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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Pequenas empresas respondem por dois terços dos novos empregos, diz Ipea

As pequenas empresas foram as principais responsáveis pela criação de empregos em dez anos -- entre 1989 a 2008. A cada três ocupações abertas no setor privado não agrícola, duas foram em pequenas empresas com até dez funcionários, mostra pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgada nesta quinta-feira.

O levantamento aponta que, em 2008, os empregados em pequenos negócios representavam 27,1% do total de trabalhadores assalariados do país. Já os empregadores correspondiam por 78% do total de empresários e postos de trabalho por conta própria.

O Ipea mostra ainda que, em 2008, a renda média dos ocupados nestes estabelecimentos foi de R$ 902,10, sendo R$ 633,03 para os empregados assalariados, de R$ 2.607 para empregadores e R$ 807,34 para trabalhadores por conta própria.

Contudo, somente 29,4% do total de vagas em negócios com até dez trabalhadores tinham alguma proteção pela atual legislação trabalhista. Entre os ocupados por conta própria, apenas 16,7% estavam amparados pela lei. Já entre os assalariados o percentual foi maior, de 40,8%, e entre os empregadores ficou em 55,8%.

Segundo o estudo, "a presença de ocupações precárias e de baixa remuneração continua a ser um dos problemas estruturais que atingem os pequenos negócios no Brasil".

Dentro dos pequenos empreendimentos, 18,7 milhões eram trabalhadores por conta própria (48,7%), 16,5 milhões eram empregados assalariados (43%) e 3,2 milhões eram empregadores (8,3%).

Em relação a jornada de trabalho, 15,4 milhões (40,3%) trabalhavam mais de 44 horas por semana. Já no quesito escolaridade, apenas 10,8% dos ocupados tinham ensino superior, completo ou incompleto. A maioria possuía ensino fundamental, 48,2%, e outros 41% estavam no ensino médio.

Sobre as perspectivas para os próximos anos, o Ipea aponta que até 2020 há possibilidade de geração de 19,3 milhões de ocupações no setor não agrícola, sendo que mais da metade será nos pequenos empreendimentos.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u689377.shtml

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