QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

segunda-feira, 29 de abril de 2013

11 Conselhos para Deixar de Ser Workaholic


Para atingir o sucesso qualquer profissional precisa de trabalhar várias horas, muitas vezes fugindo àquele conceito base de trabalhar apenas “das 9 às 5″. 
Quem quiser realmente ser bem sucedido precisa de fazer mais do que isso, necessitando muitas vezes de ficar no escritório no final de semana ou no feriado. 

É um fato e quem diz que conseguiu bons resultados sem se esforçar muito provavelmente estará omitindo a verdade. Mesmo que você seja o mais produtivo possível, as horas acabam por não ser suficientes. 

Porém, existe uma grande diferença entre o trabalhador esforçado, planejado e que produz consoante as suas metas e um outro que esteja trabalhando horas a fio apenas para preencher algum vazio na sua vida: o conhecido workaholic. 

É sobre essa diferença que vamos falar no post de hoje.

Em primeiro lugar é necessário definir algumas diferenças entre os dois profissionais. 

Vejamos algumas:

Trabalhar esforçado e organizado:
·  Alguns dias fica até altas horas no escritório. Porém, em outros dias guarda algum tempo para si e para a sua família.
·  Tem metas estabelecidas e quando termina essas metas sabe que é hora de parar.
·  O seu trabalho é produtivo e nas horas que está produzindo fica focado nas tarefas.
·  Sabe ver quando a sua família precisa de atenção e necessita de largar o trabalho.
·  Os seus dias são produtivos e ele continua repleto de motivação para trabalhar.
·  A criatividade tem altos e baixos, mas por norma ele consegue manter a sua imaginação fluindo.
·  Tem tempo para ler e renovar os seus conhecimentos.

Trabalhador workaholic
·  Todos os dias fica até altas horas no escritório. Se não tiver tarefas para fazer, ele próprio cria.
·  O seu dia não é produtivo e ele sente isso mesmo. Mas em vez de parar, acaba trabalhando mais.
·  As suas metas não estão bem definidas. Ele faz um pouco de tudo, perdendo rapidamente o foco.
·  Não tem tempo para si, dizendo que está sempre muito ocupado.
·  Ele trabalha, trabalha e trabalha e os seus resultados não dão o “pulo” esperado.
·  O ambiente familiar não é bom mas ele não está preocupado. Vive apenas para o trabalho nada mais.

Nota: Atenção que existe uma diferença entre o workaholic e o worklover. Este último ama o seu trabalho, trabalha muitas horas mas sabe priorizar as suas ações. Já o workaholic vê o trabalho à frente de tudo.

O QUE OS TRABALHADORES WORKAHOLICS DEVEM FAZER?
Além de ser muito prejudicial a curto prazo, o trabalho de forma workaholic acaba por ser ainda pior no longo prazo. O trabalhador entra numa espiral descendente, piorando a sua relação familiar, a relação com ele mesmo e a relação com o seu próprio trabalho. Sim, porque muitas vezes esta necessidade de trabalhar horas e horas acaba tendo mais prejuízos do que benefícios como verá ao longo deste artigo.

Mesmo que você não seja um workaholic, preste atenção às próximas linhas pois elas são fundamentais para que você saber se está cometendo alguns erros que o podem levar a ser um pré-workaholic. Se você já estiver nesta situação, mais atenção ainda terá de prestar ao que vamos falar de seguida. O que eu pretendo é apresentar são alguns hábitos que deve ter para evitar essa rotina workaholic que possa estar vivendo.

1. DEFINA METAS E REALIZE ESSES OBJETIVOS
Um dos principais problemas do workaholic é que ele não sabe colocar limites para o seu trabalho. Nunca existe hora para entrar e para sair do escritório. 
Todos os momentos são bons para enviar aquele email, fazer aquele telefonema ou checar mais um possível cliente. 
Concordo que o profissional hoje em dia tem de estar atento e com a utilização dos smartphones essa atenção fica ainda maior. Porém, é necessário impor um limite. Tem alturas em que o celular deve ficar de lado e o trabalho deve ser deixado de parte. 

A melhor forma de o fazer é colocar horários de entrada e de saída do trabalho, bem como períodos em que você vai usar os seus dispositivos que possam “ajudar” você a trabalhar mais um pouco. Deixe o smartphone de lado quando for passear com a sua família ou fazer aquele jogo de futebol com os amigos.

2. DURMA BEM!
Dormir é essencial e isso todos nós já ouvimos milhares de vezes. Pode até parecer demasiado comum este aviso mas é um fato que os workaholics têm tendência a sacrificar as suas horas de sono em prol do trabalho. 
E aí acabam dormindo três a quatro horas, com decréscimos de produtividade astronómicos. Mas pense bem: será que essas horas todas de trabalho estão sendo realmente produtivas? Você não ganharia mais se aproveitasse esses momentos para recuperar forças e depois, voltar ao trabalho com o máximo da sua performance?

3. ENCONTRE UMA OUTRA PAIXÃO
Se você é um workaholic, é porque a sua paixão está focada no trabalho. Isso é muito bom, pois muitas pessoas passam anos trabalhando em projetos que não gostam. 

Por isso, em primeiro lugar sinta-se uma pessoa com sorte. No entanto, é necessário encontrar outras paixões para que o seu trabalho não se torne numa obrigação com o passar do tempo. 
Tal como em todas as coisas que amamos na nossa vida, o trabalho também deve ser cuidado, equilibrado e acima de tudo é necessário saber desligar-se dele. Senão não será chamado de trabalho mas sim de vício. 
E como encontrar uma outra paixão? 
Em primeiro lugar você necessita de começar algo. Tem algum esporte que você está querendo fazer mas nunca fez? Ou um tema que você queria estudar mas nunca estudou? Comece por aí. Ai a tendência é que essa paixão cresca e que em determinados momentos faça esquecer o seu trabalho.

4. FAÇA UMA AVALIAÇÃO CONSTANTE
Os workaholics não têm, nem querem ter, tempo para pensar. Isso seriam minutos preciosos de trabalho desperdiçados! 
Esse é um pensamento esforçado mas ao mesmo tempo mal conseguido. O trabalho é importante, mas o planejamento é tão ou mais determinante. 
De que adianta ficar o tempo todo trabalhando se você não tem rotas bem definidas, não objetivos? Tal como disse Abraham Lincoln: “Se me dessem oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis delas afiando o machado”. 
Quer melhor frase do que esta do antigo presidente dos Estados Unidos para definir a importância da preparação? 

Trabalho e avaliação bem conjugados fazem milagres. Qualquer um dos dois em separado é uma autêntica perda de tempo. Por isso, o meu conselho vai no sentido, que de tempos a tempos, reveja a sua agenda, olhe para as tarefas que foram feitas, olhe para o seu projeto e veja se ele tem crescido ou não. Há quanto tempo você não faz isso?

5. FIQUE RODEADO DAS PESSOAS CERTAS
Se você tiver tendência para ser workaholic, pior irá ficar a sua situação se lidar com pessoas que também tenham essas características. 
Não digo que a partir de agora tenha de lidar com pessoas preguiçosas e pouco ambiciosas. É bom ter pessoas produtivas e motivadas ao seu lado. Porém, também é necessário saber o momento para ficar afastado desse tipo de pessoas. 

Em determinados momentos, principalmente ao final de semana, interaja com a sua família, com os amigos mais próximos ou mesmo com outras pessoas que você já não vê há muito tempo.

6. COMECE ESSA MUDANÇA JÁ!
Um dos hábitos comuns dos workaholics é o fato de adiarem constantemente as suas mudanças pessoais, ficando apenas focados nas mudanças no seu trabalho. Mas para sair desta situação estes profissionais necessitam de inverter a sua situação. 

A vida pessoal, em alguns casos, deve começar a ficar na frente da vida profissional. Suponha que você pretende iniciar o hábito de almoçar todos os dias com a sua família, ao invés de ter almoços de negócios. Nesse caso, quando surgir uma proposta para para ter um almoço de negócios, você deve aprender a dizer não.

7. APRENDA A DELEGAR
Um workaholic bem sucedido e que tenha uma demanda muito grande de projetos, precisa de encontrar uma solução para o seu excesso de trabalho. E essa solução é realmente muito simples: delegar tarefas. Assim, terá mais tempo para si e ainda criará novos empregos. 
Mas porque motivo isso não acontece? 
A resposta é muito simples: os workaholics não sabem delegar tarefas. Eles têm medo de entregar os seus projetos a outras pessoas, têm medo de que tudo dê errado e acham que apenas eles sabem fazer aquele trabalho. 

Mas se você quiser sair desta rotina estressante, aprenda a delegar tarefas, a valorizar pessoas e a confiar em outros trabalhos. Caso contrário, será um escravo da sua rotina a vida inteira.

8. UTILIZE O RESCUE TIME OU O PAYMO
Se você considera que está tendo trabalho demais e não sabe se está sendo um workaholic ou um worklover, aconselho que encontre ferramentas que consigam monitorar o tempo que está trabalhando em cada projeto. 
Tanto o Rescue Time como o Paymo (clique nos links para saber o que são) são ferramentas que ajudam a controlar o tempo que você passa no seu trabalho. 

Cada uma destas ferramentas trabalha de um modo diferente. Agora cabe a você verificar qual delas é mais útil para o seu negócio.

9. PROCURE POR DICAS DE PRODUTIVIDADE
Você é daquelas pessoas que trabalha muito? Então talvez esteja faltando um pouco de organização no seu dia-a-dia. 
Para melhorar o aproveitamento do seu tempo, aconselho que dê uma olhada nestes posts sobre produtividade:

10. NÃO DEIXE TAREFAS PARA A ÚLTIMA HORA
Ter aquele trabalho de última hora para realizar é a desculpa preferida de qualquer workaholic. Afinal de contas, o trabalho tem de ser realizado em poucos horas e é “mais do que justo” deixar de lado qualquer momento com a família ou aquela corrida de final do dia. Trabalho é, e sempre foi, prioridade! 
Porém, existe uma forma de evitar que isso aconteça: não deixe tarefas para a última hora! É isso mesmo. 

Pare para se organizar, priorizar tarefas e dar um período de realização para essas mesmas tarefas. Assim, serão poucas as tarefas de última hora que vão aparecer no seu dia-a-dia.

11. APRENDA A DESISTIR!
Os workaholics têm dificuldades em desistir das suas tarefas, mesmo que a realização das mesmas não esteja sendo produtiva. Preferem forçar a realização da tarefa em vez de deixá-la para o dia seguinte ou para algumas horas depois. 
Apesar disso muitas vezes ser confundido com esforço e dedicação, a verdade é que não é mais do que não saber desistir de uma tarefa quando ela não está sendo produtiva. Por isso o meu conselho vai no sentido de que analise cada situação e aprenda a desistir. 

Existem dias em que simplesmente eu desisto de escrever um texto e reservo o meu foco para outra tarefa qualquer como verificar o email ou responder a comentários. Mais tarde, volto ao tal texto, com mais inspiração e vontade de trabalhar.

SER WORKAHOLIC É UM PROBLEMA?
Se considerarmos que um workaholic não tem controle nas suas decisões e reage por impulso, podemos ver o wokaholic como alguém, no mínimo, problemático. Nos Estados Unidos até já existe uma Associação para tratamento deste tipo de “problemas”.

Por - Luciano Larrossa - Freelancer e Produtividade

Coaching - Fazer Acontecer


Se você busca a superação, reinventar-se, alcançar novos horizontes e descobrir novas habilidades e talentos, então, você tem que conhecer o Coaching!

Jamais, na história da humanidade, o ser humano foi tão testado e posto à prova. E em plena era de globalização e da informatização só terá espaço todo àquele que souber, exatamente, o que deseja alcançar e usar toda a sua inteligência e inovação para desvendar novos caminhos.

Poderia citar uma dezena de exemplos de pessoas que fizeram historia, pois cada época é marcada por grandes nomes que passam para a eternidade por suas obras, atos e pensamentos. Mas a história do mundo não é construída simplesmente por grandes nomes, de homens e mulheres que se tornaram célebres por sua genialidade ou originalidade.

Ao contrario do que imaginamos a história na maioria das vezes é feita de Marias, Paulos, Lourdes, Antonios, Lauras, Josés e por aí vai. Gente que os livros não citam, mas que estavam presentes, vivendo, criando, modificando aos poucos as coisas ao seu redor, fazendo a diferença.

Lembre-se de que eu e você, quando nos levantamos todos os dias para a batalha diária, estamos participando, escrevendo e reescrevendo a história.
A vida é uma jornada rumo ao objetivo que cada um de nós estabelece para si mesmo, seja pessoal ou profissional, mas eu lhe pergunto você tem seu objetivo estabelecido? Sabe que estratégia utilizar para atingi-lo?

A maioria das pessoas não consegue responder estas perguntas adequadamente e não se sinta culpado por ser uma delas, o importante é você ter consciência disso e a partir de agora mudar de atitude e tomar as rédeas do seu destino.

Não conheço ninguém que levanta de manhã cedo e diz pra si mesmo: “Hoje vou fazer tudo errado”, isso não existe, todo mundo acorda com sede de vencer quem erra o faz por puro desconhecimento.

Existem muitas ferramentas e processos para auxiliar as pessoas em seu desenvolvimento pessoal e profissional, mas não conheço nenhuma mais poderosa do que o Coaching.

O Coaching é um processo de desenvolvimento pessoal e profissional, altamente eficaz, que equipa as pessoas com as ferramentas, o conhecimento e as oportunidades de que precisam para se desenvolver e se tornar mais efetivas e eficazes. Sua metodologia é testada e aprovada por diversas instituições internacionais que comprovam e evidenciam o sucesso e os benefícios gerados por sua prática.

Apesar de o termo Coaching estar sendo vulgarmente mal utilizado no mercado por pessoas oportunistas, o processo em si é fantástico.

No Coaching não existe intervenção direta ou indireta, apenas uma parceria entre o Coach (profissional habilitado) e o cliente (Coachee) que quer mudar alguma coisa em sua vida ou profissão, e juntos estabelecem um objetivo a ser atingido de tal forma que no final do processo os resultados sejam atingidos ou pelo menos estejam encaminhados para tal.

Por se tratar de um processo onde o grande responsável pela mudança é o próprio cliente (coachee), este se torna essencialmente o centro das atenções, já que somente ele possui todas as respostas.

Por isso Coach tem que essencialmente gostar de gente e ser humilde o suficiente para não se sentir incomodado ou constrangido em ser um apoio para o sucesso de seu cliente, alem disso deve correr em suas veias a necessidade do aprendizado continuo.

Um processo de coaching somente é bem sucedido se o coachee atingir seu objetivo para isso deve existir uma grande confiança entre ambas as partes e o coachee realmente ser receptível às mudanças e ao aprendizado.

Acredito que todas as pessoas buscam o reconhecimento e o sucesso, o que muitas das vezes lhes falta é a coragem necessária para trilhar o caminho que as leva a alcançar seus sonhos.

Você já pensou em potencializar suas chances através da formação em coaching, seja para uso pessoal informal com a família e amigos ou profissionalmente para melhorar seus resultados ou até como uma 2ª carreira?

Que tipo de pessoa você têm de se TORNAR para viver a vida dos seus sonhos?
Você pode fazer a diferença em sua vida e na dos outros.

Enfim, Coaching é fazer acontecer já que os indivíduos que participam do processo de Coaching têm uma nova perspectiva dos desafios e oportunidades profissionais, habilidades aprimoradas de pensamento e de tomada de decisão, e maior confiança ao executar o trabalho escolhido.

“Para ter sucesso verdadeiro, faça quatro perguntas para si mesmo: Por quê? Por que não? Por que não eu? Por que não agora?"    James Allen, ensaísta americano (1864-1912).


sábado, 27 de abril de 2013

Veja 10 bobagens que os contribuintes declaram no IR

Na tentativa de receber mais restituição, pagar menos Imposto de Renda ou mesmo por falta de conhecimento, os contribuintes acabam declarando algumas “bobagens”, que não são aceitas pela Receita Federal. Com o auxílio de especialistas, o G1 reuniu em uma lista dez tipos de dados que os contribuintes informam em vão.

As perguntas mais recorrentes foram selecionadas com a ajuda dos especialistas: Júlio Linuesa Perez, conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Rodrigo Paixão, coordenador de Imposto de Renda da H&R Block, e Meire Poza, gestora da Arbor contábil e parceira do Investmania.

No caso de informações que o contribuinte declara e não consegue comprovar, a Receita pode aplicar uma multa que varia de 75% a 150% do valor de imposto devido ou da restituição a que o contribuinte teria direito.

1) Gastos com saúde
O contribuinte inventa gastos com saúde que podem ser dedutíveis ou declararam sem ter comprovantes. Para despesas médicas, não há limite de dedução. De acordo com a Receita Federal, só são aceitos como prova de despesas cópias de cheques usados no pagamento ou extrato bancário

2) Despesas com animais
Há contribuintes que tentam declarar os gastos que tiveram com animais de estimação como se fossem seus dependentes, o que é não é aceito pela Receita Federal.

3) Valores errados por falta de atenção
O contribuinte lança valores de, por exemplo, rendimentos tributáveis, imposto retido, na ficha de rendimentos tributáveis diferentes daqueles relacionados nos informes de rendimento. Se os dados estiverem diferentes, é possível que a declaração caia na malha fina.

4) Dependente que não é dependente
Há casos de contribuintes que, de propósito ou por falta de conhecimento, declaram como dependentes pessoas de fora da família ou mesmo tios, sobrinhos, primos, por exemplo. Sem a devida tutela judicial, a Receita Federal não aceita esse tipo de declaração. Podem ser dependentes os companheiros, filhos até 21 anos (ou 24 anos, se estiverem cursando a universidade). Também podem ser incluídos os menores de idade de quem se tenha guarda judicial. Os pais e avós podem ser dependentes dos filhos desde que tenham rendimentos tributáveis isentos ou tributáveis exclusivamente na fonte cujo valor total no ano não ultrapasse até R$ 19.645,32. A dedução por dependente, possível apenas por quem declara pelo modelo completo, é de até R$ 1.974,72.

5) Material escolar
O material escolar não constitui dedução legal e, por falta de previsão legal, não se enquadra como "despesas com instrução". Nas despesas com educação (ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação), o limite individual de dedução é de até R$ 3.091,35 na declaração de IR deste ano.

6) Benfeitorias não realizadas de fato
Muitos contribuintes aumentam o valor dos "bens imóveis" declarados, informando benfeitorias que não foram realizadas nos "bens imóveis", para diminuir o imposto sobre o ganho de capital em uma futura venda. Nos casos em que for identificada a má-fé do contribuinte, podem ser aplicadas multas de até 150%.

7) Amante como dependente
O contribuinte insiste em declarar a pessoa de sua relação extraconjugal como dependente, alegando que era ele quem pagava todas as despesas dela.

8) Despesas com aulas de idiomas
As despesas com aulas de inglês ou outras línguas não são dedutíveis. As instituições que prestam esse tipo de serviço informam a natureza dos serviços à Receita Federal, que realiza o cruzamento das informações de forma eletrônica. São consideradas despesas com educação os gastos com ensino infantil, fundamental, médio, técnico e superior, o que engloba graduação e pós-graduação.

9) Um mesmo filho nas declarações de pais separados
Há casos de pais e mães que insistem que os filhos têm que aparecer como dependentes nas duas declarações. Diante dessa situação, o ex-marido e a ex-mulher devem entrar em um acordo para deduzir gastos com dependentes na declaração de um ou de outro. A Receita não permite que um único dependente apareça em duas declarações distintas.

10) Despesas maiores que a renda
De acordo com especialistas, é comum casos de contribuintes aumentam as despesas na declaração para também aumentar o valor da restituição. “Nessa linha tivemos duas experiências inesquecíveis: no primeiro caso a pessoa aumentou tanto as despesas, que ultrapassou em quase o dobro do valor dos ganhos no ano. Num outro caso, a pessoa chegou ao escritório com toda a documentação para elaborar a declaração. Disse que precisava muito da restituição. Tudo muito organizado, não fosse um detalhe: ela não tinha Imposto de Renda retido na fonte, além de não estar na obrigatoriedade de entrega da declaração”, contou Meire Poza, gestora da Arbor contábil e parceira do Investmania.

Fonte: G1 - Rio de Janeiro/RJ.Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

O Pardal e a Águia


O sol já estava aparecendo e a floresta toda já acordava pronta para mais um dia. 

Os animais iam viver a sua vida, uns juntavam mantimentos, outros caçavam para se alimentar e outros polinizavam as flores e assim a vida ia se desenvolvendo. 

Havia nessa floresta um pardal chamado Andala que vivia apenas para observa Yan, a grande águia.

O voo preciso e perfeito de Yan, enchia os olhos de Andala  de admiração, tinha vontade de voar como a águia, mas não sabia como o fazer também  queria ser forte como a águia, mas não conseguia ser. 

O pequeno pardal sempre estava vislumbrando a beleza da águia. Um dia Yan voou mais rápido e sumiu da vista de Andala que tentou alcança-la, mas não conseguiu.

Sem esperar o pequeno pardal levou um grande susto: a grande águia a sua frente.
Andala tentou conter o seu vôo, mas não consegui e  acabou batendo de frente com a grande águia.
Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o.

A águia com uma expressão séria, perguntou o motivo pelo qual Andala vivia vigiando seus voos. O pardal disse que queria ser uma águia, mas não conseguia porque seu voo era baixo devido as suas asas serem curtas e por isso vislumbrava pouco por não conseguir ultrapassar meus limites e por esse motivo se sentia triste e passava o dia inteiro vigiando Yan sem ter coragem de voar.

Yan disse a Andala que cada um tem natureza diferente, o que não impede que cada um de nós possa voar como uma águia, e se preparou para voar novamente.

Quando já ia embora Yan virou para a pequena ave e completou: mas para isso é preciso liberar a águia que existe dentro de você e treinar muito, pois o treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que você possa dar realidade aos teus sonhos e assim poder ter a satisfação de conhecer o que não é conhecido.

Sei que muitos pardais e águias estão lendo neste momento este artigo e desejo que vocês possam refletir sobre como podemos aplicar esta parábola no nosso dia a dia:

  • Para os pardais peço que eles tenham  persistência em seu treinamento , possam treinar com amor  e comprometimento para poder “voar” cada vez mais alto.
  • Para as águias que continuem voando alto e compreendam que muitos usam seus “voos” como inspiração e saiba que você é responsável por dar um bom exemplo para a construção de um mundo melhor.
Vamos refletir sobre isso!

A História da ISO - Parte 2


As Normas Internacionais ISO
De acordo com a primeira revisão anual da ISO em 1972, as causas subjacentes da aceleração do ritmo de normalização internacional incluiram “o crescimento explosivo do comércio internacional” causado por uma “revolução nos meios de transporte”. 

Em meados dos anos sessenta uma demanda, não apenas um desejo, por normas internacionais tinha se desenvolvido. As fontes desta demanda incluiam empresas multinacionais, normas das instituições em países em desenvolvimento e autoridades regulamentadoras.

O que lançou os alicerces para o crescimento da produção da ISO durante os anos setenta foi a mudança de ênfase em Normas Nacionais para Normas Internacionais, que teve lugar no final dos anos 1960.

Essa mudança de ênfase foi sublinhada pela decisão em 1971 para começar a publicar os resultados do trabalho técnico da ISO como Normas Internacionais em vez de Recomendações.


O estabelecimento do Código de Normas do GATT
De 1948 a 1994, o Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (sigla em inglês: GATT) criou regras para a maior parte do comércio mundial e presidiu períodos que viram algumas das maiores taxas de crescimento do comércio internacional.


Nos primeiros anos, as rodadas comerciais GATT concentraram-se na redução de tarifas. Então, a Rodada Kennedy, em meados dos anos 60, trouxe um acordo GATT Anti-Dumping e uma seção sobre desenvolvimento. 

A Rodada de Tóquio, durante os anos 70 foi a primeira grande tentativa de eliminar as barreiras comerciais não tarifárias, e para melhorar o sistema. A oitava, a Rodada Uruguai de 1986-94, foi a última e mais extensa de todos. Isso levou à OMC (Organização Mundial do Comércio) a um novo conjunto de acordos.

O Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio (o chamado Código de Normas do GATT), introduzido em 1979, tem por objetivo garantir que os procedimentos de regulamentos, normas, ensaios e certificação não criem obstáculos desnecessários ao comércio. O acordo também estabelece um código de boas práticas para os governos, organismos não-governamentais e a indústria se prepararem, aprovarem e aplicarem normas voluntárias.

A ISO compreendeu imediatamente a importância do Código de Normas do GATT e promoveu ativamente o valor das suas Normas Internacionais para uso em todo o mundo como instrumentos que facilitam a eliminação de barreiras desnecessárias ao comércio, e, sempre que preciso, como uma base adequada para os regulamentos técnicos.

O Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio acabou por ser alterado na Rodada Uruguai e se transformou em um compromisso multilateral aceito por todos os membros da OMC.
Desde 1979, a ISO assumiu o compromisso de implementar todas as medidas necessárias para assegurar que as suas normas internacionais são totalmente compatíveis com os requisitos estabelecidos pelo Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio da OMC.

Concluindo essa etapa, podemos observar que os esforços que culminaram na globalização hoje evidente possuem suas raízes delineadas bem antes que essa expressão fosse adotada pela mídia e pelo vocabulário corporativo. 

E mesmo assim, a ISO procurou se manter alinhada com interesses mundiais e percebeu que normas adotadas mundialmente contribuiriam para facilitar o comércio mundial.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A História da ISO - Parte 1


A ISO é a maior organização do mundo em desenvolvimento de normas.

Entre 1947 e os dias de hoje, a ISO publicou mais de 19.000 Normas Internacionais, que vão desde normas para atividades como agricultura e construção, passando por engenharia mecânica, dispositivos médicos, até os desenvolvimentos mais recentes para tecnologia da informação.

Dado o âmbito multi-setorial da organização, seria difícil apresentar uma perspectiva histórica resumindo os desafios, a paixão, as realizações de destaque, ou, às vezes, as oportunidades perdidas, na grande variedade de setores abrangidos pelo trabalho técnico da ISO.

Foi preciso, portanto, escolher os principais marcos da história da organização a partir de uma perspectiva geral.
  • A fundação
A ISO nasceu da união de duas organizações – a ISA (International Federation of the National Standardizing Associations) com sede em Nova York desde 1926, e o UNSCC (United Nations Standards Coordinating Committee), criado em 1944.

Em outubro de 1946, delegados de 25 países, reunidos no Instituto de Engenheiros Civis em Londres, decidiram criar uma nova organização internacional, cujo objetivo seria “facilitar a coordenação internacional e unificação das normas industriais”. A nova organização, ISO, oficialmente iniciou suas operações em 23 de fevereiro de 1947.

Em abril de 1947, uma reunião em Paris produziu uma lista recomendando 67 comitês técnicos da ISO, cerca de dois terços dos quais baseados em comissões ISA anteriores. Ao início dos anos 1950, os comitês técnicos da ISO estavam começando a produzir o que era conhecido na época como “Recomendações”.

A idéia básica da padronização internacional do pós-guerra foi derivar as Normas Internacionais das já desenvolvidas em nível nacional e, em seguida, reimplementá-las nacionalmente. As Recomendações da ISO foram, portanto, apenas a intenção de influenciar as normas nacionais já existentes.

A primeira Assembleia Geral da ISO foi organizada em Paris em 1949. Foi inaugurada em reunião pública realizada no grande anfiteatro da Universidade de Sorbonne.

Conforme relatado por Raymond Frontard, ex-Diretor-Geral da AFNOR: Uma casa cheia (incluindo o Presidente da República francês, Vincent Auriol, e o Diretor Geral da UNESCO, Jaime Torres Bodet) ouviu os discursos. Depois vieram as traduções (consecutivas, naturalmente – a interpretação simultânea ainda tinha que ser inventada…). Primeiro em Inglês, depois em Russo … Um tremor de curiosidade percorria a enorme assembléia.

“Os jovens de hoje acham difícil imaginar o quão longe estávamos, naquele momento, do ponto de vista global, que agora parece tão familiar. A terra era um arquipélago de mundos distintos.”
  • Os primeiros anos e a participação dos países em desenvolvimento
No curso dos anos 1950 e 1960, um número crescente de novos organismos membros da ISO vieram do mundo em desenvolvimento.

As normas internacionais desenvolvidas pela ISO são de alto valor para os países em desenvolvimento. Eles oferecem, na verdade, soluções práticas para uma variedade de questões relacionadas ao comércio internacional e transferência de tecnologia, porque representam um reservatório de know-how tecnológico e de especificações de produto, desempenho, qualidade, segurança e meio ambiente.

No entanto, para tirar proveito dos padrões internacionais e participar na sua criação, os países em desenvolvimento tiveram que enfrentar problemas adicionais substanciais em comparação com as nações industrializadas, que iam desde a falta de infra-estruturas industriais estabelecidas; passando por questões relacionadas com componentes técnicos (incluindo normas nacionais, instituições de metrologia, de testes e instalações); até a grave limitação de recursos financeiros e técnicos.

O primeiro marco nas tentativas da ISO para responder às necessidades desses membros foi a criação em 1961 da Comissão DEVCO para assuntos referentes aos países em desenvolvimento (iniciada com base em um memorando para o Conselho ISO, por parte do Sr. F. Hadass de Israel). Outras iniciativas se seguiram. Em 1967, uma conferência de países em desenvolvimento foi realizada em Moscou e em 1968 uma nova categoria foi estabelecida: a de sócio correspondente, para que os países em desenvolvimento pudessem desempenhar um papel no trabalho da ISO sem incorrer no custo de uma adesão plena.

Uma outra categoria acabou sendo acrescentada em 1992: a de membro assinante; permitindo que economias muito pequenas mantenham uma ligação com a ISO por uma taxa mínima.

Desde 1960, a composição e o papel dos países em desenvolvimento no âmbito da ISO tem sido continuamente crescente. Em paralelo, a atenção da organização para as necessidades dos países em desenvolvimento tem evoluído substancialmente, juntamente com a realização de programas que prestam assistência técnica e capacitação e uma variedade de iniciativas para facilitar a participação dos países em desenvolvimento em matéria de normalização internacional.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Edwards Deming - Os 14 Pontos para Gestão


William Edwards Deming Foi um estatístico, professor universitário, autor, palestrante e consultor estadunidense. Deming é amplamente reconhecido pela melhoria dos processos produtivos nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, sendo porém mais conhecido pelo seu trabalho no Japão. 

Lá, a partir de 1950, ele ensinou altos executivos como melhorar projeto, qualidade de produto, teste e vendas (este último por meio dos mercados globais) através de vários métodos, incluindo a aplicação de métodos estatísticos como a análise de variantes e teste de hipóteses.

Os 14 pontos para a Qualidade descrevem o caminho para a Qualidade Total.
  1. Criar constância de propósito de aperfeiçoamento do produto e serviço, a fim de torná-los competitivos, perpetuá-los no mercado e gerar empregos.
  2. Adotar uma nova filosofia. Vivemos numa nova era econômica. A administração ocidental deve despertar para o desafio, conscientizar-se de suas responsabilidade e assumir a liderança em direção à transformação.
  3. Acabar com a dependência de inspeção para a obtenção da qualidade. Eliminar a necessidade de inspeção em massa, priorizando a internalização da qualidade do produto.
  4. Acabar com a prática de negócios compensador baseado apenas no preço. Em vez disso, minimizar o custo total. Insistir na idéia de um único fornecedor para cada item, desenvolvendo relacionamentos duradouros, calcados na qualidade e na confiança.
  5. Aperfeiçoar constante e continuamente todo o processo de planejamento, produção e serviços, com o objetivo de aumentar a qualidade e a produtividade e, conseqüentemente, reduzir os custos.
  6. Fornecer treinamento no local de trabalho.
  7. Adotar e estabelecer liderança. O objetivo da liderança é ajudar as pessoas a realizar um trabalho melhor. Assim como a liderança dos trabalhadores, a liderança empresarial necessita de uma completa reformulação.
  8. Eliminar o medo.
  9. Quebrar as barreiras entre departamentos. Os colaboradores dos setores de pesquisa, projetos, vendas, compras ou produção devem trabalhar em equipe, tornando-se capazes de antecipar problemas que possam surgir durante a produção ou durante a utilização dos produtos ou serviços.
  10. Eliminar slogans, exortações, e metas dirigidas aos empregados.
  11. Eliminar padrões artificiais (cotas numéricas) para o chão de fábrica, a administração por objetivos (APO) e a administração através de números e metas numéricas.
  12. Remover barreiras que despojem as pessoas de orgulho no trabalho. A atenção dos supervisores deve voltar-se para a qualidade e não para números. Remover as barreiras que usurpam dos colaboradores das áreas administrativas e de planejamento/engenharia o justo direito de orgulhar-se do produto de seu trabalho. Isso significa a abolição das avaliações de desempenho ou de mérito e da administração por objetivos ou por números.
  13. Estabelecer um programa rigoroso de educação e auto-aperfeiçoamento para todo o pessoal.
  14. Colocar todos da empresa para trabalhar de modo a realizar a transformação. A transformação é tarefa de todos.
Fonte: Wikipédia - via http://www.qualidadebrasil.com.br