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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Conheça a Geração do Fluxo (Os GenFluxers)

Um novo termo cunhado nos Estados Unidos vem sendo destaque no mundo corporativo americano, ele foi criado pela revista Fast Company, em um relatório especial sobre uma nova geração de pioneiros.

Os GenFluxers  sobrevivem em um mundo cada vez mais caótico, tem uma grande capacidade  de se adaptar a mais variadas situações. Essa nova geração tem uma mentalidade que abraça instabilidade e conseguem ser bem sucedidos em um clima de negócios cada vez instável, onde a pressão por resultados esta cada vez mais intensa.

A pressão constante para que os colaboradores aprendam coisas novas faz com que as pessoas sintam vontade de levantar mais cedo, pois de um instante para outro todas as novidades podem se tornar obsoletas.

Para sobreviver e até prosperar nesse clima é preciso aceitar viver sempre em estado de alerta como se estivéssemos sempre com um radar ligado em nossa cabeça para captar novas ideias. Essas pessoas gostam da instabilidade e a toleram muito bem. 

  • Para educar essa nova geração é preciso que as instituições de ensino se adaptem a esse novo modelo de comportamento que esta surgindo nas empresas é preciso ensinar novas táticas para uma nova época onde a habilidade principal é a capacidade de aprender novas habilidades.  

Os GenFluxers  ( onde também pode se encaixar aquele profissional de meia idade) devem se acostumar com mudanças cada vez mais radicais e velozes, desde de que o Efeito borboleta, que faz parte da Teoria do Caos cuja a ideia central é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer consequências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro, foi analisado pelo meteorologista, matemático e filósofo estadunidense Edward Norton Lorenz onde o bater de asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e, assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo, as empresas vem se acostumando cada vez mais com as organizações tem enfrentado um mundo cada vez mais caótico.

Quando escrevo que a instabilidade esta cada vez mais presente em nossa vida vocês podem achar que estou exagerando, mas não é bem assim. A maquina de escrever e calculadoras de fitas é um dos maiores exemplos de mudanças acontecidas de uns vinte anos para cá que revolucionou o trabalho nas empresas por causa da substituição destas pelo computador, que, com processadores de texto, possibilitam efetuar o mesmo trabalho de modo mais eficiente e rápido. 

Imagine como foi difícil para os trabalhadores de uma hora para outra ter que aprender informática a mexer em uma tecnologia nova que estava surgindo.

A Geração do Fluxo é mais afetada porque hoje tudo é rápido demais, as informações transitam de uma maneira muito rápida dentro das organizações e isso faz com que as novas gerações e aqueles que estão no mercado de trabalho tenham que conviver com mudanças cada vez mais rápidas e as organizações esquecem que o ser humano ainda necessita de nove meses para nascer, continuam fazendo a digestão da comida em duas horas e necessitam ao menos seis horas de sono.

  • Toda organização precisa evoluir no tocante a sua estrutura, sistema e cultura organizacional para que ela permaneça competitiva frente às mudanças ocorridas em seus mercados específicos. 

Os líderes dessas organizações precisam ser criativos e serem capaz de adaptar as técnicas de gestão de pessoas para motivar seus liderados a enfrentar um desafio a cada dia porque como Charles Darwin escreveu “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças” porem essa adaptação tem um limite, o tempo destinado às tarefas e a maturação dos projetos.
Vamos refletir sobre isso!

Por: Pedro Paulo Morales - Possui graduação em Tecnologia em Gestão de Sistemas Produtivos pela Faculdade de Tecnologia e Aperfeiçoamento Humano -FATENE (2006)

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