QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

MASP (Método de Análise e Solução de Problemas) - 8 Passos Para Uma Solução


A metodologia 8D é uma das melhores maneiras de se resolver uma Não Conformidade, e embora seja uma forma um tanto complexa de tratá-las, faz com que a gente aprenda muito sobre cada problema abordado.
Conhecida também como MASP (Método de Análise e Solução de Problemas) e outros nomes, a metodologia 8D, cujo nome se origina do inglês 8 DO – ou seja, 8 ações é na verdade uma forma sistemática de aplicação de várias ferramentas da Qualidade. 
Ela complementa e integra essas ferramentas, potencializando seu alcance.
Aprender a utilizar e aplicar a metodologia, embora não seja coisa de outro mundo, é algo que merece um treinamento adequado. Há muitas opções no mercado, então recomendo que escolham uma e aproveitem bem o curso! Este artigo não tem pretensão maior que dar uma introdução ao tema.
Vamos conhecer agora o processo das oito ações:
1 – Formar uma equipe: 
Primeira e importante ação do processo, a formação da equipe que irá tratar o problema deve levar em conta as competências necessárias em cada caso. Essas pessoas vão usar seus conhecimentos para encontrar a causa e a solução mais adequada para uma Não Conformidade. Como os problemas não são iguais, a equipe que vai tratar de cada um também não precisa ser sempre a mesma. Não esqueça de definir um líder para conduzir o processo!
2 – Descrever o problema: 
Do quê afinal estamos falando? – É importante que toda a equipe tenha um bom entendimento sobre o problema tratado, onde ocorreu, como se manifestou, qual o tamanho do estrago… Toda informação é bem vinda nessa hora, e só depois que não houver mais dúvidas sobre o que ocorreu ou está ocorrendo é que vamos passar para o próximo passo.
3 – Ação imediata: 
Claro que ninguém quer conviver com um problema… Mas a solução definitiva dele pode levar algum tempo. Por isso, nesse momento devem ser tomadas ações de contenção ou correção, que vão proteger os interessados (processo ou cliente) dos efeitos do problema. É como um torniquete, que funciona para estancar um sangramento, mas não é a solução definitiva para o ferimento. Fique atento durante essa fase, pois ela pode até dar pistas da solução definitiva! Portanto, o monitoramento das ações imediatas é muito importante.
4 – Procurar as causas: 
Aqui começa o trabalho investigativo. Cada provável causa deve ser analisada, até que entrem num consenso sobre qual é a mais provável, a causa raiz do problema. É uma fase em que todos aprendem muito sobre os mecanismos das causas, e todas as sugestões devem ser consideradas. Cada membro da equipe contribui com sua visão do problema e possíveis ações corretivas podem ser identificadas. Uma delas será a arma eficaz para matar o problema!
5 – Verificar as ações corretivas: 
As melhores ações corretivas propostas no passo 4 devem ser testadas na prática para confirmar se resolvem o problema sem trazer consequências inesperadas ou indesejadas, como um custo elevado no processo, criação de um gargalo, etc… Se for preciso, voltamos à prancheta e refazemos o passo 4.
6 – Implementar ações corretivas: 
Definidas as ações que realmente eliminam o problema, é hora de implementá-las de forma permanente. É aqui que a solução é oficializada. Para garantir, convém acompanhar o desempenho do processo por mais um tempo e estabelecer os controles necessários para garantir sua eficácia.
7 – Prevenir reincidências: 
Quando um problema é solucionado consequentemente ocorrem mudanças na rotina. Se essas mudanças não forem bem tratadas, corremos o risco de ter nosso velho “amigo” aparecendo de novo… Aqui é o momento de mudar procedimentos, especificações e IT´s, fazer treinamentos para fixar a nova forma adotada de trabalho, conscientizar os envolvidos.
8 – Comemorar!!! 
Pensa que é brincadeira? – A ação final do processo 8D realmente é essa, afinal tanto trabalho deve ser reconhecido! Felicitar a equipe é função do líder e dos superiores, e o resultado obtido deve ser divulgado a todos. Isso incentiva as pessoas a participarem de futuros processos e dissemina o conhecimento na organização.
Por - Ronaldo Costa Rodrigues - http://www.qualidadebrasil.com.br

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