QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Ferias na Europa

Nos próximos 20 dias estarei na França, Inglaterra, Irlanda, Alemanha e Portugal....curtindo uns dias de Férias, ninguem é de FERRO...até mais...
Abraços a Todos...

sábado, 24 de abril de 2010

10 mandamentos do Marketing Pessoal

Por que ótimos profissionais não conseguem ser promovidos? O profissional em questão faz tudo certo, mas esquece de algo muito importante, um detalhe crucial...

O Marketing Pessoal!

Marketing é o conjunto de ferramentas que uma empresa tem para alavancar seu produto, serviço ou imagem.
Marketing pessoal são as mesmas ferramentas só que para uso em beneficio da própria carreira. É a habilidade que o profissional tem de aparecer sem ser chato e de chamar a atenção da chefia sem ser um puxa-saco.
É saber lidar com situações difíceis, sem criar uma mais difícil!
Um bom exemplo é o do garçom, quando não precisamos dele, mas o olhamos, ele nunca está olhando para nós, mas é fatal que quando precisamos dele, nós não precisamos fazer muita coisa, ele mesmo com toda a sua experiência em observação, nos atende de imediato.

Bom, listarei aqui os 10 mandamentos do Marketing Pessoal.

O primeiro deles é a Liderança que se resume em ter a habilidade de influenciar o próximo, seja por persuasão ou pela própria confiança que ele transparece a todos - o que é diferente do famoso "gerentão", que apenas sabe mandar, assumir os créditos, não consegue ouvir uma única pessoa e tem uma dificuldade enorme para aceitar os próprios erros.

O segundo é a Confiança que, geralmente, é aquela pessoa na qual buscamos segurança, conforto nas palavras, esperança e admiração. Podemos sempre contar com ela.

O terceiro item é a Visão é um dos mais importantes, quase sempre é aquele que entende o que está fazendo e porque está fazendo, sugerindo pequenas mudanças para melhorar o próprio trabalho ou o dos colegas. Consegue pensar em táticas e estratégias para se ter não só o GRANDE contrato, mas como também ter os pequenos pingados. Às vezes, é melhor ter 10 clientes pagando 100 reais do que esperar pela oportunidade de em um cliente ganhar mil reais.

O quarto é ter o Espírito de Equipe. É oferecer ajuda aos colegas sem ser solicitado. É visar sempre pelo melhor do próximo e claro do ambiente de trabalho.
Antes de irmos para o quinto Mandamento do Marketing Pessoal, deixo-lhes uma questão:
Você acredita ter o espírito de equipe? Por quê?

Depois de respondido, vamos ao quinto item que é a Maturidade, onde às vezes nos pegamos realizando certas atitudes um pouco quanto infantis, criando sempre um ar de irresponsabilidade e imaturidade, e ainda pensamos que somos "Adultos". Um ponto da Maturidade é saber solucionar conflitos, sem criar mais conflito. É analisar cada situação, tentar compreendê-la e tomar uma atitude consciente e sabia.
A Integridade é o nosso sexto item, onde mostra o profissional fazendo o seu trabalho sem prejudicar outra pessoa. É ambicioso, mas não ao ponto de atropelar quem estiver pela frente para alcançar o objetivo.

Não podemos esquecer também da Visibilidade que é o nosso sétimo ponto. Quando falo em Visibilidade quero dizer em ter visão do futuro que almeja, pois saber aonde quer chegar com a carreira é muito importante. Notei inúmeras vezes que sempre aquele funcionário que era o primeiro a levantar a mão mostrando força de vontade, "ligado" na empresa e nos seus acontecimentos geralmente acabava sendo um supervisor, diretor e até mesmo presidente da empresa.

Nosso oitavo item é a Empatia. Criar situações agradáveis no ambiente social é muito importante principalmente no convívio profissional aonde reconhecer o trabalho dos outros e elogiá-los é, além de tudo, gratificante para a pessoa elogiada e ótimo para sua imagem pessoal, mostrando interesse pelo trabalho dos outros.

Se eu não falasse do nosso nono item o Otimismo, com certeza este artigo não seria meu. O Otimismo é algo pessoal e interno. Ele tem que desabrochar do nosso peito de uma forma inovadora. Temos que sempre tentar nas piores situações enxergar um ponto positivo. Saber lidar com os erros e aprender que, por mais difícil que seja o desafio ou mesmo o momento, ele não é o fim do mundo.
Quantas vezes você não quis jogar tudo para o alto e não jogou? Pergunte-se: por quê?

E, claro, sem a nossa décima questão nem chegaríamos ao final deste artigo, a Paciência! Há um amigo que sempre diz "A paciência é uma virtude. Ela é apenas para poucos!". Acredito que a Paciência é algo para todos, mas claro, muitos já nascem com ela aflorada e outros têm que aprender a controlá-la, pois ela pode acabar lhe prejudicando, caso você não a domine.
Espero ter auxiliado, mais uma vez, e não se esqueça: o sucesso está em suas mãos. Acredite!

Alexandre Stella
http://www.rh.com.br/Portal/Carreira/Artigo

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Rede Social não é nenhuma novidade

Investir em redes sociais não é criar um perfil em cada site novo que aparece, e sim se abrir para o diálogo com os mais diversos públicos que possam fazer parte do negócio.

"Estamos investindo em redes sociais". Se você acompanha o mercado publicitário, é bem provável que já tenha ouvido este discurso que está cada vez mais presente na boca dos executivos de marketing e comunicação. Será isto uma estratégia, moda ou tendência?

Seja qual for a melhor tradução do momento atual, o fato é que as redes sociais, da forma como são vistas hoje, já caíram no gosto dos internautas (especialmente os brasileiros) e têm despertado grande interesse nas empresas, que estão enxergando nelas um bom lugar para falar de seus produtos e serviços de forma diferenciada. Poder usar um canal gratuito, eficiente, falar a língua do consumidor e ainda ter a oportunidade da mensagem ser multiplicada espontaneamente é de fato tentador, mas o que muitos não têm visto é a essência disso tudo. As empresas e agências, em sua maioria, têm enxergado rede social como "mídia inovadora", enquanto na verdade é algo bem antigo.

Em primeiro lugar temos que ter a noção de que redes sociais não são apenas sites como Orkut, Facebook, Twitter e afins. Segundo o teórico austríaco Fritjof Capra, um dos primeiros a definir o tema, "redes sociais são redes de comunicação que envolvem a linguagem simbólica, os limites culturais e as relações de poder". São redes de pessoas que se conectam por afinidade em determinado assunto. É natural do ser humano se dividir em grupos. Partidos políticos, religiões, times de futebol... Tudo são formas de expressão em que as pessoas se relacionam por um tema comum. São redes sociais, comunidades, o que não é nenhuma novidade.

O que as pessoas chamam hoje de redes sociais na internet são na verdade aplicativos que espelham um comportamento humano tão antigo quanto nossa própria existência: o desejo de se expressar e de se relacionar. O que a tecnologia tem trazido de valioso é a capacidade de fazer isso remotamente e de fazer a mensagem ecoar cada vez mais distante.

Investir em redes sociais não é criar um perfil em cada site novo que aparece, e sim se abrir para o diálogo com os mais diversos públicos que possam fazer parte do negócio, e isso pode (e deve) ser feito tanto online quanto offline. Portanto, antes de pensar em rede social como mídia, pense em rede social como grupo de pessoas.

Pessoas que possuem desejos e necessidades, que são movidas por paixões e ideais, que não querem apenas ouvir, mas que também querem falar. Pessoas que, por trás de toda uma parafernália eletrônica, são simplesmente pessoas. Só assim a mensagem será genuína e irá cumprir o verdadeiro objetivo da comunicação.

Bruno Lessa - É diretor da Marketing
SIM (www.marketingsim.com.br) (www.vitrinepublicitaria.net).

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Piercings e tatuagens: será que eles ainda atrapalham?

Por Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney

O uso de piercings e tatuagens era algo abominável no ambiente de trabalho até o final da década de noventa. Entretanto, apesar do uso cada vez maior de tais adereços, engana-se quem pensa que eles não atrapalham mais, segundo alertam especialistas

"O mercado está se atualizando, mas dependendo da cultura da empresa, a pessoa pode ter algum tipo de dificuldade", avalia a gerente de Projeto da Foco Talentos, Fábia Barros.

Áreas

De modo geral, os setores jurídico, financeiro e de saúde são os que possuem maiores ressalvas com o uso de piercings, tatuagens e outros modismos como alargadores, dreads, unhas e cabelos pintados de cores extravagantes.

Por outro lado, de acordo com o gerente de Serviços do Monster Brasil, Herbert Patrício Franco, os adereços são mais tolerados em áreas que não requerem contato direto com o público. Como exemplo, ele cita o mercado de TI ( Tecnologia da Informação).

"A maior parte das empresas quer uma aparência mais "clean". Contudo, em algumas áreas, há uma maior aceitação, como naquelas em que não há tanto contato direto com o público", diz.

Na entrevista

No que diz respeito à entrevista, ambos os especialistas sugerem que o candidato pense bem antes de seguir no processo seletivo e siga sempre o caminho da sinceridade.

"Se a pessoa usa piercing, tatuagem e isso, de alguma forma, faz parte da personalidade dela, ela deve reavaliar se vale a pena continuar ou se candidatar a um processo seletivo de uma empresa mais formal, pois pode haver um conflito de valores", diz Fábia.

No mais, aconselha ela, o candidato pode perguntar sobre a vestimenta da empresa e, dependendo do caso, se estiver muito interessado pela vaga e tiver uma tatuagem, por exemplo, que não possa ser escondida o tempo todo - como um desenho grande no braço que não possa ficar escondido no verão - é melhor avisar sobre a tatuagem se ela não foi vista pelo recrutador no momento da seleção.

Mentir?

Os especialistas ainda acrescentam que a mentira deve ser evitada em todo o caso. Isso porque, explica Franco, caso seja contratada, a pessoa pode sofrer alguma discriminação velada e ser dispensada antes do término do período de experiência.

"Ninguém pode ser dispensado por conta de uma tatuagem, mas, de forma disfarçada, isso acontece e é muito difícil de provar. Também vale lembrar, que, atualmente, as redes sociais fazem parte do processo seletivo, ou seja, algumas coisas podem ser percebidas e desmentidas por meio delas".

http://www.administradores.com.br/

quarta-feira, 21 de abril de 2010

MARKETING PESSOAL


Marketing Pessoal hoje, é a ferramenta mais eficiente de fazer com que seus pensamentos e atitudes, sua apresentação e comunicação, trabalhem a ser favor no ambiente profissional. Além desses detalhes o cuidado com a ética e a capacidade de liderar, a habilidade de se auto-motivar e de motivar as pessoas a sua volta, também fazem parte do Marketing Pessoal.

As empresas de hoje analisam muito mais do que sua experiência profissional. A preocupação com o capital intelectual e a ética, são fundamentais na definição do perfil daqueles que serão parceiros/colaboradores.
.Alguns detalhes merecem atenção especial:

  • Estar sempre pronto e capacitado para enfrentar mudanças;

  • Ter consciência da importância da atitude para a concretização de objetivos;

  • Saber focar os problemas e controlar a preocupação e os sentimentos de frustração e angústia;

  • Entender e acreditar a própria capacidade de realização e de superação de obstáculos;

  • Manter-se motivado;

  • Usar uma forma gentil e atenciosa de tratar as pessoas, de forma que ela trabalhe como seu diferencial;

  • Seja absolutamente pontual;

  • Preocupe-se com a objetividade e a honestidade para que você não seja traído com detalhes de menor importância;

  • Observe com cuidado a roupa que vai usar, adequando-a cuidadosamente à situação e ambiente; ela pode abrir ou fechar portas;

  • Preocupe-se com o seu linguajar, seu gestual e com o tom da sua voz. Evite gírias ou expressões chulas, controle suas mãos e braços, fale baixo e devagar;

  • Controle suas emoções mas não as anule, elas são muito importantes para mostrar o seu envolvimento ou comprometimento com o tema que está sendo tratado;

  • Cuidado com o uso do celular;

  • Não fale demais nem de menos.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Pensamento do dia

"A administração é feita tomando-se decisão e vendo se essas decisões estão implementadas." | Harold Genee |


"As atitudes são mais importantes do que os fatos." | David Schwartz |


"O sofrimento é passageiro; desistir é para sempre." | Lance Armstrong 


"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo." | Nelson Mandela |

domingo, 18 de abril de 2010

Botafogo....Super Campeao...Feliz da Vida....

Botafogo....‘campeón’...Carioca 2010

Botafogo....Super Campeao...Feliz da Vida....

Hino do Botafogo
Botafogo, Botafogo campeão desde 1910.
Foste heroi em cada jogo, Botafogo.
Por isso é que tu és e hás de ser.
Nosso imenso prazer.
Tradições, aos milhões tens também.
Tu és o Glorioso.
Não podes perder, perder prá ninguém.

Noutros esportes tua fibra está presente.
Moldando as cores do Brasil de nossa gente.
A estrada dos louros. Um facho de luz.
Tua Estrela Solitária te conduz.

sábado, 17 de abril de 2010

O que é Marketing Cultural?

1) O que é marketing cultural?
É toda ação de marketing que usa a cultura como veículo de comunicação para se difundir o nome, produto ou fixar imagem de uma empresa patrocinadora. Para se fazer marketing cultural não há fórmula fechada, pois há variáveis que, conforme combinadas, podem resultar numa excelente ação de marketing. O que manda é a criatividade para atingir o público alvo de forma a atender os objetivos de comunicação da empresa com os recursos disponíveis. Ao patrocinar um show, por exemplo, a empresa pode não só associar sua marca àquele tipo de música e público como pode também oferecer amostras de produto (promoção); distribuir ingressos para os seus funcionários (endomarketing); eleger um dia exclusivo para convidados especiais (marketing de relacionamento); enviar mala-direta aos consumidores/clientes informando que o show está acontecendo e é patrocinado pela empresa (marketing direto); mostrar o artista consumindo o produto durante o show (merchandising); levantar informações gerais sobre o consumidor por meio de pesquisas feitas no local (database marketing); fazer uma publicação sobre o evento (marketing editorial); realizar uma campanha específica destacando a importância do patrocínio (publicidade) e muitas outras ações paralelas que tem o poder de ampliar o raio de alcance da ação de marketing cultural.

2) Por que as empresas fazem marketing cultural?

Ele vem ganhando força no meio empresarial porque apresenta soluções relativamente baratas a três novas exigências do mercado: 1) necessidade de diferenciação das marcas; 2) diversificação do mix de comunicação das empresas para melhor atingir seu público; e 3) necessidade das empresas se posicionarem como socialmente responsáveis. Ao patrocinar um projeto cultural a empresa se diferencia das demais a partir do momento em que toma para si determinados valores relativos àquele projeto (por exemplo tradição, modernidade, competência, criatividade, popularidade etc.). Também amplia a forma como se comunica com seu público alvo e mostra para a sociedade que não está encastelada em torno da sua lucratividade e de seus negócios.

3) Como uma empresa pode fazer marketing cultural?

A partir do momento em que uma empresa empreende uma ação de marketing usando como ferramenta a cultura, ela está fazendo marketing cultural. Nem sempre o patrocínio vem em forma de dinheiro vivo - pode ser uma permuta por passagens áreas (companhias aéreas), estadia (hotéis e pousadas), refeições (restaurantes). Importante é que a ação de marketing deve se encaixar perfeitamente ao perfil da empresa, ao público alvo e ao objetivo buscado. Sem equalizar esses três quesitos (público alvo, identidade, objetivos) fica difícil garantir a eficácia da ação. Também é importante frisar que marketing cultural pode (e deve) vir associado a outras ações de marketing.

4) O que uma empresa ganha fazendo marketing cultural?

Inicialmente as empresas começaram a investir em marketing cultural porque, devido às leis de incentivo, financeiramente era um bom negócio. Depois, elas compreenderam que essas ações de marketing solidificavam a imagem institucional da empresa e davam visibilidade para a marca. Desse modo, o investimento em cultura pode ser visto como uma oportunidade para as empresas participarem do processo de incremento e manutenção dos valores culturais da sociedade e, principalmente, a possibilidade de construir uma imagem forte e bem posicionada para o consumidor, garantindo a curto, médio e longo prazo sua perpetuação. Nesse aspecto, o marketing cultural trabalha a imagem da empresa, por meio da marca, de forma consciente e inconsciente. Por que comprar este ou aquele sabonete? A resposta para essa pergunta vem da competitividade do produto, mas também é fruto do trabalho de marketing dessa empresa.

http://www.marketingcultural.com.br

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Saiba quais as profissões que as mulheres ganham mais do que os homens

Pesquisa aponta 20 profissões em que a porcentagem salarial
para cargos ocupados pelo sexo feminino ultrapassa em até 
25% dos conquistados pelos homens

Apesar da participação das mulheres no mercado de trabalho
ter aumentado consideravelmente nas últimas décadas, a 
diferença salarial entre profissionais do sexo masculino e 
feminino que ocupam cargos similares, geralmente, pesa a 
favor da ala masculina. No Brasil, esse percentual ainda é 
acentuado em algumas profissões. No ranking "Desigualdade 
Global de Gênero de 2009" realizado pelo Fórum Econômico
Mundial, que avalia a desigualdade entre homens e mulheres, 
o país ficou apenas na 82ª posição.

Ainda sim, é notável em pesquisas divulgadas pelo mundo 
sobre o tema, uma tendência gradativa na diminuição entre 
a diferença na remuneração ganha por homens e mulheres. 
Em alguns casos, o salário já é até maior para o sexo feminino. 
Um recente levantamento divulgado pela empresa Catho Online, 
classificado online de currículos e empregos, relatou algumas 
dessas profissões em que a remuneração feminina alcança valor 
maior, comparado com os pares masculinos.

O resultado da pesquisa identificou áreas em que as mulheres 
recebem salários de 3% (Arquiteto Pleno) a 25% (Professor – Doutor)
maiores, quando comparados com os dos homens.

De acordo com Marco Soraggi, diretor da Pesquisa Salarial da 
Catho Online, "nem sempre vale a regra de que os homens 
ganham mais do que as mulheres. Elas se destacam em profissões
onde estão mais presentes, como nas áreas de moda, letras,
psicologia, enfermagem, recursos humanos, nutrição, entre outras".

A 31ª Pesquisa Salarial e de Benefícios aponta maior diferença 
de salários entre homens e mulheres nos cargos de professores 
com doutorado, modelistas e gerentes de hotéis. Confira os 
20 cargos divulgados na pesquisa.



Fonte: www.administradores.com.br

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Citações de Marketing 01

 1 – "A mágica das mídias sociais não é o que acontece nelas, mas o que acontece fora delas, por causa delas." - Paul Isakson


2 - "Nossa primeira obrigação não é com a velha curva de vendas, mas com o público." - Howard Gossage

3 - "Uma idéia é um ponto de partida e nada mais. Tão logo você a elabora, ela é transformada pelo pensamento." - Pablo Picasso

4 - “Enquanto houver sofás, existirão TVs.” - Rupert Murdoch

5 - “Há apenas uma razão para alguém escrever um brief ou envolver o pessoal da criação em um briefing, que é ajudar a deixar a propaganda melhor do que se eles fossem deixados com seus próprios mecanismos.” - Jon Steel

6 - “Mais difícil do que ter uma grande idéia é reconhecer uma. Especialmente se for de outra pessoa." - Washington Olivetto

7 - “Adapte a técnica à sua ideia, não a sua ideia à técnica.” - Bill Bernbach

8 – “Se você não consegue expressar sua posição em oito palavras ou menos, você não tem uma posição.” - Seth Godin

9 - "Confie nos seus pressentimentos. Eles normalmente são baseados em fatos arquivados abaixo do nível da consciência." - Dr. Joyce Brothers

10 - “Quando todos pensam igual é porque ninguém está pensando.” - Walter Lippman
 
http://www.chmkt.com.br/

Danos à Empresa Originados pelo Alto Turnover

Turnover significa a rotatividade de pessoal de uma empresa e é um excelente indicador de saúde da mesma.

Quando excessivo, indica que algo está errado na organização. É o momento de analisar o por quê dessa alta rotatividade, afinal, não podemos esquecer que os chamados funcionários são antes de tudo pessoas. Essas pessoas tem necessidades e criam vínculos dinâmicos de relacionamento com os colegas da empresa, ou mesmo com clientes e fornecedores.

Os colaboradores de uma organização detêm o conhecimento das rotinas de trabalho, o que a empresa produz ou quais serviços ela presta e, após algum tempo na mesma, esses profissionais passam a dominar essas atividades e a desempenhá-las sem maiores problemas.

Quando alguém da equipe sai, as atividades sofrem mudanças que em maior ou menor grau afetam a organização. Assim como um motor que para de funcionar caso alguma engrenagem se deteriore, a empresa também sente essa saída.

Apesar de muitas empresas acreditarem que, quando uma saída de colaborador é por sua decisão e portanto, não a afetará, isto é um engano. Qualquer saída é traumática para a organização, por mais argumentos que existam a seu favor. Basta imaginar o quanto foi gasto com treinamento dessa mão-de-obra, com a burocracia contratual, benefícios, encargos e outros gastos operacionais não tão facilmente mensuráveis, para notarmos que de uma forma ou de outra, a empresa sempre sai perdendo nesse caso. Talvez uma política de contratação mais adequada ou um processo de contratação melhor executado, ou mesmo, uma melhor definição das atribuições do cargo poderiam ter evitado esses gastos inúteis e o trauma gerado ao colaborador demitido.

RETENDO TALENTOS
Apesar de óbvio, será que as empresas realmente estão valorizando seus talentos e suprindo suas necessidades, a fim de não perdê-los para a concorrência? Será que melhores salários, treinamento adequado, concessão de benefícios e melhora do ambiente de trabalho poderão retê-los?

Para saber o que motiva um colaborador a deixar a empresa, utilize a entrevista de desligamento para isso. Questione o por quê da saída, não perca essa oportunidade de saber o que está ocorrendo.

Em se tratando de reter talentos na empresa, notamos que o treinamento sempre é fundamental. Uma prática que está se tornando comum nas grandes empresas, é o chamado e-learning, ou seja, a possibilidade de aprendizagem a distância, proporcionada pelo uso cada vez mais freqüente da internet e de intranets nas organizações. O e-learning é uma maneira rápida de permitir que uma quantidade maior de funcionários tenha acesso a treinamentos, que podem ser realizados em horários diferentes, conforme a disponibilidade de cada um, e que tem conseguido índices superiores de retenção em relação aos treinamentos tradicionais, principalmente porque o controle do aprendizado está nas mãos do próprio estudante e não nas do instrutor.

Outra técnica interessante, denominada job rotation (aplicável também para a diminuição dos conflitos), está muito em voga. Leva em consideração o fato de que se não há possibilidade de ascensão profissional vertical (promoção) de um funcionário, em vez de vê-lo sair para trabalhar na concorrência, novas possibilidades lhe são abertas quando ocorre a promoção horizontal, ocasionada pela troca de função e atribuição de novas responsabilidades, sem perda do padrão. Isso faz com que ele se torne um profissional polivalente, capaz de atuar em diversas atividades diferentes, bem como o incentiva através de novos desafios e aumento de conhecimentos, obtidos na organização. No mundo de hoje, ele será um profissional mais valioso do que se for apenas especialista em uma coisa. Para a empresa, além de manter um bom funcionário em seus quadros, também estará formando um possível futuro ocupante de cargos de chefia.

Creiam-me, se um funcionário puder, ele preferirá crescer dentro da própria empresa em que trabalha e possui o círculo de amizades, a mudar para outra que é uma incógnita. Vivenciei muito disso em meus anos de trabalho.

NOVAS COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
Nos dias atuais, os profissionais não podem mais comportar-se como antigamente, sob pena de tornarem-se obsoletos. E para adaptarem-se ao esquema da Produção Flexível (baseado no aumento da produtividade e flexibilidade do trabalhador e das empresas), devem se esforçar para desenvolver as novas competências que os tempos atuais exigem.

Segundo a Profª Ana Beatriz Carvalho, da FGV Management, essas competências abordam essencialmente:

- Iniciativa e capacidade de julgamento e liderança.
- Uma atenção maior aos detalhes, manutenção de raciocínio crítico e criativo.
- Um aumento na autoconfiança, segurança e persistência.
- Espírito de colaboração.
- Um compromisso e envolvimento maior com a organização, bem como manter atitudes pró-ativas em relação aos valores da empresa.
- Aprimoramento do conhecimento técnico.
- Preocupar-se com o desenvolvimento das pessoas.
- Estimular a comunicação.
- Manter sempre o foco no cliente.
- Orientação contínua para o aprendizado, produtividade e busca por resultados.
- Busca contínua pela qualidade.

Essas competências podem ser adquiridas no dia-a-dia, através das atividades desempenhadas e por meio de treinamentos e devem ser sempre exercidas de forma ética.

Por sua vez, a empresa deve incentivá-las, permitindo sua aplicação sem entraves de qualquer tipo. A retenção de talentos e o incentivo à obtenção por parte dos colaboradores de novas competências profissionais, gera benefícios mútuos e duradouros.

Por: Henrique Montserrat Fernandez é Administrador de Empresas com pós-graduação em Análise de Sistemas e MBA em Tecnologia da Informação / E-management pela Strong/FGV.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Gestão: Seis competências essenciais para a nova realidade das empresas

Confira seis questões específicas e essenciais para a evolução em novas práticas, comportamentos e relações das empresas

Enquanto, e lamentavelmente, uma parcela expressiva das empresas, cooptou por todos os novos apetrechos e ferramentais do wikiworld - única e exclusivamente para se mostrar moderna, esquecendo-se de jogar a velha moldura fora, como recomendou Drucker, muitas evoluem de forma consistente e verdadeira em novas práticas, comportamentos e relações.

Dentro dessa ‘nova realidade’ que já caracteriza o novo mundo dos negócios, demonstrar de forma cabal competências específicas é essencial. Confira abaixo seis destas competências:

1 – Confiança
Não existe uma segunda maneira de se conseguir a lealdade dos clientes que não seja o estabelecimento de uma relação de absoluta e total confiança. Os novos consumidores só permanecerão para sempre junto a marcas em que verdadeiramente possam confiar. Assim como, irão confiar em empresas que em eventuais dúvidas e mal entendidos não percam um único segundo em questionar o desconforto revelado por seus clientes. Hoje, mais do que nunca, o cliente tem sempre razão. Nenhuma empresa é obrigada a atender todas as pessoas que a procuram. Mas, uma vez estabelecida a relação, e tendo demonstrado seu interesse, e a aceita como cliente, daí para frente não existe espaço para discussões. O cliente, mais do que nunca, e sempre, tem razão.

2 – Minha empresa
Estabelecida a relação, o cliente não é mais um. É o Pedro, a Joana, a Paula, o Olavo. De novo como no tempo do freguês de caderneta, passamos a lidar com o cliente igual ao dono do armazém, que fidelizava sua clientela pelo nome, endereço e preferências. Bom dia, Pedro! é tudo o que o Pedro espera ao ingressar na loja onde se considera Cliente. Pessoas querem ser tratadas e reconhecidas no mundo analógico, da mesma forma como são tratadas e reconhecidas no mundo digital. É você, Pedro?

3 – Antecipar-se com Educação
A maior parte dos novos consumidores frequentam redes sociais abertas. Onde as empresas podem acompanhá-los e manterem-se informadas sobre suas manifestações de apreço ou desapreço, conforto ou desconforto, felicidade ou decepção. E nas duas situações, sempre pedindo licença antes de se manifestar, agradecer e recompensar, ou, tentar superar pequenos tropeços, e também recompensar.

4 – Máquina nunca mais!
Pessoas querem falar com pessoas. Um contato humano. Muitas empresas surpreendem seus clientes que ao acessá-las encontram do outro lado da máquina um ser humano, de carne, cara e osso, que fala, ouve, sorri, se revela preparado, educado, cordial, amigo. Pode até não ter todas as respostas mas ouvirá com atenção, vai atrás da solução, e em pouco tempo, responde. URA nem pensar!

5 – Não se terceiriza a mina de ouro
Boa parte das melhores companhias que terceirizaram seus serviços de atendimento ao consumidor estão reconsiderando essa decisão. A terceirização é uma das principais características da sociedade de serviços, o que não quer dizer que tudo, obrigatoriamente, tenha que ser terceirizado. A terceirização física pode até acontecer, mas a gestão, acompanhamento, responsabilidade, e consideração e aproveitamento de todas as informações decorrentes, como diria um certo ministro brasileiro, são “interceirizáveis”.

6 – Check-list
* Pessoas não se sentem atraídas pelo feio: como está o Design de sua empresa?
* Pessoas só reconhecem um Design sedutor e atraente, quando no contexto adequado: em que contexto sua empresa se insere?
* Pessoas fogem de desconhecidos até mesmo por segurança: como anda a narrativa de sua empresa?
* Pessoas não têm mais tempo para o complicado, difícil, inacessível: como anda a componente lúdica de sua empresa?
* Pessoas precisam se sentir queridas e desejadas: sua empresa exala empatia em todos os seus movimentos?
* Pessoas exigem a verdade: sua empresa tem autenticidade?
* E pessoas, preferem empresas que transcendem: o estilo e personalidade de sua empresa é único e distingue-se do das empresas concorrentes?

Francisco Alberto Madia de Souza (Diretor-presidente do MadiaMundodoMarketing). famadia@madiamundomarketing.com.br - www.madiamundomarketing.com.br
HSM Online

terça-feira, 13 de abril de 2010

Pensamento do dia

"Os ventos que às vezes nos tiram algo que amamos, são os mesmos que nos trazem algo que aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre...(Bob Marley)

Contribuição ... Magna Rafaela

4 sugestões para recapturar potenciais clientes

1 - O processo de vendas deve permitir retomar o contato com o potencial cliente – Se você estabelece um contato com alguém que eventualmente abandona o processo de compra e não tem formas de entrar em contato com a pessoa novamente, a oportunidade está perdida. Existem diferentes maneiras de garantir a possibilidade de um contato posterior, desde um simples cadastro até uma busca no Google.

2 - Compreender o motivo da desistência – Entenda por que o potencial cliente abandonou a compra. Isso permitirá ações pontuais que melhorarão o índice de conversão de vendas. Claro que você pode ter algumas estratégias prontas e predefinidas. No entanto, elas nem sempre se aplicarão a todos os clientes.

3 - Definir uma estratégia para recuperar o cliente – Se você vai retomar o contato com o cliente apenas para insistir no mesmo, não perca seu tempo. Isso provavelmente só o irritará e dificultará ainda mais uma venda futura. Para atrair o potencial cliente novamente, você tem três principais opções: retirar fatores bloqueantes, oferecer mais valor e agregar menos custo – minha preferência é nessa mesma sequência!

4 - Melhorar o processo de vendas com base nos motivos de desistência – Melhor que recuperar clientes perdidos é não perdê-los. Sempre que estiver tentando atrair o consumidor novamente, estará em uma posição de negociação enfraquecida e o negócio dificilmente será tão bom para você quanto nas condições iniciais. Avalie continuamente os motivos de desistência e as estratégias de recuperação que funcionam e adapte seu processo de vendas para que os negócios se concluam cada vez mais na primeira tentativa.

Wagner da Silva Rosa é consultor de vendas.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Trilogia da incompetência


"Tudo aquilo que algum Idiota diz que é urgente,
é algo que algum Imbecil não fez em tempo hábil e quer que você,
o Otário, se arrebente para fazer em tempo recorde."

O Peso do Stress

Um médico, ao explicar a gestão de stress para uma turma de alunos, levantou um copo de água e perguntou:
- Qual é o peso deste copo de água?
As respostas foram de 20g a 500g.
O médico respondeu:
- O peso absoluto não é importante.
Depende de quanto tempo você o segurar.
Se o segurar por um minuto, não há problema.
Se o segurar por uma hora, ficará com uma dor no braço.
Se o segurar por um dia, terá que chamar uma ambulância.
Em qualquer dos casos, é o mesmo peso, mas quanto mais tempo o segurar, mais pesado se torna.
Ele continuou:
- E funciona da mesma forma com a gestão de stress. Se carregarmos os nossos problemas durante o tempo todo, mais tarde ou mais cedo, à medida que os
problemas se tornam incrivelmente pesados, não iremos conseguir carregá-los.
Tal como um copo de água, você tem que largá-lo por algum tempo e descansar antes de o agarrar novamente. Quando tiver descansado, podemos carregá-lo novamente.
Assim, antes de você voltar a casa hoje, largue o peso do seu trabalho. Não o carregue para casa. Você pode agarrá-lo amanhã.
Qualquer que sejam os pesos que esteja carregando neste momento, pouse-os durante um momento, se puder.
Assim, qualquer que sejam os problemas que esteja carregando agora, pouse-os.
Não lhes toque até que tenha descansado por um momento.
Aqui estão algumas dicas para os pesos da vida:
* Aceite que uns dias você será o pombo, outros dias será a estátua.
* Mantenha sempre as suas palavras macias e doces, no caso de você ter que as engolir.
* Lembre-se de preencher os seus sentidos com alguma coisa que o anime: Musica que gosta, um por do sol maravilhoso, uma refeição realmente fantástica, beijos apaixonados, uma conversa de coração com alguém que você gosta.
* Conduza com cuidado, não são somente os carros que podem ser devolvidos ao seu criador.
* Se não puder ser bondoso, pelo menos tenha a decência de ser vago.
* Se emprestar R$ 100,00 e nunca mais ver essa pessoa novamente, provavelmente já valeu a pena.
* Pode ser que o propósito da sua alma na vida seja simplesmente ser bondoso com outros.
* Ninguém quer saber se você não souber dançar bem. Simplesmente dance.
* Quando tudo vai contra si, é porque você está na via errada
* Os aniversários são bons para si. Quantos mais tiver, mais tempo vai viver.
* Alguns erros são demasiados divertidos para os cometermos somente uma vez.
* Podemos aprender muito com os lápis… Alguns são afiados, alguns são bonitos, alguns são feios. Alguns têm nomes estranhos, e todos têm cores diferentes, mas todos têm que viver na mesma caixa.
* Uma pessoa verdadeiramente feliz é aquela que consegue apreciar a paisagem quando se engana no caminho.

http://oveneta.blogspot.com/

Photoshop: para o bem ou para o mal?

Projeto de Lei quer obrigar a colocação de mensagens de alerta em fotografias que tenham sido editadas com o intuito de alterar a aparência dos fotografados. O que você acha disso?

Com a popularização das câmeras digitais e o boom das redes sociais na internet, a fotografia se tornou algo quase onipresente no dia a dia das pessoas. Não só a festa de casamento, o aniversário do caçula ou a formatura do filho mais velho são motivos para um clique. O happy hour depois do trabalho, o show com os amigos, um dia qualquer no shopping, tudo é convertido em bits e, facilmente, vai parar em alguma página pessoal na web.

Sem precisar de filmes, químicos, papéis e todo o aparato que era necessário até pouco tempo para transformar uma imagem em fotografia, clicar e depois compartilhar não é mais tarefa difícil. Para mostrar seus álbuns, ninguém precisa, agora, tirá-los da gaveta, basta fazer um upload dos arquivos para a internet. E como ninguém nunca quer sair mal na foto, o exercício de fazer aqueles retoques antes de postar para centenas de pessoas verem, acabou sendo aprendido por quase todo mundo. Quem não sabe, pede a um amigo.

Se entre amadores amantes da fotografia o uso de softwares como o Photoshop, editor de imagens da Adobe, é tão comum, no meio especializado é que ele não seria dispensado. Mas os profissionais do setor andam agitados por conta de um Projeto de Lei apresentado pelo deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), que quer obrigar a colocação da seguinte mensagem em fotos que tenham sido editadas com o intuito de interferir na fisionomia das pessoas fotografadas: "Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada". Quem desobedecer pode pagar multa de até R$ 50 mil.

Certo ou errado?

Na justificativa da proposta, o parlamentar diz que o objetivo é evitar a idealização do corpo humano. "São reforçados padrões de beleza que não resultam da real aparência das pessoas", diz o texto do PL-6853/2010, que não trata só de fotografias publicitárias, mas de qualquer imagem publicada em veículos de comunicação. Assim, caso aprovada, a lei obrigaria, por exemplo, a colocação do aviso nas fotos de revistas masculinas.

Para o designer gráfico Eric Peleias, que é diretor de arte da revista Capital Aberto, apesar da boa intenção, a medida prevista pelo Projeto de Lei não foi bem avaliada. "É bastante difícil acreditar seriamente que o consumidor é inocente a ponto de presumir que o produto pode causar o efeito da imagem manipulada, mas desconfiado o suficiente para ler com atenção um dispositivo como esse".

Já Carlos Costa, diretor de criação da WEBTraffic, empresa de comunicação para a web, não acredita que a Lei terá efeito. "Não acho que isso vá mudar a opinião de alguém ao ver um corpo, ou um rosto numa revista", afirma.

Usados largamente para a produção de peças publicitárias, os softwares de edição normalmente passam despercebidos. Por mais que alguém comente "ah, aqui usaram Photoshop!", intervenções feitas por bons profissionais quase sempre são sutis e, no máximo, seriam percebidas apenas se a foto original e a editada fossem colocadas lado a lado. Para o deputado Wladimir Costa, isso é um problema. Segundo ele, o fato de as alterações não serem evidentes cria a impressão de que a imagem veiculada corresponde à realidade, quando isso não é verdade.

Os publicitários veem por outro lado. "Eu acho que uma imagem retocada em uma revista é infinitamente menos prejudicial do que, por exemplo, a imposição de modelos e futuras modelos serem ultra magras para poderem desfilar", afirma Carlos Costa. E ele complementa: "Será que uma atriz famosa toparia posar para uma revista, sabendo que abaixo de sua foto tem um aviso dizendo 'e aquilo que você está vendo não é aquilo'?"

Excessos no uso do Photoshop

Opiniões à parte, recentemente alguns casos causaram polêmica por conta de excessos no uso do Photoshop. O mais famoso foi o de uma campanha da marca de roupas Ralph Lauren, em que a modelo ficou com o corpo deformado por conta da edição. A empresa assumiu a responsabilidade depois, em um comunicado onde dizia que "retoques de baixa qualidade resultaram em uma imagem muito distorcida do corpo de uma mulher".

Na Europa

Uma proposta semelhante à do deputado Wladimir Costa também está sendo discutida no parlamento da França. A justificativa da autora do projeto é a mesma do parlamentar brasileiro. No Reino Unido também existe uma proposta semelhante.

Simão Vieira, www.administradores.com.br

domingo, 11 de abril de 2010

A Escolha da Profissão

Uma análise do Censo de 2000 do IBGE feita pelo Observatório Universitário indicou a correlação entre a profissão exercida e o curso superior realizado pelos profissionais. Enquanto 70% dos dentistas, 75% dos médicos e 84% dos enfermeiros trabalham na mesma área em que se formaram, apenas 10% dos economistas e biólogos e 1% dos geógrafos segue o mesmo caminho.
Exame atento de outras profissões ainda nos indicará que apenas um em cada quatro publicitários, um em cada três engenheiros e um em cada dois administradores faz carreira a partir do título que escolheu e perseguiu.
É evidente que faltam vagas no mercado de trabalho. O emprego formal acabou. Se nas décadas de 1960 e 1970 o paradigma apontava como colocação dos sonhos um cargo no Banco do Brasil , na Petrobras ou em outra empresa pública; nos anos de 1980 experimentamos o boom das multinacionais e empresas de consultoria e auditoria, que recrutavam os universitários diretamente nos bancos escolares; e na década de 1990 o domínio de um segundo idioma, da microinformática e a posse de um MBA eram garantia plena de uma posição de destaque, nada disso se aplica hoje.
As grandes empresas têm diminuído o número de vagas disponíveis e são as pequenas companhias as provedoras do mercado de trabalho atual. Ainda assim, a oferta de trabalho é infinitamente inferior à demanda – e, paradoxalmente, muitas posições deixam de ser preenchidas devido à baixa qualificação dos candidatos.
Assim como todos os produtos e serviços concorrem pela preferência do consumidor, osprofissionais também disputam as mesmas oportunidades. Engenheiros que gerenciam empresas, administradores que coordenam departamentos jurídicos, advogados que fazem estudos de viabilidade, economistas que se tornam gourmets. Uma autêntica dança das cadeiras que leva à insegurança os jovens em fase pré-vestibular.
Há quem defenda a tese de que adolescentes são muito imaturos para optar por uma determinada carreira. Isso me remete a reis e monarcas que com idade igual ou inferior ocupavam o trono de suas nações à frente de grandes responsabilidades, diante de uma expectativa de vida da ordem de apenas trinta anos…
O que falta aos nossos jovens é preparo. Um aparelhamento que deveria ser ministrado desde o ensino fundamental através de disciplinas e experiências alinhadas com a realidade, promovendo um aprendizado prazeroso e útil, despertando talentos e desenvolvendo competências. Um ensino capaz de inspirar e despertar vocações. Ensino possível, porém distante, graças à falta de infra-estrutura das instituições, programas curriculares anacrônicos e, em especial, desqualificação dos professores.
Em vez disso, assistimos a estudantes com dezessete anos de idade, onze deles ou mais na escola , que às vésperas de ingressar no ensino superior sequer conseguem escolher entre Psicologia e Comunicação Social, entre Arquitetura e Educação Física, entre Veterinária e Direito.
A escola e a família devem propiciar ao aluno caminhos para o autoconhecimento e descoberta da própria personalidade e identidade. Fornecer informações qualificadas e estimular a reflexão, exercendo o mínimo de influência possível. Muitos são os que direcionam suas carreiras para atender às expectativas dos pais, aos apelos da mídia e da moda, à busca do status e do sucesso financeiro, em detrimento da auto-realização pessoal e profissional. E acabam por investir tempo e grandes somas de dinheiro numa formação que não trará retorno para si ou para a sociedade.
Orientação vocacional não se resume aos testes de aptidão e questionários. Envolve conhecer as diversas profissões na teoria e na prática. Permitir aos estudantes visitarem ambientes de trabalho e ouvirem relatos de profissionais sobre os objetivos, riscos, desafios e recompensas das diversas carreiras. Tomar contato com acertos e erros, pessoas bem sucedidas e que fracassaram. Provocar o interesse e, depois, a paixão por um ofício.
Precisamos voltar a perguntar aos nossos filhos: “O que você vai ser quando crescer?”. A magia desta indagação é que dentro dela residem os sonhos e a capacidade de vislumbrar o futuro. Aliás, talvez também devamos colocar esta questão para nós mesmos, pais e educadores…

* Tom Coelho, com formação em Publicidade, Economia, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP

sábado, 10 de abril de 2010

Uma Visão de Planejamento


    Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitada a sua ação.
    Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana convidando outros amigos caçadores para à África. Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato o caçador pôsse a tocar a flauta e milagrosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado a queima roupa. Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma arvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram o mataram com vários tiros.
    E foi assim flauta sendo tocada, animas ferozes dançando, caçadores matando. Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente um leão faminto. A flauta soou mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois devorou o segundo. O tocador de flauta desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava, o caçador foi devorado.
    Dois macacos, em cima de uma arvores próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria:
    - Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho...

    Moral da História:

     Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo. Um dia podem não dar.
    Tenha sempre planos de contingência;
    Prepare alternativas para as situações imprevistas;
    Preveja tudo que pode dar errado e prepare-se.
    Esteja atento as mudanças e não espere as dificuldades para agir.
    "CUIDADO COM O LEÃO SURDO"

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Pensamento do dia

 "Não ame pela  beleza, pois um dia ela acaba. Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação."


Autor Desconhecido

Temperamento explosivo - Saiba como lidar e até transformá-lo a seu favor

Para especialista, temperamento explosivo é prejudicial quando o profissional tem dificuldades de lidar com as próprias emoções

Existem pessoas que são naturalmente competitivas, estressadas, ansiosas e até mesmo agressivas, comportamentos que, conforme especialistas, se trabalhados, podem até ser positivos no ambiente de trabalho. Entretanto, quando essas características passam do limite e a pessoa passa a adotar uma postura intimidatória, de enfrentamento, é melhor ligar o sinal amarelo.

De acordo com o gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, o temperamento explosivo torna-se prejudicial quando o profissional começa a ter dificuldades para lidar com as próprias emoções. Nessas horas, diz ele, é preciso parar, refletir e tentar reverter a situação.

“Uma dica que pode mostrar ao profissional que ele está com este tipo de problema é o andamento das relações interpessoais. Se a pessoa percebe que está sendo excluída dos eventos sociais, por exemplo, ela deve repensar a própria postura. Contudo, se a dificuldade for grande, vale procurar a ajuda de um coach ou mesmo de um terapeuta”, diz.

O que leva à explosão?

O estresse do dia a dia, juntamente com algumas situações que podem ocorrer no ambiente de trabalho, podem levar uma pessoa à explosão. Dentre estas situações, a vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Sâmia Simurro, destaca o ambiente hostil, a injustiça, o assédio moral, a falta de reconhecimento, de autonomia para tomar algumas decisões, e até mesmo de comunicação clara.

"A pessoa precisa saber claramente o que o chefe espera dela. Trabalhar em um ambiente hostil e constantemente engolir sapos podem fazer com que, uma hora, a pessoa se manifeste de maneira agressiva".

Entretanto, antes de chegar a esta situação, diz ela, é preciso tentar resolver a situação, procurando, por exemplo, conversar sobre o motivo com a pessoa causadora do estresse. Porém, caso isso não resolva e acabe acontecendo a explosão, Raffa orienta ao profissional que ocorra à famosa desculpa.

"Somos humanos e momentos de raiva podem ocorrer com qualquer um. Se houver o exagero, um pouco de humildade não faz mal e o melhor a fazer é pedir desculpas. Contudo, antes que isso ocorra, é melhor tentar conversar e reverter a situação".

A raiva é sempre má?

Como já dito anteriormente, contudo, se bem trabalhada, a raiva pode trazer resultados positivos ao profissional, que podem se traduzir em aumento de criatividade e produtividade.

Assim, diz Raffa, algumas situações podem ser utilizadas como estímulos para que o profissional melhore. Porém, para que isso aconteça, acrescenta Sâmia, ele precisa adotar uma postura conciliatória e desenvolver a assertividade.

Além disso, diz ela, é importante que o profissional saiba se observar, seja honesto em suas colocações e diga claramente o que pensa e deseja.

Ainda no que diz respeito à transformação da raiva em algo positivo, dizem os especialistas, o líder pode ajudar, administrando conflitos, estimulando um ambiente tranqüilo e conhecendo cada membro da equipe para saber como e quando intervir.

"É importante entender que a liderança é o modelo. Na maior parte das vezes, o clima da equipe reflete a postura do líder", finaliza Sâmia.

Por Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney



quinta-feira, 8 de abril de 2010

Classes B e C sustentam o franchising

O crescimento do setor de franchising em 2009 foi de 14,7% em relação a 2008 e um dos fatores que contribuiram para essa evolução foi a penetração nas classes B e C.

O recente aumento do consumo das classes B e C interferiram positivamente no crescimento do setor de franquias em 2009, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising ).

Além do maior poder aquisitivo obtido por essa parcela da população, outros fatores podem ser apontados como decisivos na evolução do setor como por exemplo, os novos pólos de consumo abertos em diferentes regiões do Brasil, que antes não eram exploradas e passaram a receber unidades franqueadas como estratégia de expansão geográfica dos franqueadores. Isso permitiu o estímulo da demanda dos novos consumidores residentes nestas localidades, principalmente os oriundos das classes B e C.

Coincidência ou não, o setor de franquias brasileiro como um todo passou pela crise econômica mundial de 2009 sem qualquer turbulência, pois teve um crescimento de 14,7% sobre o mesmo período de 2008, chegando ao faturamento de R$ 63 bi, segundo pesquisa realizada pela ABF.

Esse estudo, realizado junto as 1.643 marcas atuantes no mercado brasileiro registrou, mais uma vez, a força do franchising como canal de vendas.

Trata-se de um sistema comercial de grande atratividade em função das suas inúmeras vantagens comerciais e operacionais que vem chamando a atenção de muitos empreendedores iniciantes e também dos empresários já estabelecidos no mercado que buscam novas oportunidades de comercialização.

Os números mostram isso, pois só em 2009 foram 264 novos players, responsáveis pela abertura de 8.034 novos pontos de vendas, absorvendo 72 mil postos de trabalho, um indicativo não só do potencial econômico como também do social do franchising, que já detém 700 mil empregos diretos no país.

A tendência do franchising para 2010 é de crescimento ( cerca de 16% segundo a ABF), pois o cenário visto acima deverá permanecer inalterado e além disso, a flexibilidade do sistema de franquias permite a formatação de negócios para vários segmentos, de produtos a serviços, não importando o porte da empresa, como os pequenos negócios por exemplo, que se encaixam no sistema através das microfranquias, onde os níveis de exigências são baixos e os patamares de investimentos não ultrapassam os R$ 50 mil.

Por Carlos Casartelli 
http://administradores.com.br/

quarta-feira, 7 de abril de 2010

MBA para quê?

Currículo recheado de títulos nem sempre é sinônimo de profissionais verdadeiramente capacitados

Compartilhar ImprimirSurgido nos Estados Unidos, no período em que o país iniciava a trajetória ascendente no sentido de se tornar a maior potência econômica do planeta, o Master Business Administration, ou simplesmente MBA, ganhou o mundo ao longo do século XX.

Há mais de cem anos, o mestrado em administração de negócios deu aos empresários norte-americanos a base teórica para aquilo que eles só conheciam na prática. Hoje, esse modelo de pós-graduação é um grande diferencial em qualquer mercado de trabalho, valorizado por empresas e desejado por profissionais. Mas um currículo recheado de títulos nem sempre é garantia de sucesso na carreira.

Currículo cheio de MBAs não é tudo
O status que o MBA dá, devido à importância que adquiriu no mercado de trabalho, tem levado profissionais a fazer diversos cursos com o objetivo de se colocar à frente na hora de ser contratado. Por isso, não é raro uma empresa se deparar com um currículo recheado de títulos, muitos dos quais, inclusive, sem tanta utilidade, na prática, para quem os possui. Para os que optam por esse caminho, todo cuidado é pouco.

As empresas e seus recrutadores estão cada vez mais cuidadosos nas seleções, e levam em consideração, sempre, qualidade em vez de quantidade. "Alguns colecionam MBAs como se currículo fosse árvore de natal. Faça um só, mas de excelência", afirma Luiz Affonso Romano, presidente do IBCO - Instituto Brasileiro de Consultores de Organização.

Para o presidente do IBE, instituto de educação em negócios conveniado à Fundação Getúlio Vargas - FGV, Heliomar Quaresma, é fundamental acertar na hora de escolher o curso. "Para o currículo do profissional, cada experiência acadêmica e executiva diz (algo) de sua trajetória, capacidade e intencionalidade. Por isso é importante ter o MBA, mas não qualquer MBA", afirma.

Esse curso é mesmo MBA?
É comum que alguns institutos utilizem o nome MBA para dar notoriedade a pós-graduações em outras áreas, o que, de certa forma, banalizou a nomenclatura no meio acadêmico e criou ressalvas no mercado de trabalho. Quem pretende cursar um Master Business Administration com o objetivo de adquirir conhecimentos para a gestão de negócios realmente, precisa ficar atento às diferenças em relação a outros tipos de pós. "Ele (o MBA) não está no mesmo patamar de outras especializações, pelo nível de aprofundamento teórico / prático", lembra Quaresma. "O MBA é muito mais voltado à realidade do mercado e intensifica a interação mercado / teoria / troca de experiências", complementa o presidente do IBE.

No Brasil, a Associação Nacional de MBA (Anamba), formada por algumas das principais escolas de negócios do país, desenvolve parâmetros que norteiam as estruturas curriculares e oferece aos candidatos informações relevantes na hora de escolher um curso. Para obter mais informações, acesse o site http://www.anamba.com.br/.

MBA para quê?
Heliomar Quaresma ressalta a importância do MBA para a gestão, o que, segundo ele, não se restringe aos conhecimentos focados no tradicional mundo dos negócios. "O MBA possibilita o aprofundamento dos conhecimentos da área de gestão e propicia o desenvolvimento de habilidades requisitadas pelas empresas e organizações do setor público e do chamado terceiro setor", afirma.

A capacidade de aliar teoria e prática e o discernimento para desenvolver soluções rápidas, coisas que o MBA ajuda a desenvolver, são valores que nunca deixam de estar em voga. "Como uma economia em crescente ascensão, o mercado brasileiro demanda profissionais capazes, que saibam aliar teoria e prática, capacidade gerencial e relacional para que sejamos líderes mundiais nos diversos setores da economia, sob a ótica da sustentabilidade ambiental e social", afirma Heliomar Quaresma.

Mas o profissional não pode achar que o curso simplesmente vai colocá-lo à frente dos outros no mercado de trabalho. "Por si só, o MBA nada garante quanto à ‘performance' do eleito. Outros aspectos certamente devem ser avaliados. Por exemplo, o candidato quer um emprego ou um trabalho? Ele continua cuidando de seu aperfeiçoamento?", diz Luiz Affonso Romano.

No Brasil ou no Exterior
Os cursos de MBA brasileiros e os oferecidos nos EUA, por exemplo, têm algumas diferenças, principalmente no que diz respeito à dedicação exigida do aluno. Por isso, escolher entre estudar aqui ou lá fora depende muito do perfil do estudante.

Para jovens recém-graduados, que ainda não têm uma carreira, sair do país para cursar um mestrado em administração de negócios pode valer muito a pena. "Nos Estados Unidos, os MBAs de excelência geralmente exigem em torno de dois anos de dedicação quase exclusiva. Essa duração, mais a sua qualidade e metodologia do ensino, são vantagens indiscutíveis sobre os que vemos por aqui", afirma Luiz Affonso Romano.

Por outro lado, para o profissional que já está no mercado, cursar um MBA oferecido no Brasil mesmo pode ser uma boa alternativa. O país já dispõe de boas escolas e, na maioria das vezes, as próprias empresas financiam os cursos de seus executivos. "No Brasil, o MBA seguiu outra estrutura (diferente da norte-americana), adaptada à realidade da nossa cultura e também do nosso mercado", lembra Heliomar Quaresma. Os chamados MBAs Executivos, voltados para administradores que já têm, em média, 10 anos de carreira, permitem que os alunos estudem e trabalhem ao mesmo tempo.

Estar atento ao reconhecimento das instituições que oferecem MBA, ver se realmente há adequação do tipo de curso oferecido a seu perfil profissional e ter consciência de que ser um "master in business" no papel não basta. Com isso em prática, a pós mais desejada por quem lida com administração de negócios poderá, sim, ser capaz de dar um upgrade em sua carreira e garantir sucesso no mercado de trabalho.

Por Simão Vieira, www.administradores.com.br