QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

terça-feira, 23 de março de 2010

SEM LENÇO E SEM DOCUMENTO

Adm. Wagner Siqueira
www.wagnersiqueira.com.br

No meio ainda da explosão da crise americana dos subprimes, enfim uma gota de orvalho no deserto dos desalentos: anuncia-se a recuperação da produção industrial, que pode significar o começo da cura, mas também pode representar apenas a melhoria que antecede a do coma. Teme-se a reedição, em nível econômico, da famosa expressão médica da “visitas da saúde”, que costuma anteceder à morte do moribundo.

Seja como for, o fato levanta uma questão essencial: pequena ou grande, qualquer empresa só pode enfrentar a crise ou sair dela recorrendo aos préstimos desse grande exorcizador de crises, infelizmente pouco aproveitado neste País, que é o administrador profissional. Aliás, já se tornou até lugar comum afirmar que o Brasil não é um país subdesenvolvido, mas subadministrado.

Em época de crise econômica é preciso reduzir custos -- e isso é com o administrador. É preciso racionalizar a produção e os estoques -- e isso é com o administrador. É preciso dinamizar as vendas para compensar o estreitamento do mercado com a obtenção de uma fatia maior – e isso é com o administrador. É preciso encontrar novas formas de otimização da produção, das vendas e dos lucros – e isso é com o administrador.

Não por acaso só estão conseguindo derrotar a crise as empresas que recorrem amplamente às mais modernas técnicas e métodos de Administração. Os outros têm que se resignar a “caminhar contra o vento, sem lenço e sem documento”. E quem caminha contra o vento anda como caranguejo – para trás.

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