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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Tamanho do pênis está ligado ao dos dedos, diz nova pesquisa

A partir de agora, o dedo anular masculino servirá como mais do que um possível indicador de estado civil. Cientistas descobriram que, pela comparação entre ele e o indicador, é possível prever o tamanho do pênis ereto.
O cálculo não é feito pelo tamanho absoluto dos dedos, mas sim pela razão entre eles. A conta é feita dividindo o comprimento do dedo indicador pelo do anular. Quanto menor for resultado, maior deve ser o pênis. Ou seja: homens com o dedo indicador menor do que o anular tendem a ter o pênis ereto mais longo.
Editoria de Arte/Folhapress
De acordo com os pesquisadores, liderados por In Ho Choi, da Universidade Gachon (Coreia do Sul), o resultado tem a ver com o nível de exposição que os homens tiveram à testosterona quando ainda estavam no útero.
Essa relação entre o tamanho dos dedos e a exposição ao principal hormônio masculino já era conhecida Além de fornecer pistas sobre o tamanho do órgão sexual, conhecer o nível de exposição à testosterona pode ajudar no diagnóstico de doenças ligadas ao hormônio, como câncer de próstata.
A pesquisa, publicada no "Asian Journal of Andrology", analisou o tamanho do órgão sexual de 144 homens com mais de 20 anos e com doenças urológicas.
Embora os cientistas digam que nenhuma dessas doenças interfira no tamanho dos pênis, eles admitem que o universo da pesquisa é restrito e pode estar enviesado.
Antes de terem seus órgãos sexuais medidos, todos os pacientes foram anestesiados. Para que não houvesse interferência da temperatura, a medição foi feita logo após eles terem sido despidos.

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO - 
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude

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