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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Participar de uma Empresa Júnior é garantia de emprego no futuro?

No mercado de trabalho, se o profissional não tiver o que dizer sobre o que fez durante a passagem pelo MEJ, de nada vai adiantar tê-la no currículo

"Participar de uma Empresa Júnior é considerado um diferencial para o currículo. Mas o que você faz dentro da empresa é o mais importante". Quem afirma é Garibalde Martins Moura Neto, diretor de consultoria da Esag Jr, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), gestão 2006, e, atualmente, participante do programa de talentos em Planejamento e Controle Financeiro da Editora Abril.
Para Moura Neto, a Empresa Júnior é um laboratório de formação de profissionais, um ambiente que contribui para o amadurecimento dos empresários juniores. "Participando do movimento, o estudante tem a oportunidade de se espelhar em líderes que ainda são universitários, o que é um fator de motivação a mais, devido à proximidade. E isso faz com que o empresário júnior acredite que também pode se tornar um líder e levar a empresa mais longe do que ela já foi, deixando a sua marca e fazendo a diferença. É um processo de retroalimentação, em que o empresário júnior contribui para a empresa e adquire experiência e conhecimento", ressalta o diretor.
Possuir no currículo uma passagem pelo Movimento Empresa Júnior pode contar pontos, sim, em um processo de seleção, mas não é garantia de emprego. O movimento é uma oportunidade de crescimento e, se for aproveitado da melhor forma, será um diferencial. Porém, não adianta simplesmente passar por uma Empresa Júnior. "As grandes corporações, quando contratam jovens profissionais – normalmente sem experiência – querem conhecer o candidato, e tomam decisões a partir do que ele realizou em sua vida. Se ele não tiver o que dizer sobre o que fez na Empresa Júnior, aprendizados que teve, projetos que realizou, planos que participou, de nada vai valer sua passagem pelo movimento", explica Moura Neto.
Uma das atitudes que fazem a diferença nas experiências adquiridas durante a participação no movimento é a busca por capacitação. "Durante minha passagem pela Esag Jr, estudei muito para poder exercer a função de líder de projetos, uma vez que eu não estava nem na metade do curso de Administração. Entrar para uma Empresa Júnior é uma grande oportunidade. Uma vez lá dentro, o empresário júnior deve dar o seu máximo para construir a empresa, que está sempre em transformação. O trabalho é sempre de empreendedorismo e, portanto, são as pessoas que fazem o movimento algo tão legal e satisfatório", afirma Moura Neto.
Outro ponto importante na participação no movimento é a aproximação entre Empresas Juniores, em encontros locais ou regionais, por serem uma situação propícia para realização de benchmarking, instrumento de gestão que busca melhorar o desempenho das empresas por meio da troca de informações sobre práticas empresariais entre empresas similares.
Além disso, os empresários juniores devem lembrar que um dos objetivos da empresa é prestar serviço para o mercado. Portanto, devem possuir sempre uma visão mercadológica do trabalho que realizam e ter consciência de que este posicionamento pode levar a empresa a um salto de qualidade. "Quando participei do movimento, sempre pensei dessa forma, e isso ajudou a Esag Jr a realizar projetos cada vez mais complexos para pessoas físicas, micro-empresários e, também, para instituições governamentais", lembra Moura Neto.
"Se as pessoas não entrarem motivadas a fazer a diferença, o rendimento da empresa fica ameaçado e, portanto, o futuro dela também. Se os empresários juniores trabalharem dessa forma, receberão em troca o que o movimento propõe: aprendizado contínuo e crescimento profissional", conclui Moura Neto.
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