados primeiro, principalmente no caso de materiais com prazo de validade.

Perceba que a organização não ocorre apenas no ambiente físico, no meio virtual ela também é necessária. Nos computadores, identifique arquivos ou pastas e organize os e-mails.

Leia abaixo algumas dicas para praticar o Senso de Organização:
  • Organize suas coisas de acordo com os seguintes critérios:
    • Aquilo que é usado constantemente fica ao alcance das mãos.
    • Usado ocasionalmente, mantenha próximo ao local de trabalho.
    • O que é usado raramente fica fora do local de trabalho.
  • Defina mecanismos de identificação apropriados.
  • Padronize nomenclaturas.
  • Use etiquetas coloridas para identificação.
  • Identifique o lugar de cada coisa e os objetos guardados.
  • Organize seus livros por gêneros e em ordem de relevância e interesse na leitura.
  • Separe documentos pessoais e profissionais em pastas identificadas.
Depois de organizar tudo, verifique se realmente o que precisava foi feito. Para isso, responda as seguintes perguntas:
  • Há um local determinado para cada tipo de objeto?
  • Os materiais/equipamentos estão organizados e identificados?
  • Os materiais quando retirados e usados, são colocados no mesmo lugar?
  • Todos os materiais e documentos em cima das mesas estão sendo utilizados? Há excesso de materiais nas mesas, gavetas ou armários?
Com tudo organizado, esperam-se os seguintes benefícios:
  • Facilidade para encontrar documentos, materiais e outros itens necessários ao trabalho.
  • Diminuição de compras desnecessárias.
  • O término do estresse de procurar algo e não encontrar.
  • O aumento do fluxo das informações.
  • Maior agilidade no trabalho.
  • Melhoria na comunicação interna e externa.
  • Melhora no aspecto visual dos ambientes.
Fonte:Sonia Jordão   http://www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O 1º S dos 5S´s – Senso de utilização

O primeiro senso do Programa 5S é o chamado Seiri ou Senso de Utilização.

É o nosso ponto inicial para colocar o trabalho em ordem. É saber, antes de tudo, separar o que é útil do que é inútil e o que é necessário do que é desnecessário.

Atente que inútil não significa que pode ser jogado fora, e sim que no momento não tem utilidade.

O Senso de Utilização consiste em analisar os locais de trabalho e classificar todos os itens (objetos, materiais, informações, etc.) segundo critérios de utilidade ou frequência de uso, para depois retirar do ambiente tudo o que não precisa estar ali.

Objetos inúteis precisam ser descartados, vendidos, doados ou jogados no lixo. Devemos procurar manter somente o necessário para as atividades na quantidade certa e em condições de uso. Vamos descartar tudo aquilo que foi usado nos últimos meses e que não há previsão de ser usado novamente.

Somente o que tiver utilidade imediata deve estar na área de trabalho: coloque perto da máquina, bancada, mesa ou área de trabalho o que se usa toda hora; próximos ao local de trabalho devem ficar os materiais usados poucas vezes no dia; e, no armário, arquivo ou depósito deixamos os materiais usados de vez em quando.

Nessa etapa, separamos os objetos e/ou materiais por grau, tipo ou tamanho.

Pense nas atitudes que você pratica no seu dia a dia que podem ser consideradas como desperdício e procure evitá-las. Vejamos alguns exemplos de desperdício:
  • Produtos e/ou serviços em fila de espera para serem executados.
  • Estoques além do necessário.
  • Luzes acesas em ambientes vazios ou muito claros.
  • Banhos quentes demasiadamente demorados.
  • Máquinas e equipamentos ligados desnecessariamente.
  • Jogar no lixo materiais em condições de uso.
  • Bate papos desnecessários no ambiente de trabalho.
Para garantir o sucesso da implantação do 1º S, é necessário realizar um planejamento claro de tudo aquilo que precisa ser feito. Cartazes podem ser afixados, visando a sensibilização da equipe. E, além disso, é importante capacitar todas as pessoas para a execução do senso de utilização.

A criação de uma lista de verificação é um instrumento que auxilia na prática do senso. Entre os questionamentos da lista podemos citar as seguintes perguntas:
  • Há objetos desnecessários no local de trabalho?
  • Há quantidade excessiva de material de expediente (lápis, borracha, caneta etc)?
  • O Senso de Utilização foi realizado no computador?
  • As áreas em comum, tais como cozinha, banheiros, vestiários, pátios estão em ordem?
  • Quando necessário, os colaboradores utilizam Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s)?
Com o início do Senso de Utilização, começam a surgir os materiais inúteis, que devem ser removidos para uma “área de descarte”. 
  • Nessa área, todo o seu material deve ser devidamente identificado. 
  • A área de descarte não é sinônimo de bagunça. 
  • Até porque, nessa área, há muita coisa que pode ser útil para outro setor, por isso o descarte deve estar organizado e os objetos de fácil localização.
Com o primeiro S implantado, esperam-se os benefícios abaixo:
  • Facilidade nas informações e na procura de objetos.
  • Diminuição da necessidade de espaço e de estoque de materiais.
  • Diminuição do desperdício.
  • Diminuição de custos.
  • Melhor aproveitamento do tempo e de recursos.
  • Maior organização.
  • Aumento da produtividade.
Este foi o primeiro artigo de uma série que falará sobre cada senso do Programa 5S. Espero que as palavras acima tenham sido de grande valia e esclarecido possíveis dúvidas. Sucesso!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Equipes de Alto Desempenho em Vendas


Quando chega a um novo clube qual a primeira coisa que um técnico faz?
  • Conhecer o plantel que tem em mãos!
Em vendas não pode ser diferente.

Não é nada raro gestores de vendas reclamarem das suas equipes. Não passa uma só semana em que eu não ouço que a equipe tem vendedores preguiçosos, que só vendem preço, são tiradores de pedido, se satisfazem com pouco entre outros adjetivos menos elegantes. 

Agora vamos pensar em como você pode mudar isso e criar uma equipe com alto desempenho.


1.  Defina o perfil da equipe 
Pense em uma tática de jogo. Neste jogo você necessita de atletas que saibam cadenciar a partida, outras velozes e criativos, alguns com um pulmão invejável e por aí vai. Pense em cada região de vendas e se pergunte: - Qual seria o melhor perfil para aqueles clientes? Em determinados momentos funciona muito bem contratar alguém que mora na região de atuação e que faça parte do dia a dia da comunidade, em outros momentos isso pode ser um grande erro. Defina que tipo de pessoas você quer ter na sua equipe. Isso é o começo de tudo.

2. Paciência e tempo na contratação
A maioria dos gestores de vendas que conheço detesta contratar. Acham que isso é coisa do RH. Errado! Contratar bem não é perda de tempo é INVESTIMENTO! Participe do processo seletivo, reúna-se mais de uma vez com o candidato, pesquise sobre sua atuação em empregos anteriores, ligue para clientes que ele atendeu, enfim contratar certo é uma grande vantagem competitiva.

3. Não tenha medo de demitir
Toda demissão é traumática, é chata e desagradável. Ninguém gosta de demitir, mas estender o sofrimento alheio é crueldade. O vendedor há tempos não atinge metas, não agrega a equipe, detesta os treinamentos que a empresa oferece, não aprende e nem muda nada com os feedbacks que recebe, não tem perfil e só está lá por tem tempo de casa? A concorrência agradece. Já pensou que o emprego atual também pode ser um grande tormento para quem está nas condições acima citadas? Deixar como está só garante poucas vendas e péssimos resultados.

No próximo artigo veremos mais dicas de como construir uma equipe de alto desempenho, mas já percebemos que o ditado “pau que nasce torto, morre torto” é em vendas tão certo quando o dia após a noite.


Outros pontos que levam uma equipe a ter um desempenho superior.

1.  Missão, valores e crenças bem definidos
Não há nada pior do que ver a missão, valores e crenças expostas na recepção da empresa e saber que nada daquilo é realmente praticado. Para ter uma equipe de alto desempenho é preciso ter clareza no discurso e exemplo nas atitudes. Ser firme nos valores e jamais abrir mão do que é certo são mensagens poderosas que atraem e retêm os melhores talentos.

2. Gestão participativa
O talento quer e precisa mais do que ser ouvido, ele precisa sentir-se ouvido! Conquiste o comprometimento das pessoas convidando a participar da elaboração das metas, projetos estratégicos, enfim em tudo aquilo que pode mudar os rumos da sua empresa. Quanto mais eu participo da decisão mais me engajo na execução.

3. Cultive um bom ambiente de trabalho
Remuneração diferenciada é sempre um atrativo, mas nada, nada substitui um ambiente alegre e desafiador. A forma como sua empresa integra os colegas de trabalho, trata os familiares dos funcionários, seus fornecedores e comunidade fazem toda a diferença quando o assunto é ter pessoas talentosas no seu quadro de pessoal. Passamos mais tempo no trabalho do que em casa. Só esse argumento é suficiente para você pensar em criar variáveis que façam o profissional gostar de estar na sua empresa.

Não existe crescimento sustentável sem uma grande equipe. Pessoas com alto desempenho querem muito mais do que um bom salário, elogios ou educação continuada. Elas querem participar ativamente da construção da história do lugar em que trabalham.


quinta-feira, 18 de julho de 2013

FLUXO DE CAIXA - Passo a passo para você organizar o seu

Quando eu tinha uns 10 anos de idade, meu primo me mostrou como construir pequenas bolas utilizando bexigas como base e conteúdo de arroz, farinha ou água.
Como aprendi a manufaturar facilmente o brinquedo (que era bem legal, por sinal) e meus amigos começaram a me perguntar onde havia comprado, vi que existia uma oportunidade de mercado: fabricar essas bolinhas e vender na minha classe da escola.
Depois de fabricar a primeira leva de bolinhas, sabe qual foi a primeira coisa que fiz?
Peguei o final do caderno de matemática, anotei os gastos que tive com os materiais e, depois do 1º dia de vendendo, anotei o quanto faturei por venda – com isso, somei todos os valores e vi que tinha lucrado fantásticos 25 reais (o equivalente a “milhõõõõões” em 1995 para uma criança de 10 anos).
Mesmo sem saber disso na época, esse foi o meu primeiro fluxo de caixa.
Para quem acha o termo “fluxo de caixa” complicado e acaba assustando, vamos definir logo o que é isso pra tirar qualquer receio:
  • Fluxo de caixa = o registro do que entra e do que sai de dinheiro – e quando.
Basicamente, é a lista de transações financeiras separadas pelos dias em que ocorreram.
Claro, cada empresa tem seus casos particulares, como quantidades de contas (bancos, caixa, poupança etc.) ou mesmo preferências sobre como categorizar cada transação. Mas o princípio básico é o mesmo: a partir do registro de cada transação (valor, tipo e data) envolvendo a empresa, você consegue ver o que aconteceu com a empresa financeiramente.
Aqui o objetivo é explicar o passo a passo para quem vai começar seu fluxo do caixa do zero ou para quem precisa organizá-lo melhor:
A- Quais são as contas que a empresa tem?
De onde sai o dinheiro para pagar contas? Quando você recebe, em que conta o dinheiro cai?
O controle do fluxo de caixa começa pela definição das contas (bancárias, caixinha, poupança…) que a empresa utiliza para pagamentos e recebimentos.
A definição de múltiplas contas é simples: é possível receber algo em dinheiro e guardar no caixa da empresa, ou você pode receber por boleto em sua conta corrente, por exemplo.
B- Saldos iniciais de cada conta
O fluxo de caixa depende tanto do valor de cada transação, quanto da data em que ela ocorreu, pois a partir disso haverá alterações nos saldos das suas contas.
Por isso, quando você iniciar o controle do fluxo de caixa, você também define o “saldo inicial”, que é o saldo da conta naquela data de início dos registros.
A partir daí, com o registro constante das transações que ocorreram, o saldo passa a ser um resultado a ser conferido.
C- As categorias de despesas e receitas
Para você conseguir analisar porque alguns gastos foram feitos ou quais dos seus produtos/serviços deram maior retorno, é necessário classificar todas as movimentações com “categorias”.
Pensando nas categorias de Receitas, o mais comum é ter uma categoria para cada tipo de produto/serviço que a empresa vende, ou mesmo uma categoria para cada produto (caso seja uma variedade pequena). A criação das categorias em si depende de como o empreendedor deseja fazer sua análise.
Para as categorias de Despesas, existem vários tipos comuns, como Aluguel, Telefone, Internet, Salários, Impostos etc. Porém, aqui também podem existir categorias que são mais particulares ao dia a dia da empresa.
A questão é que não existe uma regra para criação de categorias, exatamente porque elas são totalmente personalizáveis. A recomendação então para a criação de categorias é parar para pensar nos tipos de análises e conclusões que você precisará tirar a partir do fluxo de caixa.
D- O local de registro do fluxo de caixa
Muito empreendedor faz seu fluxo de caixa no caderno (assim como eu fiz em 1995), mas com certeza não é local que eu recomendo, já que ter todo o registro só em um caderno não oferece segurança nenhuma e pouca flexibilidade para brincar com os números.
Algo que é MUITO utilizado são as planilhas de excel. Algumas mais chiques, outras mais simples – a questão é que no excel você consegue armazenar tudo, agrupar, criar gráficos etc.
Porém, como o tempo do empreendedor é escasso, montar novas planilhas ou mesmo cuidar perfeitamente da segurança do arquivo e do computador é inviável. Por isso, surgiram sistemas especialistas em gestão e, claro, em fluxo de caixa.
Um deles foi feito por nós da Empreendemia e se chama EmpreendeKit. Ele oferece um conjunto das ferramentas mais básicas para a gestão de uma micro empresa, incluindo a organização do fluxo de caixa de uma maneira MUITO simples.
  • Terreno preparado. E o dia a dia?
Agora que você sabe sobre as contas, os saldos iniciais, as categorias e o local de registro, nada mais justo do que passar algumas dicas para fazer um ótimo registro do seu fluxo de caixa:
1- Manter em dia, sempre
Para que você consiga fazer uma análise financeira mínima da sua empresa, as movimentações do fluxo de caixa precisam estar devidamente preenchidas com pelo menos: valor, nome, categoria, data e conta.
Sim, isso é o mínimo.
2- Conciliar com o extrato bancário
Ao contrário da caixinha da empresa, a conta bancária tem um extrato que você pode utilizar para conferir o que aconteceu lá. Para que você tenha uma noção completa de como sua empresa está financeiramente, é essencial que você concilie o que aconteceu com as contas (incluindo a do banco) com o seu fluxo de caixa completo.
3- Planejamento o futuro (mesmo que seja muito próximo)
Ferramentas especialistas no assunto (como o EmpreendeKit), te dão a possibilidade de inserir movimentações futuras de uma maneira fácil: com a recorrência de certas despesas ou receitas.
Por exemplo, Aluguel é o tipo de conta que se paga todo mês – ao criar a movimentação “Aluguel Escritório” para o mês de junho, você pode criar a recorrência para ela e fazer com que se repita todo o dia 5 até o fim do ano (ou até 2050, caso a inflação seja zero =D).
Tendo bem mapeado dentro do seu fluxo de caixa o que acontecerá no futuro próximo te ajuda a ver se haverá dinheiro suficiente para honrar as despesas assumidas. Isso porque com as movimentações inseridas, você já consegue visualizar o seu saldo total (ou por conta) a cada dia – verificando assim se você ficará negativo em alguma conta, mesmo que seja apenas temporariamente.
4- Não se esqueça da transferência entre contas
Ao receber um pagamento em dinheiro, você vai no seu fluxo de caixa e registra a seguinte receita “Cliente XYZ, valor: R$ 300, categoria: serviço, data: 23/5/13, conta: caixinha”.
Porém, daqui a 3 dias você vê que precisará pagar a conta de Internet e Telefone, no valor de R$ 250, que está em débito automático no banco, e vê que a conta lá está zerada.
Ou seja, você precisa passar pelo menos R$ 250 pra lá. Como fazer isso?
Em termos de fluxo de caixa, a receita já entrou, então você não pode registrar mais uma receita. Aqui então você precisa fazer uma “Transferência entre contas”, simplesmente enviando R$ 250 da conta “caixinha” para a conta “banco”.
5- Guardar as notas fiscais
Tudo que é gasto precisa apresentar uma nota fiscal mostrando quem recebeu e pelo quê. Assim como tudo que entra de receita requer que você emita uma nota fiscal.
Isso faz com que exista muita nota fiscal por aí e, se você não as organizar, é muito fácil se perder.
Além disso, por questões legais, é necessário guardar todo a parte contábil de uma empresa por pelo menos 5 anos.
  • “Só” isso?
Isso e muita disciplina para fazer tudo acontecer bem. E, claro, esse é só o básico.
O problema é que esse processo realmente toma tempo, o que faz sentido por ser uma parte muito importante de qualquer empresa. Porém, como mencionei antes, existem algumas ferramentas que te fazem economizar muito tempo aqui e que ainda te entregam uma confiabilidade muito maior.
Esse é o caso do nosso querido EmpreendeKit. Falando especificamente da ferramenta financeira dele, lá é possível fazer todos os pontos que mencionei aqui (contas, categorias, transferências entre contas, recorrência… tudo mesmo), porém de uma maneira MUITO mais rápida, simples e confiável.
Todas as informações são armazenadas em servidores top de linha no mundo (AWS, da Amazon), contando com backups e um baita sistema de segurança.
Você consegue garantir tudo isso da sua planilha de excel?
Por - Luiz Piovesana - http://www.saiadolugar.com.br/financas/

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Eficiência e Eficácia

Estes são dois conceitos muitos antigos, mas implacavelmente atuais.

Principalmente nos dias de hoje não compreendê-los ou, o que é muito pior, confundi-los provoca, sem dúvida, grandes danos à performance e aos resultados.

As diferenças entre esses dois conceitos podem até parecer sutis, mas realmente são extremamente importantes. Peter Drucker, que dispensa apresentações, é enfático em afirmar: eficiência é fazer certo as coisas, eficácia são as coisas certas. E complementa: o resultado depende de “fazer certo as coisas certas”.

Permita-me apresentar cada um desses conceitos com alguns detalhes a mais:

  • EFICIÊNCIA é: fazer certo; é o meio para se atingir um resultado; é a atividade, ou, aquilo que se faz.
  • EFICÁCIA é: a coisa certa; é o resultado; o objetivo: é aquilo para que se faz, isto é, a sua Missão.
Considerando-se o exposto vamos checar algumas percepções organizacionais muito naturais e... erradas!

Iniciando: 
Qual a Missão da área de Treinamento? 

A resposta natural poderia ser: treinar pessoas; reciclar; desenvolver ou algo parecido. 
Certo? Não, errado! 
Percebam que as respostas estão representadas por verbos e dirige-se à ação, portanto refere-se a aquilo que se faz, ou à atividade ou o MEIO para se atingir o resultado. 

Este resultado, ou a chamada Missão poderia ser consignado como:
PESSOAS APTAS às necessidades da organização! Este é o objetivo. 
A área de treinamento treina, ou desenvolve suas atividades para alcançar este resultado.

Porém, na prática utiliza-se, com freqüência o indicador de “homens/horas/treinamento” para medir o resultado de treinamento quando se está medindo, apenas, o seu esforço, ou seja, a sua eficiência no desenvolvimento da ação, mas não a sua eficácia. 
Afinal, qual foi o resultado desse esforço em treinamento?

Para ficar mais claro vamos a outro exemplo: 

Qual a Missão da área de manutenção de ar condicionado?

Mais uma vez a resposta natural seria: consertar ar condicionado, que é uma resposta também errada. 

Consertar ar condicionado é o que a área de manutenção faz para alcançar a sua Missão que é: AR CONDICIONADO FUNCIONANDO!

O que isto quer dizer? 
Isto quer dizer que se provoca um grande desvio na qualidade da contribuição das pessoas fortalecendo-se a atividade muitas vezes distanciada do objetivo. Freqüentemente a área de manutenção de ar condicionado é medida pelo tempo que gasta consertando ar condicionado quando deveria ser medida pelo tempo que não gasta consertando, ou seja, pelo tempo de funcionamento do equipamento. 
Esta é a medida da sua eficácia.
  • Percebam então o enorme dano que esta situação causa nos resultados individuais e globais das organizações.
Ao se privilegiar as medidas que acompanham o esforço da realização pode-se perder a relação com o resultado desse esforço. 

Em nome disso muitas realizações dentro das organizações são, o que costumamos chamar de “olhar o próprio umbigo”, perdendo-se a avaliação do nível de agregação de valor aos objetivos da organização. 
E o que conta, cada vez mais, é exatamente o nível de agregação de valor de cada profissional, de cada departamento, de cada organização. 
Para isso é fundamental trabalhar-se com indicadores!

E este viés, infelizmente, ocorre em diversas áreas das empresas provocando um enorme desvio nos resultados e na agregação de valor dessas áreas e, das pessoas que se esforçam para atender as expectativas para o desenvolvimento dos negócios. 
Preciso reforçar que esta preocupação é função indelegável dos níveis de chefia das empresas!

Apenas como lembrete: novos conceitos são importantes para a modernização e desenvolvimento dos negócios, mas de nada adianta se não praticamos (ou entendemos) sequer os antigos. Até mais.