QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

terça-feira, 30 de outubro de 2012

O Percurso do Sucesso!

Você tem motivo para acordar empolgado e radiante ou desaba ou ouvir o som do despertador?

Você já descobriu o motivo que o faz movimentar-se, ou costuma vagar feito um fantasma que transita escondido, esquecido e sem a menor chance de protagonizar um filme colorido?

Você se conduz perturbado por entre as horas do dia sem perspectivas e força emocional para usufruir com eficiência as poucas 24 horas que o dia oferece?

Você já realizou muito, paralisou algumas vezes e renunciou outras?

Diz um Provérbio francês:
Conhecer o caminho não dispensa o percurso.

O percurso é o mundo real, nele não há lugar para divagações, modelos mentais de auto piedade  e fuga.  Portanto, mesmo conhecendo bem aonde queremos chegar, é indispensável que nos coloquemos no caminho. Este caminhar, não combina com conto de fadas que nos foram lidas na infância.
Ao contrario, ele combina com provações imensas e intransferíveis. Entregar ao outro o que nos cabe fazer é sabotar o percurso. Quem o faz, jamais chegará ao pretendido. Pois mesmo na coletividade existe o individual. É na individualidade que podemos expressar o estilo que mais se encaixa na nossa rota.

Qual seu estilo?
Você é um Realizador, Procrastinador ou um Conformado?  


  • O realizador está sempre atento ao que acontece, está  ligado as oportunidades e quando não encontra nenhuma, ele  cria.
Está no time das pessoas que faz a vida acontecer, que realiza sonhos, que conquista objetivos e evolui a cada período da vida?
Isso não significa sorte extrema ou falta de problemas, muito pelo contrário, o realizador vê os problemas como obstáculos a serem superados e a sorte representa o resultado da ação empreendida.
  • procrastinador está sempre adiando ações necessárias para a execução de projetos. Por vezes, ele permanece no plano da criação, fica no mundo das idéias e na prática não apresenta nada de concreto, nem para ele mesmo nem para os outros. Costuma ser dependente financeiramente. 
  • O conformado é a pessoa que já assumiu a dificuldade para mudar, diz que a vida é assim mesmo, que não nasceu com sorte e nem tenta mudar a situação atual. A vida passa rápido demais para quem se conforma com ela e isso acaba atrasando toda a realização pessoal.
Sendo assim, vale lembrar que somos todos caminhantes com estilo próprio. 

Devemos aprender com quem age de forma realizadora, por dois motivos:
  1. Eu mereço criar, agir e experimentar o meu feito.
  2. Procrastinar e conformar são o lado doentio da vida. Sei que lá ninguém conscientemente quer estar, não é mesmo?
Boa sorte a todos e vamos realizar, deixando de ser fantasmas.

Por:  Irlei Wiesel - http://www.qualidadebrasil.com.br

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Dez Erros que Podem Levar Qualquer Empresa à Falência


O cenário econômico em 2012 sugere cautela e cuidado ao pequeno empresário, principalmente se a crise na Europa desembarcar no Brasil. 
Por isso, é preciso controlar como nunca as finanças do seu empreendimento. E mais do que isso: o empresário precisa ter atenção total aos erros que podem levar qualquer empresa à falência, principalmente em um momento onde a economia - ao que tudo indica - não ajudará tanto assim os pequenos negócios.



Pensando nisso, o Estadão PME consultou o Sebrae de São Paulo para elaborar uma lista de erros triviais e perigosos que podem - isoladamente ou em conjunto - contribuir para o fechamento de um negócio de pequeno porte.Entre esses erros está a remuneração dos sócios, muitas vezes incompatível com a situação financeira da empresa.



A relação entre os sócios de um negócio, aliás, é sempre delicada. E por isso mesmo requer muito cuidado. Donos da rede de franquias Rizzo Gourmet e também do restaurante Le Marais, os empresários Adriano Bernardes e Fábio Moro dizem ser mais fácil manter a amizade do que a sociedade, mas contam que superam as diferenças porque têm perfis semelhantes. “Na hora de escolher o sócio deve-se avaliar se ele tem o mesmo objetivo, se você conviveria bem com essa pessoa e se ambos chegariam a um entendimento durante uma discussão”, aconselha Adriano.


Conheça os dez erros que podem levar qualquer empresa à falência:

1º erro: confusão
Confundir os gastos pessoais com os gastos da empresa, quase sempre, levam o negócio para o buraco.

2º erro: plano de negócios
Começar uma empresa sem um plano de negócios, na opinião de muitos especialistas, pode ser o primeiro passo para o fracasso.

3º erro: investimento errado
O empresário tem dinheiro, faz o investimento que imagina necessário, mas não leva em conta quais são as reais necessidades operacionais do empreendimento.

4º erro: ausência de controle
O empreendedor não faz o controle de custos e também ignora qual é o volume de compra, de vendas, quais são os níveis do estoque ou a situação das finanças do negócio.

5º erro: capital de giro x prazo de venda
É preciso estabelecer o prazo de venda do seu produto levando em consideração o capital de giro da sua empresa.

6º erro: acumular dívidas
Ter dívidas é sempre ruim no empreendedorismo. Mas ter dívidas e usar recursos emprestados a uma taxa de juros alta para saldar esses débitos é meio caminho andado para o fracasso.

7º erro: análise
Vender em prestações é um artíficio que deve ser usado pelas empresas. Mas cuidado: é preciso fazer uma análise criteriosa a respeito da situação financeira de quem está comprando. Por isso, solicite comprovante de renda, de residência e outros documentos que ajudam você a ter segurança na venda.

8º erro: inexperiência
Se você - ou seu sócio - não conhece a área que pretende atuar é melhor protelar o início da empresa até você descobrir todas as características daquele mercado. Conhecimento é peça chave para o sucesso.

9º erro: remuneração
Outro erro que pode levar ao fracasso da sua empresa é a remuneração dos sócios ser incompatível (leia-se maior) com a situação financeira da empresa (leia-se lucra pouco).

10º erro: conhecimento
O empresário não buscar capacitação constante.

sábado, 27 de outubro de 2012

Dilemas do Chefe...



Se é amigável... É demagogo
Se é retraído... É mascarado.
Se adora decisões rápidas... É arbitrário.
Se demora nas decisões... É incapaz
Se planeja a longo prazo... É sonhador
Se planeja a curto prazo... É quadrado
Se solicita muita verba... É esbanjador.
Se não solicita verba... É acanhado
Se procurar eliminar a papelada... É reacionário
Se segue as normas... É burocrata
Se trabalha em equipe... Não tem ideias próprias
Se não trabalha em equipe... Não confia em ninguém
Se é visto sempre com seu superior... É puxa-saco
Se nunca é visto com seu superior... Está de saída
Se delega poderes... Não quer nada com o trabalho
Se centraliza tudo em si... Não quer dar chance a ninguém!
fonte: http://www.menegatti.srv.br

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Noções Básicas de Almoxarifado Parte 02

NOÇÕES SOBRE ALMOXARIFADO II

RECEBIMENTO

 Conceituação
Recebimento é a atividade intermediária entre as tarefas de compra e pagamento ao fornecedor, sendo de sua responsabilidade a conferência dos materiais destinados à empresa.
As atribuições básicas do Recebimento são :
1.coordenar e controlar as atividades de recebimento e devolução de materiais;
2.    analisar a documentação recebida, verificando se a compra está autorizada;
3.    controlar os volumes declarados na Nota Fiscal e no Manifesto de Transporte com os volumes a serem efetivamente recebidos;
4.    proceder a conferência visual, verificando as condições de embalagem quanto a possíveis avarias na carga transportada e, se for o caso, apontando as ressalvas de praxe nos respectivos documentos;
5.    proceder a conferência quantitativa e qualitativa dos materiais recebidos;
6.    decidir pela recusa, aceite ou devolução, conforme o caso;
7.    providenciar a regularização da recusa, devolução ou da liberação de pagamento ao fornecedor;
8.    liberar o material desembaraçado para estoque no almoxarifado;

A análise do Fluxo de Recebimento de Materiais permite dividir a função em quatro fases :
1a fase - entrada de materiais ;
2a fase - conferência quantitativa;
3a fase - conferência qualitativa;
4a fase - regularização;
1a fase - Entrada de Materiais :

A recepção dos veículos transportadores efetuada na portaria da empresa representa o início do processo de Recebimento e tem os seguintes objetivos :
· a recepção dos veículos transportadores;
· a triagem da documentação suporte do recebimento;
· constatação se a compra, objeto da Nota Fiscal em análise, está autorizada pela empresa;
· constatação se a compra autorizada está no prazo de entrega contratual;
·  constatação se o número do documento de compra consta na Nota Fiscal;
· cadastramento no sistema das informações referentes a compras autorizadas, para as quais se inicia o processo de recebimento;
·  o encaminhamento desses veículos para a descarga;
As compras não autorizadas ou em desacordo com a programação de entrega devem ser recusadas, transcrevendo-se os motivos no verso da Nota Fiscal. Outro documento que serve para as operações de análise de avarias e conferência de volumes é o "Conhecimento de Transporte Rodoviário de Carga", que é emitido quando do recebimento da mercadoria a ser transportada.
As divergências e irregularidades insanáveis constatadas em relação às condições de contrato devem motivar a recusa do recebimento, anotando-se no verso da 1a via da Nota Fiscal as circunstâncias que motivaram a recusa, bem como nos documentos do transportador. O exame para constatação das avarias é feito através da análise da disposição das cargas, da observação das embalagens, quanto a evidências de quebras, umidade e amassados.
Os materiais que passaram por essa primeira etapa devem ser encaminhados ao Almoxarifado. Para efeito de descarga do material no Almoxarifado, a recepção é voltada para a conferência de volumes, confrontando-se a Nota Fiscal com os respectivos registros e controles de compra. Para a descarga do veículo transportador é necessária a utilização de equipamentos especiais, quais sejam : paleteiras, talhas, empilhadeiras e pontes rolantes.
O cadastramento dos dados necessários ao registro do recebimento do material compreende a atualização dos seguintes sistemas :
Sistema de Administração de Materiais e gestão de estoques: dados necessários à entrada dos materiais em estoque, visando ao seu controle;
Sistema de Contas a pagar : dados referentes à liberação de pendências com fornecedores, dados necessários à atualização da posição de fornecedores;
Sistema de Compras : dados necessários à atualização de saldos e baixa dos processos de compras;

2a fase - Conferência Quantitativa;

É a atividade que verifica se a quantidade declarada pelo fornecedor na Nota Fiscal corresponde efetivamente à recebida. A conferência por acusação também conhecida como " contagem cega " é aquela no qual o conferente aponta a quantidade recebida, desconhecendo a quantidade faturada pelo fornecedor. A confrontação do recebido versus faturado é efetuada a posteriori por meio do Regularizador que analisa as distorções e providencia a recontagem.
Dependendo da natureza dos materiais envolvidos, estes podem ser contados utilizando os seguintes métodos :
Manual : para o caso de pequenas quantidades;
Por meio de cálculos : para o caso que envolvem embalagens padronizadas com grandes quantidades;
Por meio de balanças contadoras pesadoras: para casos que envolvem grande quantidade de pequenas peças como parafusos , porcas, arruelas;
Pesagem : para materiais de maior peso ou volume, a pesagem pode ser feita através de balanças rodoviárias ou ferroviárias;
Medição : em geral as medições são feitas por meio de trenas;

3a fase -CONFERÊNCIA QUALITATIVA

Visa garantir a adequação do material ao fim que se destina. A análise de qualidade efetuada pela inspeção técnica, por meio da confrontação das condições contratadas na Autorização de Fornecimento com as consignadas na Nota Fiscal pelo Fornecedor, visa garantir o recebimento adequado do material contratado pelo exame dos seguintes itens:
1.    Características dimensionais;
2.    Características específicas;
3.    Restrições de especificação;
MODALIDADES DE INSPEÇÃO DE MATERIAIS
São selecionadas a depender do tipo de material que se está adquirindo, quais sejam :
1.    Acompanhamento durante a fabricação : torna-se conveniente acompanhar in loco todas as fases de produção, por questão de segurança operacional;
2.    Inspeção do produto acabado no fornecedor : por interesse do comprador, a inspeção do P. A. será feita em cada fornecedor;
3.    Inspeção por ocasião do fornecimento : a inspeção será feita pôr ocasião dos respectivos recebimentos.

 DOCUMENTOS UTILIZADOS NO PROCESSO DE INSPEÇÃO :

1.    especificação de compra do material e alternativas aprovadas;
2.    desenhos e catálogos técnicos;
3.    padrão de inspeção, instrumento que norteia os parâmetros que o inspetor deve seguir para auxiliá-lo a decidir pela recusa ou aceitação do material.
SELEÇÃO DO TIPO DE INSPEÇÃO
A depender da quantidade, a inspeção pode ser total ou por amostragem, utilizando-se de conceitos estatísticos.
análise visual tem por finalidade verificar o acabamento do material, possíveis defeitos, danos à pintura, amassamentos.

análise dimensional tem por objetivo verificar as dimensões dos materiais, tais como largura, comprimento, altura, espessura, diâmetros.
Os ensaios específicos para materiais mecânicos e elétricos comprovam a qualidade, a resistência mecânica, o balanceamento e o desempenho de materiais e/ou equipamentos.
Testes não destrutivos de ultra-som, radiografia, líquido penetrante, dureza, rugosidade, hidráulicos, pneumáticos também podem ser realizados a depender do tipo de material.

4a fase -REGULARIZAÇÃO

Caracteriza-se pelo controle do processo de recebimento, pela confirmação da conferência qualitativa e quantitativa, respectivamente por meio do laudo de inspeção técnica e pela confrontação das quantidades conferidas versus faturadas.
O processo de Regularização poderá dar origem a uma das seguintes situações :
1.    liberação de pagamento ao fornecedor ( material recebido sem ressalvas);
2.    liberação parcial de pagamento ao fornecedor;
3.    devolução de material ao fornecedor;
4.    reclamação de falta ao fornecedor;
5.    entrada do material no estoque;
Documentos envolvidos na Regularização :

Os procedimentos de Regularização, visando à confrontação dos dados, objetivando recontagem e aceite ou não de quantidades remetidas em excesso pelo fornecedor, envolvem os seguintes documentos :
1.    nota Fiscal;
2.    conhecimento de transporte rodoviário de carga;
3.    documento de contagem efetuada;
4.    relatório técnico da inspeção inspeção;
5.    especificação de compra;
6.    catálogos técnicos;
7.    desenhos;
Devolução ao Fornecedor
O material em excesso ou com defeito será devolvido ao Fornecedor, dentro de um prazo de 10 dias a contar da data do recebimento, acompanhado da Nota Fiscal de Devolução, emitida pela empresa compradora.

Autor:  -  Especialista em automação de projetos de engenharia. Administrador de CAD/CAE Administrador de Sistemas de Materiais Oracle Master Certified Consultor Técnico

Programa K.now - Profissões mais disputadas do momento



Profissões mais disputadas do momento.

Por - Adm. Msc. Jorge Henrique Cavalcante

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Papa-Léguas ou Coiote?


Quando o assunto é motivação, todo mundo responda em coro comigo: devo ser igual ao...?
Isso mesmo, igual ao coiote. Embora todos admirem mais o Papa-Léguas, é o coiote que é mais motivado. Por isso, precisamos ter a motivação dele.

Eu disse a motivação do coiote, e não os resultados que ele obtém.

Poxa, o cara vive levando pancada, erra, cai, se arrebenta, morre, ressuscita, cai de novo, morre de novo, e nunca desiste. 
Isso sim é motivação.

E veja, além de motivado, ele é, de certo modo, inteligente. Ele traça planos mirabolantes, e até tem ideias boas.
Dentro dessa analogia, o que podemos aprender na nossa carreira, empresa, e em nossa vida com o coiote?

  • Motivação não basta: sim, motivação é vital, mas, muita motivação empregada no lugar errado, e nas mãos erradas, pode trazer resultados piores do que para quem não é lá tão motivado. Sabia que há algo pior do que ir por um caminho errado? É ir para ele muito motivado!

  • Propósito errado: veja, o coiote parece ser inteligente, então, ele deveria usar essa competência em elaborar ideias e projetos numa causa justa, honesta, mas, infelizmente, tudo o que ele quer é destruir o papa-léguas, provavelmente por inveja. Dê uma olhada à sua volta e veja quantos coiotes estão ao seu lado, pessoas competentes, inteligentes, motivadas, mas, cujos propósitos são o de acabar com o seu negócio, sua carreira ou relacionamento. Pessoas que você mesmo colocou e vivem arquitetando planos por detrás das cortinas. 

  • Nunca desista: nesse aspecto o coiote também é incrível. Por mais sofrimento que tenha, ele jamais desiste, sempre está articulando novas formas de exterminar seu inimigo. Novamente, a questão é o propósito. Quando a gente tem ideias ruins, que fazem mal aos outros e ao mundo, não percebemos que, na verdade, o maior mal que fazemos é a nós mesmos. Por sorte, a vida não é como nos desenhos, onde “gente” ruim vive ressuscitando!


E o que podemos aprender com o Papa-léguas? 
  • A ser mais esperto, rápido e honesto que os coiotes. 
  • A fugir de gente coiote, afinal, o próprio Salomão já disse em Provérbios: “Não fales ao ouvido do tolo, porque desprezará a sabedoria das tuas palavras”.
  • Possivelmente, se o Papa-léguas fosse aconselhar o coiote, seria nesse momento que este acabaria com sua vida.

Se agirmos como o Papa-léguas o coiote nunca nos alcançará.

Grande abraço, fique com Deus, sucesso e felicidades sempre!

Mario Quintana, a Poesia da Gestão Corporativa


Mário Quintana, um poeta gaúcho, que com versos retratava muito da vida e do cotidiano, nos ensinando não apenas sobre a vida em si, mas igualmente sobre o comportamento em vida corporativa.
Vejamos algumas de suas célebres frases e algumas conclusões que podemos abstrair delas...
A arte de viver é simplesmente a arte de conviver ... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil! (Mário Quintana)
Pessoas... Nunca é fácil, nunca é simples conviver. Muitas vezes reclamamos que conviver a dois é difícil, mas passamos com esta pessoa menos tempo do que com os colegas de trabalho. Os colegas de trabalho, que nos aturam por 8 ou mais horas diariamente, estes sim, sabem o quanto é difícil conviver conosco. Todos temos nossos dias bons e ruins. Todos sabemos que o calo aperta aqui ou ali. A boa convivência no universo corporativo é fundamental para a sobrevivência!
  • AS INDAGAÇÕES (Mário Quintana) - A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.
Concordo. Não fique preocupado em saber responder tudo. Se preocupe em perguntar, em tentar saber como as coisas funcionam, como o colega do lado faz o seu trabalho, como podemos ajudar a todos para que todos possamos crescer. Ninguém vive isolado e ninguém nasceu sabendo, então, seja colaborativo e questionativo: Pergunte!
  • Não me ajeito com os padres, os críticos e os canudinhos de refresco: não há nada que substitua o sabor da comunicação direta. Mário Quintana
Com certeza! Se você, gestor, precisa dar um recado, dê pessoalmente. Chame a equipe e diga. Não mande interlocutores. Dar poder a qualquer um cria apenas a ilusão de que não foi o gestor que mandou, quando na verdade apenas desestimula e desacredita a figura do líder.
  • POEMINHA DO CONTRA (Mário Quintana)
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Foque em você, nas suas escolhas, no seu caminho. Eles passarão e você passarinho.
  • Na mesma pedra se encontram,
Conforme o povo traduz,
Quando se nasce – uma estrela,
Quando se morre – uma cruz.
Mas quantos que aqui repousam
Hão de emendar-nos assim:
Ponham-me a cruz no princípio...
E a luz da estrela no fim! (Mário Quintana)
Que seja assim então, primeiro vamos aprender com nossos erros, enfrentar a nossa cruz, para depois o brilho do sucesso iluminar com sua luz a vida de cada um que fez do caminho uma cruz.
Enfim, para finalizar o artigo, mas nunca a obra infinita de Mário Quintana:
  • DAS UTOPIAS (Mário Quintana)
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
Continue, não é porque está nublado que podemos afirmar que não existem estrelas. Aposente as dificuldades e busque no seu pensar, inteligência e principalmente inovação soluções criativas para os problemas cotidianos.
Tenha foco.
Assim como o foco de Mário Quintana era as estrelas, seja o seu o sucesso!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Cinco Armadilhas que Você Deve Evitar


Antes de investir em setores que estão na moda ou em expansão, o empreendedor deve observar alguns fatores


Abrir uma locadora de vídeos e dvds já foi um dos negócios mais promissores no País. 
Com o avanço da tecnologia, o aumento da pirataria e do download legal de filmes pela internet, essemercado mudou a ponto de até grandesempresas perderem espaço. Na última sexta-feira, dia 3, por exemplo, a Blockbuster no Canadá anunciou o fim de suas operações e o fechamento de 253 lojas naquele país. 
No Brasil, a rede teve que mudar o seu modelo de negócio para manter seu espaço.
Assim como as locadoras, novos negócios que viram moda surgem todos os anos, levando milhares de pessoas a apostarem nessas opções – e a verem sua empresa fechar pouco tempo depois. 
Os motivos para o declínio vão desde o desempenho da economia até o fato de o mercado estar saturado, mas geralmente apresentam algo em comum: a falta de um diferencial.  
Para que você evite cair em ciladas, o Estadão PME consultou especialistas para saber quais os tipos de negócios que você deve evitar atualmente. E descobrimos que, mais do que fatores externos, é na própria atitude do empreendedor que está a chave para o sucesso. 
Confira as dicas:

1. Modismos

No último verão, as lojas de frozen yogurt dominaram o mercado, ocupando o espaço das lojas de cupcakes, até então os empreendimentos mais promissores. 
Se há dois anos abrir uma lan house era sucesso garantido, no ano passado foram os sites de compras coletivas que ostentavam esse título. 
Desde então, muitos já fecharam, incluindo até sites criados por grandes empresas.

Para não ser vítima de uma moda passageira e ver o lucro ir embora com a mesma facilidade com que surgiu - o que é comum entre os negócios da moda -, a dica é estudar bem o mercado onde o empresário pretende atuar e entender o espaço existente para novos investimentos. “Entrar nessas bolhas pode ser perigoso porque o empreendedor pode investir justamente no momento em que o setor está em declínio e, assim, perder dinheiro”, diz Márcio Iavelberg, da consultoria especializada em pequenas e médias empresas Blue Numbers. 
Já para o professor do Centro de Empreendedorismo da Faculdade Getúlio Vargas (FGV), Marcelo Aidar, os modismos devem ser evitados. “Esses negócios que oferecem entradas aparentemente muito fáceis são os mais difíceis de o empreendedor se diferenciar”, diz.
2. Áreas com as quais o empresário não tem afinidade

Você consegue imaginar uma pessoa que não gosta de atividade física à frente de uma academia de ginástica? 

Por mais estranho que pareça, esse tipo de situação acontece com frequência, principalmente porque há quem vá atrás de promessas de lucro fácil e deixe de lado um fator primordial para uma empresa dar certo: a afinidade do empreendedor com o negócio.

Portanto, evite empreender em áreas com as quais não tenha afinidade, ainda que o mercado seja promissor. “Não adianta abrir uma empresa de arquitetura se não é arquiteto. O empreendedor só pode entrar em um negócio se tiver familiaridade”, diz Iavelberg, da Blue Numbers. 
É essa afinidade e paixão por determinada atividade que vai fazer o empreendedor enfrentar desafios como longas jornadas de trabalho, dificuldades financeiras e de encontrar mão de obra, além de buscar diferenciais para a empresa.
3. Setores que você desconheça 

Não adianta investir em um empreendimento sem conhecer a fundo suas especificidades e a concorrência. 

Ter experiência anterior no ramo, por exemplo, não é obrigatório, mas aumenta muito as chances de sucesso. 

Antes de abrir uma empresa, o ideal é estudar o setor, conversar com outros empresários do ramo, fornecedores e clientes. “Todo mundo acha que sabe empreender na área de alimentação, que está aquecida, mas a maioria desconhece as armadilhas desse setor”, exemplifica Iavelberg. “As chances de se dar bem são maiores para quem já conheça o ramo.”
4. Mercados saturados

Dessa maneira, estudar o setor onde o empreendedor pretende atuar também é importante para identificar se há espaço para novos concorrentes. 

Especialmente no caso dos modismos, cuja característica principal é a expansão rápida, os pioneiros no ramo enfrentam ampla e agressiva concorrência, enquanto os novatos encontram dificuldade de se destacar em um mercado muito competitivo.

“É como abrir uma barraca em uma feira: é fácil de fazer, mas fica difícil se destacar em meio a tantos concorrentes”, diz Aidar, da FGV. Fugir da concorrência, optando por regiões e cidades com menos investimentos, pode reduzir os riscos de fracasso. “De repente, abrir uma loja de frozen yogurt pode ser um mico em São Paulo, mas ter espaço no Pará”, sugere o sócio da consultoria Empreende, Eduardo Vilas Boas.
5. Mais do mesmo

Todas as dicas anteriores esbarram em um fator em comum: a falta de uma característica que diferencie uma empresa das demais. 

Os especialistas garantem que inovar é essencial para a sobrevivência de um negócio. “Muitas vezes o empreendedor vê uma banca de jornal fazer sucesso perto da sua casa e, em vez de criar algo diferente, abre uma outra banca igual em frente ao concorrente”, diz Vilas Boas, da Empreende.

No mercado de compras coletivas, por exemplo, as empresas pioneiras que investiram em algo que até então era inovador, estão hoje na liderança do setor, enquanto parte dos concorrentes que apenas copiaram o modelo original já fecharam as portas ou enfrentam dificuldades para crescer, justamente pela falta de um diferencial. Inovar, no entanto, exige paciência e perseverança. “A novidade pode demorar anos para fazer sucesso, por mais fantástica que seja”, diz Iavelberg.